logo
  • Home
  • Acerca
  • Autores
  • Faq
  • Rede
  Twitter   Feed-me! RSS!
Set 3

Como foi o 1º #HoraExtra Ágil Curitiba

Escrito por Igor Musardo em 1, 4, 6, AR, auto, business, control, cultura, Curitiba, Curso, Cursos, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento Ágil, Desenvolvimento de Software, empresas, encontro, err, erro, Evento, exemplo, for, Geral, gestão, if, int, internet, Liderança, Metodologia Ágil, mg, Motivação, O, on, Qualidade de Software, RIA, Ria’s Geral, Scrum, Software, tag, Tema, UI, uint, Vários, XP @ 09 3rd, 2010 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Ontem, 1º de Setembro de 2010, foi realizado o 1º #HoraExtra Ágil de Curitiba.

Primeiramente quero agradecer a todos que foram ao #HoraExtra, e dizer para você que não foi, “PERDEU”!

No #HoraExtra foram discutidos vários temas onde o foco central ficou sempre em “PESSOAS” e como melhor gerenciar o maior ativo das empresas.

gestão de pessoas

Como essa foi a primeira edição, lógico que algumas coisas foram esquecidas, como por exemplo câmera fotográfica, e bloco de anotações para os papos relevantes, epic fail, mas vou tentar lembrar de alguns.

Organization chart

Começamos conversando sobre o conceito ágil em Desenvolvimento de Software, Scrums e afins, o papo evoluiu para o Kanban, e comparamos com o Kanban de fábrica, a origem do Kanban em software.

project-kanban X industrial-kanban

Passado um tempo o papo foi para o lado das métricas de velocidade de times ágeis, com a seguinte pergunta: Você, gerente ágil recém chegado para facilitar um time que você desconhece, quais métricas você pediria para conhecer de modo geral a capacidade do time?

fita_metrica

Depois aproveitamos a experiência internacional de vários participantes para discutir a diferença cultural entre os profissionais brasileiros e europeus.

The small businessmanE o encontro encerrou com o debate sobre a Geração Y e a liberdade de internet para os funcionários, os gerentes comando-controle, como treinar os colaborados para utilizar com consciência os recursos fornecidos pela empresa ao invés da punição pura e simples.

Set 1

Blog do Curso de Engenharia de Software Ágil

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, Adobe, Adobe Flex, Agile, AR, auto, BI, blog, class, cliente, Curso, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, encontro, err, event, Evento, Eventos, Experiências, Ferramenta, Flex, for, Geral, ide, IE, image, int, Java, Mate, mg, Motivação, mudanças, NaN, O, on, Opinião, Partilha, problema, problemas, processo, programação, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, Scrum, site, Software, Sun, TAT, Treinamento, UI, XP @ 09 1st, 2010 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

O curso de pós graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis ganhou um novo blog. Um espaço aberto, transparente, onde todos poderão expressar sua opinião, elogios e criticas. Vamos aproveitar para reunir material do curso, apresentações de trabalhos, fotos, eventos, etc. Compartilharemos práticas, conhecimentos e assuntos pertinentes ao curso, com foco na transparência e sobretudo na agilidade.


Panorama Geral do Curso:

Teremos bastante desenvolvimento no curso. Trabalharemos com Java, Ruby on Rail e Adobe Flex. O objetivo é que, no final, o aluno saia apto a integrar, liderar e implantar processos ágeis em equipes de desenvolvimento de softwares. Nas disciplinas de programação tentaremos introduzir Coding Dojo. Uma forma de interação muito maior, guiado por TDD. Um Coding Dojo é um encontro onde um grupo de programadores se reúne para trabalhar em conjunto em um desafio de programação. Eles estão lá para se divertir, e, através de uma metodologia pragmática, melhorar suas habilidades de programação e de trabalho em grupo. Nesse primeiro semestre tentaremos introduzir o Dojo nas disciplinas de Programação Orientada a Objetos e Padrões de Projeto.

O coding dojo surgiu da motivação que os programadores não treinam. Tipicamente eles estão preocupados apenas em resolver problemas de produção em projetos reais. O objetivo de coding dojo é criar um ambiente de treinamento, um ambiente de contínuo aprendizado e compartilhamento de experiências, independente do nível de habilidade dos participantes com o intuito de aplicar o aprendizado obtido nas reuniões para aplicar em situações reais de desenvolvimento.
A primeira disciplina “Métodos ágeis de desenvolvimento de software”, gosto de dizer que é uma disciplina de evangelização. Nela o aluno irá compreender os princípios e valores de equipes ágeis que pregam: auto-gerenciamento, multidiciplinaridade, TDD, programação em par, software funcionando, interação entre indivíduos, colaboração com cliente, resposta rápida a mudanças etc. Ou seja, essa será uma disciplinas para “quebrar” conceitos.

No decorrer do curo, o aluno irá ter contato com várias outras disciplinas que entrarão com mais cuidado em itens abordados na referida “evangelização”.
A última disciplina: “Laboratório de Engenharia de Software Ágil”, na verdade não será a última, ela ocorrerá em paralelo durante todo o segundo semestre do curso. Será nessa disciplina que o aluno terá a oportunidade de montar uma equipes agil, gerenciada com Scrum, aplicando técnicas de XP para construir um software (do início ao fim) utilizando as técnicas, processos e ferramentas estudadas durante o curso. No final, o aluno terá tido a sua primeira experiência em construir um software do zero seguindo metodologias ágeis.

Veja grade completa do curso aqui ou a grade oficial no site da UNA

Ago 25

1º #HoraExtra Ágil em Curitiba

Escrito por Igor Musardo em 1, 2009, 4, 6, api, AR, auto, bar, BI, Curitiba, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento Ágil, Desenvolvimento de Software, Diversos, DRE, embedded, encontro, Evento, for, geo, Google, IE, if, int, Links, lista, map, mapa, maps, Metodologia Ágil, mg, Motivação, O, on, Outros, Pessoal, pt, Qualidade de Software, Ria’s Geral, Scroll, Software, tag, Tema, tv, utf8 @ 08 25th, 2010 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

HoraExtra

Como surgiu o #HoraExtra…

O #HoraExtra nasceu em meados de 2008 de uma iniciativa de Alexandre Novelo e Vinícius Teles em reunir o pessoal do projeto Lucidus. Eles convidaram alguns amigos que rapidamente aceitaram o compromisso de se encontrar toda segunda-feira no Informal do Leblon.

Na virada para 2009 o projeto acabou e o pessoal do Lucidus dispersou, mas a galera que entrou posteriormente manteve o costume de se encontrar, desta vez no Centro do RJ, pois era mais conveniente para todos.

A persistência nesta idéia fez com que pouco a pouco mais pessoas aderissem ao grupo. As conversas que começavam no bar acabavam na lista de discussão do #HoraExtra e em diversos links interessantes do momento.

Pessoas de outros estados e de até outros países já participaram desta reunião.

E agora é a vez de Curitiba entrar na lista de cidades que realizam o #HoraExtra, para o primeiro encontro, o tema será Ágilidade em Desenvolvimento de Software.

Faça sua inscrição gratuíta e vá bater um papo alto nível sobre Agilidade em Desenvolvimento de Software regado a bons pestiscos e cerveja gelada.

O nosso primeiro encontro será dia 1º de Setembro de 2010 às 19:00hrs no Bar Aos Democratas, Rua Dr. Pedrosa, 485.

Confira o mapa do local:


Exibir mapa ampliado

Jul 30

Coding Dojo na Criação do Conhecimento

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, 6, Access, app, Apresentação, AR, auto, BI, class, código, código fonte, comunidade, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Download, email, empresas, encontro, event, exemplo, Exemplos, Experiências, flash, fonte, for, Formação, FullScreen, gestão, ide, IE, if, image, int, Livro, lógica, Mac, Mestrado, mg, Motivação, O, on, Outros, Partilha, problema, problemas, processo, produto, programação, Projetos, pt, Redes Sociais, RIA, Ria’s Geral, screen, serviço, Serviços, social, Software, Sun, swf, Tema, Treinamento, UI, uint, Ved, Vídeo, wave, XP @ 07 30th, 2010 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Recentemente estava lendo o livro Gestão do Conhecimento de Nonaka e Takeuchi.
Os referidos autores são as maiores autoridades quando a assunto é Gestão do Conhecimento e são um dos fundamentadores do conceito de conhecimento tácito e explícito.

O Conhecimento tácito é aquele que reside essencialmente na cabeça das pessoas. É baseado em experiências pessoais e em um contexto específico.

O Conhecimento explícito é transmissível em linguagem formal como documentos, modelos, diagramas, etc.

No capítulo 4  – “Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador”, os autores afirmam que o conhecimento não é criado expontaneamente, mas através de interação entre indivíduos, a organização e o ambiente. A criação do conhecimento inicia com o processo de socialização no qual o novo conhecimento tácito é convertido através das experiências compartilhadas na interação social do dia a dia. Eles defendem ainda que o papel da organização no processo de criação do conhecimento organizaçional é promover o contexto apropriado para facilitar as atividades de grupo.

Segundo os autores, o conhecimento necessita de um contexto físico para que seja criado. O conhecimento não pode ser criado no vácuo, e necessita de um lugar onde a informação recebe significado através de interpretação para transformar-se em conhecimento. No livro, os autores introduziram o conceito de “ba” (que significa grosseiramente “lugar”) para definir o local no qual o conhecimento é criado, partilhado e utilizado.

Embora seja fácil considerar o ba como um espaço físico como uma sala de reuniões, ele deve ser entendido como interações que ocorrem em um tempo e local específicos. O ba pode emergir em indivíduos, grupos de trabalho, equipes de projeto, círculos informais, encontros temporários e em espaços virtuais como grupos de email e redes sociais.  O ba é um local existencial onde os participantes partilham seu contexto e criam novos significados através de interações. Os participantes do ba trazem seus próprios contextos e, por meio das interações com os outros e o ambiente, mudam o contexto do ba, dos participantes e do ambiente. Na criação do conhecimento, a geração e a regeneralização do ba é a chave, pois o ba proporciona energia, qualidade e local para desempenhar as conversões individuais e percorrer a espiral do conhecimento. O ba é onde a informação é interpretada para tornar-se conhecimento.

O paradigma de Nonaka sobre a criação do conhecimento destaca tanto o processo de criação do conhecimento quanto as condições sob as quais o conhecimento é criado. Essencial para esse paradigma é a interação entre o conhecimento tácito e explícito.  A criação do conhecimento é uma espiral, descrita pelo modelo SECI.

Modelo SECI – Adaptação dos texto de Nonaka e Takeuchi

Esse modelo descreve como o conhecimento tácito é criado através da socialização, convertido de tácito para explícito através da externalização,  recombinado com outras formas de conhecimento explícito através da combinação e convertido, novamente, em conhecimento tácito através da internalização.

Quando li esse capítulo do livre logo remeti o conceito do ba ao conceito de coding dojo.  Segundo o http://codingdojo.org/ “um Coding Dojo é um encontro onde um grupo de programadores se reúne para trabalhar em conjunto em um desafio de programação. Eles estão lá para se divertir, e, através de uma metodologia pragmática, melhorar suas habilidades de programação e de trabalho em grupo.”

O coding dojo surgiu da motivação que os programadores não treinam. Tipicamente eles estão preocupados apenas em resolver problemas de produção em projetos reais. O objetivo de coding dojo é criar um ambiente de treinamento, um ambiente de contínuo aprendizado e compartilhamento de experiências, independente do nível de habilidade dos participantes com o intuito de aplicar o aprendizado obtido nas reuniões para aplicar em situações reais de desenvolvimento.

A prática de coding dojo se assemelha ao conceito do ba.  Seguindo a interpretação de Nonaka e Takeuchi sobre um ambiente de criação de conhecimento, aliado ao conceito de coding dojo,  foi possível criar uma tabela de inter-relação entre o Modelo SECI de criação do conhecimento sob o âmbito da dimensão epistemológica (vide Nonaka e Takeuchi).

Inter-relação entre o modelo SECI e técnicas e regras utilizadas no coding dojo
Tipo de Interação Transmissão de Conhecimento Técnicas/Regras do Coding Dojo
Socialização indivíduo para indivíduo conhecimento tácito para tácito Interação, colaboração, programação em par, Baby steps, código coletivo, programadores reunidos para treinar e aprender, piloto/copiloto e plateia
Externalização indivíduo para grupo conhecimento tácito para explícito Retrospectiva, TDD, código fonte, refatoração, Kata, Randori
Combinação grupo para organização conhecimento explícito para explícito código fonte, refatoração
Internalização organização para indivíduo conhecimento explícito para tácito Desafio, código fonte, Retrospectiva, ppt

Com esse tipo de prática, cada vez mais empresas de desenvolvimento de software estão incorporando reuniões de dojo com o propósito de treinar a equipe, criar novo conhecimento, difundi-lo na organização como um todo e, eventualmente, incorporá-lo a produtos, serviços e sistemas.  Dessa forma, o conhecimento individual na dimensão epistemológica é convertido, por meio de um espiral do conhecimento,  em conhecimento organizacional em uma dimensão ontológica. Essa conversão se dá por interações continuas (coding dojo), em um tempo e local adequado (ba) do indivíduo ao grupo, do grupo à organização, da organização à inter-organização.  Nesse ambiente, a função da empresa no processo de criação do conhecimento é fornecer o contexto apropriado para facilitação das atividades em grupo para criação e acúmulo de conhecimento em nível individual.

Atualmente, muitas empresas estão percebendo o ambiente de socialização produzido por esse tipo de reunião, e estão abrindo as reuniões para a comunidade.  Outras abordagem, são grupos de desenvolvedores que se reúnem expontaneamente, com objetivo de compartilhar conhecimento, treinamento e principalmente diversão.  Esse exemplo ilustra o papel central que as equipes auto-organizadas desempenham no processo de criação do conhecimento.

Este vídeo explica o que é um coding dojo e como organizá-lo.(Em inglês)

Sabe-se que o aprendizado consiste em dois tipo de atividades. O primeiro é obtido através do know-how. O segundo tipo é obtido por meio de novas experiências como exemplos, paradigmas, modelos mentais ou perspectivas. Em ambos, existe um tripé necessário para a conversão de conhecimento em conhecimento tácito e intrínseco do indivíduo. O referido tripé é formado pelas seguintes ações: ver, sentir e fazer.

A tabela a seguir relaciona as ações do tripé ao coding dojo.

Ação do Tripé Regras/Técnicas do Dojo
Ver Kata, Randori, Apresentação, Desafio, código fonte, Retrospectiva
Sentir Retrospectiva, Interação, colaboração, perguntas e respostas
Fazer TDD, código fonte, refatoração, programação em par, Baby steps, código coletivo

Este outro vídeo explica o que é um coding dojo e mostra as suas regras e variações.(Em Português)

De fato, o aprendizado mais poderoso vem da experiência direta, de interação entre indivíduos, de ver, sentir e fazer. Aprendizado continuo em diversas áreas de conhecimento gera no indivíduo um conhecimento horizontal e holístico, que, com um pouco de pragmatismo,  propiciam a criações de novas opiniões, novos pontos de vista e de novas idéias originais e inovadoras.  Idéias originais emanam de indivíduos autônomos, difunde-se dentro da equipe, transformando-se então em idéias da organizacionais. E porque não em um novo start-up?

Atá a próxima viagem….

Edgard

Fev 23

Flex Datagrid: salvar valor modificado por um item renderer

Escrito por Ved em AR, checkBox, checkboxes, DataGrid, DataProvider, explicação, Flex, for, Formação, ide, itemRenderer, Motivação, O, Ria’s Geral, screen, Screencast, tag, UI, XP @ 02 23rd, 2010 | via http://www.vedovelli.com.br | Sem comentários
Ved
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Eu ia gravar um screencast mas não rolou motivação. Então, como o moço que me pediu essa explicação tava na urgência, decidi fazer um projeto e mandar para ele (não se acostumem).
Clique aqui para baixar o projeto.

É algo muito simples e serve para manipular o dataProvider ao marcar/desmarcar os checkboxes no dataGrid, deixando a informação [...]

Jul 13

De Sênior à Gerente

Escrito por Igor Musardo em Desenvolvedor, Desenvolvimento Ágil, Desenvolvimento de Software, Liderança, Metodologia Ágil, Motivação, Qualidade de Software @ 07 13th, 2009 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
? X
  • Bookmarks

Blinkbits BlinkLists BlogLines Blogmarks Buddymarks CiteULike Co.mments Del.icio.us Digg Diigo

Fark Feed Me Links Furl Google Linkagogo ma.gnolia Mister Wong Newsvine Propeller Rawsugar

Reddit Rojo Simpy Sphinn Spurl Squidoo StumbleUpon Tailrank Technorati Yahoo

More »

Na continuação do post De Júnior à Sênior, o Sérgio Taborda vai além da comparação entre analista júnior e sênior e aborda a “evolução” dos analistas sêniores à cargos de gerentes, o texto também leva a reflexão

| Entradas recentes »

ACERCA

O que é o RedeRIA ?

O redeRIA não é nada mais que um agregador de feed's que disponibiliza o conteudo de varios blogs e autores ao redor do mundo RIA, actualmente agregamos mais de 2791 entradas vindas de 53 blogs especializados em ria’s, pelo que só fica a ganhar em assinar o feed ou seguir a comunidade no twitter.

Se acha que o seu blog ou um blog de um amigo é interessante e util para os leitores o redeRIA, faça a sua submissão aqui.

Feed: assine já
Twitter: siga-nos

GOOGLE

Votação


Deveria o RedeRia agregar conteúdo em inglês?
Ver Resultados

AUTORES


Eduardo KrausAlexandre TadashiBindableCognitiva SoluçõesDaniel LopesDaniel SchmitzDanielPedrinhaDClick TeamEbercomEdgard DavidsonElvis FernandesErko BrideeFabiel PrestesFábio Batista da SilvaFabio da SilvaFabriccio BernardesFelipe BorellaFlavia MoreiraGabriel VersalliniGabriela T. PerryIgor MusardoJanderson CardosoJoão AugustoJose Carlos FielKelps SousaLeonardo FrançaLucas MarçalLuis MessiasLuiz TarabalMario JuniorMário SantosMauro MartinsPablo SouzaPedro ClaudioreneRia BrazilriaPTRicardo CerqueiraRobson FernandesRodrigo Pereira FragaSaintBrSamuelFacchinelloSergio SouzaSilva DeveloperStefan HorochovecTech CaffeTecinforThiago BuenoVedVinícius SandimWillian ManoXAML Cast

PUBLICIDADE








Powered by Wordpress & msdevstudio.com