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Jan 6

Livro Adobe Air em Ação a caminho

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, app, AR, Banco de Dados, busca, C#, class, control, CRUD, dados, Flex, for, game, Google, Gráfico, if, lite, Livro, mg, MXML, NaN, O, on, Outros, pagamento, RIA, Ria’s Geral, S+S, SQLite, Tema, UI, XML @ 01 6th, 2012 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Para quem acha que o Flex simplesmente morreu pode estar dando um tiro no pé. Está na hora de abrir a mente e continuar a estudar. 2012 já começou e estamos a todo vapor criando o livro Adobe Air em Ação.

Este livro será um pouco diferente dos outros, pois contará com prática, que é o que precisamos para aprender algo. Nada se aprende apenas na teoria, e hoje em dia a teoria está no ? google, a um click de uma boa busca.

Estamos criando um pequeno sistema financeiro, que terá Swiz, SQLite e gráficos, e iremos mostrar passo a passo toda a sua construção. Para matar um pouco da curiosidade, algumas telas a seguir do nosso “sisteminha”. Veja algumas telas a seguir:

Tela de estabelecimentos
Os arquivos até agora no projeto Adobe Air
Aplicação mxml principal, com o Swiz configurado
Tela para controlar o CRUD de estabelecimentos
AppManager controla o banco de dados, incluindo a sua criação
Tela de lançamentos
Tela de Centros de Custo
Tela de formas de pagamento

Jan 2

Exibir/Ocultar caracteres ocultos no Visual Studio 2010

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, BI, blog, C#, código, configuração, Curso, Cursos, Design, Dicas, Diversos, exemplo, fundo, git, Google, html, ide, IE, image, int, interface, map, menu, mg, NaN, News, O, on, problema, produtividade, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, Vários, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, XP @ 01 2nd, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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O Visual Studio 2010 tem diversos recursos que estão muito bem escondidos nos seus vários menus e telas de configuração, mas são acessíveis por teclas de atalho. Isso é vantajoso em diversas situações pois pode agilizar a utilização desses recursos mas também pode se tornar uma irritação ou mesmo um problema se você por acaso acionar uma dessas teclas de atalho por acidente e não souber como voltar atrás. Foi o que aconteceu com um colega no trabalho recentemente.

Por acidente esse colega acionou uma tecla de atalho do Visual Studio 2010 que ativa a exibição de caracteres ocultos (white space). Em outras palavras, o Visual studio passou a exibir todos os espaços e marcação de final de arquivo na tela. O resultado foi algo semelhante ? imagem abaixo:

Editor de código do Visual Studio 2010 com a opção de exibir caracteres ocultos ativada

Não parece ser algo muito irritante neste exemplo pois há pouco código, mas em arquivos com centenas de linhas de código e em arquivo com html esse modo de visualização é bastante irritante e chega a atrapalhar a produtividade pois polue visualmente a tela. Esse colega passou quase 2 meses trabalhando com essa configuração pois não conseguia encontrar um meio de desfazer e voltar ao modo normal de visualização. Ele chegou inclusive a reinstalar o Visual Studio mas não adiantou pois o instalador não removeu as configurações problematicas.

Hoje eu dei uma pesquisada um pouco mais a fundo e acabei encontrando a solução. A opção do menu para essa configuração se encontra em Edit > Advanced > View White Space e pode ser acionada pela tecla de atalho Ctrl+E, S (que foi o que aconteceu com meu colega).



Dez 18

Recomendação de Produtos em eCommerce

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, analytics, AR, arte, Behavior, BI, blog, C#, carregar, class, cliente, consultoria, Destaque, Dica, Dicas, DRE, e-commerce, filter, filtra, fonte, for, Google, ide, IE, if, image, int, internet, layout, lista, Livro, Livros, Mercado, mg, NaN, O, on, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Software, tag, TAT, Tema, Teste, UI, Vídeo, Vídeos, web, XP, zend @ 12 18th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Sistemas de Recomenda??o procuram recomendar informa??o e produtos (como computadores, m?quinas fotogr?ficas, filmes, videos, m?sicas, livros, p?ginas de internet, etc.) que possam ser de interesse do usu?rio, esses sistemas procuram e identificam padr?es de interesse, perfil e consumo. A partir desses padr?es os sistemas de intelig?ncia artificial geram associa??es entre produtos e consumidores aplicando t?cnicas de filtragem colaborativa.

Com a ajuda dos sistemas de recomenda??o as vendas pela internet podem se aproximar do conceito criado por Jeff Bezos, presidente da Amazon, de “uma loja por cliente”. Pensar no usu?rio ? fundamental para manter-se num mercado t?o competitivo como a internet. N?o ? ? toa que a Amazon ? um dos e-commerce mais bem sucedidas da hist?ria.

Sistemas de Recomenda??o processam as informa??es que o usu?rio d? ao site durante a navega??o e entregam dicas de produtos relacionados aos gostos e interesses do consumidor, fazendo parte dos sistemas de Behavioral Targeting, ou Marketing Comportamental.

Por?m s? a utiliza??o de Intelig?ncia Artificial, Filtragem Colaborativa e outras t?cnicas computacionais n?o garantem o aumento de convers?o, pois o consumidor precisa impactado de maneira positiva pelas recomenda??es, a seguir voc? encontrar? dicas e melhores pr?ticas de como direcionar o usu?rio-consumidor para uma melhor compra.

Elementos de uma vitrine

T?tulo

  1. Utilize cores diferenciadas do layout do site;
  2. Utilize n?meros: “60% das pessoas” constroi um fator de confian?a na cabe?a do consumidor.

Cores

  1. Utilize cores contrastantes que d?em destaque para a se??o de recomenda??o. Cuidado para n?o sobrecarregar, a se??o deve parecer como um an?ncio.

Produtos

  1. Oferece sempre poucas op??es. Apenas 3 ou 4 recomenda??es s?o suficientes.

Chamada para a??o (Call-to-action)

  1. Se voc? utilizar mais de uma chamada pra a??o, tenha uma como principal com maior destaque dentro da se??o de recomenda??o.

Melhores pr?ticas

Confira as melhores pr?ticas para conseguir um maior ?ndice de convers?o de suas vitrines de recomenda??o.

Menos sempre ? mais

Mostrando poucas recomenda??es, torna a decis?o do consumidor mais f?cil. Um bom n?mero de produtos na lista ? 3 ou 4, n?o fa?a uma lista grande. Tornar? a escolha muito mais dif?cil pelo internauta.

Tente o UpSell, pelo menos o Cross Sell

O prop?sito de fazer recomenda??es ? para aumentar o valor do pedido e/ou fazer a venda mostrando melhores op??es por um pre?o pr?ximo do produto visualizado.

Exclua Recomenda??es

Voc? n?o deve recomendar produtos antigos quando algu?m est? tentando comprar a ?ltima vers?o do mesmo produto. Seja mais criativo e venda mais.

Descontos funcionam

Ofere?a pacotes de produtos com descontes. Seus consumidores prezam pelo dinheiro. Com um lucro menor em alguns produtos, mas o valor de pedido maior garante uma boa margem.

Senso de urg?ncia

Quando oferecer um desconto ou valor especial, tire vantagem disso criando urg?ncia, dando um prazo curto para o consumidor efetuar a compra. Isso ir? aumentar os cliques e as convers?es.

Continue testando

Como garantir que essas pr?ticas funcionar?o e continuar?o funcionando em seu neg?cio? Continue testando permanentemente. Teste Chamadas para a??o, T?tulos, Cores, etc. Utilize softwares de testes gratu?tos como o Google Website Optimizer.

Sua loja utiliza sistemas de recomenda??es de produtos?

Sim? Compartilhe nos coment?rios quais as experi?ncias e resultados obtidos com suas vitrines.
Caso seu eCommerce n?o utilize, entre em contato comigo.
Fontes
Webinsider
Wikipedia
LiftSuggest

Dez 14

Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, arte, C#, case, class, classe, classes, cliente, código, comparação, demo, Desenvolvimento, Design, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, framework, Google, ide, IE, if, int, Introdução, Java, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, Plugin, print, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, string, Sun, super(), TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint @ 12 14th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.


Um pouco sobre a nova versão

Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.

Asserções



Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.

Exemplo Prático



Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:

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public class JUnitTestCase



Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:

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@Test
public void metodoQualquer()



Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:

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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);



Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:

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private String stringLocal;

@Before
public void inicializaLocal()
System.out.println(“Inicializou.”);
this.stringLocal = “inicializada”;

@Test
public void testInicializadaLocal1()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@Test
public void testInicializadaLocal2()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@After
public void setaNull()
System.out.println(“Setou nulo.”);
this.stringLocal = null;



Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:

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@BeforeClass
public static void antesDeTudo()
System.out.println(“Executado Antes.”);

@AfterClass
public static void depoisDeTudo()
System.out.println(“Executado Depois.”);



Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.

Próximos passos



Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 14

Mudanças para 2012

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Flex, Air, api, app, AR, auto, BI, blog, C#, class, cultura, Desenvolvimento, Dica, Diversos, email, exemplo, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, html, html 5, ide, IE, if, Java, Javascript, JQuery, Livro, Livros, Mate, mg, mobile, mudanças, NaN, Notícias, O, on, Opinião, processo, prova, pt, Revistas, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Sugestões, Sun, Tecnologia, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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2012 será mais um ano de ascensão dos dispositivos mobile em todo o mundo. Mesmo que aqui no Brasil tudo seja mais lento, com preços mais altos, estamos seguindo em frente. Já temos frameworks javascript adaptados ? s telinhas, como o Sencha, ? e o jQueryMobile, além do Flex Mobile, claro. Outras tecnologias estão crescendo a cada dia, e a quantidade de informação que é “jogada” para nós programadores aumenta em um ritmo alucinante. Seguindo esta tendência, estamos também nos adaptando, e para que tudo fique bem claro ao leitor, decidi comentar as principais mudanças do site neste post.

Neste novo ano estaremos adotando algumas mudanças que visam melhorar a qualidade de nossas obras. As principais mudanças que estão por vir são:

1)? Fim do suporte por email: Nestes quatro anos de suporte por email, pude observar diversos prós e contras, e sempre tentei agradar a “gregos e troianos”. Nunca fiz nenhuma distinção de quem comprou ou quem não comprou meus livros, sempre respondendo as dúvidas em menos de 48 horas. Todo esse tempo foi um aprendizado enorme, e agora tenho a necessidade de “lapidar” este processo de suporte. Observei que muito das dúvidas dos leitores eram repetidas e que sempre respondia ? s mesmas questões. Observei também que, ? s vezes, dava prioridade a alguém que não tinha comprado um livro, e deixava “na fila” uma outra pessoa que tinha dúvidas relativas aos livros. Também cheguei ao ponto de responder 10, 15 e-mails por dia, tornando uma tarefa bastante trabalhosa. Neste contexto, estarei “movendo” o suporte para um fórum especial, aberto a qualquer pessoa e destinado a sanar dúvidas dos livros. Falarei mais deste fórum em um outro post, mas deixo claro que, para quem é leitor, terá como sempre o suporte 100% garantido.

2)? eBOOKs serão predominantes: Todo o processo de criação/distribuição de um ebook é perfeito aos olhos do autor se não fosse a pirataria. Realmente encontrar meus livros que consumiram várias horas de preparo e trabalho nos torrents por aí não é uma sensação boa. Mas eu quero acreditar que isso é possível! Eu quero acreditar que o brasileiro é gente honesta, que deseja pagar por um conteúdo útil sem ser “assaltado”. Por isso, em 2012, eu vou priorizar o desenvolvimento de eBooks, cobrando um preço justo, e com a meta de criar muito mais ebooks do que já foi criado atualmente.

3)? Flex não será prioridade: Nestes últimos quatro anos tenho me dedicado muito ao Flex. Fui o primeiro a escrever um livro sobre Adobe Flex no Brasil e desde então foram quase 10 livros abordando o tema. Sei que está chegando o momento em que eu terei que “dissipar” o meu conhecimento para outras áreas, pois o tema Flex já está bastante difundido, felizmente hoje em dia existe bastante conteúdo dedicado a cultura Flex e só não aprende quem não quer. Veja que, para quem escreve livros, as tecnologias saturam, mas não morrem. Este é o caso do Flex, o conteúdo está saturado, eu não tenho muito mais a escrever, por isso o foco será distribuído para outras áreas. O livro “Adobe Air em Ação” será o último livro a ser escrito para a tecnologia Flex, e não haverá mais edições previstas. O suporte continuará normalmente para quem comprou qualquer livro sobre Flex.

4)? Mobile será prioridade: Daremos certa prioridade ao desenvolvimento mobile, e dependendo de novas tecnologias que deverão surgir, estaremos pesquisando e publicando material sobre elas. Isso significa que determinados livros poderão conter menos páginas, por exemplo, 100, mas que expliquem um conceito ou tecnologia emergente.

5)? Tendências serão prioridade:? A rapidez com que uma tecnologia emerge abre uma lacuna de desinformação para nós tupiniquins. E a? idéia? é preencher esta lacuna com um livro. Por exemplo, ainda não temos um livro sobre SENSHA, muito menos EXTJS. Um livro sobre HTML 5, custa nada mais, nada menos que 73 reais. Nem temos um livro sobre a linguagem SCALA ou sobre DJANGO. Enfim, existe muito assunto para se escrever.

6)? Site flex.etc.br deixa de conter informações sobre os livros:? Todas as informações estarão no site danielschmitz.com.br. O blog flex continua, mas aos poucos deixará de ser atualizado.

Resumindo:

- Vamos publicar ebooks com qualidade e a preços atraentes, sobre diversos temas. Contamos com a aprovação de vocês, enviando críticas e sugestões, .

- Haverá um fórum dedicado ao suporte dos livros.

- Estaremos em breve publicando quais serão os primeiros eBooks a serem lançados e contamos com a sua opinião. Mande ideias !

Dez 13

Multiple Views com Spring Web MVC

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, apache, app, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, C#, case, class, classe, cliente, código, control, conversor, dados, Design, development, dispatch, Diversos, Documentação, err, exemplo, Ferramenta, Flex, for, framework, Frameworks, Google, handle, html, ide, IE, if, int, interface, internet, j2ee, Java, JSF, library, map, mvc, NaN, O, on, Outros, padrão, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, servidor, site, Software, Spring, SpringFramework, state, string, strings, Sun, tag, TAT, Tecnologia, Tema, tv, Twitter, UI, uint, web, XML, XP @ 12 13th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.

Conceito de Views



Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:

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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors.
*
* Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”);
* you may not use this file except in compliance with the License.
* You may obtain a copy of the License at
*
* http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0
*
* Unless required by applicable law or agreed to in writing, software
* distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS,
* WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied.
* See the License for the specific language governing permissions and
* limitations under the License.
*/

package org.springframework.web.servlet;

import java.util.Map;

import javax.servlet.http.HttpServletRequest;
import javax.servlet.http.HttpServletResponse;

/**
* MVC View for a web interaction. Implementations are responsible for rendering
* content, and exposing the model. A single view exposes multiple model attributes.
*
*

This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of
* Expert One-On-One J2EE Design and Development
* by Rod Johnson (Wrox, 2002).
*
*

View implementations may differ widely. An obvious implementation would be
* JSP-based. Other implementations might be XSLT-based, or use an HTML generation library.
* This interface is designed to avoid restricting the range of possible implementations.
*
*

Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver.
* As this interface is stateless, view implementations should be thread-safe.
*
* @author Rod Johnson
* @author Arjen Poutsma
* @see org.springframework.web.servlet.view.AbstractView
* @see org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceView
*/
public interface View

/**
* Name of the @link HttpServletRequest attribute that contains the response status code.
*

Note: This attribute is not required to be supported by all
* View implementations.
*/
String RESPONSE_STATUS_ATTRIBUTE = View.class.getName() + “.responseStatus”;

/**
* Return the content type of the view, if predetermined.
*

Can be used to check the content type upfront,
* before the actual rendering process.
* @return the content type String (optionally including a character set),
* or

1
null

if not predetermined.
*/
String getContentType();

/**
* Render the view given the specified model.
*

The first step will be preparing the request: In the JSP case,
* this would mean setting model objects as request attributes.
* The second step will be the actual rendering of the view,
* for example including the JSP via a RequestDispatcher.
* @param model Map with name Strings as keys and corresponding model
* objects as values (Map can also be

1
null

in case of empty model)
* @param request current HTTP request
* @param response HTTP response we are building
* @throws Exception if rendering failed
*/
void render(Map model, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws Exception;

}



Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.

JSon e XML



Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.


A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:

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public class Exemplo
private String nome;

public String getNome()
return nome;

public void setNome(String nome)
this.nome = nome;

}



Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:

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@Controller
public class ExemploController

@RequestMapping(“/exemplo/xml”)
@ResponseBody
public Exemplo testando()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“xml”);
return ret;

}



Agora temos uma servlet que responderá por “//exemplo/xml” devolvendo a instância de exemplo que acabamos de criar no método.
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:

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class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>

name=“messageConverters”>
>

bean=“marshallingHttpMessageConverter” />
>

>

>

class=“org.springframework.oxm.xstream.XStreamMarshaller”
id=“xmlMarshaller”>

name=“aliases”>
>

key=“exemplo”>Exemplo
>

>

>
>

id=“marshallingHttpMessageConverter”
class=“org.springframework.http.converter.xml.MarshallingHttpMessageConverter”>

name=“marshaller” ref=“xmlMarshaller” />
name=“unmarshaller” ref=“xmlMarshaller” />
>



O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:

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>
>xml>
>



Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:

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id=“jsonview”
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”>

>



Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:

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private View jsonview;

@Autowired
@Qualifier(“jsonview”)
public void setJsonview(View jsonview)
this.jsonview = jsonview;

@RequestMapping(“/exemplo/json”)
public ModelAndView testandoJson()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“json”);
return new ModelAndView(this.jsonview, “response”, ret);



Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:

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“response”:
“nome”:”json”

}


Conclusão

Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.

Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 8

JQuery: Compatibilidade de CSS com utilização de cssHooks.

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, action, api, AR, BI, blog, browser, C#, código, css, css3, custom, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, development, Dica, Diversos, efeito, efeitos, err, exemplo, explorer, Ferramenta, filter, for, function, html, IE, if, image, int, internet, Introdução, Java, Javascript, JQuery, lógica, Microsoft, NaN, O, object model, on, Outros, padrão, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, TAT, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 12 8th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Introdução

Um desafio de todo desenvolvedor html é manter o seu site compatível com todos os browsers ( em especial o Internet Explorer ), devido as limitações e detalhes na implementação de cada um, isso é um fato inegável, e qualquer um que ja tentou um dia desenvolver alguma coisa em html sabe disso.

Em projetos pequenos podemos tomar conta disso sem a necessidade de nenhuma ferramenta extra, entretanto com o? crescimento? do projeto? a tendência ? é que estes trechos de códigos para manter a compatibilidade fiquem tão grande quanto o código do próprio site em si, tornando difícil de manter e etc.

jQuery

Nesta hora é importante conhecer as ferramentas que existem para ajudar o desenvolvimento, e utiliza-las de maneira correta. Uma ferramenta importante no desenvolvimento html é o jQuery.

Para quem não sabe o que é, o jQuery é uma biblioteca javascript que facilita a manipulação do DOM ( Document Object Model ) html, ou seja, facilita a manipulação da sua página html.

Para entender melhor do que este post se trata é necessário ter um conhecimento básico da biblioteca jQuery

Hooks

Muitos dos métodos get e set do jQuery podem ser extendidos para casos especiais, estas extensões são conhecidas como hooks. O namespace $.cssHooks permite extender o método .css(), permitindo criar novas propriedades de CSS.

Os hooks podem ser utilizados como uma solução elegante para a compatibilidade de CSS em diferentes browsers, por exemplo, a propriedade text-shadow do CSS3 não é suportada pelo Internet Explorer, portanto o código abaixo não funcionará no IE:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(text-shadow: ‘#00ff00′);
  3. });

Este código aplica um glow verde em todos os elementos H3 do documento HTML, porém não funciona no IE.

CSS Hooks

Mas nós podemos criar uma nova propriedade css, e internamente tratar o caso do IE. Vamos chamar a nova propriedade de glowColor:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. (function($)
  2. var div = document.createElement(‘div’);
  3. $.support.textShadow = div.style.textShadow === ”;
  4. $.support.filter = div.style.filter === ”;
  5. div = null;
  6. if ($.support.textShadow)
  7. $.cssHooks.glowColor =
  8. set: function(elem, value)
  9. if (value == ‘none’)
  10. elem.style.textShadow = ”;
  11. else
  12. elem.style.textShadow = ’0 0 2px ‘ + value;
  13. }
  14. };
  15. }
  16. else
  17. $.cssHooks.glowColor =
  18. set: function(elem, value)
  19. if (value == ‘none’)
  20. elem.style.filter = ”;
  21. else
  22. elem.style.zoom = 1;
  23. elem.style.filter =
  24. ‘progid:DXImageTransform.Microsoft’ +
  25. ‘.Glow(Strength=2, Color=’ + value + ‘);’;
  26. }
  27. };
  28. }
  29. })(jQuery);

Este código cria uma propriedade dentro do namespace .cssHooks chamada glowColor, esta propriedade possui uma função set específica para o caso do IE e outra para o caso dos outros browsers. A lógica deste código é basicamente, verificar se possui suporte ao textShadow, caso sim,? define? uma função set que altera o atributo elem.style.textShadow com a cor do parâmetro, caso não, define uma função que altera a propriedade elem.style.filter com um filtro especifico utilizando a cor do? parâmetro.

Agora podemos aplicar o efeito através do código

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(glowColor: ‘#00ff00′);
  3. });

Conclusão

O lado bom de criar um cssHook no jQuery para o problema de descrito é que o código que trata a compatibilidade fica oculto do desenvolvedor, ele não precisa se? preocupar? com isso, o foco é no código que? constrói? a pagina unicamente. Esta? estratégia pode ser aplicada para outros diversos efeitos e manipulações, criar uma serie de hooks para tratar este tipo de coisa e etc. O lado ruim no meu ponto de vista é que estamos criando propriedades novas, que são desconhecidas pelos outros desenvolvedores e etc, portanto um novo desenvolvedor iria demorar para aprender todas customizações e suas funções, uma dica é tentar manter os nomes semelhantes ao padrão.

Por @thiagoofelix

Referências

  • Learning jQuery, Third Edition
  • jQuery API
Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

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Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Nov 30

Livro Dominando Flex Mobile lançado e Promoções em todo o site

Escrito por Daniel Schmitz em 1, 2.0, 4, 6, aprender flex, BI, builder 4, C#, class, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, IE, image, Livro, Livros, mg, mobile, NaN, O, on, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, UI @ 11 30th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Aproveitem o lançamento do livro Dominando Flex Mobile no mesmo dia de lançamento do Flash Builder 4.6. Além disso, todos os nossos livros estão em promoção! É a chance definitiva de aprender Flex. Aproveite, a promoção é por tempo limitado!

Acessem http://www.danielschmitz.com.br

Nov 29

Podcast Taverna Filosófica – Mídia Social

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, C#, class, consultoria, Curitiba, err, Excel, for, git, image, mg, NaN, O, on, podcast, Redes Sociais, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, TAT, Twitter, UI, Wordpress @ 11 29th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Meu grande amigo Tiago Ferreira e sua esposa Tatiana Lima est?o a frente do excelente PodCast Taverna Filos?fica que recentemente ganhou o pr?mio Podcast Talent Show 2011 no YouPix.

Tive a grande honra de ser convidado para participar da 11? edi??o tomando aquela cerveja gelada (virtual) com a turma da Taverna, batemos um papo bem descontra?do sobre as plataformas de M?dia Social, fizemos uma viagem no tempo contando a hist?ria da evolu??o das redes sociais digitais.

Claro que um Cast sobre M?dia Social n?o poderia ser 100% sem a presen?a da Consultora Digital Fernanda Musardo, minha dign?ssima esposa.

Coloque seu fone de ouvido, d? o play e ou?a esse papo muito divertido e educativo sobre a evolu??o das redes sociais digitais!

http://igormusardo.com.br/podpress_trac/feed/1280/0/cast011_midiasocial.mp3

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