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Dez 14

Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, arte, C#, case, class, classe, classes, cliente, código, comparação, demo, Desenvolvimento, Design, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, framework, Google, ide, IE, if, int, Introdução, Java, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, Plugin, print, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, string, Sun, super(), TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint @ 12 14th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.


Um pouco sobre a nova versão

Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.

Asserções



Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.

Exemplo Prático



Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:

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public class JUnitTestCase



Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:

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@Test
public void metodoQualquer()



Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:

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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);



Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:

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private String stringLocal;

@Before
public void inicializaLocal()
System.out.println(“Inicializou.”);
this.stringLocal = “inicializada”;

@Test
public void testInicializadaLocal1()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@Test
public void testInicializadaLocal2()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@After
public void setaNull()
System.out.println(“Setou nulo.”);
this.stringLocal = null;



Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:

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@BeforeClass
public static void antesDeTudo()
System.out.println(“Executado Antes.”);

@AfterClass
public static void depoisDeTudo()
System.out.println(“Executado Depois.”);



Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.

Próximos passos



Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
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O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

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Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Nov 28

CoffeeScript, lidando com JavaScript sem sofrimento

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, api, aplicacao, AR, arte, blog, C#, editores, exemplo, Exemplos, Flex, for, git, how-to, html, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, library, Links, Mac, mg, NaN, O, on, Outros, Plugin, pt, quick, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, UI, UX, web, window, windows @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Como estou retornando ao mundo do HTML+JS ? inevit?vel ter que voltar a codificar em JavaScript, certo? Bom, talvez n?o… para isto temos o CoffeeScript que apresenta uma proposta bem interessante de sintaxe e codifica??o que no final o resultado gerado ? JavaScript.

CoffeeScript is Beautiful & I Never Want to Write Plain JavaScript Again

O que achei interessante nessa apresenta??o foi a apresenta??o dos demais geradores de JavaScript, como GWT em java, entre outros, bom ao final dessa apresenta??o achei bem interessante e consider?vel o uso do CoffeeScript para gerar o JavaScript, utilizando uma sintaxe melhor e obviamente n?o apenas uma nova sintaxe, pois o CoffeeScript possui algumas facilita??es de codifica??o bem interessantes.

No pr?prio site do CoffeeScript possui alguns exemplos e um local onde voc? pode escrever um coffeescript e ver o javascript resultado.

Um fato que me chamou aten??o o compilador do CoffeeScript est? vinculado ao NodeJS.

Aten??o: vale lembrar que o CoffeeScript nada mais ? que uma maneira diferente de codificar JavaScript, ou seja, caso queria utilizar jQuery ou outra lib JavaScript codificando via CoffeeScript ? poss?vel (How CoffeeScript makes jQuery more fun than ever).

Links ?teis para instala??o do CoffeeScript:

How To Install CoffeeScript On Mac OS X

5 Steps to Get Started with CoffeeScript (Mac OS X)

Node.js and CoffeeScript on Windows, Redux

CoffeeScript compilador para windows (GitHub)

Installing CoffeeScript on Ubuntu

Segue alguns links de introdu??o ao CoffeeScript:

What is CoffeeScript?

Simple CoffeeScript Introduction

A brief introduction to CoffeeScript

Introduction To Coffeescript & Node.Js By Pedro Teixeira

Plugin para os editores de c?digo:

CoffeeScript GitHub

Plugin para o Sublime Text 2

Sublime Text 2 Build System Scripts: CoffeeScript & Node

Coffeescript package for Sublime Text (GitHub)


Veja também:

  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
Nov 23

BumbAUG – Adobe User Group do Maranhão

Escrito por Willian Mano em 1, 4, 6, Adobe, Adobe User Group, AR, arte, AUG, BI, blog, C#, class, Desenvolvimento, Diversos, flash, Flex, framework, futuro, int, Introdução, mg, mobile, O, on, Palestra, Palestras, Pessoal, Plugin, Ria’s Geral, S+S, TAT, Tema, Twitter, UI, User Group @ 11 23rd, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
Willian Mano
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Logo BumbAUG

Olá pessoal, venho através desse post fazer um convite ? todos vocês.

Recentemente nós aqui do maranhão fundamos um adobe user group o BumbAUG (Bumba meu boi + AUG) e gostaríamos de lhe convidar a fazer parte desse grupo.

Inicialmente nós iremos tratar principalmente o desenvolvimento de aplicações mobile sejam utilizando o flex, PhoneGap ou mesmo nativamente. Poderemos também fazer algo de introdução ao Flex Framework, mas isso é projeto futuro.

Apesar de ainda estar engatinhando nós do BumbAUG realizamos no dia 18/11 o Flash Mobile Day Edição São Luís, onde tivemos palestras das mais diversas áreas.

Acessem o grupo, participem, deixem suas idéias e contribuição. Como eu já falei é um GRUPO de estudos, então se você tiver um tema para palestrar, sinta-se ? vontade. O espaço é seu.

O Rafael Laranjeiras já marcou 2 palestras muito interessantes e em breve eu irei divulgar os temas para vocês.

Acessem: http://bumbaug.groups.adobe.com e vamos levar o desenvolvimento de aplicações ? um novo patamar.

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Nov 16

Spring 3.1 RC1 – @Configuration

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, action, app, AR, auto, bar, BI, blog, busca, C#, case, class, classe, classes, código, components, configuração, err, erro, error, exemplo, for, framework, Google, IE, if, int, Java, lite, map, mudanças, mvc, NaN, O, on, Plugin, refresh, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, Sem categoria, Spring, SpringFramework, string, Sun, super(), tag, TAT, Teste, Twitter, UI, uint, web, XML @ 11 16th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Spring @Configuration


O que há de novo



Para habilitar certas funcionalidades do Spring que envolvem AOP, era preciso escrever tags XML como por exemplo context:component-scan para especificar os pacotes em que o Spring pode buscar por beans anotados com @Component, @Repository ou @Service.
Na versão 3.1 foram disponibilizadas as mesmas funcionalidades via anotação. São elas:

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org.springframework.context.annotation.Configuration
org.springframework.context.annotation.ComponentScan
org.springframework.context.annotation.EnableLoadTimeWeaving
org.springframework.context.annotation.EnableAspectJAutoProxy
org.springframework.scheduling.annotation.EnableScheduling
org.springframework.scheduling.annotation.EnableAsync
org.springframework.transaction.annotation.EnableTransactionManagement
org.springframework.web.servlet.config.annotation.EnableWebMvc



Vamos abordar o caso básico, pois o resto é bem similar.


@ComponentScan



Caso você ainda não esteja familiarizado com as configurações por anotaçãoo, vamos ao básico.
Comece criando uma classe que representará seu container de beans, e a anote com @configuration:

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@Configuration
public class TestConfiguration



Nesta classe estarão os beans que o container irá instanciar e deixar a nossa disposição.
Para iniciar o container vamos criar um test (JUnit 4) que instancia o contexto:

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public class ConfigurationTestCase

@Test
public void testConfigurationBeans()

AnnotationConfigApplicationContext ctx = new AnnotationConfigApplicationContext();
ctx.register(TestConfiguration.class);
ctx.refresh();


}



Aqui criamos um container do tipo AnnotationConfigApplicationContext e registramos nossa classe de configuração nele. Repare que é possível registrar mais classes, e portanto disponibilizar mais beans no container.
Agora vamos criar nosso bean de teste:

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public class GenericBean

private String testProperty;

public GenericBean(String testProperty)
super();
this.testProperty = testProperty;

public String getTestProperty()
return testProperty;

}



Vamos criar os métodos em nossa classe de configuração que instanciam nosso bean de duas maneiras diferentes:

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@Bean(name = “testBean”)
public GenericBean genericTestBean()
return new GenericBean(“test”);

@Bean(name = “otherBean”)
public GenericBean genericOtherBean()
return new GenericBean(“other”);



Repare que a única diferença entre os dois é a String que passamos como parâmetro.
Agora que temos 2 beans diferentes em nosso container, vamos criar os testes para verificar o comportamento do Spring. Abaixo da inicialização do contexto, vamos adicionar as seguintes linhas:

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GenericBean testBean = ctx.getBean(“testBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(testBean);
Assert.assertEquals(“test”, testBean.getTestProperty());

GenericBean otherBean = ctx.getBean(“otherBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(otherBean);
Assert.assertEquals(“other”, otherBean.getTestProperty());



Aqui estamos garantindo que nossos dois beans diferentes estarão no contexto como esperado.
Antes de rodar o teste, será necessário adicionar a dependência do CGLib ao seu projeto. Caso você esteja usando o maven, basta adicionar a seguinte dependência>

GeSHi Error: GeSHi could not find the language text (using path C:Program Fileswampwwwblogwp-contentpluginsig_syntax_hilitegeshi) (code 2)



Pronto, com isso temos o suficiente pra deixar a barra do JUnit verde. Vamos agora adicionar o @ComponentScan.
Em nossa classe de configuração (poderia ser qualquer outra registrada no contexto) adiciona a seguinte anotação:

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@Configuration
@ComponentScan(“br.com.dclick.tentativas.configuration.beans”)
public class TestConfiguration



No meu caso meu bean está dentro do pacote br.com.dclick.tentativas.configuration.beans e portanto basta eu alterá-lo adicionando o seguinte código:

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@Component(“componentBean”)
public class GenericBean

private String testProperty;

public GenericBean()
this.testProperty = “component”;



Dessa forma posso criar mais um teste e verificar que o bean está vindo corretamente:

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GenericBean componentBean = ctx.getBean(“componentBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(componentBean);
Assert.assertEquals(“component”, componentBean.getTestProperty());



Rode o teste e deixa o JUnit feliz.
A única coisa a se ter cuidado aqui, é que com @ComponentScan, você não pode mapear o diretório da própria classe de configuração.

Demais Configurações



Daqui em diante basta anotar suas classes de configuração com as configurações que você deseja ativar, como por exemplo @EnableAsync que permite que os beans rodem de maneira assíncrona com a anotação @Async.

Brinque um pouco com as outras anotações. Acredito que vale o esforço, pois esse tipo de configuração permite abandonar um pouco os arquivos XML e tornam mais fácil o refactor dos beans, afinal teremos erros de compilação com as mudanças de código.

Por enquanto é isso, qualquer dúvida mande nos comentários que responderei assim que possível.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 28

Adobe Tutorial Builder – Plugin para Photoshop

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3.5, 3d, 4, 6, action, Adobe, AR, arte, blog, C#, class, comparação, Design, designer, Dica, Gravação, html, IE, if, image, int, labs, Links, mg, O, on, Partilha, photoshop, Plugin, problema, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, social, super(), TAT, Tech, Tutorial, Twitter, UI, uint, Vídeo, window, XML, XP @ 10 28th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Você designer, que ama Photoshop e já está em um nível bacana, já deve ter feito algum tutorial e postado em algum Blog, site, ou em alguma rede social… é a nossa natureza, querer compartilhar algumas técnicas, mas o grande problema é que isso é trabalhoso, e logo as pessoas param de faze-lo.

Agora, imagine você poder compartilhar o passo a passo de uma atividade sua no Photoshop sem dor de cabeça, sem ter que fazer nada, somente alguns cliques. Isso mesmo, poder ter algo escrito mostrando tudo que você fez no Photoshop sem ter que se matar em descrever todos os ? passos.

A Adobe maravilhosamente criou o Tutorial Builder (Adobe Labs), um plugin simples para Photoshop mas no mínimo, muito, mas muito poderoso.

A idéia consiste no seguinte, você baixa o plugin, instala e ele abre como Panel do Photoshop.

Após instalar, basta ir em Window > Extensions > Tutorial Builder.
Vai abrir essa janelinha bacana que você pode ver na imagem abaixo:

Uma vez aberto você clicando em Start vai (obviamente) iniciar a gravação, que no final, pasmem, vai gerar um arquivo html com o XML prontinho mostrando todos os passos do que você fez dentro do Photoshop, e não só isso, em alguns casos com links onde vai abrir no Photoshop a ação utilizada… #sensacional

Ele também pode guardar a imagem original e fazer uma comparação com a imagem final, você pode optar se quer ou não essa função e então começar a atividade.

Vamos supor, fiz um button… perceba que no panel do Tutorial Builder fica escrito: CAPTURING… Ele está gravando as ações (Não, não é como um Action).

Terminou? Basta clicar em Done, ele vai perguntar se você quer salvar o Tutorial gerado.

Você vai então salvar o seu PSD

E agora a parte interessante, vai configurar o título e os detalhes que deseja que apareça no seu Tutorial.

Aí é só alegria, o seu tutorial está criado.

“Espera aí Eduardo, onde está o link para baixar essa maravilha? E como vai ficar o resultado final?”

Você pode ver aqui em:
http://labs.adobe.com/technologies/tutorialbuilder

Caso tenha sobra alguma dúvida, assista ao vídeo da Adobe no link indicado, ele explica visualmente como proceder.
Mas acredito que não terá dificuldades, é muito simples de usar, super intuitivo, e uma verdadeira maravilha para nós que queremos compartilhar técnicas de PS.

Espero que tenham gostado, e vamos usar, pois é usando que fará com que a Adobe aprimore mais e mais esse plugin.

Out 12

Piwik – Open source web analytics

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 2.0, analytics, AR, busca, C#, class, dados, Dica, estatísticas, for, geo, Google, if, int, mg, navegadores, O, on, Outros, Pessoal, PHP, Plugin, print, relatório, Relatórios, Ria’s Geral, S+S, Software, web @ 10 12th, 2011 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Olá, pessoal!

O post de hoje é uma dica pra quem busca uma solução open-source alternativa ao Google Analytics para agregar ao seu negócio. Capaz de apresentar os dados em tempo real, o software fornece relatórios detalhados sobre cada visita: motores de busca e palavras-chave utilizadas, localizações geográficas, navegadores, plugins, páginas populares, entre outros.

Para maiores informações: http://piwik.org/

Sucesso!
Abraço

Jun 27

Metadata Tags customizadas com Code completion

Escrito por Willian Mano em 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, Adobe, AR, Artigo, as3, BI, blog, C#, class, código, configuração, custom, Documentação, event, exemplo, flash, flash builder, Flex, Flex 3, Flex 4, fonte, for, Formação, framework, Frameworks, handle, html, int, Links, mg, O, on, Pessoal, Plugin, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, string, Sun, Swiz Framework, tag, TAT, Twitter, UI, XML @ 06 27th, 2011 | via http://blog.willianmano.eti.br/ | Sem comentários
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Olá pessoal, nesse breve artigo eu irei falar um pouco sobre as Metadata Tags.

[Importante]
A partir da versão 4.5 do flex as Metadatas customizadas não precisam ser declaradas para o compilador nos projetos Flex, o conhecido “-keep-as3-metadata”, quem trabalha com Frameworks de terceiros entende bastante isso.

Notei na nova versão do Swiz Framework que existe também uma complementação do código para metadatas personalizadas como “Inject e EventHandler”. Depois de vasculhar os fontes do Swiz Framework encontrei o arquivo metadata.xml que é o responsável pela declaração de todas essas metadatas.

Se você está criando uma biblioteca que possui suas próprias metadatas e deseja criar uma complementação do código, basta seguir os passos da documentação da própria Adobe, é bem simples.

Esse é um exemplo desse arquivo de configuração.



  
      
          
      
  

Você pode se basear pelo arquivo do próprio framework do flex. Fica na pasta: sdks4.5.0frameworksmetadata.xml

Espero que a informação tenha sido útil.

Abaixo seguem alguns links interessantes relacionados ao assunto.

  • About metadata tags
  • Metadatas Personalizadas (Flex 3 e Flex 4)
  • Code completion for custom metadata tags

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Mai 13

JavaScriptMVC

Escrito por Fábio Batista da Silva em 1, 2.0, 6, action, Ajax, Aplicativos, app, AR, back, backend, BI, C#, class, classe, classes, código, Componente, Componentes, configuração, control, CRUD, css, dados, demo, Desenvolvimento, Design Patterns, development, Dica, dispatchEvent, Download, email, err, erro, error, Estilo, event, Evento, Eventos, Ferramenta, Flex, fonte, for, Formulário, formulario de contato, framework, function, gestão, git, Google, html, html5, IE, if, image, int, Java, Javascript, JQuery, label, labs, lista, map, mg, mvc, O, on, padrão, PHP, Plugin, pt, rails, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, serviço, Serviços, string, tag, TAT, Tecnologia, template, Teste, tv, UI, uint, update, UX, web @ 05 13th, 2011 | via http://www.flexria.com.br/home | Sem comentários
Fábio Batista da Silva
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Olá,

Com a chegada eminente do HTML5 e outras tecnologias baseadas em javascript como MongoDB e node.js
tenho deixado o Flex o meio de lado e me dedicado um pouco mais ao javascript.
Porem fica a questão, Como ter um front-end com a mesma performance, escalabilidade e desacoplamento que o flex permite ?
Realmente nesses termos ainda não encontrei nada que me proporcione o que o Flex proporciona.

Nesse Post vou falar um pouco sobre Framework JavaScriptMVC
Me perece uma das melhores alternativas para manter um frond-end JavaScript/HTML

JavaScriptMVC é formado por uma seria de ferramentas para construção de aplicativos JavaScript e consiste nos seguintes componentes:

  • StealJS -Gestão de Dependência
  • FuncUnit – Testes Unitários
  • jQueryMX – Biblioteca de Componentes
  • DocumentJS – Geração de JSDoc

O JavaScriptMVC pode ser utilizado com qualquer back-end , java,php,rails, etc…
Ele pode ser instalado baixando diretamente aqui ou instalando cada componente individualmente atreves do github.

Os componentes devem ficar nas raiz do diretório web da sua aplicação, nesse caso a pasta public.
Então as estrutura da aplicação fica assim.

public
  /documentjs
  /funcunit
  /jquery
  /steal
  /js

O JavaScriptMVC tem ferramentas de geração de código para auxiliar na criação da aplicação.
Vamos começar criando a aplicação pelo terminal, então o JavaScriptMVC vai gerar toda a estrutura do projeto.

    cd path-to-application/public/
   ./js jquery/generate/app contacts

Assim como o rails o JavaScriptMVC possui scaffolds que podem gerar seu CRUD.
Para isso basta executar o comando scaffold passando como parâmetro o nome do modelo.
Os nomes das classes seguem o seguinte padrão : ..
então temos o model “Contacts.Models.Contact”

     ./js jquery/generate/scaffold Contacts.Models.Contact

O JavaScriptMVC vai gerar o controlador, modelos, views e testes unitários da aplicação.
Porem o único arquivo que sera incluído na aplicação é o steal.js ele é responsável por gerenciar as dependências da aplicação.
No ambiente de desenvolvimento ele vai incluir individualmente todos os controladores, modelos, etc..

 type='text/javascript'  src='../steal/steal.js?contacts,development'>>

O parâmetro “?contacts” na tag de inclusão indica o nome do arquivo de configuração que tem o mesmo nome da aplicação nesse caso contacts.js
nele ficam mapeados todas dependências do projeto que serão gerenciadas pelo StealJS
contacts/contacts.js – Arquivo de configuração

steal.plugins(
    'jquery/controller',
    'jquery/controller/subscribe',
    'jquery/view/ejs',
    'jquery/controller/view',
    'jquery/model',
    'jquery/lang/json',
    'jquery/dom/form_params')

.css('contacts')

.resources()
.models('contact')
.controllers('contact')
.views();

Depois de fazer uma refatoração a aplicação ficou assim :

contacts/view/contact/contacts.html – Tela inicial da aplicação

>
    >
        >JS - MVC>
         type='text/javascript'  src='../steal/steal.production.js?contacts'>>
    >
    >
        
 id='contacts'>
            
>Contacts>
            
 id='contact'>>
        >
    >
>

contacts/view/contact/list_view.ejs – Template para a listagem de contatos


 class="link">
     href="javascript://" class='text_button create' >Create>
    
/>
>

 class="table">
    
>
        
>
            
>Name>
            
>E-Mail>
            
> >
        >
    >
    
>
        <%for(var i = 0; i < contacts.length ; i++)%>
        
 <%= contacts[i]%>>
            
><%= contacts[i].name%>>
            
><%= contacts[i].email%>>
            
 class="last">
                 href='javascript://' class='edit'>edit>%>
    >
>

contacts/view/contact/list_view.ejs – Template para o formulario de contatos


 <%= contact%> >
    
 action="#" class="form">
        
>
             class="label">Name>
            
 type="text" class="text_field" id="name" name="name" value="<%= contact.name%>" />
             class="label">E-Mail>
            
 type="text" class="text_field" id="email" name="email" value="<%= contact.email%>" />
        >
        
 class="link">
             href="javascript://" class="text_button save">Save>
             href="javascript://" class="text_button cancel">Cancel>
        >
    >
>

contacts/models/contact.js – Classe ‘Contacts.Models.Contact’ Reponsavel pela abstração do acesso aos serviços

$.Model.extend('Application.Models.Contact',
/* @Static */

    /**
     * Service url.
     */
    url: 'http://localhost/patho-to-app/contacts/',

    /**
     * Recupera os dados dos contacts do serviço no backend.
     * @param Object params
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    findAll: function( params, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url,
            type    : 'get',
            dataType: 'json',
            data    : params,
            success : this.callback(['wrapMany',success]),
            error   : error
        );
    },
    /**
     * Cria um novo contacto
     * @param Object attrs
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    create: function( attrs, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'save',
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            error   : error,
            success : success,
            data    : contact:attrs
        });
    }
    /**
     * Altera os dados de um contacto
     * @param String id
     * @param Object attrs
     * @param Function success
     * @param Function error
    */
    update: function( id, attrs, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'save',
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            data    : contact:attrs,
            success : success,
            error   : error
        });
    },
    /**
     * Remove um contacto
     * @param String id
     * @param Function success
     * @param Function error
     */
    destroy: function( id, success, error )
        $.ajax(
            url     : this.url + 'destroy/id/'+id,
            type    : 'post',
            dataType: 'json',
            error   : error,
            success : success
        );
    },
},
);

contacts/controllers/contact_controller.js – Classe ‘Contacts.Controllers.Contact’ Responde a eventos da view e do modelo

$.Controller.extend('Contacts.Controllers.Contact',onDocument: true,

     /**
     * Função chamada quando a página é carregada
     */
     load: function()
        this.findAll();
     ,

     /**
     * Função que renderiza a listagem de contatos apartir do template /contacts/views/list_view.ejs
     * @param Array contacts
     */
     listView: function( contacts )
        $('#contact').html(this.view('list_view', contacts:contacts ));
     },

     /**
     * Função que renderiza o formulario de contatos apartir do template /contacts/views/form_view.ejs
     * @param Contacts.Models.Contact contact
     */
     formView: function(contact)
        $('#contact').html(this.view('form_view', contact:contact));
     },

     /**
     * Função que lista os contatos atraves do model e renderiza a tela quando obtem resultado
     */
     findAll: function(){
        Contacts.Models.Contact.findAll(, this.callback('listView'));
     },

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link create
     */
    '.create click': function()
        // cria um novo contato e monta o formulario
        var contact = new Contacts.Models.Contact();
        this.formView(contact);
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'click' no link edit
     * @param jQuery el
     */
    '.edit click': function( el )
        // Recupera o contato selecionado e monta o formulario
        var contact = el.closest('.contact').model();
        this.formView(contact);
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'click' no link destroy
     * @param jQuery el
     */
    '.destroy click': function( el )
        if(confirm("Are you sure you want to destroy?"))
            // Recupera o contato selecionado e o remove
            var contact = el.closest('.contact').model();
            contact.destroy();
        
     },

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link save
     * @param jQuery el
     */
    '.save click': function(el)
        // Recupera o contato selecionado
        var contact = el.closest('.contact').model();
        // Recupera os dados do formulario
        var attrs   = $('.form').formParams();
        // Atualiza os dados no "objeto"
        contact.attrs(attrs);
        // Salva
        contact.save();      	// a função save é erdada do objeto Model
                               // ela verifica se o objeto ja existe e chama o metodo create ou update
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'click' no link cancel
     */
    '.cancel click': function()
        this.findAll();
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'created' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    'contact.created subscribe': function( called, contact )
        this.findAll();
    ,

    /**
     * Listener para o evento 'updated' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    'contact.updated subscribe': function( called, contact )
        this.findAll();
    ,

     /**
     * Listener para o evento 'destroyed' disparado pelo "objeto" Contacts.Models.Contact
     * @param String called
     * @param Event contact
     */
    "contact.destroyed subscribe": function(called, contact)
        this.findAll();
     
});

Agora antes de colocar a aplicação em ambiente de produção podemos compactar todos os arquivos .js e .css gerando uma versão final.

 ./js contacts/scripts/build.js

O StealJS utiliza o Google Closure para compactar todos os arquivos
e gerar arquivos compactados/concatenados que serão usados em produção contacts/production.js e contacts/production.css .

Com isso reduzimos todos os arquivos da aplicação, estilos, plugins, etc.. são reduzidos a apenas um arquivo .js e um arquivo .css.
E para mudar as configuração do ambiente temos apelas que mudar o tag de inclusão do StealJS

<script type='text/javascript'  src='../steal/steal.production.js?contacts'>script>

Esse foi apenas uma pequena amostra do JavaScriptMVC.
Com essa estrutura ele nos permite construir grandes aplicações de forma modular
com um bom ambiente de teste, velocidade no desenvolvimento e performance no ambiente de produção.

Essa aplicação esta rodando aqui : http://flexria.com.br/labs/js-mvc/
E os fontes estão disponíveis no github : https://github.com/FabioBatSilva/js-mvc

Abraço e até a próxima…. ;-)

Mai 6

Flash Builder 4.5 Eclipse

Escrito por Felipe Borella em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, AR, BI, builder 4, C#, Desenvolvimento, Eclipse, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, html, instalação, int, iphone, mobile, O, on, Plugin, Ria’s Geral, S+S, Teste, UI, uint, XP @ 05 6th, 2011 | via http://www.fborella.com.br/blog/ | Sem comentários
Felipe Borella
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Opa.

Fiz alguns testes com o Flash Builder 4.5 e fiquei impressionado com o desenvolvimento para mobile. Show de bola mesmo.
Bom para instalar o Eclipse juntamente com o Flash Builder é fácil.

Depois do Flash Builder instalado va ate a página http://kb2.adobe.com/cps/890/cpsid_89021.html que é bem fácil a instalação.

Tradução é +- isso:

Flash Builder 4,5 suporta a instalação de um plugin para o Eclipse uma instância existente. Para fazer isso:

Navegue até o local de instalação instalado o Flash Builder e abra a pasta Utilitários.
Execute o executável do Adobe Flash Builder 4,5 Plug-in Utility.exe.
Selecione o idioma e clique em OK.
Selecione o local de instalação do Flash Builder, se solicitado.
Selecione a pasta do Eclipse para o qual deseja Flash Builder 4.5 para ser conectado e clique em Avançar. (Nota: A cópia do Eclipse deve ser versão 3.6.1 ou posterior, de 32 bits e deve conter uma pasta chamada “dropins”)
Reveja a pré-instalação de resumo e clique em Install
Após a instalação, é recomendável que você edite o arquivo eclipse.ini para a instância do Eclipse, para que ele inclui as seguintes definições:

-Vmargs-Xms256m-Xmx512m-XX: MaxPermSize = 256m-XX: PermSize = 64m

E isso ai

Felipe.

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