Olá pessoal! Que tal vir morar no Rio de Janeiro, atuar com desenvolvimento Apache Flex + Java, trabalhando para uma grande multinacional na Barra da Tijuca? A Match Latam é uma multinacional e ela atua aqui no Brasil também com desenvolvimento, e um de seus grandes cases é o portal ParPerfeito, dentre outros. Se você [...]
Oportunidade Apache Flex + Java – Desenvolvedor Pleno – Rio de Janeiro
O eCommerce brasileiro em 2011
O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.
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Selos de Seguran?a

Como expor os produtos no e-commerce
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Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados


O que é Behavioral Targeting?
O in?cio

O conceito de segmenta??o comportamental, conhecido como Behavioral Targeting (BT), surgiu nos Estados Unidos dentre os profissionais de marketing direto como uma estrat?gia dirigida a conquistar uma parcela maior de vendas dentro um subgrupo espec?fico, ao inv?s de buscar uma participa??o mais limitada de compras por usu?rios de todas as categorias.
Mas afinal, o que ? segmenta??o “comportamental”?
Segmenta??o comportalmental n?o diz respeito ? aquela segmenta??o por regi?o, por perfil preenchido em cadastros, ou por IP, etc. O diferencial est? no foco dado aos h?bitos de navega??o e consumo dos usu?rios. Essa ? a novidade!
Qual ? a vantagem em se utilizar BT em campanhas online?

Individualizar o p?blico-alvo. O simples fato de conhecer previamente as atitudes de um usu?rio permite que o anunciante crie pe?as com linguagem direcionada a ele, demonstrando conhecimento de seus interesses.
LCCS e PHP com ZendAMF
O Adobe LiveCycle Collaboration Service possui em seu SDK, exemplos de integração com as principais linguagens de programação web do mercado como PHP, Java, Python, etc.
Na documentação da Adobe, é recomendado o uso do AMFPHP ou o PHP puro mesmo, mas nada impede de usar tranquilamente em conjunto com o ZendFramework (usando ZendAMF)
Ryan Stewart escreveu dois artigos mostrando a implementação com PHP e REST.
Uma observação sobre o artigo de Ryan, no Flex 4, Adobe passou a usar o swfobject, então o modo de pegar os parâmetros via URL e passar para o SWF fica desse modo:
-
var xiSwfUrlStr = “playerProductInstall.swf”;
-
var flashvars = ;
-
-
flashvars.roomURL = swfobject.getQueryParamValue(“roomURL”);
-
flashvars.authToken = swfobject.getQueryParamValue(“authToken”);
-
-
var params = ;
No SDK do LCCS, existe um arquivo chamado lccs.php, basta copiar para o mesmo diretório em que você já usa suas classes. Em seguida, adicionar o include no arquivo gateway.php
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require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
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require_once ‘lccs.php’;
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require_once ‘Test.php’;
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/** Bootstrap */
-
-
// Instantiate server
-
$server = new Zend_Amf_Server();
-
$server->setProduction(false);
-
$server->setClass(‘Test’);
-
// Handle request
-
echo($server->handle());
-
?>
E está é uma simples classe para teste chamando o método que retorna o token para autenticação.
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-
-
class Test
-
-
private $account;
-
private $room;
-
private $devUsername;
-
private $devPassword;
-
private $secret;
-
-
//$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
-
private $accountURL;
-
private $roomURL;
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-
function __construct()
-
-
//for LCCS
-
$this->account = “Your SDK account username from LCCS developer portal”;
-
$this->room = “The room you want to connect to”;
-
$this->devUsername = “Your LCCS developer account username”;
-
$this->devPassword = “Your LCCS developer account password”;
-
$this->secret = “The shared secret from the LCCS developer portal”;
-
-
//$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
-
$this->accountURL = “http://connectnow.acrobat.com/$this->account“;
-
$this->roomURL = “$this->accountURL/$this->room“;
-
-
-
-
try
-
-
$this->account = new RTCAccount($this->accountURL);
-
$this->account->login($this->devUsername,$this->devPassword);
-
$session = $this->account->getSession($data['room']);
-
$displayName = $data['displayName'];
-
$username = $data['username'];
-
$role = $data['role'];
-
$token = $session->getAuthenticationToken($this->secret, $displayName, $username, $role);
-
return $token;
-
-
catch (Exception $e)
-
-
throw new Exception($e->getMessage());
-
-
}
-
}
-
?>
Adobe LiveCycle Collaboration Service
A Adobe lançou um serviço anteriormente conhecido com o codinome de Cocomo(Common Collaboration Model), logo em seguida passou a se chamar Adobe Flash Collaboration Service e agora é oficialmente parte da família LiveCycle, sendo chamado de Adobe LiveCycle Collaboration Service.
O LCCS tem como objetivo funcionar como um SAAS(Software as a Service) para simplificar e facilitar o desenvolvimento de aplicativos RIA baseados em multimidia. Permite que os arquitetos e desenvolvedores possam criar experiências de usuário mais envolvente e mais dinâmicas oferecendo suporte a multi-user, colaboração em real time para novos ou já existentes aplicativos RIA.
Alguns destaques:
- Facilmente integrar chat, whiteboard, webcam e VoIP.
- Desenvolver e implementar rapidamente aplicações com um SDK bem completo e com muito exemplos.
- Bibliotecas para Adobe Flash e Flash Builder, para rodar no Flash Player 9 ou Flash Player 10(Alguns recursos como P2P só funcionam a partir do Flash Player 10).
- Gerenciar usuários e os dados da sessão.
- Construir suas aplicações em nuvem
Para começar a usar o LCCS, basta acessar o portal LCCS Developer Portal e entrar com seu login ou cadastrar-se. O portal serve para você administrar instancias das suas aplicações, você pode acompanhar o número de conexões, banda usada etc.
Modelo de cobrança
LCCS tem 3 diferentes metodos para cobrança:
- Live Stream Bandwidth – $0.49 per GB
- Push Messages – $0.10 per 1000 messages
- User Minutes – $0.01 per Hour
Leia o FAQ para mais detalhes. Você tem uma cota free e pode usar até 15 dolares por mês.
Referencias:
http://www.flashrealtime.com/livecycle-collaboration-service-pricing/
https://portal.collaboration.adobelivecycle.com/
Reportagem sobre a compra da Skype pela Microsoft
No dia 10 de maio de 2011 a Microsoft anunciou a compra da empresa Skype pelo valor de US$ 8,5 bilhões, no mesmo dia eu bati um papo com o reporter Max Milliano Melo sobre a aquisição, e o bate-papo entrou na reportagem que ele fez para o jornal Correio Brasiliense o que já foi motivo de muito orgulho para mim, porém fiquei surpreso ao saber que outras agências de notícias replicaram a reportagem do Max.
Reportagem original:
Onde a reportagem foi parar:
e? SecrelNet
Comparando ASP.net WebForms e ASP.net MVC
Eu confesso que nunca me interessei em desenvolver sites e muito menos aplicações web utilizando ASP.net, sempre achei que a metodologia “drag and drop” que o Web Forms nos proporciona não funciona legal na web, pois ela gera muito “lixo” para o navegador, e isso é crucial em uma WebAPP.
Portanto, desde que migrei de desktop (Delphi 7) para web, tenho trabalhado com o nosso querido Flex no Front End e o C#.net no Back End. Mas desde que o ASP.net MVC foi lançado, tenho acompanhado de perto a sua evolução, e confesso que ele tem me agradado bastante.
Para não perder o costume, venho hoje compartilhar com vocês um pouco do que tenho estudado, este post faz uma comparação de um projeto idêntico criado usando as duas metodologias.
Então chega de conversa e vamos ao que interessa:
As ferramentas que utilizei para criar os projetos foram:
• SQL Server 2008 Express
• Visual Web Developer Express 2010
• Framework ASP.net MVC 2.0
O projeto acessa uma base de dados com apenas uma tabela, com a seguinte estrutura:
Não utilizei nenhum framework ORM, fiz o mapeamento das entidades manualmente, usando as classes nativas do Framework. (SqlConnection, SqlCommand e SqlDataReader).
Quando criei os projetos, utilizei os templates do prório Visual Web Developer:
Para o projeto Web Forms, usei ASP.NET Web Application.
Para o projeto MVC usei: ASP.NET MVC 2 Web Application.
É claro que não vou fazer um passo a passo de como criar o projeto, o foco deste post não é isso, mas depois de pronto, nosso Solution Explorer do projeto WebForms ficará assim:
Já o projeto MVC, tem uma estrutura um pouco maior, porque ele trabalha completamente “tipado”, temos as classes Model, Controller e View, como manda o figurino:
Certo, agora vamos ao objetivo, quando executo o projeto WebForms e acesso a página de clientes, o Framework gera este código HTML:
"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="en">"../Styles/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />
Dêem uma olhada em quanto código os componentes criam. É muita coisa, imaginem isso em um grande portal? Americanas.com gerando este código? Meio inviável não? Aproveito para destacar o código gerado pelo ViewState, herói e vilão do Web Forms.
Agora vamos comparar a mesma página gerada pelo projeto MVC:
"-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">"http://www.w3.org/1999/xhtml">Index "Content/Site.css" rel="stylesheet" type="text/css" />class="page">"header">"title">My MVC Application
"logindisplay"> [ "/Account/LogOn">Log On ]"menucontainer">"menu">
- "/">Home
- "/Home/About">About
"main">Listagem completa de clientes:
"/Cliente/Create">Novo cliente...
Código Nome CPF RG Idade 30 Jo?o 123.123.123-12 12.312.123-1 30 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=30">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=30" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir | 32 Jos? 444.444.444-44 44.444.444-4 21 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=32">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=32" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir | 31 Maria 999.999.999-99 99.999.999-9 35 "/Cliente/Edit?Id_Cliente=31">Editar | "/Cliente/Delete?Id_Cliente=31" onclick="return confirm('Tem certeza?');">Excluir | "footer">
O que acham? As duas páginas fazem exatamente a mesma coisa, no entato o MVC gera beeeem menos código.
Bom pessoal, essa é apenas uma das vantagens do MVC, posso destacar outras:
- Controle total do código que será enviado ao navegador;
- Arquitetura em camadas, códigos completamente separados;
- Classes que auxiliam a geração do HTML para o browser de acordo com as ações do Controlador, sem lixo!;
- Facilidade de se implementar Ajax (de verdade) no seu projeto.
- Integração com o Jquery usando classes do Framework;
Bom é isso, vou me despedindo, mas antes deixo o código fonte dos dois projetos disponíveis para download.
C# – Generics- Artigo easy .net Magazine 11
A edição número 11 da easy .net Magazine já está disponível no portal DevMedia, a easy .net Magazine é uma revista com conteúdo focado em quem está iniciando na plataforma .net, com uma didática voltada para quem quer entrar na plataforma e gostaria de aprender desde dos recursos mais básicos, como os fundamentos da linguagem C#, introduções ao ASP.NET, acesso a base de dados até tecnologias mais modernas como o Windows Azure, Silverlight e o Windows Phone 7.
A Lista completa das edições lançadas você encontra neste link : Edições da easy .net Magazine
Se você quiser conhecer o conteúdo da revista, a primeira edição é gratuita, acesse através do link:
easy .net Magazine número 1
A edição número 11 traz 4 artigos com conteúdo fundamental para o iniciante na plataforma .net :
- C# – Generics
- Entre Bits e Bytes
- C#, Visual Studio e ASP.NET
- ADO.NET
Nesta edição da easy .net colaborei com o artigo sobre Generics, com foco em coleções de dados, os gererics são um dos principais fundamentos da programação para a plataforma .NET. O artigo apresentará os motivos pelos quais os Generics surgiram, tratando de operações de Box, Unbox e conversões. Nos exemplos práticos os Generics são demonstrados com coleções, como List e Dictionary. Ao final criaremos uma coleção customizada.
Para acessar o artigo no portal da DevMedia acesse:
C# – Generics- Artigo easy .net Magazine 11
A revista easy .net Magazine 11 você encontra no portal DevMedia no link :
Mais informações sobre a revista easy .net você encontra no blog :
Em minha experiência, há três tipos de programadores:
- Os que aprenderam algo e se conformam com isso
- Os que esperam que os outros resolvam o problema e faça funcionar
- E os que nunca param de aprender, buscam e perguntam o necessário para seguir crescendo.
BlackBerry (RIM) PlayBook
Se andam muito pelo engadget, mashable e outros sites, de certeza que já ouviram falar sobre o próximo dispositivo da Blackberry (RIM), o PlayBook.
A BlackBerry mostrou a sua tablet a funcionar, ao vivo, na Adobe Max deste ano. Aqui fica a apresentação do Co-CEO, Mike Lazaridis, da RIM:
Do que podem ouvir, o PlayBook utiliza bastante tecnologia da Adobe, sendo o próprio leitor de vídeo, feito através do recurso à tecnologia Adobe AIR.
Em termos de características, o dispositivo demonstra ser uma pequenina powerhouse. Equipado com um processador Dual Core de 1Ghz, 1Gb de memória, e duas câmaras HD (frente e trás) este dispositivo poderá correr, sem dificuldade, as aplicações mais exigentes. Como também puderam ver no vídeo, este sistema consegue também correr várias aplicações em simultâneo (o exemplo de correr vídeo HD e utilizar aplicações ao mesmo tempo, é uma boa expressão desta característica.
Voltando um pouco à questão da ligação estreita, entre este dispositivo e o software da Adobe, é já possível, neste momento, desenvolver para esta plataforma. Para isso, basta fazer o download do SDK para o AIR (Flash Builder) e instalar o emulador do sistema.
Aqui ficam os links necessários para começarem a desenvolver:
Além de toda esta informação já disponível, chamo a atenção para os webcasts que, de forma fácil, nos introduzem à programação para este dispositivo:
Como podem ver, já há muita informação disponível para poder começar a desenvolverem as vossas aplicações, e acreditem que incentivo não vos irá faltar!
De forma a promover o desenvolvimento para a sua plataforma, a RIM, fez questão de anunciar que, qualquer pessoa que faça uma aplicação para o PlayBook e a mesma seja aceite e aprovada para a BlackBerry AppWorld antes do lançamento do dispositivo irá receber um PlayBook inteiramente grátis!
Mais informação aqui: BlackBerry PlayBook Developer Promotion Information
Podem também começar a ler as Guidelines, de forma a perceberem como podem minimizar o risco de aceitação da vossas aplicação na store.
O lançamento deste produto está previsto para os primeiros meses de 2011 (EUA) e para o resto do mercado, está previsto para meados de Junho, por isso têm mais que tempo para preparem as vossas aplicações
Boa sorte a todos! Let the apps begin!
PS: Em princípio, no próximo evento do Adobe User Group Porto, irei fazer uma apresentação sobre como desenvolver para este dispositivo, por isso, se estiverem interessados, não deixem de aparecer!







