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Nov 9

Conhecendo o LESS. The Dynamic Stylesheet.

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Air, app, apple, AR, back, BI, browser, C#, class, classe, classes, código, css, css3, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Design, Destaque, Dica, Diversos, Documentação, dynamic, empresas, err, erro, error, Estilo, exemplo, Exemplos, for, function, gc, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, kit, layout, menu, Microsoft, MIX, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, problema, problemas, programação, prova, pt, referencia, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, Sem categoria, site, tag, TAT, Twitter, UI, uint, Utilidades, Ved, web, zend @ 11 9th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Como todos devem ter percebido, nos últimos meses o CSS3 e o HTML5 tem ganho um grande destaque no desenvolvimento web. Grandes empresas como o Google, Microsoft, Adobe e Apple estão apoiando fortemente o desenvolvimento web utilizando WebStandards. Caso você já conheça algo sobre CSS, provavelmente deve saber como é complicado a organização desses documentos em um projeto de médio ou grande porte. Dado esses problemas conhecidos, foram surgindo os chamados pré-processadores de CSS, que viabilizam a criação de documentos de estilo, adicionando novas funcionalidades.

Hoje vamos conhecer o LESS, The Dynamic Stylesheet Language. O objetivo dessa biblioteca em javascript é prover uma série de funcionalidades para as, usualmente criadas a mão, folhas de estilos. Recursos tais como, variáveis, mixins (Multiple Inheritance, Traits), mixins parametrizáveis, funções, namespaces, importação, etc. Vamos aprender como utilizar os principais recursos dessa biblioteca em um projeto e como aproveitar o melhor dessa biblioteca para organizar corretamente nossas folhas de estilo.

Variables

As variáveis ajudam-nos a definir valores que podem ser utilizados em diversas regras do nosso CSS. Elas possuem escopo assim como em uma linguagem de programação orientada a objetos, trocando em miúdos:

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// Arquivo stylesheet.less
// Essa variável foi definida no escopo do arquivo, logo, todas as regras do arquivo podem acessar seu valor.
@siteBackgroundColor: #FF3300; // Laranja

h1
// A variável headingColor foi criada no escopo da regra h1, logo, apenas ela e outras regras criadas dentro
// do mesmo escopo tem acesso ao seu valor.
@headingColor: #333333; // Cinza

// Isto significa que, se criarmos uma outra regra chamada &.mainTitle
// Observe o uso do &.classe, isso copia a regra pai e associa uma classe, o output disso seria exatamente h1.mainTitle
&.mainTitle
// Como essa regra esta contida na regra h1, podemos acessar o valor da variável headingColor.
color: @headingColor;

}

h2
// Se tentarmos acessar o valor nessa regra, que não encontra-se contida na regra h1, receberemos um erro da biblioteca
// informando que a variável headingColor não encontra-se definida.
color: @headingColor; // Brrrrrr! Error.

O que é interessante no uso de variáveis é a reutilização e organização. Imagine uma design guideline onde existem RGBs específicos a serem seguidos, essas cores poderiam ser definidas em um documento chamado color_variables.less e adicionados ao nosso arquivo principal utilizando a clausula @import.

@Import – Importando outros arquivos

Quando um arquivo LESS é importado, todas as suas variáveis e mixins são adicionados ao arquivo principal. Os escopos serão mantidos e a extensão .less é opcional.

@import “lib.less”
@import “lib”

É possível utilizar pastas nas clausulas de @import:

@import “where/is/my/stylesheet.less”
@import “where/is/my/stylesheet”

Mixins

No LESS, mixis são como uma espécie de classe CSS que pode ser reutilizada em diversas outras regras. Quando utilizadas, todas as propriedades definidas no mixin são adicionadas a regra onde a mesma foi adicionada, caso um mixin mude, todas as regras que o referenciam serão também modificadas.

Imagine o conceito de mixin como classes CSS orientadas a objeto, o que é interessante do mixin é que temos aqui algo como uma herança múltipla, caso uma mesma instrução seja declarada em mixins diferentes, e esses mixins adicionados a uma regra, o mixin declarado por último terá vantagem na construção final do CSS da regra onde foi adicionado.

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.bordered
border-top: dotted 1px black;
border-bottom: solid 2px black;

// Declaramos agora uma regra qualquer que fará uso do nosso mixin.
div.someDiv
.bordered; // Simples assim, adicionamos todas as propriedades contidas no mixin em nossa regra.

div.anotherDiv
.bordered; // A mesmas propriedades serão adicionadas nessa regra.

Quando modificarmos o mixin .bordered, todos os elementos que o estão utilizando serão modificados. Reutilização!
Vamos para um exemplo mais usável para exemplificar como é um mixin parametrizável.

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// Bordas arredondadas cross-browser.
// Observe que utilizamos algo parecido com uma função de javascript para declararmos nosso mixin.
// A notação de variável deve ser adicionada (@radius), com isso, criamos uma variável chamada “radius” no escopo
// do mixin que poderá ser utilizada apenas internamente pelo método.
// Observe também que declaramos um valor padrão para o parâmetro, de 5px.
.border-radius( @radius: 5px )

// Repare que utilizamos a mesma variável para todas as regras.
border-radius: @radius;
-moz-border-radius: @radius;
-webkit-border-radius: @radius;

// Para utilizarmos a regra, seguimos o mesmo padrão
div.someDiv
.border-radius; // Nesse caso estaremos utilizando o valor padrão de 5px.

div.anotherDiv
.border-radius(10px); // Nessa aplicação, modificamos o valor da propriedade para 10px.

É importante destacar que um mixin pode conter diversos parâmetros. Isso pode ser feito da seguinte forma:

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// Declaramos um novo mixin
.border-radius-and-color( @radius: 5px, @borderColor: #000000 )

.border-radius( @radius ); // Observe que aqui reutilizei o mixin previamente definido. Composição de mixins.
border: 2px solid @borderColor; // Adicionamos agora a cor para a borda.

Nested Rules

Com o LESS você pode criar suas regras de CSS utilizando uma espécie de hierarquia. Vamos ver como isso funciona na prática.

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// Dado o CSS abaixo
div#header #menu
…
rules

div#header #menu li a
…
more rules

div#header #topNav
…
another rules

Com o LESS, o mesmo CSS acima poderia ser escrito da seguinte forma:

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// Como utilizar hierarquia com Less
div#header
#menu
ul
li


}
}

#topNav


}

Depois de processado, o CSS será exatamente igual. Você não precisa utilizar esse esquema de hierarquia caso não queira, é importante lembrar que o LESS é apenas uma extensão do CSS, se for de desejo do desenvolvedor, podemos escrever um código LESS sem usar nenhum recurso especial, como se fosse um CSS tradicional.

Operations

Com o LESS o seu CSS sabe fazer contas. Qualquer número, cor ou variável pode ser utilizada em uma operação aritmética.
Ele sabe identificar quando estamos utilizando uma cor ou um número, por exemplo:

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@base: 5%;
@filler: @base * 2;
@other: @base + @filler;

color: #888 / 4;
background-color: @base-color + #111;
height: 100% / 2 + @filler;

Assim como no javascript, é possível também utilizar parênteses nas suas operações:

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width: (@var + 5) * 2;

Color Functions

Na minha opinião um dos recursos mais úteis durante o desenvolvimento de uma aplicação. Podemos efetuar operações em cima de RGBs, por exemplo, imagine que o layout do seu website foi criado baseado-se em apenas uma cor, utilizando diversos tons dessa cor. Com o LESS é possível utilizar métodos pré-definidos como lighten, saturate, darken, fadein, fadeout e spin. Esses métodos retornam sempre um RGB que pode ser utilizado em seu LESS. Vejamos alguns exemplos:

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@base: #f04615;

.class
// Saturo em 5% a cor base.
color: saturate(@base, 5%);

// Utilizo a cor base 25% mais clara
background-color: lighten(@base, 25%);

É possível também extrair informações de uma determinada cor para ser utilizada em outra.
Isso é feito a partir dos métodos hue, saturation e lightness.

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hue(@color); // retorna o valor do canal ‘hue’ da cor @color
saturation(@color); // retorna o valor do canal ‘saturation’ da cor @color
lightness(@color); // retorna o valor do canal ‘lightness’ da cor @color

Namespaces

Em dado momento necessitamos organizar uma série de mixins e variáveis. Para isto podemos utilizar um conceito presente no LESS chamado Namespaces. Assim como em linguagens de programação orientadas a objetos, que possuem o conceito de pacotes, os namespaces fornecem encapsulação para nossas folhas de estilo. Isso pode ser implementado facilmente utilizando a mesma notação de ID do CSS tradicional. Vejamos.

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#bundle

.button ()

display: block;
border: 1px solid black;
background-color: grey;
&:hover background-color: white
}
.tab …
.citation …
}

Verifique que acima, criamos um mixin chamado button dentro do namespace bundle. Para o utilizarmos devemos fazer da seguinte forma:

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#header a
color: orange;
#bundle > .button; // Estamos acessando o namespace ‘bundle’ e fazendo uma chamada para o mixin ‘button’.

Uma utilização muito comum dos namespaces é na criação de pequenas bibliotecas de utilidades. Imagine que sua empresa pode possuir uma série de arquivos LESS, e em um determinado projeto você necessita de acesso a esses mixins, variáveis, etc. Organizar seus documentos com namespaces fácilita a visualização e localização de uma determinada instrução no seu documento LESS, como por exemplo, um mixin customizado que pode ser facilmente encontrado a partir da sua indicação de namespace.

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someRule
#dclick > .border-radius(10px);

Conclusão

Como podemos ver, o LESS facilita uma série de tarefas que são praticamente impossíveis de serem efetuadas pelo CSS tradicional.
Aconselho a todos que tenham interesse em se aprofundar mais na biblioteca a conhecer o website (http://lesscss.org/). Lá você poderá encontrar a documentação com maior riqueza de informações também poderá ver alguns exemplos de código que não foram abordados nesse post.

Qualquer dúvida, sinta-se a vontade e envie-nos um comentário!
Abraço!

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 24

GDD – Google Developer Day

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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Ago 31

Oportunidades de trabalho na Alta Comunicazione

Escrito por Lucas Marçal em 1, 4, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, AMF, amfphp, Android, api, app, AR, Banco de Dados, BI, builder 4, C#, ColdFusion, ColdFusion 8, css, css3, dados, Desenvolvimento, Design, designer, Destaque, developer, DRE, Dreamweaver, err, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, framework, gaia, git, html, html5, IE, if, ignite, int, Java, Javascript, JQuery, layout, motion, mysql, O, on, oop, photoshop, PHP, procura, programação, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, TAT, UI, Vagas, web, xhtml @ 08 31st, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
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A Alta Comunicazione está abrindo novas vagas para o setor de web, abaixo segue um descritivo do perfil desejado separado por áreas.
Se você tem facilidade em trabalhar em equipe, gosta de um bom desafio e procura uma vaga de trabalho entre em contato conosco:

Enviar CV para: trabalhecomagente@altacomunicazione.com.br
Assunto: DIGITAL
www.altacomunicazione.com.br

Perfil WebDesigner

-Ferramentas de trabalho
*Dreamweaver CS5.5
*Photoshop Cs5
*Illustrator CS5
*Fireworks Cs5

-Habilidades necessárias
*Conhecimento sobre XHTML e CSS
*Conhecimento sobre Jquery
*Conhecimento sobre JavaScript
*Sólidos Conhecimentos sobre Adptação de layouts (PSD) para XHTML

-Diferenciais
*habilidade para desenvolver layouts
*HTML5 e CSS3
—————————————————————————-

Perfil Developer PHP

-Ferramentas de trabalho
*Dreamweaver CS5.5
*Navcat
*Photoshop cs5
*Fireworks Cs5

-Habilidades necessárias
*Conhecimento sobre XHTML e CSS
*Conhecimento sobre Jquery / Javascript
*Conhecimento Intermediário sobre Linguagem SQL e Banco de dados MYSQL
*Conhecimento (ter desenvolvido algo) com Codeigniter
*Conhecimento sobre AMFPHP
*Conhecimento sobre PHP nativo
*Falicidade na integração de APIs

-Diferenciais
*HTML5 e CSS3
*Coldfusion 8 ou 9
—————————————————————————

Perfil Developer Actionscript 3.0

-Ferramentas de trabalho
*Dreamweaver CS5.5
*Flash Cs5.5
*Flash Builder 4.5 / FlashDeveloper 4.0 / FTD
*Photoshop cs5
*Fireworks Cs5

-Habilidades necessárias
*Conhecimento sobre Actionscript 3.0
*Conhecimento sobre Gaia Framework
*Conhecimento sobre adptação de layouts
*Conhecimento sobre OOP (Programação orientada a objeto)
*Falicidade na integração de APIs
*Sólidos conhecimentos sobre Motion via Timeline ou Greensock

-Diferenciais
*HTML5 e CSS3
*Coldfusion 8
*PHP (AMFPHP)
*Desenvolvimento de Apps para Android e IOS

Enviar CV para: trabalhecomagente@altacomunicazione.com.br
Assunto: DIGITAL
www.altacomunicazione.com.br

Jul 13

5 teclas de atalho essenciais no Flash Builder 4.5

Escrito por Daniel Schmitz em 1, Access, AR, arte, busca, C#, class, classe, código, Componente, event, exemplo, explorer, flash, flash builder, Flash Builder 4, for, handle, ide, IE, if, int, menu, MXML, O, on, Pessoal, procura, produtividade, programação, quick, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sugestões, UI, XML, XP @ 07 13th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Pessoal,

todas as IDEs possuem centenas de teclas de atalho que são muito úteis para aumentar a produtividade do programador. No Flash Builder, não poderia ser diferente, e excluindo a tecla mais importante que é CTRL+S, exibo a seguir 5 teclas essenciais para acelerar o seu desenvolvmento, veja:

CTRL+3 ? Quick Access

Usada para executar um comando da IDE, como por exemplo criar uma classe, abrir as preferências do projeto, ou então executar a aplicação. Acostume-se a usar esta tecla ao invés de ficar procurando itens no menu da aplicação

CTRL+1 Quick Assis

Usada para fornecer sugestões ao código. Uma das aplicações é criar um método/propriedade que não existe, criar event handlers, etc.

CTRL+O Quick Outline

Usada para navegar no arquivo aberto. Por exemplo, se você está em uma classe ou mxml e quer ir para outra parte do código, como um método ou componente qualquer, acione a tecla e faca a busca. É útil também para ver os métodos e propriedades de uma classe.

CTRL+SHIFT+R Open Resource

Permite abrir qualquer classe ou arquivo do projeto, muito útil e mais rápido que ficar procurando a classe no Package Explorer.

ALT+ Seta para cima/baixo

Selecione um código e use estas teclas para ver o resultado. O texto é facilmente movido. Útil para inserir códigos prontos em um laço ou para refatorar a ordem dos métodos.

Aplicando estas teclas de atalho, você irá perceber que a sua programação será mais rápida e produtiva. Experimente!

Se você achar mais alguma tecla interessante, não deixe de comentar !

Jul 12

Fábrica de Software

Escrito por Cognitiva Soluções em 1, 2.0, 4, 6, AR, BI, blog, Blogs, busca, C#, cliente, Excel, Flex, for, Google, html, IE, image, Java, mg, O, on, produto, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, Software, super(), TAT, Tecnologia, Tema, UI, vs @ 07 12th, 2011 | via http://blog.cognitivasolucoes.com | Sem comentários
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A Cognitiva Soluções Empresariais disponibiliza o serviço de Fábrica de Software.
Focada em tecnologias inovadoras. Buscando sempre a superação em virtude de desenvolver sistemas sob demanda com alto valor agregado.

Utilizando das boas práticas de programação, engenharia de software e de metologias ágeis. Temos como objetivo a entrega de produtos que além de atender as necessidades dos nossos clientes, sejam reconhecidas pela qualidade e excelência.

Deseja obter mais informações sobre este serviço? Entre em contato aqui.

Jul 4

Palestra sobre as novidades do Silverlight 5 no TDC2011/SP

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, bar, blog, C#, conferência, Desenvolvimento, developer, event, Evento, Eventos, Google, html, IE, image, lista, Mac, map, mg, News, novidade, Novidades, O, on, Palestra, Palestras, programação, RIA, Ria’s Geral, silverlight, TDC, Tecnologia, UI, XP @ 07 4th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Na próxima sexta-feira, dia 08/07 eu irei apresentar uma palestra sobre as novidades do Silverlight 5 no TDC 2011. Se você não se inscreveu ainda, ainda dá tempo. A inscrição no evento é feita por trilha, o que o torna bem mais barato. A palestra de Silverilght 5 será na trilha “.NET Client” que acontecerá no dia 08/07 e o preço do evento por trilha é R$ 60,00.

Para quem não sabe, o TDC (The Developer’s Conference) é uma conferencia de baixo custo sobre desenvolvimento que acontece todos os anos em várias e abrange várias tecnologias. Este ano a conferencia acontecerá em São Paulo (06/07 a 10/07), Florianópolis (20/08 e 21/08) e Goiânia (28/10 e 29/10).

Veja abaixo a lista de palestras da trilha .NET Client de São Paulo, que acontecerá no dia 08/07.

Programação da trilha .NET Client no TDC2011-SP

Espero vocês lá.



Mai 19

10 coisas que um bom programador flex deve saber

Escrito por Daniel Schmitz em .NET, 1, 2.0, 2009, 3.5, 4, 6, action, Action Script, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Actionscript3, Adobe, Air, api, Aplicativos, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, Artigo, as3, BI, Bindable, blog, bug, builder 4, C#, Cairngorm, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Componentes, components, control, Controles, css, Curso, Cursos, custom, dados, Data Binding, DataGrid, Debug, demo, desempenho, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, developer, development, dispatch, dispatchEvent, DRE, empresas, err, Estilo, event, EventListener, Evento, Eventos, eventos customizados, events, Excel, explorer, Ferramenta, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flash Player, Flex, Flex 3, Flex 4, Flex Examples, fonte, for, framework, Frameworks, Google, Gráfico, handle, html, HTTPService, ide, IE, if, int, interface, Java, layout, lista, live, Livro, lógica, map, Mate, MAX 2009, mvc, MXML, O, on, oop, opensource, Outros, player, polimorfismo, problema, problemas, programação, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, ruby, S+S, site, skins, Sun, tag, TAT, Tech, Tecnologia, tv, UI, uint, utf8, Ved, Vídeo, vs, web, Webservice, XML, XP @ 05 19th, 2011 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
Daniel Schmitz
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Esta é uma tradução do seguinte artigo: 10 Things A Good Flex Developer Should Know

Para ser um bom programador Flex é preciso mais que simplesmente saber como usar alguns componentes nativos do Flex. É preciso muito mais.

Aqui está minha contribuição sobre o assunto… juntamente com alguns recursos ou algumas palavras-chave que você poderá pesquisar facilmente através do Google.

Por favor, comente no blog se você achar que esqueci algo (o que é inevitável) ou se quiser sugerir alguns recursos interessantes que devo acrescentar.

1- Programação orientada a Objetos (OO)

O Flex se baseia na linguagem ActionScript3, que é totalmente orientada a objetos. Embora não seja um conceito fácil de aprender, programação orientada a objeto é um pré-requisito para aprender Flex. Se já possui experiência com OO (Java, C#, Ruby, etc), então você está pronto. Se não, você precisará pegar um livro sobre OO e começar a aprender o mais rápido possível.

· Head First Java (Java? Sim, Eu sei. Mas confie em mim.)

· Object-oriented programming with ActionScript 3.0

Nota: Alguns de vocês poderão perguntar – “O que são padrões de projetos?”. Vamos dar um passo de cada vez? Preocupe-se em entender classes e objetos, interfaces, herança, composição, polimorfismo, encapsulamento, etc. Só então considere estudar padrões de projetos. De fato, se eu escrever um post intitulado “10 coisas que um GRANDE programador Flex deve saber”, padrões de projeto estará nessa lista.

2- ActionScript/MXML

ActionScript é a linguagem de programação usada juntamente com MXML para criar aplicações Flex. MXML é uma linguagem de marcação baseada em XML. Cada tag MXML é mapeada diretamente para uma classe ActionScript correspondente. MXML é usado pelos desenvolvedores Flex principalmente para apresentar a interface do usuário, enquanto que, o ActionScript é usado para a lógica de negócio. Com exceções, é claro.

O Framework Flex inclui centenas de classes ActionScript e interfaces usadas para desenvolver aplicações Flex. Seu nível de habilidade como um desenvolvedor Flex está diretamente ligado ao seu conhecimento em relação ao ActionScript e MXML.

· Flex in a Week

· Tour De Flex

· Essential ActionScript 3.0

Nota: Fique ? vontade com a API do Flex. Como um desenvolvedor Flex, você vai usá-la diariamente.

3- Debugging

Boa parte do tempo de qualquer programador é gasto no debugging. Obviamente, é necessário debugar para rastrear a causa de bugs. No entanto, também é uma ótima maneira de conhecer o código fonte.

Felizmente, existem muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo com o trabalho de debugging. Invista algum tempo para aprender essas ferramentas. Seu investimento irá proporcionar retorno imediato.

· Flash Builder 4.5 Debugger

· De MonsterDebugger

· Kap Inspect

4- Programação orientada a eventos

Aplicações Flex são orientadas a eventos. Toda ação é o resultado de um evento assíncrono.

Como um desenvolvedor Flex, você deve saber como responder a eventos e como criar e disparar eventos. Para isso, é necessária uma sólida compreensão da arquitetura de eventos do Flex, incluindo familiaridade com os seguintes conceitos:

· Eventos nativos (Flash Player ou Framework de eventos Flex)

· Eventos customizados (Eventos criados pelo desenvolvedor, que estende a classe Event ou uma de suas subclasses)

· Disparar eventos, propagação de eventos (ver classe EventDispatcher e seu método dispatchEvent)

· Event listeners, event handlers (ver classe EventDispatcher e seus métodos addEventListener e removeEventListener)

· Fases do evento (capture, target & bubbling phases; target vs. currentTarget)

· Objetos do evento, tipos de eventos (ver classe Event e subclasses)

· Comportamento do evento default (ver classe Event e subclasses e seu método preventDefault)

5- Data binding

Aparentemente, data binding é um “no brainer”[1]. É só vincular o valor de uma propriedade ao valor de outra propriedade usando chaves. Quando o valor da propriedade de origem for alterado, o valor da propriedade de destino também é alterado.

No entanto, existe uma sobrecarga associada ao uso indiscriminado de data binding, podendo haver implicações no desempenho. Uma sólida compreensão de data binding ajudará a determinar quando é apropriado o seu uso e quando não é.

· Flex Tips – Using Bindable Metadata Events

· Michael Labriola’s presentation entitled Diving in the Data Binding Waters

6- Item renderers

Uma característica de uma aplicação Flex bem projetada é a apresentação dos dados de uma forma visualmente atraente. O Flex oferece uma série de controles baseados em listas (DataGrid, List, TileList, HorizontalList, etc) responsável pela apresentação dos dados. Portanto, pode-se personalizar a exibição dos dados com a ajuda de item renderers.

Você irá consumir muito tempo trabalhando com item renderers. Então é melhor saber bem como ele funciona.

· Flex Examples – Item Renderers in Practice

· A Deep Dive into Flex 4 Lists and Layouts

7- Acesso remoto a dados

Você conhece muitas aplicações que não interagem com os dados? Eu também não. Saiba como recuperar dados através de HTTPServive, WebService e RemoteObject. A arquitetura do framework Flex também poderá ajudá-lo com isso (ver #9).

· Retrieving and handling data with HTTPService

· Retrieving and handling data with WebService

· Retrieving and handling data with RemoteObject

8- Styling / Skinning

Não vamos nos esquecer que o Flex é uma tecnologia de interface e, como tal, certamente há expectativas em relação ao design. Como um desenvolvedor Flex, você deve ser capaz de personalizar a aparência de seus aplicativos usando estilos CSS, gráficos e/ou skins.

Com o Flex 4, não há mais desculpas. Use um pouco do seu tempo para conhecer de uma vez o lado direito do seu cérebro. É uma excelente mudança de paradigma, e vai ajudá-lo a diferenciar-se dos outros desenvolvedores Flex.

· Flex Style Explorer

· ScaleNine

· Introduction to Flex: Part 3 – Styles & Skins

9- Pelo menos um framework de arquitetura Flex

A maioria dos frameworks de arquitetura Flex impõe uma separação de camadas através da implementação do MVC (model-view-controller). Além disso, esses mesmos frameworks especificam como seu código deve ser organizado dentro do projeto Flex.

Embora muitos argumentariam que os frameworks são desnecessários, acredito que os desenvolvedores Flex se beneficiam em muitos aspectos da experiência de usá-los. Basta assistir ? s técnicas (boas ou más) empregadas por um framework para resolver problemas complexos de arquitetura. Isso contribuirá para seu crescimento como um desenvolvedor Flex.

Além disso, é difícil negar o fato de que a experiência com framework aumentará substancialmente o seu valor comercial como um desenvolvedor Flex. Jesse Warden me disse recentemente “Existem poucas empresas que não usam frameworks, mas isso é raro. Queiramos ou não, está na ‘moda’”. Eu concordo com Jesse.

· Cairngorm

· Parsley

· PureMVC

· Mate

· Swiz

· Robotlegs

10- Ciclo de vida de componentes e display list

Eu não estava convencido da necessidade de aprender o ciclo de vida de componentes Flex ou da display list até que escrevi o meu primeiro componente customizado (na verdade foi um componente semi-customizado que se estendia do componente Canvas). Até essa época eu usava componentes nativos do Flex, usando apenas o MXML enquanto que a display list era renderizada para mim. Em nenhuma vez tive que usar os métodos addChild, createChildren ou commitProperties, e usava o evento creatiomComplete para tudo.

Meu primeiro componente customizado usava uma quantidade enorme de eventos assíncronos, e eu não poderia prever a ordem em que cada evento seria disparado. Só depois que eu aprendi os métodos e variáveis do ciclo de vida dos componentes do Flex que eu pude ter um certo controle.

Estes métodos do ciclo de vida estão lá para serem usados. Saiba como funcionam e use-os para o seu benefício. Sua vida será mais fácil e você perderá menos cabelos.

· Colin Moock’s Lost ActionScript Weekend – The Display List

· Creating New Components in Flex 3

· Diving Deep with the Flex Component Lifecycle

· Understanding the Flex 3 Component and Framework Lifecycle


[1] Expressão americana usada para algo que requer pouco esforço mental ou inteligência para realizar ou compreender

Mai 17

C# – Generics- Artigo easy .net Magazine 11

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 2.0, 4, 6, AR, Artigo, Artigos, Asp.Net, azure, BI, blog, Blogs, C#, Curso, Cursos, custom, dados, demo, DevMedia, Dica, DRE, exemplo, Exemplos, for, html, if, Iniciando, int, Introduções, label, lista, mg, O, on, portal, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, site, Tecnologia, Tema, UI, uint, Visual Studio, window, windows, windows azure @ 05 17th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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easy11A edição número 11 da easy .net Magazine já está disponível no portal DevMedia, a easy .net Magazine é uma revista com conteúdo focado em quem está iniciando na plataforma .net, com uma didática voltada para quem quer entrar na plataforma e gostaria de aprender desde dos recursos mais básicos, como os fundamentos da linguagem C#, introduções ao ASP.NET, acesso a base de dados até tecnologias mais modernas como o Windows Azure, Silverlight e o Windows Phone 7.
A Lista completa das edições lançadas você encontra neste link : Edições da easy .net Magazine
Se você quiser conhecer o conteúdo da revista, a primeira edição é gratuita, acesse através do link:
easy .net Magazine número 1

A edição número 11 traz 4 artigos com conteúdo fundamental para o iniciante na plataforma .net :

  • C# – Generics
  • Entre Bits e Bytes
  • C#, Visual Studio e ASP.NET
  • ADO.NET

Nesta edição da easy .net colaborei com o artigo sobre Generics, com foco em coleções de dados, os gererics são um dos principais fundamentos da programação para a plataforma .NET. O artigo apresentará os motivos pelos quais os Generics surgiram, tratando de operações de Box, Unbox e conversões. Nos exemplos práticos os Generics são demonstrados com coleções, como List e Dictionary. Ao final criaremos uma coleção customizada.

Para acessar o artigo no portal da DevMedia acesse:

C# – Generics- Artigo easy .net Magazine 11

A revista easy .net Magazine 11 você encontra no portal DevMedia no link :

easy .net Magazine 11

Mais informações sobre a revista easy .net você encontra no blog :

http://guintherpauli.blogspot.com/search/label/Easy

Abr 19

AS3 Patterns – Iterator

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Actionscript, app, AR, as3, BI, boolean, class, collection, Curso, dados, demo, Diversos, for, function, git, IE, int, interface, O, on, Outros, pattern, programação, RIA, Ria’s Geral, TAT, Tema, Tree, Twitter, UI @ 04 19th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Na programação orientada a objetos um iterador é um objeto que possibilita o programador a examinar um objeto que contem outros objetos (container).

As semânticas de acesso dos iteradores são fixas e você pode implementar diversos tipos de iteradores de forma desacoplada a partir de uma interface.
Imagine um iterador como um cursor de uma base de dados onde os elementos são acessados sequencialmente (cursor).

Os arquivos utilizados podem ser encontrados em:
https://github.com/wlepinski/as3-patterns/tree/master/Iterator

Basicamente a interface de um iterador pode ser definida como:

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public interface IIterator

? ? function first ():void;
? ? function next ():void;
? ? function isDone ():Boolean;
? ? function currentItem ():*;
? ? function hasNext():Boolean;

Com essa interface podemos prover algumas implementações de iteradores para qualquer tipo de objeto que descreva qual o seu iterador, a interface abaixo será utilizada pelos nosso objetos que podem ser iterados.

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public interface IAbstractList

? ? function createIterator ():IIterator;
? ? function count ():int;
? ? function append ( item:Object ):void;
? ? function remove ( item:Object ):void;

Vamos criar um iterador (ArrayIterator) que implementa a interface IIterator e recebe como parâmetro no construtor um ArrayList que também vamos implementar a seguir:

Implementação do ArrayIterator:

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public class ArrayIterator implements IIterator

? ? public var index:int = 0;
? ? public var list:ArrayList;

? ? public function ArrayIterator ( list:ArrayList )
? ? ? ? this.list = list;
? ?
? ? ? ? ? ?
? ? public function first ():void
? ? ? ? index = 0;
? ?
? ?
? ? public function next ():void
? ? ? ? index++;
? ?
? ?
? ? public function isDone ():Boolean
? ? ? ? return index >= list.count();
? ?
? ?
? ? public function currentItem ():*
? ? ? ? return list.array index ;
? ?
? ?
? ? public function hasNext ():Boolean
? ? ? ? return index < list.count();
? ?
}

Implementação do ArrayList:

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public class ArrayList implements IAbstractList

? ? public var array:ArrayCollection = new ArrayCollection();
? ?
? ? public function ArrayList ()
? ?
? ? ? ?
? ? public function createIterator ():IIterator
? ?
? ? ? ? return new ArrayIterator( this );
? ?
? ?
? ? public function count ():int
? ?
? ? ? ? return array.length;
? ?
? ?
? ? public function append ( item:Object ):void
? ?
? ? ? ? array.addItem( item );
? ?
? ?
? ? public function remove ( item:Object ):void
? ?
? ? ? ? array.removeItemAt( array.getItemIndex( item ) );
? ?
}

Podemos utilizar o iterador de duas formas, em um “for” ou em um “while”:

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var list:IAbstractList;
var iterator:IIterator;

// Utilizando o for????
list = new ArrayList();
list.append( “Array Item 1″ );
list.append( “Array Item 2″ );
list.append( “Array Item 3″ );

iterator = list.createIterator();
? ? ? ?
for ( iterator.first(); !iterator.isDone(); iterator.next() )

? ? trace( iterator.currentItem() );

// Usando while
list = new ArrayList();
list.append( “Array2 Item 1″ );
list.append( “Array2 Item 2″ );
list.append( “Array2 Item 3″ );

iterator = list.createIterator();

while ( iterator.hasNext() )
? ? trace( iterator.currentItem() );
? ? iterator.next();

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