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Dez 19

Desenvolvendo para iOS utilizando Phonegap

Escrito por Stefan Horochovec em apple, AR, bar, BI, C#, Desenvolvimento, empresas, for, html, IE, iphone, Javascript, mobile, O, on, Projetos, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, XP @ 12 19th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Hoje existem diversas plataformas no mundo mobile e cada uma com uma linguagem específica, dessa forma, existe um custo elevado para portar uma mesma aplicação para todas as plataformas, esse custo elevado no desenvolvimento de projetos acaba criando uma barreira muito grande para que pequenas empresas possam usufruir desse ambiente que cresce exponencialmente a cada [...]

Dez 13

Multiple Views com Spring Web MVC

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, apache, app, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, C#, case, class, classe, cliente, código, control, conversor, dados, Design, development, dispatch, Diversos, Documentação, err, exemplo, Ferramenta, Flex, for, framework, Frameworks, Google, handle, html, ide, IE, if, int, interface, internet, j2ee, Java, JSF, library, map, mvc, NaN, O, on, Outros, padrão, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, servidor, site, Software, Spring, SpringFramework, state, string, strings, Sun, tag, TAT, Tecnologia, Tema, tv, Twitter, UI, uint, web, XML, XP @ 12 13th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.

Conceito de Views



Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:

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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors.
*
* Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”);
* you may not use this file except in compliance with the License.
* You may obtain a copy of the License at
*
* http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0
*
* Unless required by applicable law or agreed to in writing, software
* distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS,
* WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied.
* See the License for the specific language governing permissions and
* limitations under the License.
*/

package org.springframework.web.servlet;

import java.util.Map;

import javax.servlet.http.HttpServletRequest;
import javax.servlet.http.HttpServletResponse;

/**
* MVC View for a web interaction. Implementations are responsible for rendering
* content, and exposing the model. A single view exposes multiple model attributes.
*
*

This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of
* Expert One-On-One J2EE Design and Development
* by Rod Johnson (Wrox, 2002).
*
*

View implementations may differ widely. An obvious implementation would be
* JSP-based. Other implementations might be XSLT-based, or use an HTML generation library.
* This interface is designed to avoid restricting the range of possible implementations.
*
*

Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver.
* As this interface is stateless, view implementations should be thread-safe.
*
* @author Rod Johnson
* @author Arjen Poutsma
* @see org.springframework.web.servlet.view.AbstractView
* @see org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceView
*/
public interface View

/**
* Name of the @link HttpServletRequest attribute that contains the response status code.
*

Note: This attribute is not required to be supported by all
* View implementations.
*/
String RESPONSE_STATUS_ATTRIBUTE = View.class.getName() + “.responseStatus”;

/**
* Return the content type of the view, if predetermined.
*

Can be used to check the content type upfront,
* before the actual rendering process.
* @return the content type String (optionally including a character set),
* or

1
null

if not predetermined.
*/
String getContentType();

/**
* Render the view given the specified model.
*

The first step will be preparing the request: In the JSP case,
* this would mean setting model objects as request attributes.
* The second step will be the actual rendering of the view,
* for example including the JSP via a RequestDispatcher.
* @param model Map with name Strings as keys and corresponding model
* objects as values (Map can also be

1
null

in case of empty model)
* @param request current HTTP request
* @param response HTTP response we are building
* @throws Exception if rendering failed
*/
void render(Map model, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws Exception;

}



Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.

JSon e XML



Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.


A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:

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public class Exemplo
private String nome;

public String getNome()
return nome;

public void setNome(String nome)
this.nome = nome;

}



Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:

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@Controller
public class ExemploController

@RequestMapping(“/exemplo/xml”)
@ResponseBody
public Exemplo testando()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“xml”);
return ret;

}



Agora temos uma servlet que responderá por “//exemplo/xml” devolvendo a instância de exemplo que acabamos de criar no método.
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:

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class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>

name=“messageConverters”>
>

bean=“marshallingHttpMessageConverter” />
>

>

>

class=“org.springframework.oxm.xstream.XStreamMarshaller”
id=“xmlMarshaller”>

name=“aliases”>
>

key=“exemplo”>Exemplo
>

>

>
>

id=“marshallingHttpMessageConverter”
class=“org.springframework.http.converter.xml.MarshallingHttpMessageConverter”>

name=“marshaller” ref=“xmlMarshaller” />
name=“unmarshaller” ref=“xmlMarshaller” />
>



O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:

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>
>xml>
>



Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:

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id=“jsonview”
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”>

>



Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:

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private View jsonview;

@Autowired
@Qualifier(“jsonview”)
public void setJsonview(View jsonview)
this.jsonview = jsonview;

@RequestMapping(“/exemplo/json”)
public ModelAndView testandoJson()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“json”);
return new ModelAndView(this.jsonview, “response”, ret);



Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:

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“response”:
“nome”:”json”

}


Conclusão

Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.

Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 12

Vídeo Wall para KF Carnes

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, Adobe Flex, AR, BI, busca, C#, class, classe, classes, cliente, consultoria, Curitiba, ide, IE, if, image, int, mg, monitor, O, on, PHP, Projetos, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, tag, TAT, Tema, tv, UI, Vídeo @ 12 12th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Em parceria com a TVD Plus desenvolvi um sistema de tabela de pre?os para exibi??o em solu??es de V?deo Wall.

V?deo Wall consiste em m?tliplos monitores, projetores ou televisores colocados um ao lado do outro servindo como uma grande ?nica tela.

A KF Carnes, a?ougue tradicional de Curitiba, atende o p?blico das classes A e B com carnes de alto padr?o de qualidade e alto valor agregado.

Em busca de melhorar o ambiente de atendimento ? clientes e modernizar a casa de carnes, a KF foi atr?s de uma solu??o de V?deo Wall para substituir a antiga tabela de pre?os.

A solu??o da TVD Plus para a KF Carnes foi a instala??o de 4 televisores de 42″ ligados a um ?nico computador onde estaria rodando v?deos institucionais da casa intercalados com a tabela de pre?os.

A exig?ncia do projeto era permitir a atualiza??o da tabela de pre?os ao mesmo tempo que as balan?as sofriam atualiza??es, evitando assim transtornos com diferen?as de pre?os entre a tabela para os clientes e o pre?o na balan?a, e com isso evitar o retrabalho de atualizar na balan?a e manualmente atualizar pre?o a pre?o na tabela para os clientes.

Com a constante varia??o do dolar, moeda base para o pre?o da arroba do boi, era de extrema import?ncia que o sotware suportasse v?rias atualiza??es de pre?o durante o dia.

O projeto todo teve dura??o de 20 dias desde a sua concep??o ? sua instala??o e homologa??o.

Hoje com os televisores instalados e com o software em produ??o, a KF Carnes oferece ? seus clientes um ambiente ainda mais agrad?vel e moderno, mantendo-se ? frente de seus concorrentes.

O seu estabelecimento continua mostrando o seu card?pio / tabela de pre?os com fotos embassadas e com pre?os fixos? Entre em contato comigo.

Dez 8

JQuery: Compatibilidade de CSS com utilização de cssHooks.

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, action, api, AR, BI, blog, browser, C#, código, css, css3, custom, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, development, Dica, Diversos, efeito, efeitos, err, exemplo, explorer, Ferramenta, filter, for, function, html, IE, if, image, int, internet, Introdução, Java, Javascript, JQuery, lógica, Microsoft, NaN, O, object model, on, Outros, padrão, problema, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, TAT, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 12 8th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Introdução

Um desafio de todo desenvolvedor html é manter o seu site compatível com todos os browsers ( em especial o Internet Explorer ), devido as limitações e detalhes na implementação de cada um, isso é um fato inegável, e qualquer um que ja tentou um dia desenvolver alguma coisa em html sabe disso.

Em projetos pequenos podemos tomar conta disso sem a necessidade de nenhuma ferramenta extra, entretanto com o? crescimento? do projeto? a tendência ? é que estes trechos de códigos para manter a compatibilidade fiquem tão grande quanto o código do próprio site em si, tornando difícil de manter e etc.

jQuery

Nesta hora é importante conhecer as ferramentas que existem para ajudar o desenvolvimento, e utiliza-las de maneira correta. Uma ferramenta importante no desenvolvimento html é o jQuery.

Para quem não sabe o que é, o jQuery é uma biblioteca javascript que facilita a manipulação do DOM ( Document Object Model ) html, ou seja, facilita a manipulação da sua página html.

Para entender melhor do que este post se trata é necessário ter um conhecimento básico da biblioteca jQuery

Hooks

Muitos dos métodos get e set do jQuery podem ser extendidos para casos especiais, estas extensões são conhecidas como hooks. O namespace $.cssHooks permite extender o método .css(), permitindo criar novas propriedades de CSS.

Os hooks podem ser utilizados como uma solução elegante para a compatibilidade de CSS em diferentes browsers, por exemplo, a propriedade text-shadow do CSS3 não é suportada pelo Internet Explorer, portanto o código abaixo não funcionará no IE:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(text-shadow: ‘#00ff00′);
  3. });

Este código aplica um glow verde em todos os elementos H3 do documento HTML, porém não funciona no IE.

CSS Hooks

Mas nós podemos criar uma nova propriedade css, e internamente tratar o caso do IE. Vamos chamar a nova propriedade de glowColor:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. (function($)
  2. var div = document.createElement(‘div’);
  3. $.support.textShadow = div.style.textShadow === ”;
  4. $.support.filter = div.style.filter === ”;
  5. div = null;
  6. if ($.support.textShadow)
  7. $.cssHooks.glowColor =
  8. set: function(elem, value)
  9. if (value == ‘none’)
  10. elem.style.textShadow = ”;
  11. else
  12. elem.style.textShadow = ’0 0 2px ‘ + value;
  13. }
  14. };
  15. }
  16. else
  17. $.cssHooks.glowColor =
  18. set: function(elem, value)
  19. if (value == ‘none’)
  20. elem.style.filter = ”;
  21. else
  22. elem.style.zoom = 1;
  23. elem.style.filter =
  24. ‘progid:DXImageTransform.Microsoft’ +
  25. ‘.Glow(Strength=2, Color=’ + value + ‘);’;
  26. }
  27. };
  28. }
  29. })(jQuery);

Este código cria uma propriedade dentro do namespace .cssHooks chamada glowColor, esta propriedade possui uma função set específica para o caso do IE e outra para o caso dos outros browsers. A lógica deste código é basicamente, verificar se possui suporte ao textShadow, caso sim,? define? uma função set que altera o atributo elem.style.textShadow com a cor do parâmetro, caso não, define uma função que altera a propriedade elem.style.filter com um filtro especifico utilizando a cor do? parâmetro.

Agora podemos aplicar o efeito através do código

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. $(document).ready(function()
  2. $(‘h3′).css(glowColor: ‘#00ff00′);
  3. });

Conclusão

O lado bom de criar um cssHook no jQuery para o problema de descrito é que o código que trata a compatibilidade fica oculto do desenvolvedor, ele não precisa se? preocupar? com isso, o foco é no código que? constrói? a pagina unicamente. Esta? estratégia pode ser aplicada para outros diversos efeitos e manipulações, criar uma serie de hooks para tratar este tipo de coisa e etc. O lado ruim no meu ponto de vista é que estamos criando propriedades novas, que são desconhecidas pelos outros desenvolvedores e etc, portanto um novo desenvolvedor iria demorar para aprender todas customizações e suas funções, uma dica é tentar manter os nomes semelhantes ao padrão.

Por @thiagoofelix

Referências

  • Learning jQuery, Third Edition
  • jQuery API
Nov 25

Voltando ao mundo HTML+JS e agora?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, app, AR, Arquitetura, auto, back, BI, blog, browser, C#, chrome, css, css3, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvimento, Design, Dica, err, Excel, firefox, flash, Flex, fonte, fonts, for, git, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, layout, Linux, Livro, Mate, Mercado, mg, mvc, NaN, novidade, Novidades, O, on, Pessoal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, tag, TAT, Tema, Twitter, UI, UX, vs, web, web design, XP @ 11 25th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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N?o adianta chorar o leite derramado, depois que a Adobe lan?ou as ?ltimas not?cias vemos que o mercado indo de vez para o HTML5 e n?o adianta reclamar, daqui para frente mais projetos ir?o demandar conhecimentos em HTML5 (novas tags), Javascript e sobre as novidades do CSS3.

Voltando ao mundo HTML teremos que voltar inevit?velmente ao uso do Javascript, mas ao menos a boa not?cia hoje ? que diferente de anos atr?s temos dispon?veis boas bibliotecas javascript para nos ajudar na dif?cil tarefa de fazer uma aplica??o (que tente) funcionar em todos os principais web browsers do mercado (Google Chrome, Mozilla Firefox e o tem?vel IE)

Quanto ao Javascript, hoje pelo que tenho visto ? quase imposs?vel se falar em javascript sem associar ao JQuery, que ajuda muito a criar um c?digo mais limpo e organizado e at? podemos dizer, sofrer menos com o uso do javascript.

Sobre Javascript e JQuery recomendo os respectivos materiais para observar:

The JQuery Essentials

Aos que ficaram interessados pelo JQuery o @bielversallini mandou uma dica muito boa de curso web de JQuery, o jQuery Air, tamb?m jQuery Fundamentals e Livro fundamentos de jQuery 100% traduzido para pt-BR

jQuery Proven Performance Tips & Tricks, 2011

Confesso que desanimei ao ver esta apresenta??o, pois basicamente todos os recursos que gostei no JQuery s?o os mais lentos e recomendados para que n?o sejam usados a menos que n?o haja outra alternativa ou extremamente necess?rios.

jQuery & Responsive Web Design

Excelente dica de como projetar uma p?gina/sistema que se adeque as dimens?es dispon?veis (por alguns este recurso ? chamado de layout fuido/adaptativo). Como estou falando sobre layout recomendo olhar tambem o Knockout.js que possui recursos interessantes para auxiliar na defini??o da view.

Agora para falar a verdade mesmo o melhor material sobre desenvolvimento HTML+JS que vi que o autor foi real e sincero sobre o tema ? o respectivo abaixo:

Taking JavaScript Seriously (feat. Backbone.js)

Como ? dito nos slides, o javascript n?o ? a melhor linguagem do mercado, ela foi escrita em 10 dias, possui muitas defici?ncias, mas temos que aprender pois n?o temos nenhuma outra op??o.

Outro detalhe que me chamou aten??o e achei muito ?til foi a apresenta??o do Backbone.js como uma alternativa para suprir a necessidade de organizar o c?digo em algo que tenta ser o mais pr?ximo poss?vel do MVC.

Mas e sobre arquitetura aplica??es de larga escala? Bom recomendo observar este material abaixo, o qual indica as boas prat?cas de mercado e atuais recursos dispon?veis:

Large-scale JavaScript Application Architecture

Cheguei at? esta apresenta??o atrav?s deste post.

Aten??o este texto a seguir expressa minha oponi?o pessoal

Sinceramente esta apresenta??o foi o santo gral da agonia, pois para mim se trata de uma regress?o tecnol?gica brutal, irei mudar esta minha opini?o no dia em que, eu consiga ter uma arquitetura com um mesmo n?vel que possuo hoje com Adobe Flex + Swiz, como a descrevi neste post, quando este dia chegar (se ? que vai) irei dizer que podemos ent?o come?ar a pensar em utilizar o HTML+JS para solu??es corporativas.

E vamos a luta, retornando ao velho mundo do HTML, por alguns chamados de revolucion?rio mundo do HTML5…

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Veja também:

  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • Moto elétrica da Mavizen atinge 210 Km/h e vem equipada com Linux e WiFi
  • Elly Tran Ha, sexy blogger do Vietnã
  • FontStruct : precisa de uma fonte diferente?
Nov 12

Até logo, eBehavior – Inteligência para eCommerce

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, Behavior, BI, C#, class, cliente, Desenvolvedor, Dica, DRE, email, err, Ferramenta, for, Geral, IE, if, image, int, Liderança, Mercado de Trabalho, mg, Motivação, O, on, Partilha, Pessoal, produto, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, team, Tema, Twitter, UI, Ved, vs @ 11 12th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Por decis?es pessoais e por n?o mais compartilhar do mesmo sonho, estou me desligando com muito pesar da eBehavior.

Foi um ano de muito aprendizado, v?rias amizades feitas e principalmente de muito trabalho.

Sinto tremendo orgulho e honrado por ter passado por todas as ?reas da empresa, entrei como desenvolvedor onde pude conhecer por dentro a magia da recomenda??o acertiva de produtos e cross-intelligence que a eBehavior tem. Com o crescimento do time de dev assumi a Coordena??o da equipe e gerenciamentos dos projetos, onde melhorei o meu gerenciamento de pessoas, prazos, escopos e riscos que envolvem projetos de alta escalabilidade e disponibilidade como os da eBehavior. A empresa continuou a crescer ent?o assumi com orgulho a posi??o de Gerente de Produto com a grande responsabilidade de ditar o direcionamento dos produtos da eBehavior que cumpri com muita dedica??o e chatisse com os devs para o conseguirmos o melhor para o cliente, e ? uns dois meses atr?s com a sa?da do diretor comercial, assumi a responsabilidade de atuar frente aos clientes os ajudando no entendimento das ferramentas, na melhor configura??o e otimiza??o delas para suas lojas, estudando e entendendo cada empresa, cada loja, cada consumidor para essa otimiza??o. Foi um ano muito intenso para mim e para todos que estavam ao meu lado.

Agrade?o enormemente ao Andr? pela oportunidade de ter participado do projeto eBehavior durante esse um ano e principalmente por ter tido a possibilidade de passar de ponta a ponta na empresa.

Saio com a grata sensa??o de dever cumprido e desejando muito sucesso a esse time de guerreiros da eBehavior. Que um dia ir? mudar o rumo do ecommerce brasileiro e mundial.

Meus planos s?o de continuar atuando como desenvolvedor e consultor para eCommerce, uma ?rea que me aprofundei muito durante esse um ano de casa.

Deixo aqui o meu muito obrigado a todos com que eu conversei pessoalmente, por telefone, por email e at? para quem n?o conheci mas que de alguma forma participou do meu trabalho. Pois cada um de voc?s contribuiram de forma significativa para o meu crescimento pessoal e profissional.

Mais uma vez, obrigado e at? logo!

Igor Musardo

Nov 11

Minha opinião atual sobre a “Morte do Flash”

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Ajax, Android, api, AR, Arquitetura, back, BI, blog, Blogs, browser, C#, class, cliente, css, css3, demo, Desenvolvimento, entrevista, err, facebook, Ferramenta, flash, Flash Player, for, game, git, html, html5, ide, IE, image, int, internet, jandersonfc, jandersonfc.com, Java, Javascript, jogo, Jogos, Mercado, mg, mobile, O, on, player, Projetos, prova, pt, Redes Sociais, Revistas, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, Sun, Tecnologia, Tema, tendencia, Teste, Twitter, UI, vs, web, zend @ 11 11th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Nesses ?ltimos dias a internet est? virada em um caos depois dos boatos e anuncio da “Morte do Flash” (descont?nuo do Flash Player para disposit?vos m?veis, leia-se smartphones e tables Android/RIM), todo um medo gerado pelo combo da not?cia com a demiss?o de 750 funcion?rios da Adobe (EUA e Europa)

Minha real opini?o ? a seguir:

No mais, os projetos continuam, novos desafios est?o surgindo, novas oportunidades de ganhar dinheiro continuam aparecendo constantemente, nada de mimimi, bora usar HTML5, e que tecnologia for…

Roubando a frase do @jandersonfc disse no final desse post: As tend?ncias s?o suas aliadas

“Tecnologia, Ferramentas e metodologia s?o o meio, dinheiro no bolso ? o fim”

Se voc? ainda est? preocupado sobre a tal morte do Flash no mobile, recomendo ler o post: Adobe desiste do Flash Player plug-in para dispositivos m?veis do @igorcosta e reflita no seu texto.

Agora se voc? j? estava jogando a toalha achando que o Flash j? era, se voc? estava fechando o “caix?o”, pode executar um rollback ai, pois ontem (10/11/2011) foi disponibilizado o novo Flash Player 11.1 e AIR 3.1. Tenha em mente que a plataforma Flash ainda ter? um bom tempo de vida. Motivo banal pelo qual n?o ir?o conseguir matar o Flash, digo que talvez esse mundo mobile tenha at? que readerir ao Flash : games, ainda mais agora com o novo suporte a acelera??o gr?fica e a 3D. Outro grande motivo, se “matarem” o Flash Player hoje haver? uma revolta mundial dos jogadores do jogos do Facebook e demais redes sociais, tamb?m sabemos que o HTML5 est? a anos luz de dist?ncia da maturidade e capacidade do Flash Player atual, ent?o o Flash Player n?o morrera.

Algo que eu tenho em mente, quando penso no assunto, eu lembro da mesma agita??o que foi na ?poca do Ajax, no final aqui estamos n?s usando o Flash ao invez do Ajax para desenvolver sistemas robustos. O HTML5 para sites e algumas outras coisas at? que j? tem como utilizar, mas creio que vamos chegar na mesma situa??o que nos deparamos a alguns anos atr?s e recorreremos a algo como o Flash que ? mais robusto para desenvolvimento de sistemas.

Algu?m me diz como ? que eu fa?o uma arquitetura organizada, com pacotes no JavaScript?

Algu?m sabe se existe alguma maneira de trabalhar com IoC no JavaScript?

Fora outras quest?es para as quais n?o tenho resposta de como fazer usando HTML5 + JS + CSS3

Lembrando que a compatibilidade crossbrowser do HTML5 ? um pesadelo [mobile] [web browsers teste] [demos teste]

N?o estou dizendo que sou contra o HTML5, mas hoje ele ainda ? muito imaturo para desenvolver, leia bem: sistemas

E como n?o devemos nos apegar a tecnologia alguma, muito menos rejeitar qualquer outra que o mercado est? aderindo, recomendo o HTML5 Rocks para quem quizer estudar o HTML5.

No mais, n?o se desespere com as not?cias que voc? l? na internet, mas mantenha-se sempre atualizado, pois quem escolhe que tecnologia voc? ir? utilizar no pr?ximo projeto, provavelmente ser? o seu cliente, pedindo se roda no iPad…

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Veja também:

  • Flash Mobile 10 – Para Outubro de 2009
  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • Flash Player 10.1 : entrevistas e demos
  • Adobe Flash suporte completo para dispositívos móveis a caminho : agora vai
  • HTC Hero: primeiro dispositivo com Android e Flash
Out 24

Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, Adobe, Air, Android, app, AR, arte, BI, blog, C#, Catalyst, class, Curso, Cursos, demo, Design, designer, Diversos, efeito, efeitos, empresas, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiência do Usuário, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, for, futuro, game, html, html5, IE, if, image, imagens, impressão, int, interface, lista, Mercado, mg, mobile, novidade, Novidades, O, on, Opinião, Outros, Palestra, Palestras, photoshop, Projetos, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, screencasts, social, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, Touch, Twitter, UI, UX, web, XP, zend @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.

Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.

E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possível, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.

Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatível Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….

Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.

Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.

Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladíssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.

Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.

Photoshop:

A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post

UX:

Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post

Design:

A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.

Novidade:

A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html


Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!

Set 26

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 2

Escrito por Edgard Davidson em 1, 2.0, 4, 6, Agile, AR, arte, auto, back, blog, C#, camp, class, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, e-learning, event, Evento, Eventos, for, game, gestão, ide, IE, if, image, int, jogo, Jogos, lite, Livro, Mate, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Sun, TAT, Tema, UI, UX, XP, zend @ 09 26th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal.

Este ? o segundo post de uma s?rie de post's que estou fazendo, em formato de resenha. Como partida, estou lendo o livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders e sintetizando ele aqui. Confira aqui a parte 1.

Teoria dos sistemas complexos


A teoria dos sistemas complexos ? uma teoria advinda da matem?tica que se concentra em entender porque alguns tipos de sistemas s?o est?veis e porque alguns outros tipos n?o s?o. Levando para o campo de desenvolvimento de software a referida teoria nos ajuda a explicar porque alguns projetos s?o est?veis e porque outros n?o s?o.

Desenvolvimento de software pode ser visto como um sistema complexo adaptativo, onde as intensas intera??es e feedbacks fornecem oportunidade de melhoria aprendizado e conhecimento.

MULTIDISCIPLINARIDADE

A ideia de segregar pessoas que fazem trabalhos diferente oferece um impacto negativo ? performance da organiza??o. Esse tipo de segrega??o promove silos/feudos funcionais que dificultam a comunica??o e a amplifica??o do aprendizado e conhecimento na dimens?o ontol?gica da organiza??o (veja a teoria da cria??o do conhecimento). Corroborando com os princ?pios do manifesto ?gil, a teoria da complexidade tamb?m ? a favor da forma??o de equipes multidisciplinares.

O CORPO DE CONHECIMENTO DE SISTEMAS

N?o h? uma ?nica defini??o gen?rica para explicar a complexidade, cada sistema ? diferente, peculiar e por vezes suas defini??es s?o complementares, as vezes sobrepostas e as vezes contradit?rias. No entanto, existem v?rios estudos que se concentram em diferentes ?reas e que trouxeram uma contribui??o significativa para o campo dos sistemas complexos: Entre esses estudos est?o: a teoria evolucion?ria (evolutionary theory), a teoria dos jogos (game theory) a teoria do caos (chaos theory), a teoria dos sistemas din?micos (dynamical systens theory), entre outras. A figura abaixo apresenta o corpo de conhecimento de sistemas.

SIMPLICIDADE: UM NOVO MODELO

“Simplicidade normalmente est? relacionada com peso (o qu?o dif?cil ?) para algu?m tentar explicar ou entender algo. Qualquer coisa que ? f?cil de entender ou explicar ? simples, em contraste com algo complicado.”

Antes de discutir simplicidade, faz-se necess?rio entender cada terminologia abaixo:

  • Simples: f?cil de entender
  • Complicado: muito dif?cil de entender
  • Ordenado: totalmente previs?vel
  • Complexo: um pouco previs?vel (mas com muitas surpresas)
  • Ca?tico: completamente imprevis?vel

Na literatura, alguns modelos diferenciam a referida terminologia, como os modelos de David Snowden, que descreve um modelo contendo quatro dom?nios(simples, complicado, complexo e ca?tico) e modelo de Ralph Stacey que cria algo similar. Ele mostra o simples, complicado, complexo, e ca?tico, como quatro ?reas com base em duas dimens?es: o grau de concord?ncia e o grau de incerteza.

A NOVA ERA: PENSAMENTO COMPLEXO (COMPLEXITY THINKING)

Quando voc? aplica a teoria de sistemas complexos (complex systems theory) em desenvolvimento e gerenciamento de software, voc? est? tratando sua organiza??o como um sistema.

A din?mica do sistemas(System dynamics) – n?o confunda com a teoria dos sistemas din?micos(dynamical systems theory), foi uma das primeiras t?cnicas criadas para mostrar como eventos aparentemente simples podem causar comportamentos inesperadas na organiza??o.

A System dynamics percebe a organiza??o como uma estrutura interligada e mutuamente dependente das partes. A System dynamics tem ajudados os gestores ? melhorar sua compreens?o dos processo de neg?cio.

Uma outra t?cnica similar ? chamada de pensamento sist?mico (systems thinking), popularizada no livro The Fifth Discipline (que tamb?m pretendo fazer resenhas dele aqui no blog :) ). Essa t?cnica aborda o entendimento de como o pensamento influencia o outras partes como um todo e defende que o primeiro passo para se tornar uma organiza??o de aprendizagem ? ela compreender, como um sistema hol?stico, o que ela faz e como realmente faz.

O estudo da complexidade em sistemas sociais ? chamado de complexidade social (social complexity). A complexidade social ? o estudo de grupos sociais em sistemas adaptativos complexos.

System dynamics e systems thinking percebem a n?o linearidade, mas eles ainda partem da ideia que, de alguma forma, a alta ger?ncia constr?i o “tipo certo” de organiza??o que produz o “tipo certo” de resultado. Entretanto, atualmente os gestores percebem que para gerenciar a complexidade social, eles precisam entender como as coisas “emergem” e n?o como elas s?o “constru?das”. O modelo de gest?o 3.0 aplica o pensamento complexo (complexity thinking) e assume que os gestores n?o podem construir nem dirigir uma equipe auto-organizada. Em vez disso, a equipe deve emergir naturalmente. O modelo reconhece que organiza??es produtivas n?o s?o gerenciadas dirigidas por modelos e planos. Em vez disso, deve emergir atrav?s do poder da evolu??o da auto-organiza??o.

Obs: Para mim esses assuntos s?o complicados. Portanto, sinta-se a vontade para criticar, corrigir ou acrescentar valor nos coment?rios.

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

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