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Nov 6

Expression Studio 4 – Artigo .Net Magazine 79

Escrito por Alexandre Tadashi em .Net Magazine, 1, 4, 6, AR, Artigo, blog, Blogs, class, comunidade, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Desenvolvimento Web, Design, designer, DevMedia, Dica, err, etica, Experiência do Usuário, expression, Ferramenta, Google, html, IE, if, image, int, lista, mg, Microsoft, Microsoft Expression, NaN, O, on, prototipagem, RIA, Ria’s Geral, silverlight, site, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 11 6th, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Este artigo trata de um overview da mais nova versão das ferramentas contidas no pacote Microsoft Expression. Lançado recentemente, o Expression 4 possui importantes ferramentas para o dia-a-dia do desenvolvedor, designer e híbridos (profissionais que atuam tanto na criação e concepção de conceitos e design, até navegação, experiência do usuário e desenvolvimento da aplicação e/ou websites).

Escrevi o artigo junto com o Fernando Martin (Caverna), evangelista de desenvolvimento web com foco em ferramentas e prototipagem, integrante de time de de especialistas e comunidades da Microsoft Brasil.

Saiba mais:  http://www.devmedia.com.br/post-18487-Revista–net-Magazine-Edicao-79.html

Twitter: @atsh2

Out 13

O papel do Arquiteto de Informação

Escrito por DClick Team em análise, AR, Arquitetura, arte, Artigo, BI, class, cliente, comunicação, cultura, Curso, Cursos, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Dica, Documentação, empresas, exemplo, Experiência do Usuário, filtra, for, Formação, Geral, git, IE, if, int, mudanças, O, on, problema, problemas, processo, produto, prototipagem, protótipo, Ria’s Geral, tag, TAT, Twitter, UI, user experience, UX, Ved, XP, zend @ 10 13th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Antes de iniciar o artigo é importante que tenhamos em mente que a disciplina denominada “Arquitetura de Informação” não é algo novo, não está relacionada exclusivamente ao universo digital e principalmente não é apenas a geração de wireframes.

Com base nessa afirmação, vamos abordar de forma prática o papel dos Arquitetos de Informação dentro dos ambientes corporativos. Isso porque é muito comum vermos nas organizações profissionais híbridos, ou seja, aqueles que atuam em mais de uma disciplina ao mesmo tempo.

Tendo em vista que no Brasil o cargo de Arquiteto de Informação é algo relativamente novo (aproximadamente 8 anos) e que os cursos de formação de profissionais ainda estão testando as metodologias e disciplinas que farão parte da grade curricular. Isso porque essa é uma profissão que é formada pelas mais diferentes especialidades, como por exemplo, designers e bibliotecários. E estamos em um processo de análise dos benefícios da presença dessa etapa no desenvolvimento das soluções, bem como tentando demonstrar aos clientes que ao se planejar e testar com aquele que será o usuário final o resultado final é mais seguro no ponto de vista das expectativas.

As vantagens de adotar os processos de Arquitetura de Informação podem ser sentidas durante todo o ciclo de desenvolvimento de uma solução. Isso porque além de entender realmente o que o cliente deseja e poder propor melhores soluções para uma determinada necessidade, todos os envolvidos (arquitetos, designer, desenvolvedores, gerentes de projeto, clientes e usuários) conseguem ter a visão do todo.

Ao ter a visão completa do projeto, fica muito mais fácil e seguro levantar o escopo do projeto, o esforço de cada uma das disciplinas, fazendo com que tanto o cliente quanto o fornecedor tenham uma visão clara da solução.

Claro que isso não significa que o projeto está “engessado”, afinal ao longo do desenvolvimento podem ser levantadas novas necessidades, surgimento de questões técnicas e reavaliação por parte dos envolvidos com a finalidade de melhorar a experiência do usuário (UX – User Experience).

Um dos principais equívocos por parte das organizações está em atrelar o trabalho do Arquiteto de Informação apenas a entrega dos wireframes (protótipos estáticos ou navegáveis), afinal esse tipo de documentação é apenas uma representação física que servirá de apoio para que os conceitos construídos sejam transformados em algo mais tangível e permita um melhor entendimento de todos os envolvidos.

O papel do Arquiteto de Informação é principalmente entender e garantir que as funcionalidades principais não sejam prejudicadas por fatores externos. Ou seja, é importante termos em mente que principalmente em produtos virtuais, onde o custo de produção é completamente diferente de um item físico e as possibilidades de mudanças e implementação de novos recursos são vistos como algo extremamente simples e sem impactos, manter o foco naquilo que é importante para o usuário é fundamental.

Sabemos que é complicado manter um profissional alocado tempo integral em um projeto, contudo devemos lembrar que a melhor forma de garantir a manutenção da estratégia que foi concebida é permitindo que a comunicação entre os membros da equipe e o Arquiteto de Informação possibilitando uma visão filtrada das necessidades apresentadas pelo cliente e permitindo uma comunicação fluída.

Outra estratégia que algumas empresas adotam é de colocar um profissional que faz a “ponte” entre o cliente e o Arquiteto de Informação. Isso pode gerar algum ruído na comunicação e posteriormente problemas no entendimento das reais necessidades do cliente e principalmente daqueles que serão os reais usuários da solução. Por isso recomendamos que haja um processo de imersão do Arquiteto dentro do cliente para que ele possa vivenciar a cultura daquela organização e assim entender os problemas e os tipos de recursos que são de conhecimento geral dos usuários.

Ao conhecer a cultura da organização e o perfil dos usuários, o processo de construção do conceito que será adotado se torna mais ágil e assertivo.

Agora que conhecemos um pouco do papel do Arquiteto de Informação trataremos nos próximos posts sobre os dois programas de prototipagem mais utilizados na atualidade .

Mai 21

Pós Graduação UNA- Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, 6, Access, Adobe, Adobe Flex, Agile, Air, análise, app, AR, Arquitetura, auto, back, Banco de Dados, bar, BI, break, busca, camp, class, classe, classes, cliente, código, configuração, control, css, css3, cultura, Curso, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento RIA, Desenvolvimento Web, Design, Desktop, development, Draw, err, Estilo, Experiência do Usuário, Ferramenta, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, geo, gestão, git, Google, Gráfico, guias, html, html5, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, JavaFX, Javascript, JQuery, map, maps, Mercado, Mercado de Trabalho, mg, mvc, NaN, O, on, Opinião, Orientação, Orientação a Objetos, polimorfismo, print, problema, problemas, processo, produto, programação, Projetos, prototipação, prototipagem, protótipo, prova, pt, Qualidade de Software, rails, Reflection, RIA, Ria’s Geral, Rich Internet Application, ruby, ruby on rails, Scrum, silverlight, site, socket, Software, Sun, tag, Tecnologia, Tema, Teste, Testes Automatizados, Twitter, UI, UML, usabilidade, utf8, validação, Vários, web, Web Service, web services, Workshop, xhtml, XP @ 05 21st, 2010 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Pós Graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis

Objetivo do Curso

O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis tem como objetivo principal especializar profissionais para o desenvolvimento de softwares de qualidade. Este curso busca capacitar os participantes para uma visão abrangente e atualizada de engenharia de software e, em especial, capacitá-los em métodos ágeis focalizando nas tecnologias correntes para o desenvolvimento de software. O curso contempla tópicos como métodos ágeis, programação orientada a objetos, padrões de projeto, engenharia de requisitos ágeis , usabilidade, arquitetura e teste de software bem com o desenvolvimento aplicações WEB e RIA (Rich Internet Application). Durante o curso, os alunos exercitarão práticas ágeis integradas às outras disciplinas, proporcionando a transversalidade de conhecimento entre os conteúdos. No final, o aluno estará capacitado a implantar, integrar, liderar equipes ágeis de desenvolvimento de software aplicando técnicas e tecnologias atuais de mercado.

Público Alvo

Profissionais de nível superior das áreas de Sistemas de Informação, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Engenharia que atuam no mercado e que desejam se especializar no desenvolvimento de software com qualidade, flexibilidade e visando o máximo retorno sobre o investimento nos projetos de software, ampliando seus conhecimentos nas metodologias, tecnologias e processos que suportam o desenvolvimento ágil de software.

Resultados Esperados

O resultado esperado do curso é que no final o aluno esteja capacitado a:

  • Identificar quais são as vantagens e desvantagem de se adotar uma abordagem formal ou ágil para desenvolvimento de software.
  • Implantar processos ágeis em equipes de desenvolvimento de softwares, aplicando práticas ágeis no dia a dia do desenvolvimento e possibilitando que o conceito de auto-gerenciamento funcione.
  • Liderar equipes que utilizam métodos ágeis de desenvolvimento.
  • Gerenciar projetos com práticas ágeis como o Scrum.
  • Desenvolver projetos de software em um em equipes ágeis com tecnologias Web e de Rich Internet Application (RIA)
  • Ser um profissional crítico, formador de opinião, que entenda de tecnologia, e que estejam capacitados a integrar equipes ágeis contribuindo para a melhoria da qualidade de software nacional.
  • Agregar valor no produto de software por meio da Integração disciplinas de engenharia de requisitos, usabilidade, padrões de projeto, arquitetura e teste de software

Diferenciais do Curso

Entre os principais diferenciais do curso de Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis da UNA está no seu corpo docente, composto por professores com ampla vivência no mercado de trabalho, sua grade curricular composta de disciplinas teóricas e práticas, com conteúdo em acordo com as exigências do mercado, sintonizado com o pensamento ágil, e, sobretudo, que é o único curso pós graduação lato senso em Engenharia de Software de Belo Horizonte totalmente focado na filosofia ágil.

Estrutura Curricular

(mais…)

Dez 8

Prototipagem: Balsamiq Mockups + Napkee

Escrito por Edgard Davidson em Balsamiq Mockups, Flex, Napkee, prototipagem, Vídeos @ 12 8th, 2009 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Para dar início ao assunto de prototipagem com Balsamiq Mocups e Napkee, vejam o vídeo abaixo:

A prototipagem é uma técnica utilizada na durante o Levantamento de Requisitos  com a única finalidade de demonstrar o que foi entendido com relação aos requisitos levantados. O protótipo são construídos para facilitar o esclarecimento de certas pontos vitais para o sucesso de um produto. Os protótipos podem ajudar na modelagem do problema quanto da solução por meio de um experimento rápido e ilustrativo. Autores de livros de  Engenharia de Software pregam que os protótipos devem ser descartáveis, com rápida construção e não devem ser reaproveitados, da mesma forma na construção civil-se  utiliza de maquetes. Para fazer a participação você poderá utilizar:

  • Desenhos à mão livre, em papel. Ideal quando você está conversando diretamente com o cliente.
  • layout alfanuméricos feitos em editor de texto e planilhas eletrônicas.  Para demonstrar saídas de relatórios.
  • Desenhos feitos com uma ferramenta de desenho técnico.
  • Telas feitas em ferramentas exclusivamente de prototipagem, como MS Visio, Balsamiq Mockups ou até mesmo PowerPoint (mais chato!) .
  • Telas desenhadas em um ambiente de desenvolvimento RAD.
  • Telas desenhadas no ambiente definitivo de implementação.

O Balsamiq Mockpus é uma ferramenta voltada para fazer prototipação. De certa forma, o Balsamiq já é uma ferramenta bastante conhecida pela comunidade Flex, RIA. O Napkee é uma ferramenta que possibilita que você exporte os arquivos BMML gerados pelo Balsamiq Mockups e gere HTML/CSS/JS e Adobe Flex 3 ou como diz o próprio slogan do produto “Make your mockups come alive!” O Balsamiq Mockups possui um estilo de visualização “lúdico”, que deixa claro que a interface apresentada é apenas um protótipo ou mockups (maquetes).

Telas Balsamiq MockupsTelas Balsamiq Mockups

No Napkee é possível importar os aquivos bmml gerados pelo Balsamiq. O Napkee fornecesse a a possibilidade de exportar para HTML/JS/CSS. A figura abaixo demonstra o preview em HTML do protótipo construído no Balsamiq.

Telas Napkee em HTMLTelas Napkee em HTML

E a figura abaixo demonstra o preview em Adobe Flex 3 do protótipo construído no Balsamiq.

Telas Napkee em FlexTelas Napkee em Flex

Vídeo oficial Balsamiq Mockups

Vídeo oficial Napkee:

Outros post’s  sobre o assunto:

  • Balsamiq Mockups – Uma ferramenta simples e poderosa
  • Balsamiq Mockups: solução entre protótipos de alta e baixa fidelidade
  • Balsamiq Mockups: ferramenta para fazer protótipos de telas
Nov 14

Prototipagem: Balsamiq Mockups + Napkee

Escrito por Edgard Davidson em Balsamiq Mockups, Flex, Napkee, prototipagem, Vídeo, Vídeos @ 11 14th, 2009 | via http://edgarddavidson.com | 1 comentário
Edgard Davidson
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Para dar início ao assunto de prototipagem com Balsamiq Mocups e Napkee, vejam o vídeo abaixo:

A prototipagem é uma técnica utilizada na durante o Levantamento de Requisitos  com a única finalidade de demonstrar o que foi entendido com relação aos requisitos levantados. O protótipo são construídos para facilitar o esclarecimento de certas pontos vitais para o sucesso de um produto. Os protótipos podem ajudar na modelagem do problema quanto da solução por meio de um experimento rápido e ilustrativo.

Autores de livros de  Engenharia de Software pregam que os protótipos devem ser descartáveis, com rápida construção e não devem ser reaproveitados, da mesma forma na construção civil-se  utiliza de maquetes.

Para fazer a participação você poderá utilizar:

  • Desenhos à mão livre, em papel. Ideal quando você está conversando diretamente com o cliente.
  • layout alfanuméricos feitos em editor de texto e planilhas eletrônicas.  Para demonstrar saídas de relatórios.
  • Desenhos feitos com uma ferramenta de desenho técnico.
  • Telas feitas em ferramentas exclusivamente de prototipagem, como MS Visio, Balsamiq Mockups ou até mesmo PowerPoint (mais chato!) .
  • Telas desenhadas em um ambiente de desenvolvimento RAD.
  • Telas desenhadas no ambiente definitivo de implementação.

O Balsamiq Mockpus é uma ferramenta voltada para fazer prototipação. De certa forma, o Balsamiq já é uma ferramenta bastante conhecida pela comunidade Flex, RIA.

O Napkee é uma ferramenta que possibilita que você exporte os arquivos BMML gerados pelo Balsamiq Mockups e gere HTML/CSS/JS e Adobe Flex 3 ou como diz o próprio slogan do produto “Make your mockups come alive!”

O Balsamiq Mockups possui um estilo de visualização “lúdico”, que deixa claro que a interface apresentada é apenas um protótipo ou mockups (maquetes).

Telas Balsamiq Mockups

Telas Balsamiq Mockups

No Napkee é possível importar os aquivos bmml gerados pelo Balsamiq. O Napkee fornecesse a a possibilidade de exportar para HTML/JS/CSS. A figura abaixo demonstra o preview em HTML do protótipo construído no Balsamiq.

Telas Napkee em HTML

Telas Napkee em HTML

E a figura abaixo demonstra o preview em Adobe Flex 3 do protótipo construído no Balsamiq.

Telas Napkee em Flex

Telas Napkee em Flex

Vídeo oficial Balsamiq Mockups

Vídeo oficial Napkee:

Outros post’s  sobre o assunto:

  • Balsamiq Mockups – Uma ferramenta simples e poderosa
  • Balsamiq Mockups: solução entre protótipos de alta e baixa fidelidade
  • Balsamiq Mockups: ferramenta para fazer protótipos de telas
Mar 24

Isso muda tudo: prototipagem no Blend 3

Escrito por rene em Blend, Design, expression, prototipagem, UAU, user experience, wow @ 03 24th, 2009 | via http://blogs.msdn.com/renedepaula/ | Sem comentários
rene
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assista a esse vídeo com muito, mas muito carinho: ele mostra o quanto o Expression Blend 3 é revolucionário: da concepção passando pelo protótipo até a finalização, com direito a importar Photoshop e dados externos, o Blend 3 muda o jogo pra valer.   …(read more)

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