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Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 12

Piwik – Open source web analytics

Escrito por Gabriel Versallini em 1, 2.0, analytics, AR, busca, C#, class, dados, Dica, estatísticas, for, geo, Google, if, int, mg, navegadores, O, on, Outros, Pessoal, PHP, Plugin, print, relatório, Relatórios, Ria’s Geral, S+S, Software, web @ 10 12th, 2011 | via http://www.versallini.com.br | Sem comentários
Gabriel Versallini
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Olá, pessoal!

O post de hoje é uma dica pra quem busca uma solução open-source alternativa ao Google Analytics para agregar ao seu negócio. Capaz de apresentar os dados em tempo real, o software fornece relatórios detalhados sobre cada visita: motores de busca e palavras-chave utilizadas, localizações geográficas, navegadores, plugins, páginas populares, entre outros.

Para maiores informações: http://piwik.org/

Sucesso!
Abraço

Out 6

Steve Jobs, 1955 – 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, app, apple, AR, bar, BI, blog, C#, Carreira, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Design, efeito, Experiência do Usuário, for, Google, ide, if, int, lista, Mac, map, Mercado, mg, Microsoft, News, O, on, Outros, produto, pronunciamento, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Teste, Touch, Twitter, UI, UX, Ved, web, window, windows, XP, zend @ 10 6th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Não sou um Mac, sou um PC, mas isso não muda em nada o fato de que o mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje, com a perda de Steve Jobs para um câncer de pâncreas.

Homenagem na Wired.com ?  Steve Jobs Nota na Apple.com sobre o falecimento de Jobs.

Desde quando comecei minha carreira como desenvolvedor, em 2000, eu trabalho com PCs e tecnologia primariamente da Microsoft, então acho que deve ser no mínimo estranho me ver fazendo aqui um post sobre o falecimento de Steve Jobs, mas ninguém pode negar que ele revolucionou todo o mercado de tecnologia.

Minha carreira começou como programador web, mas eu sempre me interessei bastante em fazer as coisas de forma a serem simples para o usuário (e se possível, para o desenvolvedor também). Na época esse conceito não tinha um nome nem era muito difundido, mas hoje chamamos de UX (experiência do usuário). Em toda minha carreira eu me dediquei a criar software seguindo o que considerava a melhor experiência possível. Comecei a focar mais intensamente nessa área a partir de 2007, com o surgimento do Silverlight e a crescente atenção dada pelo Microsoft ao assunto. Hoje, sou o especialista de UX e novas tecnologias na empresa onde trabalho e adoro o que faço. Devo muito ao Steve, pois se há alguém responsável por UX finalmente ter se tornado um assunto importante, ele foi esse alguém.

O único iProduto que tenho é um iPod Touch, que foi comprado 6 meses atrás quando eu estava ajudando em um projeto para portar uma aplicação de iOS para Windows Phone 7. É um bom aparelho e não me arrependo da compra, mas uso apenas para jogar e fazer testes de desenvolvimento.

Apesar de eu não ser muito fã da linguagem de design dos softwares da Apple, é impossível negar o impacto que eles têm no nosso mercado atual. Steve mudou o mundo ao mostrar que a experiência do usuário é o mais importante, não a tecnologia. As coisas devem ser fáceis de usar, simples de entender, práticas e belas ao mesmo tempo. Se não tiver esses 4 requisitos, não terá o sucesso que poderia ter.

A morte de Steve serve também para mostrar que ele era humano, como nós. Um humano extraordinário, mas humano, o que significa que todos temos esse potencial de mudar o mundo, fazer a diferença, mas apenas poucos conseguimos.

Para mostrar como Steve Jobs foi importante, basta olhar para quem já fez algum pronunciamento sobre seu falecimento e prestar atenção na mensagem que cada um tentou passar: Bill Gates, Barak Obama, Michael Bloomberg, Steve Wozniak, e muitos outros que nem dá pra citar aqui.

Por tudo isso, obrigado Steve. O mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje. Meus mais sinceros sentimentos a todos seus amigos e familiares. Descanse em paz.



Set 26

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 2

Escrito por Edgard Davidson em 1, 2.0, 4, 6, Agile, AR, arte, auto, back, blog, C#, camp, class, dados, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, e-learning, event, Evento, Eventos, for, game, gestão, ide, IE, if, image, int, jogo, Jogos, lite, Livro, Mate, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Sun, TAT, Tema, UI, UX, XP, zend @ 09 26th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este ? o segundo post de uma s?rie de post's que estou fazendo, em formato de resenha. Como partida, estou lendo o livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders e sintetizando ele aqui. Confira aqui a parte 1.

Teoria dos sistemas complexos


A teoria dos sistemas complexos ? uma teoria advinda da matem?tica que se concentra em entender porque alguns tipos de sistemas s?o est?veis e porque alguns outros tipos n?o s?o. Levando para o campo de desenvolvimento de software a referida teoria nos ajuda a explicar porque alguns projetos s?o est?veis e porque outros n?o s?o.

Desenvolvimento de software pode ser visto como um sistema complexo adaptativo, onde as intensas intera??es e feedbacks fornecem oportunidade de melhoria aprendizado e conhecimento.

MULTIDISCIPLINARIDADE

A ideia de segregar pessoas que fazem trabalhos diferente oferece um impacto negativo ? performance da organiza??o. Esse tipo de segrega??o promove silos/feudos funcionais que dificultam a comunica??o e a amplifica??o do aprendizado e conhecimento na dimens?o ontol?gica da organiza??o (veja a teoria da cria??o do conhecimento). Corroborando com os princ?pios do manifesto ?gil, a teoria da complexidade tamb?m ? a favor da forma??o de equipes multidisciplinares.

O CORPO DE CONHECIMENTO DE SISTEMAS

N?o h? uma ?nica defini??o gen?rica para explicar a complexidade, cada sistema ? diferente, peculiar e por vezes suas defini??es s?o complementares, as vezes sobrepostas e as vezes contradit?rias. No entanto, existem v?rios estudos que se concentram em diferentes ?reas e que trouxeram uma contribui??o significativa para o campo dos sistemas complexos: Entre esses estudos est?o: a teoria evolucion?ria (evolutionary theory), a teoria dos jogos (game theory) a teoria do caos (chaos theory), a teoria dos sistemas din?micos (dynamical systens theory), entre outras. A figura abaixo apresenta o corpo de conhecimento de sistemas.

SIMPLICIDADE: UM NOVO MODELO

“Simplicidade normalmente est? relacionada com peso (o qu?o dif?cil ?) para algu?m tentar explicar ou entender algo. Qualquer coisa que ? f?cil de entender ou explicar ? simples, em contraste com algo complicado.”

Antes de discutir simplicidade, faz-se necess?rio entender cada terminologia abaixo:

  • Simples: f?cil de entender
  • Complicado: muito dif?cil de entender
  • Ordenado: totalmente previs?vel
  • Complexo: um pouco previs?vel (mas com muitas surpresas)
  • Ca?tico: completamente imprevis?vel

Na literatura, alguns modelos diferenciam a referida terminologia, como os modelos de David Snowden, que descreve um modelo contendo quatro dom?nios(simples, complicado, complexo e ca?tico) e modelo de Ralph Stacey que cria algo similar. Ele mostra o simples, complicado, complexo, e ca?tico, como quatro ?reas com base em duas dimens?es: o grau de concord?ncia e o grau de incerteza.

A NOVA ERA: PENSAMENTO COMPLEXO (COMPLEXITY THINKING)

Quando voc? aplica a teoria de sistemas complexos (complex systems theory) em desenvolvimento e gerenciamento de software, voc? est? tratando sua organiza??o como um sistema.

A din?mica do sistemas(System dynamics) – n?o confunda com a teoria dos sistemas din?micos(dynamical systems theory), foi uma das primeiras t?cnicas criadas para mostrar como eventos aparentemente simples podem causar comportamentos inesperadas na organiza??o.

A System dynamics percebe a organiza??o como uma estrutura interligada e mutuamente dependente das partes. A System dynamics tem ajudados os gestores ? melhorar sua compreens?o dos processo de neg?cio.

Uma outra t?cnica similar ? chamada de pensamento sist?mico (systems thinking), popularizada no livro The Fifth Discipline (que tamb?m pretendo fazer resenhas dele aqui no blog :) ). Essa t?cnica aborda o entendimento de como o pensamento influencia o outras partes como um todo e defende que o primeiro passo para se tornar uma organiza??o de aprendizagem ? ela compreender, como um sistema hol?stico, o que ela faz e como realmente faz.

O estudo da complexidade em sistemas sociais ? chamado de complexidade social (social complexity). A complexidade social ? o estudo de grupos sociais em sistemas adaptativos complexos.

System dynamics e systems thinking percebem a n?o linearidade, mas eles ainda partem da ideia que, de alguma forma, a alta ger?ncia constr?i o “tipo certo” de organiza??o que produz o “tipo certo” de resultado. Entretanto, atualmente os gestores percebem que para gerenciar a complexidade social, eles precisam entender como as coisas “emergem” e n?o como elas s?o “constru?das”. O modelo de gest?o 3.0 aplica o pensamento complexo (complexity thinking) e assume que os gestores n?o podem construir nem dirigir uma equipe auto-organizada. Em vez disso, a equipe deve emergir naturalmente. O modelo reconhece que organiza??es produtivas n?o s?o gerenciadas dirigidas por modelos e planos. Em vez disso, deve emergir atrav?s do poder da evolu??o da auto-organiza??o.

Obs: Para mim esses assuntos s?o complicados. Portanto, sinta-se a vontade para criticar, corrigir ou acrescentar valor nos coment?rios.

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 2

Microsoft lança Silverlight 5 RC!

Escrito por Robson Fernandes em .NET, 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, api, app, AR, BI, blog, browser, C#, class, control, Curso, Cursos, dll, DRM, err, exemplo, Ferramenta, for, h.264, ide, IE, if, image, int, internet, lista, Mate, mg, Microsoft, NaN, O, on, Outros, Pessoal, print, pt, RIA, Ria’s Geral, Rich UI, S+S, silverlight, SilverLight - News, Software, team, Tema, tv, UI, Vídeo, Visual Studio, vs, window, windows, XAML @ 09 2nd, 2011 | via http://www.riasoftware.com.br/blog/ | Sem comentários
Robson Fernandes
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silverlight
Boa tarde pessoal!!!

Hoje me deparei com uma ótima notícia na internet! A Microsoft acabou de lançar o Silverlight 5 RC? .!!!
Dentre os novos recursos adicionados, temos:

Media e Rich UI

  • H.264 HD video é decodificado via hardware da GPU
  • TrickPlay – reprodução do vídeo em diferentes velocidades
  • A proteção de tela não é ativada quando o vídeo está sendo reproduzido
  • Controle remoto de vídeo
  • Melhor suporte DRM

Graphics e Animation

  • GPU-accelerated 3D graphics API incluindo windows-less mode via IE9
  • 2D graphics processado na GPU
  • Animated UI transitions. Por exemplo, a adição de um item para uma lista é animado

Text

  • Mais clareza com? Pixel Snapping
  • Multicolumn text
  • Text flow around containers
  • Support for double-click and Combobox type ahead

Performance

  • Menor latência de rede
  • Analisador XAML é mais rápido
  • Suporte para sistemas operacionais de 64 bits

Ferramentas

  • Visual Studio can profile the CPU, memory and threads
  • VS Team Test support

Outros

  • P/Invoke para chamar funções de suporte nativo (Dlls)
  • TPL Tasks
  • Vector (Postscript) Printing
  • In-Browser Trusted Applications
  • PivotViewer Control

Para mais detalhes, http://www.silverlight.net/learn/overview

Perfeito!
Abs,
Robson Fernandes.

Ago 24

Atualizando seu Android Milestone para a ROM MIUI BR

Escrito por Stefan Horochovec em 1, 2.0, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, Beta, BI, blog, botão, Botões, busca, C#, cache, class, comunicação, custom, development, Dica, Diversos, Download, err, erro, for, Google, ide, IE, if, instalação, lista, lite, mg, NaN, O, on, Pessoal, processo, procura, prova, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, SmartPhone, Software, TAT, Teste, UI, update @ 08 24th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal,

Que tal mudar radicalmente seu Android? Hoje eu instalei a ROM Android MIUI BR em meu Motorola Milestone. Fiz a instalação na curiosidade de ver uma grande customização, já que a grande maioria das ROMs disponíveis atualizam as versões, mas a concepção do Android é mantida. Já os chineses que estão por traz da MIUI não, eles simplesmente mudaram MUITO a UI do Android. A base da mudança foi buscar uma semelhança grande com o iOS. Particularmente não achei isso muito bacana, mas o trabalho foi muito bem feito e vale um post.

Bom, primeiramente quero deixar claro que eu não testei essa ROM em nenhum outro aparelho, apenas em meu Motorola Milestone, mas segundo o site americano da ROM, diversos aparelhos já podem testar a versão beta da ROM.

O processo de atualização é bastante simples, mas será necessário baixar uma série de softwares para isso. Vale lembrar que esse processo pode estragar seu celular, portanto, faça por sua conta e risco, não dou garantia que irá ocorrer tudo bem. Caso algo de errado, provavelmente seu celular terá que ser enviado para a Motorola, portanto, tenha certeza que a bateria do seu celular está bem carregada, uma falta de energia no meio do processo seria catastrófico.

Vale lembrar que, os aplicativos terão que ser re-instalados, pois basicamente o processo consiste em você formatar seu celular e instalar tudo novamente.

Mão a obra, primeiro, faça o download dos softwares abaixo:

  • USB Drivers
  • Open recovery
  • RSD Lite
  • SBF Milestone
  • MIUI ROM Chinesa
  • Tradução da MIUI ROM Chinesa para o Português Brasileiro

1º Passo
Instale os drivers USB caso ainda não tenha instalado os mesmos em seu computador;

2º Passo
Instale o RSD Lite

3º Passo
Descompacte o Open Recovery. Copie a pasta OpenRecovery que será criada na descompactação para a raiz do cartão de memória. Repita a operação para o arquivo update.zip que também foi descompactado no arquivo anterior.

4º Passo
Copie para a pasta /OpenRecovery/updates/ os arquivos que você baixou da MUIU ROM Chinesa e Tradução da MIUI (miuibrasil_Milestone-2.3.4a_deodexed.zip e? TRAD_1C_MIUI-Bra-Milestone_2.3.4a.0.zip)

Nesse momento, temos uma diferença na instalação. Você já instalou alguma vez uma outra ROM customizada a partir da versão 2.2.1 do Android (Shadowmodbr, Cyanogem, etc) ? Se sim, vá para a segunda etapa. Caso contrário, faça a primeira também.

Primeira Etapa (Essa etapa é um pouco complicada para marinheiros de primeira viagem. Tenha calma, qualquer dúvida, envie no contato abaixo do post. Um erro aqui será crucial para o seu processo)

  • Desligue seu celular;
  • Descompacte o arquivo SBF Milestone em algum local em seu computador;
  • Pressione o botão de reduzir o volume e o botão de tirar a foto em sua câmera, mantenha-os pressionados enquanto o smartphone é ligado;
  • Ao invés de abrir uma tela com a logomarca do Android que você está acostumado, deve ter surgido uma tela escrita BootLoader e alguns números. Caso seja esse o resultado, ligue o celular em seu computador com os cabos USB, caso contrário, repira a operação.
  • Quando conectar os cabos, o seu computador irá se preparar para a comunicação com o dispotivo, aguarde;
  • Finalizada essa etapa, instale o RSD Lite;
  • Depois de instalado, abra o RSD Lite, aguarde uns instantes para que o seu dispositivo apareça na lista de aparelhos;
  • Depois de aparecer na lista, selecione seu aparelho e no ícone “Procurar”, selecione o arquivo da SBF Milestone, e pressione o start. Após isso, você deverá aguardar a instalação da SBF. Nesse período seu celular irá estar fora do ar e ele irá se reiniciar diversas vezes.
  • Quando finalizar, o telefone irá se reiniciar e irá travar o logo da Motorola, nesse momento, desligue e ligue seu aparelho novamente.
  • Fim da primeira etapa;

Segunda Etapa (Instalação da MIUI BR)

  • ? Ligue seu dispositivo pressionando o botão X do teclado ou o botão da câmera. Sim, depende de cada modelo, dá para entender?
  • Quando o aparelho estiver ligando, irá aparecer um triangulo vermelho, ? muito semelhante a um triangulo de avisos no trânsito. Feito isso, aperte simultaneamente os botões de aumentar o volume e o da câmera junto;
  • Selecione a opção: “apply sdcard:update.zip”;
  • Selecione a opção: Limpar cache partition;
  • Selecione a opção: Limpar Data / Factory Reset (Na próxima tela, selecione a opção SIM);
  • Selecione: Aplicar Atualizações;
  • Selecione o arquivo:? miuibrasil_Milestone-2.3.4a_deodexed.zip ;
  • Selecione o arquivo:? TRAD_1C_MIUI-Bra-Milestone_2.3.4a.0.zip;
  • Selecione: Voltar;
  • Selecione: Reiniciar;
Se tudo correr bem, seu celular estará com a MIUI funcionando perfeitamente. Abaixo algumas telas retiradas do meu aparelho:

01
02
03
04
05
06
07

Um abraço pessoal,? até a próxima!

Ago 22

AUGBR – Flash plataform em dispositivos móveis

Escrito por Stefan Horochovec em .NET, 1, 2.0, Adobe, Adobe User Group, Android, Apresentação, AR, arte, AUG, C#, comunidade, demo, Download, encontro, event, Evento, Eventos, flash, Flex 4, for, ide, IE, int, internet, Livro, Livros, Mac, O, on, Palestra, Palestras, Partilha, Pessoal, procura, Projetos, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, TAT, Tecnologia, UI, User Group, Vídeo, XP @ 08 22nd, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
Stefan Horochovec
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Olá pessoal

Esse final de semana (20/08) aconteceu o primeiro encontro de Adobe User Groups Brasileiros. O encontro aconteceu em Niterói, no auditório da Seven. Foi um dia muito importante para a comunidade brasileira, eu estive participando como palestrante e integrante de uma mesa redonda para discussão sobre as tecnologias da Adobe.

O evento foi um espetáculo, é muito legal estar em contato com a comunidade, rever amigos e conhecer pessoalmente muita gente que você troca muita figurinha via internet, realmente isso não tem preço.

Aos patrocinadores:
Seven: Quero parabenizar o pessoal da Seven pela sua fantástica estrutura e pela atenção disposta ? todos nós. Quem é macaco velho nessa história de palestras sabe muito bem do que eu estou falando, quantas vezes você vai em um local e fica feito doido se batendo, procurando as coisas, tentando acertar data-show, microfone, etc. Ali não, toda a equipe de suporte técnico de prontidão, ajudando em tudo que foi necessário, com muita paciência e educação. Todos vocês estão de parabéns, muito obrigado mesmo!

Adobe: Muito legal ver o vídeo do John, parabenizando a todos pelo evento, e também pelos brindes enviados, sacolinhas oficiais do evento, camisetas, adesivos e licenças de software!

Editora Novatec: O pessoal adorou o sorteio dos livros cedidos pela Novatec. Muito obrigado a Raquel pela atenção disposta, espero que vocês tenham tido um resultado positivo do patrocínio e mantenham essa porta aberta para os Adobe User Groups Brasileiros

Managers: Contem comigo para os próximos eventos para o que der e vier! É ótimo fazer parte desta comunidade!

Gostaria de aproveitar esse post para compartilhar meus slides utilizados em minha apresentação, bem como os projetos construídos para demonstração da tecnologia Flash no dispositivo.

Flash plataform em dispositivos móveis

View more presentations from Stefan Horochovec

Download dos projetos

  • Acelerômetro: Clique aqui
  • GPS: Clique aqui
  • Gesture: Clique aqui
  • Microfone: Clique aqui
Ago 19

Oportunidade de trabalho Adobe Flex/Java – Rio de Janeiro

Escrito por Stefan Horochovec em Adobe, Adobe Flex, análise, AR, back, C#, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Flex, Flex 4, for, Hibernate, IE, if, int, Java, JSF, O, on, Pessoal, Projetos, prova, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, Tema, UML, XP @ 08 19th, 2011 | via http://www.horochovec.com.br/blog | Sem comentários
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Olá pessoal, que tal trabalhar com Adobe Flex e Java na cidade maravilhosa?

A Avanti Prima Engenharia está com oportunidades para trabalho com Adobe Flex/Java no Rio de Janeiro.

Segue abaixo informações sobre a vaga:

Experiência Exigida

  • Experiência mínima comprovada de 3 anos no desenvolvimento de software na linguagem Adobe Flex, preferencialmente integrando com Java;
  • Experiência em análise e modelagem de sistemas, utilizando UML;
  • Conhecimento de padrões de projetos orientados a objetos;
  • Conhecimento em Hibernate, JSF (front-end), EJB (back-end).
  • Conhecimento em especificação de casos de uso;

Interessados, enviar seus CV para: stefan.horochovec@avantiprima.com.br ou para eric.sander@avantiprima.com.br

Ago 18

Usando a API de atualização do Adobe AIR

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 2009, 4, 6, action, Actionscript, Actionscript3, Adobe, Adobe Air, Air, api, Aplicativos, app, AR, auto, BI, botão, C#, chrome, class, classe, configuração, demo, Desenvolvedor, Download, err, erro, error, event, EventListener, events, exemplo, firefox, flash, flash builder, Flex, for, Formação, framework, function, Google, handle, html, IE, if, image, int, library, mg, MXML, novidade, Novidades, Number, O, on, Outros, PHP, platform, pt, quick, reference, referencia, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, site, Software, spark, swf, TAT, Tema, Teste, UI, uint, update, Ved, web, window, XML @ 08 18th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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Uma das funcionalidade que mais me foi útil no Adobe AIR, foi a adição de uma API mais bem elaborada para fazer atualização automatica de meus aplicativos. Isso pode ser muito importante porque nem todos os usuários tem tempo(ou vontade) de voltar no site do aplicativo para baixar a última versão.
Isso já é rotina para sistemas operacionais e softwares que usamos no dia-a-dia como o Mozilla Firefox e o Google Chrome(que nem pede permissão para atualizar né senhor Google).

A partir do Adobe AIR 1.5, temos a classe ApplicationUpdater e ApplicationUpdaterUI que tem como objetivo, definir o básico de funcionalidade de atualização para os aplicativos feitos com Adobe AIR

Gerenciar as atualizações pode ser complicado e o AIR update framework possui as API’s necessarias para que você faça isso de maneira prática e funcional. O desenvolvedor pode por exemplo:

  • Verificar atualizações por intervalo de tempo ou por requisição do usuário.
  • Baixar os arquivos de atualização da web
  • Avisar o usuário na primeira execução do software recém-instalado
  • Confirmar se o usuário deseja verificar se há atualizações
  • Exibir informações sobre a nova versão de atualização para o usuário
  • Exibir o status do download ou informação de erro para o usuário

As informações são obtidas a partir de arquivos XML onde você diz qual a última versão do software, as novidades da nova versão etc. Vamos a um exemplo prático, no caso usarei o Flash Builder que já deve ter os arquivos applicationupdater.swc e applicationupdater_ui.swc como referencia na biblioteca.
Começamos pelo xml chamado updateConfig.xml, que “dira” a seu aplicativo onde estão os arquivos para atualização.

PLAIN TEXT
XML:

  1. version=“1.0″ encoding=“utf-8″?>
  2. xmlns=“http://ns.adobe.com/air/framework/update/configuration/1.0″>
  3. >http://localhost:81/leonardofranca/air/updates/testeUpdate/updateDescriptor.xml>
  4. >1>
  5. >

Ele deve ser salvo no mesmo diretorio da sua aplicação, junto com os outros arquivos xml e swf. Agora no Flex, instanciaremos a classe ApplicationUpdateUI e setaremos o arquivo xml de configuração para que o Flex possa saber onde está a atualização.

PLAIN TEXT
ACTIONSCRIPT3:

  1. var appUpdater:ApplicationUpdaterUI = new ApplicationUpdaterUI();
  2. appUpdater.configurationFile = new File(“app:/updateConfig.xml”);
  3. appUpdater.initialize();
  4. //via ActionScript
  5. //appUpdater.updateURL = ” http://example.com/updates/update.xml”;
  6. //appUpdater.delay = 1;

O arquivo updateDescriptor.xml é onde fica setado a versão em si da atualização do seu aplicativo e onde você pode colocar a descrição das novidades da atualização.

PLAIN TEXT
XML:

  1. version=“1.0″ encoding=“utf-8″?>
  2. xmlns=“http://ns.adobe.com/air/framework/update/description/2.5″>
  3. >0.0.2>
  4. >http://localhost:81/leonardofranca/air/updates/testeUpdate/testeUpdate_0.0.2.air>
  5. >
  6. This version has fixes for the following knowns issues:
  7. *First issue
  8. *Second issue
  9. ]]>>
  10. >

Basicamente é isso, vamos só implementar a chamada para que ao abrir o aplicativo, ele verifique se existe atualização.

PLAIN TEXT
MXML:

  1. “1.0″ encoding=“utf-8″?>
  2. xmlns:fx=“http://ns.adobe.com/mxml/2009″
  3. xmlns:s=“library://ns.adobe.com/flex/spark”
  4. xmlns:mx=“library://ns.adobe.com/flex/mx” creationComplete=“windowedapplication1_creationCompleteHandler(event)”>
  5. >
  6. [CDATA[
  7. import air.update.ApplicationUpdaterUI;
  8. import air.update.events.UpdateEvent;
  9. import mx.events.FlexEvent;
  10. private var appUpdater:ApplicationUpdaterUI;
  11. protected function windowedapplication1_creationCompleteHandler(event:FlexEvent):void
  12. appUpdater = new ApplicationUpdaterUI();
  13. appUpdater.configurationFile = new File("app:/updateConfig.xml");
  14. appUpdater.addEventListener(ErrorEvent.ERROR, onError);
  15. appUpdater.addEventListener(UpdateEvent.INITIALIZED, handlerInit);
  16. appUpdater.initialize();
  17. //via ActionScript
  18. //appUpdater.updateURL = " http://example.com/updates/update.xml";
  19. //appUpdater.delay = 1;
  20. protected function onError(event:ErrorEvent):void
  21. trace(event.text);
  22. protected function handlerInit(event:UpdateEvent):void
  23. appUpdater.checkNow();
  24. ]]>
  25. >
  26. >
  27. >
  28. >

Criei uma segunda versão do meu aplicativo de teste para demonstração, deveremos ter o seguinte resultado:

Check for update

Clique para ampliar

Caso o usuário queira verificar se existe alguma atualização do aplicativos, basta clicar no botão “check for upadates. O arquivo atualizado é baixado e instalado.

Clique para ampliar

Clique para ampliar

Clique para ampliar

Referências:
http://help.adobe.com/en_US/air/build/WS9CD40F06-4DD7-4230-B56A-88AA27541A1E.html
http://www.adobe.com/devnet/air/flex/quickstart/articles/update_framework.html

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