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Jan 26

RFID irá mudar nossa experiência de compra no mundo Real

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, Algoritmos, AR, auto, BI, C#, class, dados, demo, Dica, exemplo, for, ide, IE, if, image, int, mg, NaN, O, on, Outros, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, tag, Tecnologia, Tema, UI @ 01 26th, 2012 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Identifica??o por radiofrequ?ncia ou RFID (do ingl?s “Radio-Frequency IDentification” ) ? um m?todo de identifica??o autom?tica atrav?s de sinais de r?dio, recuperando e armazenando dados remotamente atrav?s de dispositivos denominados etiquetas RFID.

Uma etiqueta ou tag RFID ? um transpondedor, pequeno objeto que pode ser colocado em uma pessoa, animal, equipamento, embalagem ou produto, dentre outros. Cont?m chips de sil?cio e antenas que lhe permite responder aos sinais de r?dio enviados por uma base transmissora. Al?m das etiquetas passivas, que respondem ao sinal enviado pela base transmissora, existem ainda as etiquetas semi-passivas e as ativas, dotadas de bateria, que lhes permite enviar o pr?prio sinal. S?o bem mais caras que do que as etiquetas passivas. (Wikip?dia)

Agora imagine um RFID aplicado em um cart?o fidelidade de um Shopping ou uma Loja como a FNAC por exemplo, e atrav?s de um sistema o vendedor com um tablet consiga ter em as ?ltimas compras, o t?cket m?dio, prefer?ncias e outras informa??es adicionais dos consumidores portadores desses cart?es e consiga dar um tratamento totalmente personalizado e pr?-ativo para cada poss?vel comprador.

Com algoritmos de intelig?ncia artificial o sistema poderia identificar se o consumidor estaria disposto ou n?o a comprar naquele momento. Quando a pessoa estivesse marcada como verde no sistema, ela estaria disposta a comprar, e quando vermelho apenas estaria pesquisando. Isso sinalizaria qual a melhor abordagem do vendedor para casa ocasia??o.

Hoje j? temos tecnologia suficiente para aplicarmos esse modelo em nosso dia-a-dia.

Confira o v?deo abaixo que demonstra como seria a aplica??o real desse sistema.

Agora que voc? viu, fica a provoca??o para voc? desenvolver esse sistema.

Dez 18

Recomendação de Produtos em eCommerce

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, analytics, AR, arte, Behavior, BI, blog, C#, carregar, class, cliente, consultoria, Destaque, Dica, Dicas, DRE, e-commerce, filter, filtra, fonte, for, Google, ide, IE, if, image, int, internet, layout, lista, Livro, Livros, Mercado, mg, NaN, O, on, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Software, tag, TAT, Tema, Teste, UI, Vídeo, Vídeos, web, XP, zend @ 12 18th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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Sistemas de Recomenda??o procuram recomendar informa??o e produtos (como computadores, m?quinas fotogr?ficas, filmes, videos, m?sicas, livros, p?ginas de internet, etc.) que possam ser de interesse do usu?rio, esses sistemas procuram e identificam padr?es de interesse, perfil e consumo. A partir desses padr?es os sistemas de intelig?ncia artificial geram associa??es entre produtos e consumidores aplicando t?cnicas de filtragem colaborativa.

Com a ajuda dos sistemas de recomenda??o as vendas pela internet podem se aproximar do conceito criado por Jeff Bezos, presidente da Amazon, de “uma loja por cliente”. Pensar no usu?rio ? fundamental para manter-se num mercado t?o competitivo como a internet. N?o ? ? toa que a Amazon ? um dos e-commerce mais bem sucedidas da hist?ria.

Sistemas de Recomenda??o processam as informa??es que o usu?rio d? ao site durante a navega??o e entregam dicas de produtos relacionados aos gostos e interesses do consumidor, fazendo parte dos sistemas de Behavioral Targeting, ou Marketing Comportamental.

Por?m s? a utiliza??o de Intelig?ncia Artificial, Filtragem Colaborativa e outras t?cnicas computacionais n?o garantem o aumento de convers?o, pois o consumidor precisa impactado de maneira positiva pelas recomenda??es, a seguir voc? encontrar? dicas e melhores pr?ticas de como direcionar o usu?rio-consumidor para uma melhor compra.

Elementos de uma vitrine

T?tulo

  1. Utilize cores diferenciadas do layout do site;
  2. Utilize n?meros: “60% das pessoas” constroi um fator de confian?a na cabe?a do consumidor.

Cores

  1. Utilize cores contrastantes que d?em destaque para a se??o de recomenda??o. Cuidado para n?o sobrecarregar, a se??o deve parecer como um an?ncio.

Produtos

  1. Oferece sempre poucas op??es. Apenas 3 ou 4 recomenda??es s?o suficientes.

Chamada para a??o (Call-to-action)

  1. Se voc? utilizar mais de uma chamada pra a??o, tenha uma como principal com maior destaque dentro da se??o de recomenda??o.

Melhores pr?ticas

Confira as melhores pr?ticas para conseguir um maior ?ndice de convers?o de suas vitrines de recomenda??o.

Menos sempre ? mais

Mostrando poucas recomenda??es, torna a decis?o do consumidor mais f?cil. Um bom n?mero de produtos na lista ? 3 ou 4, n?o fa?a uma lista grande. Tornar? a escolha muito mais dif?cil pelo internauta.

Tente o UpSell, pelo menos o Cross Sell

O prop?sito de fazer recomenda??es ? para aumentar o valor do pedido e/ou fazer a venda mostrando melhores op??es por um pre?o pr?ximo do produto visualizado.

Exclua Recomenda??es

Voc? n?o deve recomendar produtos antigos quando algu?m est? tentando comprar a ?ltima vers?o do mesmo produto. Seja mais criativo e venda mais.

Descontos funcionam

Ofere?a pacotes de produtos com descontes. Seus consumidores prezam pelo dinheiro. Com um lucro menor em alguns produtos, mas o valor de pedido maior garante uma boa margem.

Senso de urg?ncia

Quando oferecer um desconto ou valor especial, tire vantagem disso criando urg?ncia, dando um prazo curto para o consumidor efetuar a compra. Isso ir? aumentar os cliques e as convers?es.

Continue testando

Como garantir que essas pr?ticas funcionar?o e continuar?o funcionando em seu neg?cio? Continue testando permanentemente. Teste Chamadas para a??o, T?tulos, Cores, etc. Utilize softwares de testes gratu?tos como o Google Website Optimizer.

Sua loja utiliza sistemas de recomenda??es de produtos?

Sim? Compartilhe nos coment?rios quais as experi?ncias e resultados obtidos com suas vitrines.
Caso seu eCommerce n?o utilize, entre em contato comigo.
Fontes
Webinsider
Wikipedia
LiftSuggest

Dez 14

O eCommerce brasileiro em 2011

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, Artigo, Artigos, BI, C#, class, Curso, Desenvolvimento, Dica, e-commerce, empresas, err, esporte, exemplo, Ferramenta, for, Geral, ide, if, image, imagens, int, Mate, Mercado, mg, O, on, online, Outros, portal, produto, RIA, Ria’s Geral, S+S, Segurança, site, tag, Tema, UI, XP @ 12 14th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O portal E-commerce Brasil realizou recentemente uma pesquisa com as principais lojas virtuais do pa?s com o objetivo de saber mais sobre as plataformas utilizadas.

Plataforma Pr?pria x Tercerizada

O primeiro aspecto espec?fico analisado foi exatamente se os e-commerces trabalham com plataforma pr?pria, ou terceirizada. Descobriu-se que 53,86% das empresas t?m sua pr?pria plataforma e 46,15% utilizam um servi?o terceirizado.

ERP?

Verificou-se, tamb?m, quantas empresas possuem o Enterprise Resource Planning – ERP integrado o seu sistema. A diferen?a em porcentagem entre as que possuem e as que n?o ? pequena. 57,69% delas afirmaram ter o ERP integrado, e 42,31% alegaram n?o ter. Na ?rea de desenvolvimento, 42,31% das lojas virtuais possuem equipe pr?pria, mas 57,69% prefeririam n?o informar a respeito.

Atendimento Online

Outro fator analisado foi a exist?ncia de atendimento online, em tempo real, aos consumidores durante a realiza??o da compra. Essa ferramenta utilizada pelos e-commerces facilita para os consumidores tirarem suas d?vidas a cerca do produto, da entrega e dos prazos, por exemplo. A grande maioria das lojas virtuais entende a import?ncia desse recurso e 61,54% afirmam utiliz?-lo para facilitar a intera??o com o seu p?blico. 38,46% n?o fazem uso do atendimento via chat.

Selos de Seguran?a

A grande maioria dos sites utiliza com algum selo de seguran?a, o que visa trabalhar, ainda mais, a confian?a do p?blico alvo na empresa. Esse n?mero chega ao 73,08% dos sites pesquisados. E apenas 26,92% deles ainda n?o possuem algum selo.

Como expor os produtos no e-commerce

Uma parte da pesquisa trata dos produtos disponibilizados nas lojas virtuais: como eles s?o divididos no site, suas categorias, se possuem fotos para ilustra??o e se possuem um est?dio pr?prio para cadastro do produto.

Categorias

Ao catalogar em quantas categorias os produtos normalmente s?o divididos no site, obtevese uma gama de resultados que variam entre uma e nove categorias diferentes. Pouco mais da metade das empresas, cerca de 57,69%, fazem essa divis?o em nove categorias diferentes. Uma parcela de 11,54% trabalha apenas com duas categorias e 7,69% das lojas virtuais pesquisadas trabalham com duas divis?es: tr?s e cinco categorias diferentes. Apenas 3,85% das empresas trabalham com uma categoria. A mesma porcentagem trabalha com quatro, seis e oito categorias diferentes.

Fotos

As fotos que ilustram os produtos servem para que o consumidor possa conhec?-lo, observar seus aspectos materiais e ter uma ideia do tamanho e do peso, por exemplo.
88,46% das empresas participantes da pesquisa alegaram utilizar imagem para identificar o produto em mais de 90% das suas ofertas. 3,85% das lojas fazem uso das imagens em 70% dos seus produtos e a mesma parcela alegou o faz em at? 90% dos casos.
Sobre os est?dios pr?prios para o cadastramento de seus produtos, a pesquisa revelou que 73,08% das lojas o possuem e 26,92% n?o.

Uma vis?o geral sobre os e-commerces analisados

A pesquisa observou o setor em que essas lojas virtuais trabalham. Em primeiro lugar est?o as voltadas para a moda masculina, com 23,08% do mercado. Em seguida, com 19,23%, est?o as lojas voltadas para eletr?nicos e inform?tica. O setor de alimentos ocupa cerca de 5,38% do mercado e o de animais de estima??o, 11,54%. O ramo de esportes tem uma parcela de 7,69% e o de marketing e embalagens, 3,85% cada.
O tempo de exist?ncia do e-commerce na rede ? um fator significante, que pode influenciar no n?mero de vendas realizadas. Quanto maior esse tempo, maiores as chances do p?blico estar familiarizado com a empresa, criar uma rela??o com a mesma e gerar, afinal, credibilidade e confian?a nos seus servi?os. A pesquisa revelou que 34,62% das lojas virtuais existem h?, no m?ximo, tr?s anos. Outros 30,77% est?o no mercado h? menos de um ano e uma parcela de 23,08% tem de tr?s a cinco anos. Apenas 11,54% dessas empresas existem h? mais de cinco anos.

Dez 13

Multiple Views com Spring Web MVC

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, apache, app, Apresentação, AR, Arquitetura, arte, auto, BI, C#, case, class, classe, cliente, código, control, conversor, dados, Design, development, dispatch, Diversos, Documentação, err, exemplo, Ferramenta, Flex, for, framework, Frameworks, Google, handle, html, ide, IE, if, int, interface, internet, j2ee, Java, JSF, library, map, mvc, NaN, O, on, Outros, padrão, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, servidor, site, Software, Spring, SpringFramework, state, string, strings, Sun, tag, TAT, Tecnologia, Tema, tv, Twitter, UI, uint, web, XML, XP @ 12 13th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.

Conceito de Views



Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:

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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors.
*
* Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”);
* you may not use this file except in compliance with the License.
* You may obtain a copy of the License at
*
* http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0
*
* Unless required by applicable law or agreed to in writing, software
* distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS,
* WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied.
* See the License for the specific language governing permissions and
* limitations under the License.
*/

package org.springframework.web.servlet;

import java.util.Map;

import javax.servlet.http.HttpServletRequest;
import javax.servlet.http.HttpServletResponse;

/**
* MVC View for a web interaction. Implementations are responsible for rendering
* content, and exposing the model. A single view exposes multiple model attributes.
*
*

This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of
* Expert One-On-One J2EE Design and Development
* by Rod Johnson (Wrox, 2002).
*
*

View implementations may differ widely. An obvious implementation would be
* JSP-based. Other implementations might be XSLT-based, or use an HTML generation library.
* This interface is designed to avoid restricting the range of possible implementations.
*
*

Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver.
* As this interface is stateless, view implementations should be thread-safe.
*
* @author Rod Johnson
* @author Arjen Poutsma
* @see org.springframework.web.servlet.view.AbstractView
* @see org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceView
*/
public interface View

/**
* Name of the @link HttpServletRequest attribute that contains the response status code.
*

Note: This attribute is not required to be supported by all
* View implementations.
*/
String RESPONSE_STATUS_ATTRIBUTE = View.class.getName() + “.responseStatus”;

/**
* Return the content type of the view, if predetermined.
*

Can be used to check the content type upfront,
* before the actual rendering process.
* @return the content type String (optionally including a character set),
* or

1
null

if not predetermined.
*/
String getContentType();

/**
* Render the view given the specified model.
*

The first step will be preparing the request: In the JSP case,
* this would mean setting model objects as request attributes.
* The second step will be the actual rendering of the view,
* for example including the JSP via a RequestDispatcher.
* @param model Map with name Strings as keys and corresponding model
* objects as values (Map can also be

1
null

in case of empty model)
* @param request current HTTP request
* @param response HTTP response we are building
* @throws Exception if rendering failed
*/
void render(Map model, HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws Exception;

}



Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.

JSon e XML



Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.


A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:

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public class Exemplo
private String nome;

public String getNome()
return nome;

public void setNome(String nome)
this.nome = nome;

}



Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:

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@Controller
public class ExemploController

@RequestMapping(“/exemplo/xml”)
@ResponseBody
public Exemplo testando()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“xml”);
return ret;

}



Agora temos uma servlet que responderá por “//exemplo/xml” devolvendo a instância de exemplo que acabamos de criar no método.
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:

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class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>

name=“messageConverters”>
>

bean=“marshallingHttpMessageConverter” />
>

>

>

class=“org.springframework.oxm.xstream.XStreamMarshaller”
id=“xmlMarshaller”>

name=“aliases”>
>

key=“exemplo”>Exemplo
>

>

>
>

id=“marshallingHttpMessageConverter”
class=“org.springframework.http.converter.xml.MarshallingHttpMessageConverter”>

name=“marshaller” ref=“xmlMarshaller” />
name=“unmarshaller” ref=“xmlMarshaller” />
>



O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:

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>
>xml>
>



Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:

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id=“jsonview”
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”>

>



Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:

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private View jsonview;

@Autowired
@Qualifier(“jsonview”)
public void setJsonview(View jsonview)
this.jsonview = jsonview;

@RequestMapping(“/exemplo/json”)
public ModelAndView testandoJson()
Exemplo ret = new Exemplo();
ret.setNome(“json”);
return new ModelAndView(this.jsonview, “response”, ret);



Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:

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“response”:
“nome”:”json”

}


Conclusão

Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.

Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 12

Vídeo Wall para KF Carnes

Escrito por Igor Musardo em 1, 2.0, 4, 6, Adobe Flex, AR, BI, busca, C#, class, classe, classes, cliente, consultoria, Curitiba, ide, IE, if, image, int, mg, monitor, O, on, PHP, Projetos, RIA, Ria’s Geral, S+S, Software, tag, TAT, Tema, tv, UI, Vídeo @ 12 12th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Em parceria com a TVD Plus desenvolvi um sistema de tabela de pre?os para exibi??o em solu??es de V?deo Wall.

V?deo Wall consiste em m?tliplos monitores, projetores ou televisores colocados um ao lado do outro servindo como uma grande ?nica tela.

A KF Carnes, a?ougue tradicional de Curitiba, atende o p?blico das classes A e B com carnes de alto padr?o de qualidade e alto valor agregado.

Em busca de melhorar o ambiente de atendimento ? clientes e modernizar a casa de carnes, a KF foi atr?s de uma solu??o de V?deo Wall para substituir a antiga tabela de pre?os.

A solu??o da TVD Plus para a KF Carnes foi a instala??o de 4 televisores de 42″ ligados a um ?nico computador onde estaria rodando v?deos institucionais da casa intercalados com a tabela de pre?os.

A exig?ncia do projeto era permitir a atualiza??o da tabela de pre?os ao mesmo tempo que as balan?as sofriam atualiza??es, evitando assim transtornos com diferen?as de pre?os entre a tabela para os clientes e o pre?o na balan?a, e com isso evitar o retrabalho de atualizar na balan?a e manualmente atualizar pre?o a pre?o na tabela para os clientes.

Com a constante varia??o do dolar, moeda base para o pre?o da arroba do boi, era de extrema import?ncia que o sotware suportasse v?rias atualiza??es de pre?o durante o dia.

O projeto todo teve dura??o de 20 dias desde a sua concep??o ? sua instala??o e homologa??o.

Hoje com os televisores instalados e com o software em produ??o, a KF Carnes oferece ? seus clientes um ambiente ainda mais agrad?vel e moderno, mantendo-se ? frente de seus concorrentes.

O seu estabelecimento continua mostrando o seu card?pio / tabela de pre?os com fotos embassadas e com pre?os fixos? Entre em contato comigo.

Dez 6

Introdução ao jQuery

Escrito por Elvis Fernandes em 1, 2.0, 2009, 4, Ajax, Android, aplicacao, app, Apresentação, AR, arte, Balsamiq, Balsamiq Mockups, BI, blog, C#, CRUD, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, DRE, err, erro, falha, firefox, for, git, Google, gratuito, html, ide, IE, if, int, Introdução, Java, Javascript, JQuery, live, Livro, Microsoft, mockup, NaN, novidade, Novidades, O, Office, on, Palestra, Partilha, permalink, Plugin, protótipo, pt, rails, rest, restfulx, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, swf, tag, Tema, UI, web, window, windows, XP @ 12 6th, 2011 | via http://www.elvis.eti.br | Sem comentários
Elvis Fernandes
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O jQuery é uma biblioteca JavaScript poderosa que está quase se tornando quase “sinônimo” do próprio JavaScript.

A apresentação de slides a seguir é de uma palestra introdutória do jQuery, que destaca praticamente todos os seus recursos e que mostra algumas modificações na versão mais recente da biblioteca (1.7).

E para quem quiser se aprofundar no assunto, o último slide aponta para um livro gratuito de jQuery: jqfundamentals.com.

(Registro aqui o agradecimento ao Erko Bridee por compartilhar esse conteúdo)

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© Elvis for Elvis Fernandes, 2011. |
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Tags: AJAX, Desenvolvimento, JavaScript, jQuery, web

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Dez 3

O que é Behavioral Targeting?

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 6, AR, Banco de Dados, Behavior, BI, busca, C#, camp, campanha, class, consultoria, dados, demo, err, Ferramenta, for, ide, IE, if, image, int, internet, Mercado, mg, novidade, O, on, online, player, portal, processo, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sun, tag, TAT, UI, web, XP, zend @ 12 3rd, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
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O in?cio

O conceito de segmenta??o comportamental, conhecido como Behavioral Targeting (BT), surgiu nos Estados Unidos dentre os profissionais de marketing direto como uma estrat?gia dirigida a conquistar uma parcela maior de vendas dentro um subgrupo espec?fico, ao inv?s de buscar uma participa??o mais limitada de compras por usu?rios de todas as categorias.

Em seguida surgiram as primeiras estrat?gias de Behavioral Targeting na internet, mas a imaturidade do mercado fez com que o assunto ficasse esquecido.

Atualmente a necessidade crescente de otimizar esfor?os de m?dia, aumentar o ROI de campanhas e a lealdade do consumidor est?o estimulando o crescimento de a??es dentro do Behavioral Targeting, que hoje j? ? um grande diferencial para portais e anunciantes, mas pouco explorado pelas lojas virtuais.

Mas afinal, o que ? segmenta??o “comportamental”?

Segmenta??o comportalmental n?o diz respeito ? aquela segmenta??o por regi?o, por perfil preenchido em cadastros, ou por IP, etc. O diferencial est? no foco dado aos h?bitos de navega??o e consumo dos usu?rios. Essa ? a novidade!

N?o h? invas?o de privacidade nesse tipo de estrat?gia. Muito pelo contr?rio. Os usu?rios deixam “rastros” ao navegar na web. Essas informa??es captadas geram um banco de dados an?nimo contendo centenas de vari?veis. A intelig?ncia est? na interpreta??o dessas informa??es e no agrupamento dos perfis de acordo com suas similaridades.

Qual ? a vantagem em se utilizar BT em campanhas online?

Individualizar o p?blico-alvo. O simples fato de conhecer previamente as atitudes de um usu?rio permite que o anunciante crie pe?as com linguagem direcionada a ele, demonstrando conhecimento de seus interesses.

Imagine que voc?, como consumidor, est? no processo de escolher um notebook. Compara pre?os, funcionalidades e ainda indeciso. Em algum momento, ao clicar em um portal qualquer para ler uma not?cia, se depara com um banner dizendo “Vai continuar procurando um Notebook a vida inteira? O Ponto Bahia resolveu te dar uma forcinha: 25% de desconto, mas ? s? pra voc?. Compre agora!“.
Essa segmenta??o ? boa para o anunciante, que pode fazer render mais seus investimentos em m?dia online aumentando o ROI, j? que poder? direcionar suas verbas diretamente para o p?blico-alvo, sem dispers?o de dinheiro.
Os ve?culos tamb?m lucram com essa ferramenta, que amplia seu invent?rio publicit?rio e aumenta o interesse na veicula??o em ?reas ainda pouco exploradas.
Como consequ?ncia de exibir an?ncios direcionados para o p?blico alvo, as taxa de cliques de uma campanha aumentam consideravelmente, pois atinge um p?blico realmente interessado no produto.
Essa modalidade de marketing ? muito explorada nos Estados Unidos, mas no Brasil apenas os grandes players de ecommerce utilizam, havendo uma grande oportunidades para os lojistas virtuais de m?dio e pequeno porte.
Sua loja n?o colhe os benef?cios de sugerir produtos utilizando segmenta??o comportamental? Entre em contato comigo.

Nov 28

NoSQL, mas o que é isso?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 4, 6, abas, action, Adobe, Adobe Flex, AMF, api, aplicaçoes, AR, arte, Banco de Dados, BI, Blazeds, blog, C#, class, comunidade, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, Desktop, Excel, exemplo, Exemplos, facebook, Flex, for, ide, IE, if, image, int, Introdução, Java, Links, lista, Mate, mg, O, on, Pessoal, podcast, prova, pt, Redes Sociais, Remoting, RIA, Ria’s Geral, S+S, servidor, Software, Sun, tag, Tema, Twitter, UI, Ved, web, XP @ 11 28th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Caso voc? trabalha com desenvolvimento de software, ambiente web, provavelmente tem ouvido e lido sobre esse tal de NoSQL, mas o que ?, para que serve, quando usar, voc? sabe?

Aten??o a explica??o a seguir ? a minha com rela??o ao assunto:

Antes de mais nada, o NoSQL ? um novo modelo de base de dados, diferente do modelo relacional, que, creio eu ? muito conhecido de todos os desenvolvedores de software, o NoSQL surgiu para suprir a necessidade de lidar com um volume de informa??es que podem ir muito al?m da que voc? consiga imaginar. Este ? o cen?rio de redes sociais, exemplos cl?ssicos n?s temos o Twitter, Facebook e outras redes, onde a quantidade de informa??o gerada pelos usu?rios (essas redes que possuem milh?es de usu?rios ao redor do mundo) possui um crescimento que as bases de dados relacionais n?o conseguem comportar.

O NoSQL surgiu j? pensando em crescimento da informa??o armazenada e manipulada. As solu??es de NoSQL que temos dispon?veis hoje j? vem por padr?o com todo o conjunto de suporte para poder adicionar novos servidores (nodes) e comportar um crescimento dos dados a um custo muito menor do que a das bases relacionais. Esse crescimento ? chamado de crescimento horizontal, onde basta adicionar novas m?quinas e nessas bases NoSQL adicionadas como nodes da base e tudo pronto. Enquanto nas bases relacionais o crescimento ? vertical, ou seja, ? necess?rio aumentar o poder de hardware dos servidores (e este custo ? alto), al?m do fato que a implementa??o de servidores escravos e nodes n?o s?o simples de adicionar e gerenciar, pois essas bases n?o foram projetadas para atender a esse n?vel de demanda.

Sei que n?o sou o melhor para explicar o respectivo tema, ent?o vamos ao real objetivo do tema, segue alguns materiais interessantes para estudar quanto ao tema, segue estes excelentes postcats sobre o tema que apresenta uma boa vis?o e explica??o sobre o assunto, do pessoal do Grok Podcast:

Epis?dio 45 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 1 de 3

Epis?dio 46 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 2 de 3

Epis?dio 47 – Repensando os bancos de dados – NoSQL – Parte 3 de 3

Links para mais informa??es do assunto:

Informa??es na Wikipedia Br

Comunidade Brasileira de NoSQL

Listagem das bases NoSQL existentes

Escalabilidade – Introdu??o ao NoSQL 1

Escalabilidade – Introdu??o ao NoSQL 2

Compara??o das bases NoSQL (em ingl?s)


Veja também:

  • [Filosofia] KISS – Keep it stupid simple
  • Adobe Flex : porque usar remoting?
  • Mas que raios é esse tal de BPEL?!
  • Configurando o seu ambiente de desenvolvimento para Flex e Java : desenvolvimento com Maven
  • Construindo aplicações Web e Desktop com BlazeDS e AMF
Nov 25

Voltando ao mundo HTML+JS e agora?

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3d, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, Air, api, aplicacao, app, AR, Arquitetura, auto, back, BI, blog, browser, C#, chrome, css, css3, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvimento, Design, Dica, err, Excel, firefox, flash, Flex, fonte, fonts, for, git, Google, html, html5, ide, IE, if, int, Java, Javascript, JQuery, layout, Linux, Livro, Mate, Mercado, mg, mvc, NaN, novidade, Novidades, O, on, Pessoal, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, tag, TAT, Tema, Twitter, UI, UX, vs, web, web design, XP @ 11 25th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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N?o adianta chorar o leite derramado, depois que a Adobe lan?ou as ?ltimas not?cias vemos que o mercado indo de vez para o HTML5 e n?o adianta reclamar, daqui para frente mais projetos ir?o demandar conhecimentos em HTML5 (novas tags), Javascript e sobre as novidades do CSS3.

Voltando ao mundo HTML teremos que voltar inevit?velmente ao uso do Javascript, mas ao menos a boa not?cia hoje ? que diferente de anos atr?s temos dispon?veis boas bibliotecas javascript para nos ajudar na dif?cil tarefa de fazer uma aplica??o (que tente) funcionar em todos os principais web browsers do mercado (Google Chrome, Mozilla Firefox e o tem?vel IE)

Quanto ao Javascript, hoje pelo que tenho visto ? quase imposs?vel se falar em javascript sem associar ao JQuery, que ajuda muito a criar um c?digo mais limpo e organizado e at? podemos dizer, sofrer menos com o uso do javascript.

Sobre Javascript e JQuery recomendo os respectivos materiais para observar:

The JQuery Essentials

Aos que ficaram interessados pelo JQuery o @bielversallini mandou uma dica muito boa de curso web de JQuery, o jQuery Air, tamb?m jQuery Fundamentals e Livro fundamentos de jQuery 100% traduzido para pt-BR

jQuery Proven Performance Tips & Tricks, 2011

Confesso que desanimei ao ver esta apresenta??o, pois basicamente todos os recursos que gostei no JQuery s?o os mais lentos e recomendados para que n?o sejam usados a menos que n?o haja outra alternativa ou extremamente necess?rios.

jQuery & Responsive Web Design

Excelente dica de como projetar uma p?gina/sistema que se adeque as dimens?es dispon?veis (por alguns este recurso ? chamado de layout fuido/adaptativo). Como estou falando sobre layout recomendo olhar tambem o Knockout.js que possui recursos interessantes para auxiliar na defini??o da view.

Agora para falar a verdade mesmo o melhor material sobre desenvolvimento HTML+JS que vi que o autor foi real e sincero sobre o tema ? o respectivo abaixo:

Taking JavaScript Seriously (feat. Backbone.js)

Como ? dito nos slides, o javascript n?o ? a melhor linguagem do mercado, ela foi escrita em 10 dias, possui muitas defici?ncias, mas temos que aprender pois n?o temos nenhuma outra op??o.

Outro detalhe que me chamou aten??o e achei muito ?til foi a apresenta??o do Backbone.js como uma alternativa para suprir a necessidade de organizar o c?digo em algo que tenta ser o mais pr?ximo poss?vel do MVC.

Mas e sobre arquitetura aplica??es de larga escala? Bom recomendo observar este material abaixo, o qual indica as boas prat?cas de mercado e atuais recursos dispon?veis:

Large-scale JavaScript Application Architecture

Cheguei at? esta apresenta??o atrav?s deste post.

Aten??o este texto a seguir expressa minha oponi?o pessoal

Sinceramente esta apresenta??o foi o santo gral da agonia, pois para mim se trata de uma regress?o tecnol?gica brutal, irei mudar esta minha opini?o no dia em que, eu consiga ter uma arquitetura com um mesmo n?vel que possuo hoje com Adobe Flex + Swiz, como a descrevi neste post, quando este dia chegar (se ? que vai) irei dizer que podemos ent?o come?ar a pensar em utilizar o HTML+JS para solu??es corporativas.

E vamos a luta, retornando ao velho mundo do HTML, por alguns chamados de revolucion?rio mundo do HTML5…

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Veja também:

  • [Canvas vs. Flash] Butterfly 3D (Canvas + JavaScript)
  • [Adobe Flex] Definindo o foco na aplicação
  • Moto elétrica da Mavizen atinge 210 Km/h e vem equipada com Linux e WiFi
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