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Mar 8

Server-Side ActionScript no Flash Media Server

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 3.5, 4, 6, action, Actionscript, Actionscript 3.0, Adobe, Aplicativos, app, AR, bar, BI, botão, C#, carregar, case, class, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Documentação, engine, err, eval, exemplo, Exemplos, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, FMS, for, function, html, ide, IE, if, image, int, Java, Javascript, Mac, mg, NaN, O, on, online, padrão, player, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, server, servidor, streaming, swf, TAT, Teste, UI, uint, web, XP @ 03 8th, 2012 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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Poucos sabem mas o Flash Media Server(versão Interactive) possui uma linguagem de servidor chamada Server-Side ActionScript ou ActionScript Communications(extensão .asc). O que permite recurso poderosos em seus aplicativos multimídia muito além de um simples streaming.
Server-Side ActionScript é o nome que Adobe deu para o JavaScript 1.5, o Flash Media Server possui uma engine de JavaScript para compilar e executar os scripts.
O Server-Side ActionScript é parecido mas não idêntico ao ActionScript 1.0, mas ambos são baseado no ECMAScript(ECMA-262) edition 3 language specification. O Server-Side ActionScript roda sob a engine SpiderMonkey da Mozilla que consta no Flash Media Server enquanto que o ActionScript 1.0 roda sob o AVM1(ActionScript Virtual Machine 1) no Adobe Flash Player. O SpiderMonkey implementa o totalmente o ECMAScript enquanto que a AVM1 do Flash Player não. A grande diferença entre os dois é que o Server-Side ActionScript é case-sensitive.
Portanto para quem já tem conhecimento de JavaScript, pode reaproveita-lo para usar no Flash Media Server, é possível utilizar a maioria dos recursos e ainda contar com os recursos exclusivos do Flash Media Server.

Vamos os primeiros passos para utilizar o Server-Side ActionScript no Flash Media Server. Uma maneira de testar seus scripts é usando o fms_console localizado no caminho:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5webrootswfsfms_adminConsole.swf

Se você tiver o Adobe Flash Professional, pode abrir esse arquivo diretamente apenas dando dois cliques, caso contrario, abra pelo navegador. Ao ser aberto, devemos ter uma tela como essa:

fms_console_tela1

Tela inicial do fms_adminConsole.swf

Basta entrar com o login e senha que você determinou no momento em que estava instalando o Flash Media Server que deveremos entrar para a seguinte tela:

fms_console_tela2

Tela pos-login

Esse será seu melhor amigo ao desenvolver aplicativos com Flash/Flex e Flash Media Server. Por padrão, o Flash Media Server lê o seguinte diretorio:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5applications

Esse caminho pode ser configurado modificando a linha “VHOST.APPSDIR” no seguinte arquivo:

INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5conffms.ini

Criaremos um diretorio chamado “teste”, e dentro dele um arquivo chamando “main.asc” com o seguinte conteúdo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);

Agora no console, carregaremos nossa aplicação criando uma nova instância dela selecionando no combobox:

Na tela seguinte, basta dar um “enter”.

Deveremos ter o resultado do nosso trace na caixa de texto como na imagem:

fms_console_tela5

Resultado do trace

Uma recomendação que faço é que você limpe a tela antes de executar novamente o script main.asc, basta clicar no botão Clear Log(1) e depois em Reload Application(2):

Alguns exemplos do que pode ser usado com o Server-Side ActionScript

Constantes

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. const PI = 3.14;
  4. trace(PI);

Expressões Regulares

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. myRe = /d(b+)d/g;
  4. myArray = myRe.exec(“cdbbdbsbz”);
  5. trace(myArray);

Funções

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. function teste()
  4. return “to na funcao o/”;
  5. trace(teste());
  6. function factorial(n)
  7. if ((n == 0)
  8. }
  9. trace(factorial(5));

Objetos

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. var obj = id:“teste”,data:2,status:“ONLINE”,type:“admin”
  4. trace(obj);
  5. for(s in obj)
  6. trace(s +” – “+obj[s]);

Array

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. // ActionScript Communications Document
  2. trace(“init app…”);
  3. var arr = ["leo", "carol", "pam", "perla","carlinha"];
  4. trace(arr);
  5. function removeValueFromArray(arr, value)
  6. var len = arr.length;
  7. for(var i = len; i> -1; i–)
  8. if(arr[i] === value)
  9. arr.splice(i, 1);
  10. }
  11. return arr;
  12. }
  13. trace(removeValueFromArray(arr,“pam”));

Aviso importante, use esses recursos SOMENTE em ambiente de desenvolvimento. Em ambiente de produção, você derrubará todo mundo que estiver conectado ? sua aplicação. :P

Referência:
Documentação do Adobe Flash Media Server

Mar 7

Combine SEO e CRO para aumentar sua conversão

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, AR, BI, blog, busca, C#, camp, campanha, class, cliente, consultoria, Dica, engine, err, for, IE, if, image, int, internet, mg, O, on, online, Otimização, Outros, Pessoal, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, SEO, site, TAT, Teste, UI, UX, web, XP @ 03 7th, 2012 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Muitos lojistas na Internet buscam descobrir qual a estrat?gia mais importante para melhorar suas taxas de convers?o: Search Engine Optimization (SEO) ou Conversion Rate Optimization (CRO). Mas ao contr?rio do se discute, SEO e CRO devem andar de m?os dadas e devem trabalhar juntos para que um site seja bem sucedido.

O que ? CRO?

Voc? reconhece esse termo? Otimiza??o taxa de convers?o (CRO) ? simplesmente focado em convers?o ao otimizar qualquer p?gina particular. Eu, pessoalmente, vejo isso como um desdobramento de Otimiza??o de Landing Page, Landing Page Optimization, (LPO) e ?s vezes ? visto como apenas uma outra maneira de dizer LPO.

Mas o que realmente define Sucesso para o Website?

Convers?o! A inten??o de converter um internauta casual da SERP para um visitante em seu site atrav?s do SEO, e converter esse visitante em um cliente atrav?s do CRO, ? claro que estas estrat?gias est?o intimamente ligadas.

Funil de Otimização da Taxa de Conversão

Vamos come?ar pela defini??o das metas mais b?sicas de SEO e CRO. O objetivo do SEO ? conseguir ranking alto nos buscadores para as palavras-chave que mais se aproximam de uma consulta do usu?rio, e o objetivo do CRO ? aumentar o n?mero de visitantes que s?o convertidos em clientes. Estes s?o obviamente, defini??es simplificadas, mas desmonstram a estreita liga??o entre SEO e CRO e o papel que cada uma dessas estrat?gias desempenha para melhorar as taxas de convers?o.

Tanto o SEO e o CRO focam os visitantes do site. SEO quer encontrar perspectivas com base no que e onde eles est?o procurando e proporcionar uma raz?o para visitar o site, e o CRO quer criar a melhor experi?ncia de usu?rio poss?vel quando eles chegam. Para ter sucesso em ambos ? preciso entender a inten??o do usu?rio, o que tamb?m ir? ajudar a determinar a qualidade dos visitantes. Visitantes qualificados s?o muito mais propensos a estar pronto para fazer uma decis?o de compra do que os visitantes n?o qualificados, que s? est?o em busca de informa??es ou at? mesmo n?o tem consci?ncia de por que ele acabou naquela p?gina em especial.

Vamos dar uma olhada em como e por que SEO e CRO podem e devem trabalhar juntos para melhorar as taxas de convers?o.

Integrar SEO e CRO inclui:

  • Estrat?gia no uso de palavras-chave. Antes que voc? possa otimizar uma p?gina para melhorar as taxas de convers?o, voc? deve entender a inten??o do visitante, e palavras-chave s?o a maneira mais f?cil e r?pido para obter esse entendimento. Uma p?gina de destino eficaz usa palavras-chave para permitir que os visitantes saibam que est?o no lugar certo, o que torna mais f?cil para eles ver o por que e como fazer uma compra;
  • Focar um ?nico produto ou servi?o. Esta estrat?gia vai conseguir rankings melhores nos buscadores e melhores taxas de convers?o. Seus produtos e servi?os n?o devem competir uns com os outros nos buscadores. Mantenha-o simples. Os motores de busca querem saber exatamente o que uma p?gina ? e os visitantes querem encontrar o que procuravam;
  • Ter um t?tulo, claro, relevante, atraente e palavras-chave. O t?tulo meta nas SERPs deve coincidir com o t?tulo da p?gina de destino, e devem incluir palavras-chaves e o principal benef?cio do produto;
  • Teste. SEO e estrat?gias de CRO devem ser testadas para garantir um fluxo constante de visitantes mais qualificados para uma p?gina de destino mais amig?vel para o usu?rio.

Aumentar os Resultados

Ao iniciar uma campanha de marketing online, CRO deve vir em primeiro lugar (a menos que seu site n?o esteja recebendo tr?fego suficiente para executar testes v?lidos). Uma vez que a p?gina de destino esteja otimizada para melhorar as taxas de convers?o, voc? pode desenvolver um programa de SEO que continuamente encontra e visitantes qualificados para o site. Pense em CRO como uma a??o de tampar buracos em um balde (website) antes de derramar mais ?gua (tr?fego desejado).

Para encerrar, sem CRO, todo esfor?o de SEO pode ser em v?o se os visitantes tiverem uma experi?ncia negativa quando chegaram no site. Mas sem SEO, CRO te dar? apenas uma p?gina otimizada sem visitantes.

N?o esque?a, para maximizar visitantes, melhorar as taxas de convers?o e aumentar a receita, SEO e CRO devem trabalhar juntos e em harmonia.

N?o est? satisfeito com os resultados atuais de seu Site ou eCommerce? Entre em contato.

Refer?ncias:

  • ClickZ;
  • SEOMoz;
  • Wikipedia.

Fev 1

Curiosidades sobre loops no Python

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 4, 6, action, Algoritmos, api, AR, BI, blog, C#, control, exemplo, Exemplos, for, futuro, html, ide, IE, if, int, Java, jogo, loop, mg, musica, O, on, oop, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, Teste, Tutorial, UI @ 02 1st, 2012 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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Atualmente tenho estudando Python devido a sua facilidade de implementa??o e me possibilitar codificar alguns algoritmos r?pidos, nessas brincadeiras me deparei com uma situa??o interessante, observei que a forma de trabalhar com loops no python, principalmente o for ? diferente do que estava acostumado no C e no Java…

1
for( int i = 0; i < length; i++  )  ...

segue o teste abaixo que fiz umas brincadeiras que me ajudaram a compreender como conseguir fazer algo como este for antigo, para os casos em que eu queira, por algum motivo, o ?ndice da intera??o…

Na documenta??o do Python, tem muito mais coisas legais, al?m de ser bem f?cil de compreender, com bastante exemplos de c?digo : Control Flow


Veja também:

  • Python : aumento e redução percentual
  • Por tr?s das cenas : jogo : De volta para o futuro
  • Veja o Sikorsky X2 quebrando o recorde mundial de velocidade de helicópteros
  • [Curiosidade] Música Panamericano
  • Porque os Hard Disks eram chamados de winchester?
Dez 18

Recomendação de Produtos em eCommerce

Escrito por Igor Musardo em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, analytics, AR, arte, Behavior, BI, blog, C#, carregar, class, cliente, consultoria, Destaque, Dica, Dicas, DRE, e-commerce, filter, filtra, fonte, for, Google, ide, IE, if, image, int, internet, layout, lista, Livro, Livros, Mercado, mg, NaN, O, on, procura, produto, pt, RIA, Ria’s Geral, S+S, site, Software, tag, TAT, Tema, Teste, UI, Vídeo, Vídeos, web, XP, zend @ 12 18th, 2011 | via http://www.igormusardo.com.br | Sem comentários
Igor Musardo
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Sistemas de Recomenda??o procuram recomendar informa??o e produtos (como computadores, m?quinas fotogr?ficas, filmes, videos, m?sicas, livros, p?ginas de internet, etc.) que possam ser de interesse do usu?rio, esses sistemas procuram e identificam padr?es de interesse, perfil e consumo. A partir desses padr?es os sistemas de intelig?ncia artificial geram associa??es entre produtos e consumidores aplicando t?cnicas de filtragem colaborativa.

Com a ajuda dos sistemas de recomenda??o as vendas pela internet podem se aproximar do conceito criado por Jeff Bezos, presidente da Amazon, de “uma loja por cliente”. Pensar no usu?rio ? fundamental para manter-se num mercado t?o competitivo como a internet. N?o ? ? toa que a Amazon ? um dos e-commerce mais bem sucedidas da hist?ria.

Sistemas de Recomenda??o processam as informa??es que o usu?rio d? ao site durante a navega??o e entregam dicas de produtos relacionados aos gostos e interesses do consumidor, fazendo parte dos sistemas de Behavioral Targeting, ou Marketing Comportamental.

Por?m s? a utiliza??o de Intelig?ncia Artificial, Filtragem Colaborativa e outras t?cnicas computacionais n?o garantem o aumento de convers?o, pois o consumidor precisa impactado de maneira positiva pelas recomenda??es, a seguir voc? encontrar? dicas e melhores pr?ticas de como direcionar o usu?rio-consumidor para uma melhor compra.

Elementos de uma vitrine

T?tulo

  1. Utilize cores diferenciadas do layout do site;
  2. Utilize n?meros: “60% das pessoas” constroi um fator de confian?a na cabe?a do consumidor.

Cores

  1. Utilize cores contrastantes que d?em destaque para a se??o de recomenda??o. Cuidado para n?o sobrecarregar, a se??o deve parecer como um an?ncio.

Produtos

  1. Oferece sempre poucas op??es. Apenas 3 ou 4 recomenda??es s?o suficientes.

Chamada para a??o (Call-to-action)

  1. Se voc? utilizar mais de uma chamada pra a??o, tenha uma como principal com maior destaque dentro da se??o de recomenda??o.

Melhores pr?ticas

Confira as melhores pr?ticas para conseguir um maior ?ndice de convers?o de suas vitrines de recomenda??o.

Menos sempre ? mais

Mostrando poucas recomenda??es, torna a decis?o do consumidor mais f?cil. Um bom n?mero de produtos na lista ? 3 ou 4, n?o fa?a uma lista grande. Tornar? a escolha muito mais dif?cil pelo internauta.

Tente o UpSell, pelo menos o Cross Sell

O prop?sito de fazer recomenda??es ? para aumentar o valor do pedido e/ou fazer a venda mostrando melhores op??es por um pre?o pr?ximo do produto visualizado.

Exclua Recomenda??es

Voc? n?o deve recomendar produtos antigos quando algu?m est? tentando comprar a ?ltima vers?o do mesmo produto. Seja mais criativo e venda mais.

Descontos funcionam

Ofere?a pacotes de produtos com descontes. Seus consumidores prezam pelo dinheiro. Com um lucro menor em alguns produtos, mas o valor de pedido maior garante uma boa margem.

Senso de urg?ncia

Quando oferecer um desconto ou valor especial, tire vantagem disso criando urg?ncia, dando um prazo curto para o consumidor efetuar a compra. Isso ir? aumentar os cliques e as convers?es.

Continue testando

Como garantir que essas pr?ticas funcionar?o e continuar?o funcionando em seu neg?cio? Continue testando permanentemente. Teste Chamadas para a??o, T?tulos, Cores, etc. Utilize softwares de testes gratu?tos como o Google Website Optimizer.

Sua loja utiliza sistemas de recomenda??es de produtos?

Sim? Compartilhe nos coment?rios quais as experi?ncias e resultados obtidos com suas vitrines.
Caso seu eCommerce n?o utilize, entre em contato comigo.
Fontes
Webinsider
Wikipedia
LiftSuggest

Dez 15

Injeção de Dependências nos DAOs de Entidades do Framework

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, AR, arte, auto, BI, C#, class, err, exemplo, for, framework, git, Google, Hibernate, ide, IE, if, Java, Number, O, on, override, padrão, procura, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, Spring, string, Sun, super(), TAT, Teste, Twitter, UI @ 12 15th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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A última implementação da HibernateDAOFactory do módulo persist do DCF, agora permite que seus DAOs de entidade possuam propriedades injetadas diretamente do container de beans do Spring.

No exemplo que temos nos testes de projeto, temos o MockDAO, que possui uma propriedade String com nome ‘testeString’:

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public class MockDAO extends HibernateEntityDAO

private String testeString;

public MockDAO(SessionFactory sessionFactory)
super(MockEntity.class, sessionFactory);

@Override
protected Order getOrderForList()
return Order.asc(“number”);

public String getTesteString()
return testeString;

@Autowired
@Qualifier(“testeString”)
public void setTesteString(String testeString)
this.testeString = testeString;

}

Note que no setter da propriedade, colocamos a anotação @Autowired, para recuperar esta String do container, e também associamos o Qualifier ‘testeString’.

No arquivo de beans do spring, basta adicionarmos um bean String com o id igual ao do qualifier:

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class=“java.lang.String” id=“testeString”>
-arg value=“stringTeste” />
>

Repare que o valor da String é ‘stringTeste’. Vamos ver em nosso teste agora se tal valor chega corretamente no DAO:

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@Test
public void testRightFactory()
MockDAO dao = this.getDaoFactory().getDAO(MockEntity.class);
Assert.assertNotNull(dao);

Assert.assertEquals(this.getDaoFactory(), dao.getDaoFactory());

Assert.assertNotNull(dao.getTesteString());
Assert.assertEquals(“stringTeste”, dao.getTesteString());

Uma coisa importante a se perceber, é que a chamada da DAOFactory permanece exatamente a mesma, mantendo assim a retro-compatibilidade com as outras versões, e apenas as injeções baseadas em anotações do Spring vão ser consideradas.
NÃO é necessário apontar o component-scan do Spring para o pacote de DAOs de sua aplicação. A injeção de beans adicionais é feita completamente a parte, seguindo o mesmo padrão de nome e de instanciação dos DAOs.

Qualquer dúvida, basta me procurar.

O projeto está no github, dentro do módulo persist do dclick-framework, ou diretamente no nexus da DClick.

Dez 14

Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, arte, C#, case, class, classe, classes, cliente, código, comparação, demo, Desenvolvimento, Design, Download, Eclipse, err, erro, exemplo, falha, Ferramenta, Flex, for, framework, Google, ide, IE, if, int, Introdução, Java, NaN, O, on, Opinião, Outros, padrão, Plugin, print, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, site, string, Sun, super(), TAT, Tema, Teste, Twitter, UI, uint @ 12 14th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.


Um pouco sobre a nova versão

Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome específico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexível escrever testes unitários. Agora é possível definir umahierarquia específica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe específica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuído e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.

Asserções



Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possível testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.

Exemplo Prático



Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:

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public class JUnitTestCase



Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:

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@Test
public void metodoQualquer()



Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:

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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);



Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:

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private String stringLocal;

@Before
public void inicializaLocal()
System.out.println(“Inicializou.”);
this.stringLocal = “inicializada”;

@Test
public void testInicializadaLocal1()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@Test
public void testInicializadaLocal2()
Assert.assertEquals(“A String deveria estar inicializada.”, “inicializada”,
this.stringLocal);

@After
public void setaNull()
System.out.println(“Setou nulo.”);
this.stringLocal = null;



Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possível criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possível separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais específico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo específico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:

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@BeforeClass
public static void antesDeTudo()
System.out.println(“Executado Antes.”);

@AfterClass
public static void depoisDeTudo()
System.out.println(“Executado Depois.”);



Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.

Próximos passos



Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possíveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexíveis a mudança. Difícil mas não impossível, e sim, é muito mais difícil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 6

JodaTime – Java Date que funciona!

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 4, 6, api, AR, bar, BI, blog, C#, camp, class, classe, classes, código, control, Curso, Cursos, Design, Design Pattern, Diversos, Documentação, efeito, err, exemplo, Exemplos, falha, for, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, lógica, map, mg, O, on, online, Opinião, padrão, pattern, print, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, singleton, string, Sun, TAT, Tema, Teste, try, Twitter, UI, uint, Vários, XP, zend @ 12 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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JodaTime



Não existe segredo quando se fala da implementação de datas no Java: é ruim de usar. Alguns chegam a dizer que é errado usar inclusive, mas não serei tão extremo.
A API de datas do Java é ruim por vários motivos, como por exemplo, é mal documentada, não é Thread Safe, é difícil de manipular datas, e o comportamento nem sempre é o esperado.
Vamos ver como susbtituir a API de datas que vem Out of the Box no Java, por uma mais efetiva, amigável e confiável: JodaTime.


Lembrando do Calendar



Todo programador Java conhece o Calendar, e sabe que para usá-lo, basta seguir o Design Pattern singleton, ou seja, basta chamar o método de classe em Calendar que devolve a instância única do sistema para o Calendar.


Problema: não funciona.


Não funciona porque se a instância é singleton, e não utiliza threadlocking no código, então não é uma instância ThreadSafe. Logo toda vez que chamamos o getInstance() do Calendar, obtemos uma nova instância. Para ilustrar, crie um teste em JUnit 4 com o seguinte código:

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Calendar calendar = Calendar.getInstance();

System.out.println(calendar.getTime());

Calendar calendar2 = Calendar.getInstance();

Assert.assertTrue(calendar == calendar2);



Rode o teste e veja a barra do JUnit ficar vermelha. O comparador ‘==’ usado em objetos, compara pelo endereço de memória, o que deveria ser o mesmo se fosse seguido o padrão singleton de verdade.
Pra piorar, todos os métodos que alteram as intâncias do Date estão expostos (por mais que estejam depreciados) para mantêr compatibilidade com versões anteriores da VM. Portanto o Date também não é ThreadSafe, pois não existe controle de concorrência em sua implementação.
Agora vamos deixar o Date e o Calendar de lado, e vamos ao JodaTime.

DateTime



O JodaTime diferencia muito bem os conceitos de data, instante de tempo, período, etc. A classe mais básica (interface no caso) é a ReadableInstant. Não precisa dizer que todas as modelagens de data implementam essa interface, permitindo comparar todos os tipos de modelagem de tempo pontuais. Um período não descreve um único instante ou ponto no tempo, por exemplo.
DateTime é talvez o ReadableInstant mais conhecido, e funciona muito parecido com o Date do Java.
Fatores que tornam o DateTime mais amigável são: é ThreadSafe pois é imutável, é muito bem documentado, e é muto fácil realizar operações com data. Vamos escrever um pouco de código para entender o que se passa.
Comece criando um DateTime. Como no Java, este DateTime criado possui o instante atual do sistema. Em seguida para efeito de teste (o teste pode falhar dependendo de quando for executado), adicione um dia na data criada, e verifique que o novo date aponta para amanhã:

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DateTime date = new DateTime();

date = date.plusDays(1);

Assert.assertEquals(new DateTime().getDayOfYear() + 1, date.getDayOfYear());



Repare que tive que reassociar o date para que ele pudesse ser alterado, afinal DateTime é imutável, o mesmo comportamento que o BinInteger possui. Repare também que pra adicionar um dia, basta chamar plusDays. Este método já se encarrega de fazer toda a lógica de adicionar um dia na data, como por exemplo mudar o mês ou ano se for preciso, por isso se esse teste for rodado no dia 31 de dezembro, ele irá falhar pois o DateTime irá adicionar mais um dia a data, e perceberá que se trata do ano seguinte, e portanto getDayOfYear irá devolver ’1′, e não ’366′ ou ’365′ como esperado.
O JodaTime também trata anos bissestos e horário de verão se for selecionado o fuzo correto.
Existe uma API bem completa em DateTime para manipular todos os campos possíveis da data, sendo assim fica muito mais fácil iterar ao longo dos dias, sem precisar delegar pro Calendar a tarefa, e depois recuperar o resultado.
Não vou abordar muito da API do JodaTime, pois está muito bem documentada e existem muitos exemplos nas internet. O objetivo desse post é tratar do assunto do próximo tópico.

JodaTime e Hibernate



Pior que manipular datas, é persistir datas. Cada banco persiste data do seu próprio jeito, e cada implementação de ORM trata o Date do seu próprio jeito. Mas se você está utilizando o Hibernate, o JodaTime tem uma solução de padronização pra você: JodaTime Hibernate.
Com o JodaTime Hibernate é possível mapear diversos tipos de representação de data em suas classes Java, com ou sem TimeZone, como String ou bigint, como período ou duração, etc.
Para se ter uma idéia do que é possível, basta verificar a documentação online.
E para utiliza é muito fácil. Imagine que você tenha uma entidade com um campo DateTime, que se chama entryDate, portanto temos o getter:

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@Column(nullable = false)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Para tornar este DateTime uma data que é padrão do banco que será utilizado, por exemplo, basta adicionar a seguinte anotação:

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@Column(nullable = false)
@Type(type = “org.joda.time.contrib.hibernate.PersistentDateTime”)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Estamos falando para o hibernate utilzar o tipo de coluna descrito pelo PersistentDateTime, e utilizar o mesmo para converter a data novamente para DateTime quando for recuperado.
Caso você esteja fazendo engenharia reversa de algum banco, recomendo ler a descrição de todos os tipo disponíveis pra fazer a melhor escolha.
Com isso conseguimos obter todos os benefícios do JodaTime em nossas entidades, facilitando controlar as datas no domínio de nossas aplicações.


Espero ter despertado sua curiosidade com o JodaTime. Na minha opinião é uma das melhores bibliotecas Java disponíveis, mas não quero falar muito sobre suas funcionalidades, pois um dos pontos mais fortes da biblioteca é a facilidade de se acostumar com ela, e principalmente utilizar todos seus recursos. Quero que vocês tenham um pouco desse gostinho :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Dez 5

Play Framework – alta produtividade em Java

Escrito por Erko Bridee em .NET, 1, 2.0, 4, 6, action, Adobe, Adobe Flex, apache, api, AR, Arquitetura, BI, blog, browser, C#, case, class, cliente, Componente, Componentes, control, Controles, CRUD, css, Curso, Cursos, dados, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desktop, Dica, Download, Eclipse, email, engine, err, erro, exemplo, Exemplos, Flex, Flexmania, for, framework, Frameworks, gae, Geral, git, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, imagens, int, internet, Java, JPA, Links, mg, mvc, novidade, Novidades, O, on, Outros, produtividade, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, ruby on rails, S+S, server, servidor, site, state, tag, TAT, Tema, template, Teste, Tree, Tutorial, UI, UX, Ved, web, Web Service, XML, XP @ 12 5th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
Erko Bridee
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O Play ? um framework open source para aplica??es web, escrito em Java, que possibilita o desenvolvimento de aplica??es web que seguem o padr?o MVC. Tem por objetivo otimizar a produtividade do desenvolvedor atrav?s do uso de configura??o sobre conven??o (CoC). Com recompila??o feita durante a execu??o da aplica??o, e caso ocorra algum erro, o respectivo ? exibido no browser, indicando a linha do erro.

Aten??o: o objetivo desse post ? realizar uma vis?o geral do que se trat? o Play Framework que temos ouvidos os coment?rios na internet.

O Play Framework torna o desenvolvimento de aplica??es Java e Scala uma tarefa f?cil para o desenvolvedor.

Site: Play Framework

Descubra uma alternativa limpa e leve para as atuais aplica??es Java Enterprise. O Play ? focado na produtividade do desenvolvedor e tem por alvo a arquitetura RESTFul.

Apesar do Play ter sido escrito em Java, ele suporta a linguagem Scala desde a vers?o 1.1 (hoje[Dezembro/2011] est? na vers?o 1.2.4). Este ano a empresa Typesafe (respons?vel pela linguagem Scala), anunciou a aquisi??o do Play Framework e este ser? mantido pela empresa. Uma das novidades relacionado a este anuncio ? que a vers?o 2.0 o n?cleo do Play Framework est? sendo totalmente reescrito em Scala.

Um v?deo para uma breve apresenta??o do Play Framework: Desenvolcendo uma aplica??o web em 10 minutos

Motiva??o

O Play foi muito inspirado no Ruby on Rails e Django. Um desenvolvedor familiarizado com qualquer um desses 2, ir? se sentir em casa.

Algo que ? fato, Ruby on Rails e Django s?o produtivos, ent?o por que n?o ter o mesmo n?vel de produtividade com java?

O Play utiliza do poder das aplica??es Java, por?m sem o “sofrimento” necess?rio para o desenvolvimento de aplica??es centradas no modelo Java Enterprise. Libertando das metodologias e ideologias relacionadas ao desenvolvimento de aplica??es Java EE, o Play prove para os desenvolvedores uma maneira f?cil e elegante de trabalhar, visando o aumento da produtividade.

Caso voc? queria, basta um editor de c?digo e ser? mais que o suficiente para o desenvolvimento de aplica??es, chega a ser incr?vel pensar que conseguiremos desenvolver aplica??es Java Web sem a necessidade de um IDE (Eclipse, Netbeans, …), mas vale lembrar, que estas IDE's ainda possuem seus atrat?vos e auxiliam em nossa produtividade.

Apesar de que as aplica??es desenvolvidas com o Play, foram projetadas para executar dentro do JBoss Netty Web Server, as aplica??es podem ser empacotadas em arquivos WAR e distribu?das para outros servidores de aplica??es Java EE (ex.: Apache Tomcat).

Maiores diferen?as com os demais frameworks

Stateless: o Play ? totalmente RESTful – n?o existe conex?o por sess?o Java EE. Isto torna o Play muito mais escal?vel que os demais frameworks.

Sem configura??o: realizar o download, descompactar e desenvolver.

F?cil ida e volta: sem necessidade de deploy no servidor de aplica??o, apenas edite o c?digo e atualize o browser.

Teste unit?rio integrado: suportes nativos para JUnit e Selenium.

API elegante: raramente um desenvolvedor ter? a necessidade de importar alguma lib. O Play j? disponibiliza a maioria dos recursos necess?rios para o desenvolvimento de uma aplica??o.

M?todos est?ticos: todos os controles de entrada e m?todos de neg?cio s?o declarados como est?ticos. E isto ? de fato bem diferente o que vemos nos demais frameworks Java.

I/O Ass?ncrona: atrav?s do uso do servidor web JBoss Netty, o Play consegue disponibilizar e tratar uma enorme quantidade de requisi??es ass?ncronas.

Arquitetura Modular: assim como Rail e Django, o Play utiliza o conceito de m?dulos. O que possibilida um meio elegante e simples de expandir o core do Play.

M?dulo CRUD: f?cil constru??o de UI administrativas com pouco c?digo.

M?dulo Scala: disponibiliza um suporte completo para Scala.

Componentes

O Play utiliza massivamente algumas bibliotecas populares:

  • JBoss Netty para o servidor web.
  • Hibernate para a camada de dados.
  • Groovy para a os templates.
  • O compilador do Eclipse para atualiza??o da aplica??o sem necessidade de realizar um deploy da aplica??o para testar as altera??es (hot-reloading).
  • Apache Ivy para gerencimanto de dependencias.

Funcionalidades presentes no n?cleo do Play:

  • Um framework RESTful limpo e leve.
  • CRUD: um m?dulo para simplicifar a edi??o de modelos de objetos.
  • Secure: um m?dulo para habilitar um sistema de autentifica??o de usu?rios.
  • Um framework de valida??o baseado em anota??es.
  • Um Job Scheduler (agendamento de tarefas).
  • Suporte para emails SMTP de maneira simples.
  • Suporte para JSON e XML.
  • Uma camada de persist?ncia baseada em JPA.
  • Uma base de dados embutida para r?pido deploy e testes da aplica??o.
  • Um framework completo para realiza??o de testes.
  • Funcionalidade para upload de arquivos.
  • Suporte para m?ltiplos ambientes de desenvolvimento.
  • Uma poderosa engine de templates baseadas em Groovy com templates, hierarquias e tags.
  • Arquitetura modular, que possibilita criar novas funcionalidades para o n?cleo facilmente.
  • Suporte para OpenID e clientes de Web Service.

Links ?teis

Informa??es a mais da Wikipedia

Overview do Play Framework 1.2.4

Documenta??o Play Framework 1.2.4

A documenta??o foi algo que achei interessante, me parece bem completa com bastante exemplos e informa??es de como utilizar as funcionalidades presentes no Play Framework.

Suporte para a linguagem Scala

Utilize a IDE de sua prefer?ncia (Eclipse, Netbeans, …)

Se por um acaso voc? utilize o Sublime Text 2, veja esse suporte para este editor de c?digo [github]

Reposit?rio de M?dulos

Dentre eles temos: MongoDB, GAE, Gera??o de PDF, GWT, SASS e SCSS, entre outros.

E agora?

Bom agora que j? temos uma boa id?ia do que se trata o Play Framework ? baixar e come?ar a testar e ver se na pr?tica ele ? bom mesmo.

Hora de fazer o download, instalar e colocar a m?o no c?digo: Tutorial para seguir e ver uma aplica??o do in?cio at? o “fim”

Eu particularmente ainda possuo algumas quest?es em aberto para descobrir as respostas, dentre elas est? uma: - Como ? que eu utilizo o Play Framework em um projeto com uma equipe? At? o momento s? tenho visto casos onde s?o apresentados desenvolvimetno de aplica??es r?pidas, por?m com um ?nico desenvolvedor…

No meu caso eu vou atr?s dessa reposta.


Veja também:

  • Tutorial : JDJ : Adobe Flex & Java
  • Voltando ao mundo HTML+JS e agora?
  • [Flexmania 2011] Planejando e projetando – Dashboad : Flex + Java
  • Lady Java
  • [ Java Desktop ] Processamento de Imagens Digitais
Nov 16

LCCS e PHP com ZendAMF

Escrito por Leonardo França em .NET, 1, 2.0, 4, Adobe, AMF, amfphp, AR, Artigo, Artigos, C#, catch, class, classe, classes, developer, Documentação, exemplo, Exemplos, flash, Flex, Flex 4, for, framework, function, handle, image, int, Java, Javascript, live, LiveCycle, Mercado, mg, O, on, Password, PHP, player, portal, programação, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, swf, Teste, try, UI, web, zend, zendAMF, zendFramework @ 11 16th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
Leonardo França
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O Adobe LiveCycle Collaboration Service possui em seu SDK, exemplos de integração com as principais linguagens de programação web do mercado como PHP, Java, Python, etc.
Na documentação da Adobe, é recomendado o uso do AMFPHP ou o PHP puro mesmo, mas nada impede de usar tranquilamente em conjunto com o ZendFramework (usando ZendAMF)
Ryan Stewart escreveu dois artigos mostrando a implementação com PHP e REST.

  • http://ria.dzone.com/articles/integrating-php-flash
  • http://ria.dzone.com/articles/php-flash-rest

Uma observação sobre o artigo de Ryan, no Flex 4, Adobe passou a usar o swfobject, então o modo de pegar os parâmetros via URL e passar para o SWF fica desse modo:

PLAIN TEXT
JAVASCRIPT:

  1. var xiSwfUrlStr = “playerProductInstall.swf”;
  2. var flashvars = ;
  3. flashvars.roomURL = swfobject.getQueryParamValue(“roomURL”);
  4. flashvars.authToken = swfobject.getQueryParamValue(“authToken”);
  5. var params = ;

No SDK do LCCS, existe um arquivo chamado lccs.php, basta copiar para o mesmo diretório em que você já usa suas classes. Em seguida, adicionar o include no arquivo gateway.php

PLAIN TEXT
PHP:

  1. require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
  2. require_once ‘lccs.php’;
  3. require_once ‘Test.php’;
  4. /** Bootstrap */
  5. // Instantiate server
  6. $server = new Zend_Amf_Server();
  7. $server->setProduction(false);
  8. $server->setClass(‘Test’);
  9. // Handle request
  10. echo($server->handle());
  11. ?>

E está é uma simples classe para teste chamando o método que retorna o token para autenticação.

PLAIN TEXT
PHP:

  1. class Test
  2. private $account;
  3. private $room;
  4. private $devUsername;
  5. private $devPassword;
  6. private $secret;
  7. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  8. private $accountURL;
  9. private $roomURL;
  10. function __construct()
  11. //for LCCS
  12. $this->account = “Your SDK account username from LCCS developer portal”;
  13. $this->room = “The room you want to connect to”;
  14. $this->devUsername = “Your LCCS developer account username”;
  15. $this->devPassword = “Your LCCS developer account password”;
  16. $this->secret = “The shared secret from the LCCS developer portal”;
  17. //$accountURL = “https://collaboration.adobelivecycle.com/$account”;
  18. $this->accountURL = “http://connectnow.acrobat.com/$this->account“;
  19. $this->roomURL = “$this->accountURL/$this->room“;
  20. public function getToken($data=array())
  21. try
  22. $this->account = new RTCAccount($this->accountURL);
  23. $this->account->login($this->devUsername,$this->devPassword);
  24. $session = $this->account->getSession($data['room']);
  25. $displayName = $data['displayName'];
  26. $username = $data['username'];
  27. $role = $data['role'];
  28. $token = $session->getAuthenticationToken($this->secret, $displayName, $username, $role);
  29. return $token;
  30. catch (Exception $e)
  31. throw new Exception($e->getMessage());
  32. }
  33. }
  34. ?>
Nov 16

Spring 3.1 RC1 – @Configuration

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, action, app, AR, auto, bar, BI, blog, busca, C#, case, class, classe, classes, código, components, configuração, err, erro, error, exemplo, for, framework, Google, IE, if, int, Java, lite, map, mudanças, mvc, NaN, O, on, Plugin, refresh, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, Sem categoria, Spring, SpringFramework, string, Sun, super(), tag, TAT, Teste, Twitter, UI, uint, web, XML @ 11 16th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Spring @Configuration


O que há de novo



Para habilitar certas funcionalidades do Spring que envolvem AOP, era preciso escrever tags XML como por exemplo context:component-scan para especificar os pacotes em que o Spring pode buscar por beans anotados com @Component, @Repository ou @Service.
Na versão 3.1 foram disponibilizadas as mesmas funcionalidades via anotação. São elas:

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org.springframework.context.annotation.Configuration
org.springframework.context.annotation.ComponentScan
org.springframework.context.annotation.EnableLoadTimeWeaving
org.springframework.context.annotation.EnableAspectJAutoProxy
org.springframework.scheduling.annotation.EnableScheduling
org.springframework.scheduling.annotation.EnableAsync
org.springframework.transaction.annotation.EnableTransactionManagement
org.springframework.web.servlet.config.annotation.EnableWebMvc



Vamos abordar o caso básico, pois o resto é bem similar.


@ComponentScan



Caso você ainda não esteja familiarizado com as configurações por anotaçãoo, vamos ao básico.
Comece criando uma classe que representará seu container de beans, e a anote com @configuration:

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@Configuration
public class TestConfiguration



Nesta classe estarão os beans que o container irá instanciar e deixar a nossa disposição.
Para iniciar o container vamos criar um test (JUnit 4) que instancia o contexto:

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public class ConfigurationTestCase

@Test
public void testConfigurationBeans()

AnnotationConfigApplicationContext ctx = new AnnotationConfigApplicationContext();
ctx.register(TestConfiguration.class);
ctx.refresh();


}



Aqui criamos um container do tipo AnnotationConfigApplicationContext e registramos nossa classe de configuração nele. Repare que é possível registrar mais classes, e portanto disponibilizar mais beans no container.
Agora vamos criar nosso bean de teste:

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public class GenericBean

private String testProperty;

public GenericBean(String testProperty)
super();
this.testProperty = testProperty;

public String getTestProperty()
return testProperty;

}



Vamos criar os métodos em nossa classe de configuração que instanciam nosso bean de duas maneiras diferentes:

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@Bean(name = “testBean”)
public GenericBean genericTestBean()
return new GenericBean(“test”);

@Bean(name = “otherBean”)
public GenericBean genericOtherBean()
return new GenericBean(“other”);



Repare que a única diferença entre os dois é a String que passamos como parâmetro.
Agora que temos 2 beans diferentes em nosso container, vamos criar os testes para verificar o comportamento do Spring. Abaixo da inicialização do contexto, vamos adicionar as seguintes linhas:

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GenericBean testBean = ctx.getBean(“testBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(testBean);
Assert.assertEquals(“test”, testBean.getTestProperty());

GenericBean otherBean = ctx.getBean(“otherBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(otherBean);
Assert.assertEquals(“other”, otherBean.getTestProperty());



Aqui estamos garantindo que nossos dois beans diferentes estarão no contexto como esperado.
Antes de rodar o teste, será necessário adicionar a dependência do CGLib ao seu projeto. Caso você esteja usando o maven, basta adicionar a seguinte dependência>

GeSHi Error: GeSHi could not find the language text (using path C:Program Fileswampwwwblogwp-contentpluginsig_syntax_hilitegeshi) (code 2)



Pronto, com isso temos o suficiente pra deixar a barra do JUnit verde. Vamos agora adicionar o @ComponentScan.
Em nossa classe de configuração (poderia ser qualquer outra registrada no contexto) adiciona a seguinte anotação:

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@Configuration
@ComponentScan(“br.com.dclick.tentativas.configuration.beans”)
public class TestConfiguration



No meu caso meu bean está dentro do pacote br.com.dclick.tentativas.configuration.beans e portanto basta eu alterá-lo adicionando o seguinte código:

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@Component(“componentBean”)
public class GenericBean

private String testProperty;

public GenericBean()
this.testProperty = “component”;



Dessa forma posso criar mais um teste e verificar que o bean está vindo corretamente:

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GenericBean componentBean = ctx.getBean(“componentBean”, GenericBean.class);

Assert.assertNotNull(componentBean);
Assert.assertEquals(“component”, componentBean.getTestProperty());



Rode o teste e deixa o JUnit feliz.
A única coisa a se ter cuidado aqui, é que com @ComponentScan, você não pode mapear o diretório da própria classe de configuração.

Demais Configurações



Daqui em diante basta anotar suas classes de configuração com as configurações que você deseja ativar, como por exemplo @EnableAsync que permite que os beans rodem de maneira assíncrona com a anotação @Async.

Brinque um pouco com as outras anotações. Acredito que vale o esforço, pois esse tipo de configuração permite abandonar um pouco os arquivos XML e tornam mais fácil o refactor dos beans, afinal teremos erros de compilação com as mudanças de código.

Por enquanto é isso, qualquer dúvida mande nos comentários que responderei assim que possível.

Por @Gust4v0_H4xx0r

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