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Mar 10

Novos cursos na Egenial

Escrito por Daniel Lopes em 1, 3d, 4, 6, Adobe, api, app, AR, arte, BI, browser, código, comunidade, Cotidiano, Curso, Cursos, Desenvolvimento, Design, Desktop, Dica, egenial, err, Excel, exemplo, Exemplos, Ferramenta, flash, Flex, Flex4, for, fundo, git, Gráfico, IE, Iniciando, int, jogo, Jogos, kit, Mercado, mg, mudanças, NaN, novidade, Novidades, O, object model, on, opensource, Palestra, platform, Projetos, rails, RIA, Ria’s Geral, ruby, Ruby e Rails, ruby on rails, site, Software, tag, Tecnologia, tool, toolkit, UI, variados, Ved, web @ 03 10th, 2011 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Nossa empresa está passando por várias mudanças e nas próximas semanas teremos algumas novidades, mas ainda não é esta a razão deste post. Este post é sobre os próximos cursos na Egenial que começam na semana que vem.

No ano passado nossa parceria com a Egenial se estreitou um pouco mais já que a empresa está voltando suas atenções em massa para a comunidade de software Brasileira. Eu (Daniel) acabei sendo convidado para dar uma mão nessa empreitada.

Nos últimos dias tivemos o mega sucesso que foi o RubyMasters, com mais de 270 inscritos e com 12horas de palestra (que também teremos um post a parte). Agora a novidade é que na semana que vem teremos 3 cursos iniciando e as matrículas ainda estão abertas.

Ruby on Rails

Ruby on Rails do Básico ao Avançado comigo como instrutor. Essa é a minha 12 turma na Egenial e a minha 8 só em Ruby/Rails. Ao longo dos últimos anos fui refinando os exemplos deste curso e acho que chegamos no ponto perfeito. São 22 horas de aula onde passamos desde o básico de Ruby e vamos construindo uma aplicativo real em Rails. O aplicativo é tão próximo de um projeto real que eu mesmo uso como referência várias vezes no meu desenvolvimento diário em Rails 3.0.

Neste curso eu tento cobrir tudo que é fundamental para o cotidiano de um Railer. Veja a grade detalhada no site: http://www.egenial.com.br/cursorails

GIT

Git revolucionou o mercado de desenvolvimento opensource e comercial. Chega a ser impossível pensar como era o desenvolvimento com equipe remota ou em projetos opensource antes do GIT. É o tipo de ferramenta que é praticamente impossível contestar seu valor mesmo trabalhando sozinho e sem equipe nenhuma.

Uma das coisas que mais me motiva em continuar envolvido com a comunidade Rails é que é um local onde as coisas novas sempre acontecem muito rápido e isso foi bem marcante com GIT. Boas práticas surgem e se tornam leis na comunidade Rails e GIT é uma dessas leis.

Sem exceção, todos os projetos opensource são versionados com GIT e a grande maioria dos projetos privados também. Isso ocorre por uma única razão: GIT é fantástico.

Uma tecnologia com dezenas de benefícios como sua organização descentralizada incrível para trabalho em equipes, um modelo de armazenamento que reduz drasticamente o tamanho dos repositórios e sua simplicidade que o torna acessível para qualquer pessoa.

Por essas razão a Egenial tem tentado levantar um curso de GIT realmente prático e aprofundado tem bastante tempo. Finalmente conseguimos. Em Março, Arthur Zapparoli vai ministrar um curso de 16h ensinando desde o básico da ferramenta até os detalhes mais profundos como Cherry Pick, Rebase, Object Model, Bisect, Gitosis e muito mais.

Essa é a sua chance de dominar o GIT: http://www.egenial.com.br/git

FlashPlataform – Flex4

Outro curso que também começa na semana que vem é o FlashPlataform Flex4. Um curso totalmente reformulado para cobrir as novas ferramentas criadas pela Adobe e o mais legal que o instrutor será Fábio Vedovelli. Figurinha carimbada do mundo Flex e com uma excelente didática.

Ultimamente tenho participado muito pouco da comunidade Flex o que não indica que ainda não utilizo e utilizarei estas ferramentas se for necessário. É preciso ser pragmático e para muito objetivos Flash/Flex ainda são imbatíveis e são as melhores soluções do mercado.

Soluções como o próprio TreinaTom ainda são impossíveis de serem implementadas da forma correta sem essas tecnologias. Jogos, interatividade que envolve gráficos 2D/3D de forma compatível com todos os browsers, multimídia, compatibilidade com API de escrita e leitura de arquivos pelo browser, desenvolvimento desktop usando o mesmo código web e muitas outras vantagens que só a Plataforma Flash consegue atender hoje em dia.

Se você precisa dessas soluções então esse curso é o que faltava para complementar o seu toolkit.

Não perca tempo e conheça: http://www.egenial.com.br/flashplatformweb

Fev 28

Problema de compilação do ASDoc nos Flex Library Projects

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Actionscript, Adobe, Air, AR, ASDoc, auto, BI, blog, botão, builder 4, class, demo, err, erro, error, flash, flash builder, Flash Builder 4, Flex, for, IE, if, image, int, library, mg, MXML, O, on, PDI, problema, processo, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, SDK, TAT, tool, Twitter, UI, uint, update, XML @ 02 28th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Todos sabemos que com a vinda do Flash Builder 4 nós ganhamos o suporte a visualização do ASDoc, mas algo que deixou a desejar foi na criação de novas libs através do Flex Library Project pois não há como adicionar o conteúdo do ASDoc sem que haja a inclusão dos sources dentro da lib.

Essa situação não agrada muito quando o seu objetivo é distribuir uma biblioteca que tenha todo o suporte do ASDoc mas que não contenha os sources do seu projeto, visando manter a propriedade intelectual do que está sendo distribuído.

Reconhecido o erro, a Adobe liberou um Ant simples que você pode usar em seus Flex Library Projects.

O Ant faz as seguintes ações:
1. Compila o SWC.
2. Compila o ASDoc.
3. Adiciona ao SWC os novos xml/DITA gerados pelo ASDoc.

Entendido o problema, segue o Ant feito pela adobe com algumas modificações.
(Observem os comentários e não esqueça de substituir o CAMINHO_PARA_O_FLEXTASKS.JAR e o CAMINHO_PARA_A_SDK_DO_FLEX)

PLAIN TEXT
XML:

  1. <?xml version=“1.0″?>
  2. name=“DClick” default=“main” basedir=“.”>
  3. ?
  4. ? ?
  5. ? ? ? ? output=“${basedir}/tempDoc” lenient=“true” failonerror=“true” keep-xml=“true” skip-xsl=“true” fork=“true”>
  6. ? ? ? ?? ? ?.source-path path-element=“${basedir}/src”/>
  7. ? ? ? ? ? ? -sources path-element=“${basedir}/src”/>
  8. ? ? ? ? >
  9. ? ? ? ?
  10. ? ? ? ?
  11. ? ? ? ? destfile=“${basedir}/bin/${ant.project.name}.swc” update=“true”>
  12. ? ? ? ?? ? ? dir=“${basedir}/tempDoc/tempdita” prefix=“docs”>
  13. ? ? ? ? ? ?? ? ? name=“*.*”/>
  14. ? ? ? ? ? ? ? ? name=“ASDoc_Config.xml”/>
  15. ? ? ? ? ? ? ? ? name=“overviews.xml”/>
  16. ? ? ? ?? ? ?>
  17. ? ? ? ? >
  18. ? ? >
  19. ?
  20. ? ? name=“clean-temp-docs”>
  21. ? ? ? ? dir=“${basedir}/tempDoc” failonerror=“false” includeEmptyDirs=“true”/>
  22. ? ? >
  23. ?
  24. >

Agora que já entendemos o problema e já temos a solução, que tal automatizar o processo? Vamos adicionar o Ant no processo automático de compilação do projeto.

1. Adicione o ant dentro do path do seu projeto.

2. Acesse as propriedades do projeto e vá em Builders.

2. Clique no botão import e adicione o Ant file.

3. Desmarque a opção Flex.

Pronto, agora seu projeto Flex Library já está pronto para compilar o seu ASDoc sem comprometer o source dos seus arquivos.

Para baixa o ant clique aqui.

Fev 24

Android – Configurações iniciais e “Hello, world!”

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Android, Aplicativos, AR, BI, blog, class, configuração, control, Curso, Cursos, Desenvolvimento, developer, development, Dica, dll, Download, Eclipse, err, exemplo, for, Google, html, IE, image, int, Java, Linux, lista, Mercado, mg, mobile, O, on, Outros, print, processo, reference, RIA, Ria’s Geral, SDK, Segurança, ssl, Sun, TAT, Tema, Teste, tool, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, uint, update, UX @ 02 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Este tutorial é o primeiro de uma série de tutoriais sobre o sistema operacional Android. Inicialmente falarei um pouco sobre o que é o android, para que os iniciantes entendam um pouco melhor o que está por trás deste Sistema Operacional que, em tão pouco tempo, conquistou uma fatia tão grande do mercado de mobiles.


O Android

É uma plataforma open source criada, como muitos devem saber, pelo Google. Mas não apenas por ele. Do desenvolvimento deste SO participou o grupo Open Handset Alliance, que conta com outros 47 grandes nomes, como: HTC, LG, Samsung, Motorola, Toshiba, Sprint Nextel, T-Mobile, Asus, Intel, e muitos outros (Mais informações sobre a OHA podem ser encontradas em: http://www.openhandsetalliance.com/).

O SO e a máquina virtual

Baseado no kernel 2.6 do Linux, o SO do Android é responsável por gerenciar a memória, os processos, segurança de arquivos e pastas e também redes e drivers. Cada aplicativo dispara um processo no sistema operacional e cada processo possui uma thread dedicada. O sistema operacional tem total controle sobre os processos e pode, se necessário, encerrá-los e reiniciá-los para liberar recursos.

A linguagem utilizada para desenvolvimento de aplicações em Android, como muitos devem saber, é Java. Mas o que poucos sabem é que o SO não possui uma JVM, e sim uma máquina virtual chamada Dalvik, otimizada para mobile.

Configuração inicial

A seguir está um tutorial passo-a-passo sobre como instalar o SDK do Android no Eclipse para que possamos começar a desenvolver para esta plataforma.

Assumirei que o Eclipse já está instalado e configurado na sua máquina. Desta forma, a primeira coisa que deve-se fazer é o download do SDK do android. Que pode ser obtido no seguinte endereço:

http://developer.android.com/sdk/index.html

Após fazer o download do SDK, extraia-o para alguma pasta do seu sistema, como “D:/Android_SDK”, por exemplo. Utilize o update manager do Eclipse para instalar os plug-ins disponíveis para o Android Development Tools (ADT) pela URL: https://dll-ssl.google.com/android/eclipse

Em seguida deve-se configurar o “caminho” para onde você salvou o SDK na guia “preferences” do seu Eclipse:

O próximo passo é instalar os pacotes do SDK disponíveis através do ADT:

Após selecionar os pacotes desejados, clique em “Install Selected” e confirme as licenças para cada um deles. O passo seguinte é instalar um AVD (Android Virtual Device) para que você possa testar seus aplicativos.

Na mesma janela do ADT, selecione a aba “Virtual Devices” , clique em “New”, configure como desejar e clique em “Create AVD”:

Em seguida teste seu AVD. Selecione-o na lista, clique em “Start…” e em seguida em “Launch”:

Parabéns! Seu Eclipse agora está configurado para que você comece a desenvolver aplicativos para Android.

Hello, World!

Agradecimentos ao @eduardohorvath pelo apoio e auxílio na estruturação do post.

Fev 23

Primeira aplicação WP7 com Expression Blend

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 3d, 4, 6, Air, Animação, Animações, Aplicativos, app, AR, Artigo, auto, back, bar, BI, Blend, botão, Botões, browser, C#, carregar, checkBox, código, control, Controles, Controls, Curso, Cursos, dados, demo, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, Diversos, DRE, err, event, Evento, events, exemplo, expression, Expression Blend, Ferramenta, Flex, for, fundo, git, gratuito, html, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, Introdução, layout, lista, menu, mg, mobile, movimento, O, on, Orientação, Outros, Partilha, processo, produtividade, programação, Projetos, RIA, Ria’s Geral, Scroll, silverlight, tag, Tecnologia, Tema, Teste, tool, Tutorial, UI, UX, Vários, Ved, Vídeo, Visual Studio, Visual Studio 2010, web, window, windows, WPF, XAML, XML, XP @ 02 23rd, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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imageNeste tutorial vou criar uma pequena aplicação utilizando o Expression Blend 4,  será implementado o básico para quem está começando com o desenvolvimento de projetos para o Windows Phone 7 utilizando o Expression Blend 4.

No artigo anterior, vimos como preparar o ambiente gratuito de desenvolvimento para criar aplicações mobile utilizando o Windows Phone 7, o Expression Blend é instalado junto com o Windows Phone Developer Tools, saiba mais em Introdução ao Windows Phone 7.

Se você ainda não conhece o Expression Blend 4, talvez tenha uma dúvida, quando utilizar o Visual Studio 2010 e quando utilizar o Expression Blend ?

Tudo que é produzido em XAML pelo Expression Blend também pode ser reproduzido no Visual Studio 2010, porém, a criação de aplicativos visualmente ricos com as novas tecnologias trouxe novas possibilidades ao programador, como o suporte a elementos multimídias e animações, a possibilidade de modificar como as informações são apresentadas nos elementos visuais e outros diversos recursos, com isso houve a necessidade de ter uma ferramenta voltada ao designer da aplicação, onde o foco seria a camada visual.

O Expression Blend chegou para suprir essa necessidade, dessa forma o designer da aplicação tem uma ferramenta com recursos mais sofisticados e visuais, com o Blend a maioria das tarefas são executadas de forma visual, sem que seja necessário digitar dezenas de códigos, por exemplo, o Expression Blend tem total suporte a criação de animações, possuindo uma timeline, onde o designer poderá acionar a animação e gravar todos os movimentos que fizer com o mouse na aplicação, quando finalizar, todo o código XAML é gerado automaticamente pelo Blend, esse é somente um exemplo do qual a ferramenta gera produtividade quanto à criação visual da interface.

O Expression Blend é totalmente integrado ao Visual Studio 2010, é possível trabalhar com as duas ferramentas abertas com o mesmo projeto, que as modificações são atualizadas em cada ferramenta.

Criando uma aplicação no Expression Blend

A aplicação do tutorial vai listar algumas urls em um ListBox, quando o usuário clicar em um item, a aplicação será redirecionada para outra página em XAML, essa página vai  conter um browser e receberá o link a ser carregado.

Inicie o Expression Blend e crie uma aplicação do tipo Windows Phone Application, Figura 1, na aba Projects, temos os arquivos iniciais da aplicação gerados pelo Expression Blend, a aplicação tem três arquivos de imagens, e dois arquivos do tipo XAML, o XAML (eXtensible Application Markup Language), é uma marcação similar a marcação XML, é utilizada no Silverlight tanto para aplicações WEB como para o WP7, e também é utilizada para criar aplicações desktop com o WPF para o ambiente Windows.

Com a marcação XAML podemos criar layouts de telas separadas do código da linguagem de programação C#, possibilitando assim, um menor acoplamento entre o design e a programação, dessa forma um designer poderia trabalhar no design das telas utilizando somente o XAML, enquanto o programador faz o modelo da aplicação.

Resumidamente o arquivo App.xaml é usado pela aplicação silverlight para declarar recursos compartilhados no projeto, já o arquivo MainPage.xaml é o arquivo principal da aplicação, sua representação visual é a que aparece no centro da tela, mostrando uma interface com um layout inicial de um aplicativo WP7.

clip_image002

Figura 1 – Windows Phone Application

Layout Control

Na aba Objects and Timeline, temos a hierarquia dos elementos visuais da aplicação, em nosso projeto, inicialmente vemos 3 itens, o PhoneApplicationiPage, que é a pagina principal do layout, onde todos os elementos serão inseridos, o ApplicationBar, é uma área reservada para um barra onde podemos personalizar botões e menus para serem usados na aplicação, em seguida temos o LayoutRoot, este é o nome dado ao Layout Control Grid da aplicação default.

Um Layout Control serve para auxiliar no posicionamento de elementos na tela, existem vários controles de layout disponíveis em Silverlight, cada layout control tem sua utilidade dependendo do objetivo, o layout control Grid é um dos mais flexíveis, semelhante a uma tabela HTML, esse controle permite que seja criado linhas e colunas,  além de definir o tamanhos e a altura de cada linha e coluna.

Abaixo segue os tipos de Layouts disponíveis para serem utilizados no Windows Phone 7:

  • Grid – Layout mais flexível , é possível inserir os elementos dentro de linhas e colunas.
  • Canvas – permite posicionar os elementos em posições fixas dentro do Layout Control, ou seja, você pode definir uma posição exata que o elemento deve ficar no Canvas, fornecendo suporte ao posicionamento absoluto dos elementos filhos.
  • StackPanel – Adiciona os elementos em uma pilha, com orientação vertical ou horizontal.
  • ScrollViewer – Habilita barras de rolagens vertical e horizontal
  •  Border – Insere uma borda em um único elemento interno.

 Veja neste link os Layout Controls na prática, para facilitar o entendimento eu digitei o código XAML abaixo da tela principal, refletindo as modificações, conforme digitadas. (video wmv ).

Conhecendo o MainPage.xaml

A tela inicial da aplicação contém um layout Grid principal, chamado de LayoutRoot , com um fundo transparente. Em seguida temos a definição de duas linhas dentro do layout. Dentro do layout control Grid chamado LayoutRoot temos outro layout control do tipo StackPanel, note que o StackPanel está definido na linha zero do Layout Control Grid acima, utilizando a propriedade Grid.Row = ”0”. Dentro do Stackpanel temos três elementos, um TextBlock chamado ApplicationTitle, onde na propriedade Text você poderá modificar o nome da aplicação para qualquer nome que desejar , em seguida temos outro TextBlock com nome de PageTitle, onde podemos também na propriedade Text  modificar o título da página. O Terceiro elemento é outro Layout Control do tipo Grid com o nome de ContentPanel, é nele que o conteúdo da sua aplicação será criado no projeto.

Listagem 1. XAML do código default

clip_image002[15]

Mas tudo isso não é uma regra, em nossa aplicação de exemplo queremos aproveitar o máximo da tela do Windows Phone 7, vamos remover todo o conteúdo do primeiro layout Grid, o LayoutRoot, em seguida troque o tipo de layout, para isso, selecione com o botão direito do mouse no layout control e em Objects and Timeline, clique em Change Layout Type, Figura 3, e altere para um StackPanel. Adicione um ListBox no StackPanel,  o código completo está na Listagem 2.

Vamos também remover a barra do system tray do WP7, onde aparece o nível da bateria, sinal e hora, para isso, selecione o item PhoneApplicationPage na aba Objects and Timeline e nas propriedades, remova o checkbox Show SystenTray, Figura 2, com isso temos todo o espaço disponível da tela para utilizar em uma aplicação.

clip_image004

Figura 2 – Removendo o SystemTray

clip_image006

Figura 3 – Alterando o Layout Control

Listagem 2. XAML da aplicação

clip_image008

Inserindo dados de exemplo

Para criar o nosso exemplo seria necessário carregar informações de algum provedor de dados, o designer da aplicação não precisa conhecer como esses dados serão implementados, pois o ideal é que eles sejam ligados de forma menos acopladas possível, ou seja, que cada camada tenha suas responsabilidades bem definidas, para facilitar essa tarefa ao designer, e para auxiliar nos testes de dados em interfaces XAML, o Expression Blend disponibiliza uma forma de criar dados de exemplo,  deixando ainda os elementos visuais corretamente ligados as objetos que contém os dados.

Para criar uma coleção de dados de exemplo e ligar ao ListBox , clique na aba Data e no ícone Create Sample Data, digite o nome do DataSource, clique nas propriedades e modifique conforme desejar, depois arraste e solte a coleção para dentro do ListBox e você terá uma ListBox ligada a uma coleção de dados. Como esse passo é 100% visual no Expression Blend, veja neste vídeo rápido o processo passo a passo.

 ( video wmv) – Create Sample Data

clip_image002[17]

Figura 4 – ListBox com dados de exemplo

Navegação de Páginas

Para finalizar o exemplo, vamos inserir um evento SelectionChanged no ListBox, assim quando o usuário selecionar um item no Listbox vai abrir outra página com o link selecionado carregado no browser, para inserir o evento, selecione o ListBox, na aba properties, clique  no ícone Events e dê um duplo click no evento SelectionChanged, Figura 5.

clip_image002[19]

Figura 5 – ListBox – Criando um evento SelectionChanged

Dentro do evento SelectionChanged do ListBox,  primeiro vamos obter o item selecionado no ListBox através da propriedade SelectedItem, depois através do recurso NavigationService.Navigate, vamos navegar até a outra página, passando como parâmetro a url que será carregado no Browser, Listagem 3. Adicione uma página em seu projeto com o nome de PhonePageBrowser, adicione um elemento WebBrowser e o método onNavigatedTo, esse método será responsável por obter a url e carregar o browser com o link passado, Listagem 4.

Listagem 3. XAML da aplicação

clip_image004[7]

Listagem 4. XAML da aplicação

clip_image006[7]

Conclusão

O Expression Blend é um poderoso aliado para a criação de aplicativos para o Windows Phone 7 com Silverlight,  vimos de forma superficial como criar uma aplicação na ferramenta, além de conhecer um pouco sobre os layout controls, sample data e navegação de páginas.

Fev 2

Introdução ao Windows Phone 7

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, .Net Magazine, 1, 2009, 3d, 4, 6, Animação, Animações, Aplicativos, app, AR, arte, Artigo, auto, back, BI, Blend, blog, Blogs, botão, browser, C#, camp, case, class, Class Library, código, código fonte, configuração, control, Curso, Cursos, custom, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, developer, development, DevMedia, Diversos, Download, DRE, email, empresas, err, exemplo, explorer, expression, Expression Blend, Ferramenta, fonte, for, framework, fundo, game, Geral, git, gratuito, html, ide, IE, if, image, instalação, int, Introdução, jogo, Jogos, layout, library, Links, lista, live, Mac, menu, Mercado, mg, Microsoft, Microsoft Expression, Microsoft Silverlight, mobile, MSDN, Negócios, novidade, Novidades, O, on, pagamento, produtividade, Projetos, RIA, Ria’s Geral, RTW, silverlight, Silverlight 4, site, SmartPhone, social, Software, spark, tag, Tecnologia, Tema, tool, UI, uint, UX, Ved, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, web, window, windows, windows 7, XAML, Xna, XP @ 02 2nd, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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WP7_1

Neste artigo será apresentada uma pequena introdução ao desenvolvimento de projetos mobile com o Windows Phone 7, o Windows Phone 7 ou WP7, é o mais recente sistema operacional da Microsoft para a plataforma mobile, foi projetado para proporcionar ao desenvolvedor a criação de aplicativos com recursos interativos e ricos, seu visual é simples, agradável e moderno. Para o desenvolvimento de aplicativos para essa plataforma a Microsoft investiu praticamente no Microsoft Silverlight e no Framework XNA.

O Silverlight pode ser utilizado para diversas finalidades, mas sua força está na criação de aplicativos de negócios em geral, utilizando a plataforma .net. Além do WP7 é possível utilizar o Silverlight para criar projetos web , rodando no browser ou até mesmo criar projetos Silverlight que rodam instalados fora do browser.

O XNA é um framework completo para o desenvolvimento de games, tanto para PCs com o Windows, como para o XBOX 360 e o Windows Phone 7, é possível criar jogos com o Silverlight , mas como o XNA foi concebido com esse propósito ele tem um suporte melhor para a criação de games mais complexos.

Se você já programa em C# .net ou até em Silverlight, você poderá aproveitar e aplicar seus conhecimentos para criar aplicativos para o WP7, neste artigo será apresentado como preparar o ambiente de desenvolvimento para você iniciar a criação de aplicativos para o Windows Phone 7 com Silverlight utilizando o Visual Studio 2010 ou com o Expression Blend.

O Ambiente de desenvolvimento para o WP7 é totalmente gratuito, você poderá utilizar o Visual Studio 2010 Express, o Visual Studio é a principal IDE da Microsoft para o desenvolvimento de aplicativos para a plataforma .net, neste artigo vou usar a versão Premium do Visual Studio 2010 , mas você poderá utilizar os mesmos conceito na versão Express (gratuita).

Uma ferramenta muito interessante e com total suporte ao Windows Phone 7 é o Expression Blend 4, o Blend é uma ferramenta completa para a criação de layouts aprimorados, com suporte ao Windows Phone, nela diversas tarefas são realizadas com a ajuda do mouse, os códigos XAML são gerados automaticamente conforme você manipula visualmente o layout das telas, além de praticidade e produtividade ele também possui um emulador do Windows Phone e diversos recursos para o designer da aplicação. 

Ambiente de desenvolvimento – Windows Phone 7 Developer Tools

WP7DT

Para iniciar o desenvolvimento com o WP7 você vai precisar instalar o Windows Phone Developer Tools  RTW , ele está disponível para o Windows Vista e Windows 7, o programa inclui os seguintes aplicativos:

  • Visual Studio 2010 Express for Windows Phone
  • Windows Phone Emulator Resources
  • Silverlight 4 Tools For Visual Studio
  • XNA Game Studio 4.0
  • Microsoft Expression Blend for Windows Phone 
  •  

    Para outras informações sobre o ambiente gratuito de desenvolvimento para o WP7 clique aqui.

    Inicie a instalação do Windows Phone Developer Tools RTW, se você tiver alguma versão incompatível instalada,  o software vai alertá-lo, a primeira etapa é aceitar a licença do programa, em seguida aparecerá uma tela com o botão “Install Now”, clique  para iniciar a instalação, você poderá neste momento alterar o diretório de instalação, Figura 1, se clicar no botão Customize.

    O Windows Phone Developer Tools iniciará a instalação dos programas e você verá a tela da Figura 2 assim que a instalação de todos os programas for completada.

    Figura 1. Customizando a Instalação do Windows Phone Developer Tools

    Figura 2. Instalação concluída do Windows Phone Developers Tools

    Os programadores Visual Basic tem um Windows Phone Developers Tools específico neste link Visual Basic for Windows Phone Developer Tools – RTW.

    Criando uma aplicação no Visual Studio 2010

    Abra o Microsoft Visual Studio 2010 e clique em File->New->Project, cinco opções são apresentadas como modelos de projetos para o Windows Phone, o primeiro é o Windows Phone Application, nele temos um projeto básico com o mínimo necessário para criar uma aplicação WP7, a segunda opção é a Windows Phone Databound, que permite criar uma aplicação baseada em um modelo capaz de trabalhar com uma lista de dados e com controle de navegação,  a terceira opção é a Windows Phone Class Library, onde é possível criar uma biblioteca para o Windows Phone, em seguida temos o Windows Phone Panorama Application, que cria um projeto com um modelo de navegação muito comum no Windows Phone, onde é possível através do toque na tela andar pela aplicação e navegar em suas listas de dados e por ultimo temos o Windows Phone Pivot Application, onde está disponível um controle Pivot para ser usado na aplicação.

    vs1

    Figura 3. Tipo de projetos para Windows Phone no Visual Studio 2010

    Como o foco do artigo não é a criação de uma aplicação para o Windows Phone 7 e sim somente dar uma introdução ao desenvolvimento para a plataforma, vamos criar um projeto do tipo Windows Phone Panorama Application e modificar somente em dois pontos e em seguida visualizar as alterações.

    No código fonte da aplicação (XAML), vamos modificar o título da aplicação e o cabeçalho do primeiro item do controle panorâmico, localize o controle  Panorama e modifique o parâmetro Title para um nome qualquer, em seguida faça o mesmo com a propriedade Header do controle PanoramaItem, veja a Figura 4.

    FontePanorama 

    Figura 4. Modificando o fonte do projeto Windows Phone Panorama Application

    Agora clique no play do Visual Studio 2010 para executar a aplicação e visualizar o emulador do Windows Phone 7, Figura 5 e 6.

    emuladorVS

    Figura 5. Executando a aplicação no emulador do Windows Phone 7

    Emulador 

    Figura 6. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010

    Abrindo a aplicação no Expression Blend 4

    O Expression Blend é um aplicativo que auxiliar na parte gráfica da aplicação, com ele temos uma ferramenta gráfica e com recursos específicos para essa finalidade, um bom exemplo e a criação de animações em sua aplicação, vamos supor que você queira animar um determinado elemento, seja uma imagem ou um botão, por exemplo,a vantagem de utilizar o Blend nesta tarefa é a possibilidade de gravar toda a animação na tela e ele automaticamente gera todo o código XAML, poupando dezenas de linhas de códigos que seriam digitadas no Visual Studio 2010.

    O Microsoft Expression Blend for Windows Phone é um dos aplicativos instalados pelo Windows Phone Developers Tools, existe também uma versão para uso do Silverlight  que é a que estou usando neste artigo, chamada de Expression Blend 4, que faz parte do pacote do Expression Studio 4, integrado com o Visual Studio 2010 e que também funciona para programar para o Windows Phone 7.

    Saiba mais sobre o Expression Studio 4 neste artigo da .net Magazine.

    O Expression Blend é integrado ao Visual Studio 2010, basta clicar no seu projeto com o botão direito do mouse e clicar em Open in Expression Blend, Figura 7, qualquer modificação feita nas ferramentas já é atualizado na outra assim que uma é acionada.

    Figura 7. Emulador do Windows Phone 7 no Visual Studio 2010.

    eb

    Figura 8. Expression Blend 4.

    App Hub

    Os aparelhos com o Windows Phone 7 ainda não chegaram ao Brasil, o jeito é aguardar ou adquirir um aparelho importado, depois que você já preparou o ambiente de desenvolvimento e já está desenvolvendo aplicativos com a tecnologia Silverlight ou XNA, você vai querer testar o aplicativo no próprio aparelho e ainda começar a ganhar dinheiro enviando sua aplicação para o Windows Phone Marketplace, o Windows Phone Marketplace é onde você pode testar e comprar aplicativos, jogos, músicas para o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace já está aberto para que os desenvolvedores possam enviar seus aplicativos, para que você possa criar aplicações e vender no Marketplace você vai precisar desbloquear o equipamento e criar uma conta no site App Hub, vamos ver agora passo a passo como realizar esse procedimento.

    1. Acesse o site http://create.msdn.com/en-US .
    2. Clique em Sig-in .
    3. Entre com o seu Window Live ID .
    4. Selecione o tipo de conta: Company (Empresas), Individual (desenvolvedor individual) ou Student (estudante que participa do projeto DreamSpark) .

    As contas do tipo Company e Individual tem um custo anual de $99, se você é estudante, participe do projeto DreamSpark, atualmente o Dreamspark é a única forma de participar do App Hub sem custos, no meu caso eu selecionei um conta de desenvolvedor individual.

    Figura 8. Tipo de conta no App Hub

    5. O próximo passo é digitar algumas informações pessoais como nome, endereços e email, no campo Publisher Name, você informará o nome que aparecerá no Windows Phone Marketplace.
    6. Selecione a imagem que será apresentada quando você participar de fóruns do App Hub.

    Figura 9. Imagem que será apresentada nos fóruns.

    7. Se você não selecionou o tipo Student (Dreamspark), será necessário pagar uma taxa anual para enviar aplicativos para o Windows Phone Marketplace, está disponível atualmente o pagamento via cartão de crédito VISA e MASTERCARD.

    8. A última etapa e a confirmação do email e de sua identidade, no caso da conta individual, ambos são feitos por e-mail. Você receberá uma e-mail alguns dias após o cadastro para validar a sua identidade, no caso de desenvolvedor individual é necessário enviar uma cópia da sua carteira de motorista ou passaporte.

    Figura 10. Conclusão do cadastro no App Hub.

    Na página do App Hub, no link Devices, aparecerão os aparelhos que você vai desbloquear e poderá realizar o deploy no Visual Studio 2010 antes de publicar no Windows Marketplace. 

    Zune

    O Zune é o software que irá fazer a sincronização da sua aplicação no Visual Studio 2010 e o equipamento, para mais informações sobre o Zune veja no blog do MSDN.

    Faça o Download da última versão do Zune no site oficial.

    Desconecte o seu aparelho do computador, caso esteja conectado, feche todos os aplicativos abertos e inicie a instalação, a primeira etapa é aceitar a licença do ZUNE, em seguida o software é instalado. Quando você receber a mensagem de “INSTALAÇÃO DO SOFTWARE DO ZUNE CONCLUÍDA”, clique em fechar, uma tela será apresentada com as etapas de configurações do ZUNE, a primeira configuração e a tela abaixo onde você vai inserir o nome que o equipamento vai ter no software do ZUNE, no equipamento e no site.

    Figura 11. Nome do telefone no ZUNE

    Conecte o seu celular via USB e deixe o windows realizar a instalação dos drivers, agora você já tem o seu aparelho sincronizado com o ZUNE.

    Figura 12. Dados do aparelho sincronizado

    Registrando o aparelho no Windows Phone Developer

    Este é o último passo antes de você iniciar o deploy com o Visual Studio 2010 e enviar sua aplicação ao Marketplace, vamos agora registrar a conta como desenvolvedor, no menu iniciar do Windows, localize o menu Windows Phone Developer Tools e clique em Windows Phone Developer Registration.

    Figura 13. Registro de desenvolvedor

    Deploy no Visual Studio 2010

    No menu do Visual Studio 2010, localize o combo onde está escrito Windows Phone 7 Emulator e altere para Windows Phone 7 Device, selecione o projeto no Solution Explorer do Visual Studio com o botão  direito do mouse e clique em deploy. O Zune deverá sempre estar ativo para realizar a sincronização com o equipamento.

    Deploy

    Figura 14. Deploy no Visual Studio 2010

    Conclusão

    imagesCAZ3EAMH

    Com a evolução dos aparelhos de celulares e smartphones, o mercado mobile está crescendo assustadoramente a cada ano, os novos equipamentos estão recheados de novos recursos e com isso a necessidade de que tenha um sistema operacional capaz de aproveitar ao máximo tudo que as novas tecnologias estão oferecendo, é neste cenário que a Microsoft apresenta o seu Windows Phone 7.

    O Windows Phone Marketplace está recheado de aplicativos e games, o potencial do sistema operacional da Microsoft é muito positivo, particularmente eu acho o sistema operacional fantástico e de incrível liberdade de desenvolvimento para os desenvolvedores .net, principalmente pela produtividade e pelo fato de aproveitar os conhecimentos já adquiridos em C#, Visual Basic, XNA e Silverlight, enquanto o Windows Phone ainda não está disponível aqui no Brasil , podemos criar aplicações com as ferramentas gratuitas da Microsoft.

    Links Interessantes:

    WP7_fundohttp://winphoneblog.com.br/ 

    http://channel9.msdn.com/Series/Windows-Phone-7-Development-for-Absolute-Beginners

    http://www.devmedia.com.br/post-17986-Windows-Phone-7-e-Silverlight-4.html

    http://www.charlespetzold.com/phone/

    http://www.devmedia.com.br/post-18740-Animacoes-no-Windows-Phone-7.html

    http://blogs.msdn.com/b/jpclementi/archive/2011/02/02/links-mais-importantes-para-o-windows-phone-7.aspx?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+clementi+%28Falando+de+novidades+e+tecnologias+Microsoft%29

    http://www.microsoft.com/showcase/en/us/related?video=bda22419-a49e-4ef6-973d-f9c6d59aa525

    FAQ

    Jan 26

    Flex Drag Drop Component

    Escrito por Felipe Borella em 1, 6, Adobe, app, AR, back, BI, Bindable, Botões, collection, Componente, DataProvider, demo, Drag And Drop, filtra, Flex, fonte, geo, ide, IE, if, label, layout, lista, Mate, MXML, O, on, Pessoal, pt, RIA, Ria’s Geral, Tema, tool, UI, XML @ 01 26th, 2011 | via http://www.fborella.com.br/blog/ | Sem comentários
    Felipe Borella
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    Olá Pessoal!

    Depois de algum tempo estou mostrando um componente no qual uso seguidamente trata-se de duas listas para Drag and Drop, porém não posso disponibilizar o fonte ainda ( vou ver se eu posso hehe ) talvez se eu der uma enxugada nele eu poste ai para vcs leitores, mas para verificar como fica o fonte é mais ou menos isso abaixo.

    Fonte:

    xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
    <mx:Application xmlns:mx="http://www.adobe.com/2006/mxml" layout="absolute"
    	xmlns:fborella="br.com.fborella.*" backgroundColor="white">
    	<mx:Script>
    		[CDATA[
    			import mx.collections.ArrayCollection;
    ?
    			[Bindable]
    			public var disciplinas:ArrayCollection=
    				new ArrayCollection(
    				[{descrdisciplina: "PORTUGUES"},
    				 {descrdisciplina: "MATEMATICA"},
    				 {descrdisciplina: "CIÊNCIAS"},
    				 {descrdisciplina: "HISTÓRIA"},
    				 {descrdisciplina: "GEOGRAFIA"},
    				 {descrdisciplina: "EDUCAÇÃO FÍSICA"},
    				 {descrdisciplina: "ENSINO RELIGIOSO"},
    				 {descrdisciplina: "FÍSICA"}]);
    ?
    			[Bindable]
    			public var droppedDisciplinas:ArrayCollection=
    				new ArrayCollection(
    				[{descrdisciplina: "QUÍMICA"},
    				{descrdisciplina: "BIOLOGIA"}]);
    		]]>
    	mx:Script>
    	<fborella:FList width="100%" height="100%" id="lista"
    			dataProvider="{disciplinas}" tDataProvider="{droppedDisciplinas}"
    			labelField="descrdisciplina" tLabelField="descrdisciplina"
    			filtrarLabel="Todas Disciplinas" tFiltrarLabel="Disciplinas Associadas">
    	fborella:FList>
    mx:Application>

    Demo:

    Arraste, movimente os objetos com os botões etc, observe os tool tips que vai ajudar na navegação.

    Até em breve
    Comentem.

    Felipe Borella

    Jan 3

    Alterando a senha de um usuário do Active Directory usando Java

    Escrito por DClick Team em .NET, 1, 4, 6, abas, AR, Artigo, auto, BI, class, classe, Diversos, err, exemplo, for, Google, html, ide, if, int, internet, Java, library, Microsoft, O, on, padrão, Password, print, problema, problemas, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, Segurança, server, servidor, Software, ssl, string, Sun, TAT, Tema, Teste, tool, Tutoriais, Twitter, UI, utils, UX, window, windows, XP @ 01 3rd, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | 1 comentário
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    link temos os passos para se fazer isso. Veja que para importar o certificado temos que usar um comando parecido com sudo keytool -import -keystore ./jre/lib/security/cacerts -file server-certificate.crt, dependendo do seu sistema operacional e onde está o seu certificado (.crt).

    Nas pesquisas que fizemos, usamos alguns softwares que nos auxiliaram. Usamos o Portcle (aplicação Java para gerenciar certificados) para ter certeza que o certificado estava importado no meu “cacerts” e uma outra aplicação Java para fazer browse no AD, o JXplorer. O JXplorer é importante para acharmos o DN (Distinguished Name) de um usuário para podermos fazer os testes.

    Por fim, o que tínhamos que fazer era permitir que um usuário ou um grupo de usuários tivesse o privilégio de trocar a senha de qualquer usuário. Basta seguir este artigo para conseguir isso.

    Abaixo temos um exemplo de uma classe simples que possui um método para trocar a senha e outro método para dar “unlock” do usuário.

    Classe de teste:

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    38
    import java.io.IOException;
    import java.io.UnsupportedEncodingException;

    import javax.naming.NamingException;
    import javax.naming.ldap.LdapContext;

    import br.com.dclick.utils.ad.ADUtil;

    public class test {

    ? ? /**
    ? ?? * @param args
    ? ?? * @throws NamingException
    ? ?? * @throws IOException
    ? ?? * @throws UnsupportedEncodingException
    ? ?? */

    ? ? public static void main(String[] args) throws NamingException, UnsupportedEncodingException, IOException {
    ? ? ? ? // TODO Auto-generated method stub
    ? ? ? ? ? ? ? ?
    ? ? ? ? ADUtil adUtil = new ADUtil();
    ? ? ? ?
    ? ? ? ? LdapContext context = adUtil.createUserContext(
    ? ? ? ? ? ? ? ? “CN=modifyad, OU=domain, DC=com, DC=com, DC=br”,
    ? ? ? ? ? ? ? ? “senha”,
    ? ? ? ? ? ? ? ? “/Library/Java/Home/lib/security/cacerts”,
    ? ? ? ? ? ? ? ? “ldap://x.x.x.x:636″);
    ? ? ? ?
    ? ? ? ? adUtil.unlockAccount(context,
    ? ? ? ? ? ? ? ? “CN=usuario, OU=DClick, DC=domain, DC=com, DC=br”);
    ? ? ? ? adUtil.changePassword(context,
    ? ? ? ? ? ? ? ? “CN=usuario, OU=DClick, DC=domain, DC=com, DC=br”,
    ? ? ? ? ? ? ? ? “nova-senha”);
    ? ? ? ?
    ? ? ? ?
    ? ? }

    }

    Classe Java:

    1
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    120
    package br.com.dclick.utils.ad;
    import java.io.IOException;
    import java.io.UnsupportedEncodingException;
    import java.util.Hashtable;

    import javax.naming.Context;
    import javax.naming.NamingException;
    import javax.naming.directory.BasicAttribute;
    import javax.naming.directory.DirContext;
    import javax.naming.directory.ModificationItem;
    import javax.naming.ldap.InitialLdapContext;
    import javax.naming.ldap.LdapContext;

    /**
    ?* @author rafael.martinelli (rafael.martinelli@dclick.com.br)
    ?*
    ?*/

    public class ADUtil {

    ? ?
    ? ? /**
    ? ?? * Método que retorna o contexto de conexão do usuário
    ? ?? * com poder de troca de senha. Deve-se registrar o certificado
    ? ?? * do AD na VM Java
    ? ?? *
    ? ?? * @param adminCN Ex: “CN=modifyad, OU=domain, DC=com, DC=com, DC=br”
    ? ?? * @param adminPassword
    ? ?? * @param keystore Ex: “/Library/Java/Home/lib/security/cacerts”
    ? ?? * @param ldapUrl Ex: “ldap://x.x.x.x:636″
    ? ?? * @return javax.naming.ldap.LdapContext
    ? ?? * @throws NamingException
    ? ?? */

    ? ? public LdapContext createUserContext(String adminDN,
    ? ? ? ?
    ? ? ? ? String adminPassword, String keystore,
    ? ? ? ? String ldapUrl) throws NamingException {
    ? ? ? ?
    ? ? ? ? Hashtable env = new Hashtable();
    ?
    ? ? ? ? System.setProperty(“javax.net.ssl.trustStore”, keystore);
    ?
    ? ? ? ? env.put(Context.INITIAL_CONTEXT_FACTORY, “com.sun.jndi.ldap.LdapCtxFactory”);
    ? ? ? ? env.put(Context.SECURITY_AUTHENTICATION, “simple”);
    ? ? ? ? env.put(Context.SECURITY_PRINCIPAL, adminDN);
    ? ? ? ? env.put(Context.SECURITY_CREDENTIALS, adminPassword);
    ? ? ? ? env.put(Context.SECURITY_PROTOCOL, “ssl”); // para poder modificar password y grupos del usuario.
    ? ? ? ? env.put(Context.PROVIDER_URL, ldapUrl);
    ? ? ? ? env.put(Context.REFERRAL, “ignore”);
    ? ? ? ?
    ? ? ? ? return new InitialLdapContext(env, null);
    ? ? ? ?
    ? ? }
    ? ??
    ? ? /**
    ? ?? * Troca a senha de um usuário no AD
    ? ?? *
    ? ?? * @param ldapContext
    ? ?? * @param userCN Ex: “CN=usuario, OU=DClick, DC=domain, DC=com, DC=br”
    ? ?? * @param newPassword
    ? ?? * @throws NamingException
    ? ?? * @throws UnsupportedEncodingException
    ? ?? * @throws IOException
    ? ?? */

    ? ? public void changePassword(LdapContext ldapContext, String userCN, String newPassword) throws NamingException, UnsupportedEncodingException, IOException {
    ? ? ? ? ? ?
    ? ? ? ? modifyAdAttribute(ldapContext, userCN, “unicodePwd”, getPassword(newPassword));
    ? ? ? ? System.out.println(“Password changed for “ + userCN);
    ? ? }
    ? ?
    ? ? /**
    ? ?? * Destrava um usuário do AD
    ? ?? *
    ? ?? * @param ldapContext
    ? ?? * @param userDN Ex: “CN=usuario, OU=DClick, DC=domain, DC=com, DC=br”
    ? ?? * @param newPassword
    ? ?? * @throws NamingException
    ? ?? * @throws UnsupportedEncodingException
    ? ?? * @throws IOException
    ? ?? */

    ? ? public void unlockAccount(LdapContext ldapContext, String userDN) throws NamingException, UnsupportedEncodingException, IOException {
    ? ? ? ?
    ? ? ? ? modifyAdAttribute(ldapContext, userDN, “lockoutTime”, “0″);
    ? ? ? ? System.out.println(“Account “ + userDN + ” unlocked”);
    ? ? ? ?
    ? ? }
    ? ?
    ? ?
    ? ?
    ? ??
    ? ? /**
    ? ?? * Modifica um atributo de um usuário/group no AD
    ? ?? *
    ? ?? * @param ldapContext
    ? ?? * @param userCN Ex: “CN=usuario, OU=DClick, DC=domain, DC=com, DC=br”
    ? ?? * @param attribute Ex: “unicodePwd”
    ? ?? * @param value Valor do attributo
    ? ?? * @throws NamingException
    ? ?? */

    ? ? private void modifyAdAttribute(LdapContext ldapContext, String userCN, String attribute, Object value) throws NamingException{
    ? ? ? ? ModificationItem[] modificationItem = new ModificationItem[1];
    ? ? ? ? modificationItem[0] = new ModificationItem(DirContext.REPLACE_ATTRIBUTE,
    ? ? ? ? ? ? ? ? new BasicAttribute(attribute, value));
    ? ? ? ? ldapContext.modifyAttributes(userCN, modificationItem);
    ? ? }
    ? ?
    ? ?
    ? ? /**
    ? ?? * Gera o password no formato binário e com aspas, respeitando
    ? ?? * o que o AD precisa
    ? ?? *
    ? ?? * @param password
    ? ?? * @return
    ? ?? * @throws UnsupportedEncodingException
    ? ?? */

    ? ? private static byte[] getPassword(String password) throws UnsupportedEncodingException{
    ? ? ? ? String newQuotedPassword = “““ + password + “““;
    ? ? ? ? return newQuotedPassword.getBytes(“UTF-16LE”);
    ? ? }

    }

    Dez 7

    Android 2.3 disponível

    Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, Android, AR, BI, blog, Blogs, demo, developer, for, Google, html, Mercado, mg, O, on, platform, Ria’s Geral, SDK, SmartPhone, tool, UI, update @ 12 7th, 2010 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
    Fabio da Silva
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    Nem chegou direito os smartphones com Android 2.2 e já saiu o 2.3, mas isso é bom, isso demonstra que a plataforma está evoluindo de olho nas necessidades do mercado.

    Saiba mais: Android 2.3 Platform and Updated SDK Tools

    Nov 24

    UX Specialist – Links para “entrar na profissão”

    Escrito por DClick Team em 1, 2009, 4, 6, action, api, app, AR, arte, Artigo, Artigos, as2, BI, blog, Blogs, Blueprint, business, camp, Carreira, case, collection, Curso, Cursos, custom, Design, designer, Dica, Download, DRE, email, engine, err, erro, error, event, events, Experience Design, for, futuro, gc, git, Google, handle, HCI, html, ide, Ideas, IE, if, int, interface, Introdução, Links, lista, live, LOB, Mac, Mate, mg, MIX, motion, O, on, online, oop, PHP, POO, print, produto, pt, research, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, Sem categoria, site, social, spark, Sun, tag, TAT, team, Tech, Tecnologia, Tema, tool, try, Tutorial, Twitter, UI, user experience, utf8, UX, Ved, Vídeo, vs, web, web design, Wordpress, Workshop, XP, yahoo @ 11 24th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
    DClick Team
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    What the hell is UX, e IxD – Design de Interação, abordagem direta uma galera tem me perguntado sobre a carreira de UX Specialist, o que é, o que deixa de ser, onde encontra-se material, etc.

    Vou resumir, ou tentar.

    UX Specialist é o indivíduo especializado em User Experience, a essa altura você deve dizer “você está de brincadeira comigo…”, mas não poderia deixar de enfatizar isso, já que, quando falo especialista, é especialista mesmo, é alguém que entende o assunto, não é apenas um termo.
    Portanto, sem entrar no mérito da profissão, já que não existe faculdade para formar especialistas em UX, e muito menos cursos sobre o assunto. Os profissionais vem de diversas áreas do design, mas quando falamos em usuário temos que pensar em algo muito peculiar, INTERFACES, a maioria esmagadora vem do segmento de design de interfaces e do estudo em IxD.

    Se em um futuro próximo eu ver de acordo com a perguntas dos leitores que há ainda falta de entendimento em relação a esse tema eu posso postar o que é essa carreira em alguns dos seus detalhes, por hora vou municiar vocês com material, muito material, links e mais links para você encontrar o que quiser a respeito de User Experience, mas já aviso, em português não tem coisa boa, não significativa, mas com esforço você encontra, portanto terá que ser em inglês, e se, teu inglês não está lá aquelas coisas faz um esforcinho e pede ajuda ao titio Google, garanto que vai valer a pena.

    De quebra, vou dar um Help com um vídeo de introdução muito interessante… do Don Norman, (@becknovaes gosta muito dos conceitos desse especialista), acho o velhinho simpático e com uma bagagem invejável, o vídeo tem legenda em português, vale a pena.

    Don Norman: 3 maneiras pelas quais o design te faz feliz

    .

    Você vai perceber nos links abaixo que haverá temas relacionados a IxD, IA, etc, entender todos esses assuntos fazem parte do papel de UX Specialist.

    Isso não significa que eu concordo com todos os pontos de vistas de todo esse conteúdo, isso é material de investigação, de estudo. Eu tenho minhas próprias convicções sobre essa matéria User Experience, devido a meus anos de trabalho na área, pelas milhares de tentativas de erros e acertos.

    Espero que com esse material você encontre o que precisa para largar de vez esse tema ou amar.

    .

    UX BOOKS

    .

    UX Primer

    .

    • The Design of Everyday Things by Don Norman
    • Don’t Make Me Think by Steve Krug
    • Não me faça pensar, Steve Krug  o mesmo de cima só que em português

    .

    Design Thinking

    .

    • Sketching User Experiences by Bill Buxton
    • Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday Things by Don Norman
    • The Inmates Are Running the Asylum by Alan Cooper

    .

    Strategy

    .

    • Subject To Change by Peter Merholz, Todd Wilkens, Brandon Schauer, and David Verba

    .

    Process

    .

    • The Elements of User Experience by Jesse James Garrett
    • About Face 3 by Alan Cooper, Robert Reimann, and David Cronin
    • A Project Guide to UX Design by Russ Unger and Carolyn Chandler

    .

    Principles

    .

    • Designing for the Social Web by Joshua Porter
    • Designing Interfaces by Jenifer Tidwell
    • Designing Visual Interfaces by Kevin Mullet
    • Information Architecture for the World Wide Web (the Polar Bear book) by Louis Rosenfeld and Peter Morville
    • Information Architecture: Blueprints for the Web by Christina Wodtke and Austin Govella
    • Designing Web Navigation by James Kalbach
    • Web Form Design by Luke Wroblewski

    .

    Activities

    .

    • Usability Engineering by Jakob Nielsen
    • Handbook of Usability Testing by Jeffrey Rubin and Dana Chisnell
    • Observing the User Experience by Mike Kuniavsky

    .

    Documentation

    .

    • Communicating Design by Dan Brown

    .

    Extra Credit

    .

    • Set Phasers on Stun: And Other True Tales of Design, Technology, and Human Error by S. M. Casey

    .

    UX BLOGS

    .

    • Konigi by Michael AngelesTips, tools and techniques for being a better user experience designer
    • Disambiguity by Leisa ReicheltThe ins and outs of designing a product with an existing, and passionate, community
    • EverydayUX by Alex RainertA fresh look at the world around us through UX-tinted glasses
    • Graphpaper by Christopher FaheyCritical analysis of some of the toughest issues facing UX designers today
    • inspireUX by Catriona CornettCubical-wall worthy quotations from a variety of practitioners on how and why to create positive user experiences
    • Bokardo – Social Design by Joshua PorterFor everything you need to consider when designing socially-focused stuff
    • Logic + Emotion by David ArmanoReusable visualizations and valuable synthesis at the intersection of user experience design, marketing and business
    • Putting People First by ExperientiaA great resource for all things UX from around the globe
    • Brain Sparks by User Interface Engineering (UIE)Inside the brilliant minds of user research pioneer Jared Spool and his team
    • Design for Service by Jeff HowardInsights into all the ways companies need to be communicating with their customers, outside of their websites
    • UX Booth by Redd Horrocks, Matthew Kammerer, David Leggett, and Andrew Maier

    .

    UX PUBLICATIONS

    .

    • Boxes and ArrowsJournal dedicated to discussing, improving and promoting the work of the information architecture community
    • interactionsMagazine including timely articles, stories, and content related to the interactions between experiences, people, and technology, published by the Association for Computing Machinery
    • UXmattersInsights and inspiration for the user experience community written by many distinguished practitioners
    • Core77Industrial Design content and community site – articles, discussions, interviews and resources

    .

    LOCAL EVENTS

    .

    • UX Book Club
    • IxDA chapters
    • UPA chapters
    • IAI Local Groups
    • SIGCHI chapters
    • User Experience Meetups
    • Information Architecture Meetups
    • Lots more events listed at UXnet.org

    .

    ORGANIZATIONS

    .

    • Information Architecture Institute (IAI)
    • Interaction Design Association (IxDA)
    • Usability Professionals Association (UPA)
    • User Experience Network (UXnet)
    • Special Interest Group – Computer Human Interaction (ACM/SIGCHI)

    .

    MAILING LISTS

    .

    • IxDA mailing list
    • IAI mailing list
    • NYCCHI mailing list
    • SIGCHI in other cities

    .

    WEBINARS

    .

    • UIE’s Virtual SeminarsA monthly series of online seminars giving you the chance to hear the latest perspectives in the world of design from the field’s premier experts.
      $129 each. 90 minutes.
    • Rosenfeld Media’s Future Practice WebinarsThe cutting edge of contemporary user experience research and design methods and practices.
      $99 each. 60 minutes.
    • Adaptive Path’s Virtual Seminars$129 each. 75 minutes.
    • Smart Experience online material

    .

    WORKSHOPS

    .

    • UIE RoadshowIn this full-day, in-depth seminar you’ll discover the key experience-design factors, analyze your team’s strengths and weaknesses, create an experience vision, and learn the role of delight.
    • AdaptivePath’s UX IntensiveThis four-day workshop series is for experienced professionals wanting to take their practice to the next level.
    • Cooper U A practical collection of courses that help product team members improve their effectiveness from early planning all the way through implementation.

    .

    CONFERENCES

    .

    Inspirational

    .

    • Good Experience Live (GEL)A conference and community exploring good experience in all its forms — in business, art, society, technology, and life.
    • IDEA ConferenceThe world’s foremost thinkers and practitioners sharing the big ideas that inspire, along with practical solutions for the ways people’s lives and systems are converging to affect society.
    • Adaptive Path’s Managing Experience (Mx)Thought leaders from major corporations show you how smart and visionary management will help you successfully compete in a difficult economy.

    .

    Practical

    .

    • UIE’s User Interface Conference Examining the biggest issues in the world of web design, information architecture, and usability.
    • NN/g’s Usability Week A three-day usability camp, a three-day intensive session on interaction design, and several specialized, day-long tutorials on core usability topics. Come for as few or as many days as you want.
    • UPA Tutorials, workshops, Experienced Practitioners program, then two and a half days packed with presentations, Idea Markets, and opportunities to network with other user experience professionals.

    .

    Mixed

    .

    • IxDA Interaction Conference Three days of inspirational and tactical sessions geared at anyone who practices Interaction Design, as well as a day of pre-conference workshops.
    • IA Summit The premier gathering place for information architects and other user experience professionals. Two days of pre-conference sessions, two keynotes and over 50 presentations.
    • Adaptive Path’s UX Week A mix of inspiring talks from recognized thought leaders and hands-on workshops delivering takeaway skills, this event delivers for user experience professionals at all levels — directors, managers, and practitioners.
    • UIE’s Web App Summit The four-day Summit includes two days of intensive full-day workshops and two more days of featured presentations from world-renown experts, to give you fresh perspectives and new insights on today’s web app design challenges.
    • UX Australia 3-day user experience design conference, with inspiring and practical presentations, covering a range of topics about how to design great experiences for people.
    • UX London A unique three-day event combining inspirational talks with in-depth workshops presented by some of the industry’s biggest names.

    .

    Academic

    .

    • ACM’s CHI The premier international conference for the field of human-computer interaction.

    .

    SCHOOLING

    .

    Human Computer Interaction

    .

    • Human Computer Interaction Institute at Carnegie Mellon University
      (where I received a bachelor’s and master’s degree)
    • Master of Science in Information – HCI Specialization at University of Michigan
    • Full list of HCI degree programs

    .

    Interaction Design

    .

    • Master of Design in Interaction Design at Carnegie Mellon University
    • Master of Fine Arts in Interaction Design at School of Visual Arts
      (starting fall 2009)
    • Undergraduate minor in Interaction Design at Savannah College of Art and Design
    • http://www.designdeinteracao.com.br/ Puc de Minas
    • Pós na FIT de Design de Interação Curso recente criado na Faculdade Impacta de Tecnologia – SP capital

    .

    Misc

    .

    • Interactive Telecommunications Program at NYU’s Tisch School of the Arts
    • Institute of Design at Illinois Institute of Technology

    _________________________________________

    Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
    Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
    @eduardohorvath

    Out 28

    Criando aplicativos com Web Runtime(WRT) e Flash Lite para dispositivos Nokia

    Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 4, 6, Access, action, Actionscript, Adobe, api, Aplicativos, app, AR, Arquitetura, back, bar, BI, botão, browser, carregar, class, classe, Componente, comunicação, control, Curso, Cursos, custom, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, developer, Download, DRE, Dreamweaver, err, exemplo, externalInterface, Ferramenta, flash, flash lite, flash media, Flash Media Server, for, framework, FullScreen, function, geo, html, ide, IE, if, image, int, interface, Java, Javascript, JQuery, kit, label, library, lite, loop, mg, Microsoft, mobile, NaN, O, on, oop, painel, Pessoal, PHP, platform, player, Plugin, pt, RIA, Ria’s Geral, RTM, RTMP, runtime, screen, SDK, server, site, string, swf, tag, TAT, Tecnologia, template, Teste, tool, UI, uint, Ved, Visual Studio, wave, web, Widget, Widgets, XML @ 10 28th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
    Leonardo França
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    Web RunTime é uma das possibilidades que a Nokia[bb]oferece para criação de aplicativos para seus dispositivos movéis. Se você já é um desenvolvedor web, você não precisa de quase mais nada para começar a desenvolver para os dispositivos Nokia usando o WRT. Ele permite a criação de widgets para plataforma S60 sendo uma extensão do navegador Webkit permintindo que as instâncias do browser sejam executadas como se fossem aplicativos separados. E você ainda pode criar aplicativos mais ricos com o uso do Flash.

    Ferramentas de desenvolvimento.
    A Nokia oferece algumas ferramentas para facilitar o desenvolvimento para WRT:

    • Nokia Web Developer Environment Standalone.
    • Plugin para o Aptana Studio.
    • Extensão para o Adobe Dreamweaver.
    • Plugin para o Microsoft Visual Studio.

    Também oferece UI Framework e Library como:

    • Guarana WRT UI library – Uma library baseada em JQuery para o Nokia WRT feita pelo pessoal do INdT(Instituto Nokia de Tecnologia) com sede em Manaus.
    • Nokia Mobile Web Templates – Um conjunto de templates otimizados para mobile e para você customizar como quiser.

    E tem algumas API’s para se trabalhar com os recursos dos dispositivos movéis.

    • Platform Service 2.0 – Uma API em JavaScript e ActionScript 2.0 para acessar recursos dos dispositivos movéis como acelerometro, geolocalização etc.
    • API Bridge – é um componente para aparelhos Nokia com Symbian, que permite widgets WRT, conteúdo Adobe Flash Lite e aplicações Java possam acessar recursos do dispositivo através de uma arquitetura plug-in. Os desenvolvedores podem estender o componente APIBridge com os seus próprios plug-ins.

    Como funciona os widgets feitos com Web RunTime? esse widgets são arquivos com extensão .wgz que nada mais é que um arquivo compactado com os arquivos de seu site. Os arquivos que não podem faltar são:

    • Info.plist – arquivo responsavel pelas informações de seu widget como versão, pagina inicial, nome etc
    • index.html – na verdade, pode ser qualquer nome desde que esteja setado no Info.plist como MainHTML.

    Criar widgets com WRT e Flash Lite
    Como você usa html para criar seus widgets com WRT, nada impede de usar o Adobe Flash na mesma maneira de como você usa normalmente atraves do html. Vamos ver um exemplo usando JavaScript para fazer a comunicação com o Flash atraves da classe ExternalInterface. Nesse exemplo utilizarei o Nokia Web Developer Environment Standalone.

    • Crie um novo projeto do tipo Symbian web apps->Basic web app project. Dê um nome para seu projeto e clique em next. São gerados os arquivos basicos para seu projeto.

    Daremos a opção do usuario escolher dois videos para tocar. Começaremos com o html contendo as opções de video.

    PLAIN TEXT
    XML:

    1. <label for="select"></label>
    2.       <select name="select" id="select">
    3.         <option value="sample">sample.flv</option>
    4.         <option value="sneeze">sneeze.flv</option>
    5.       </select>
    6.       <input type="button" name="button" id="button" value="Tocar" onclick="javascript:playVideo();" />

    E o html que carregará o swf responsavél por tocar o video:

    PLAIN TEXT
    XML:

    1. <object id="playerFlashLite" name="playerFlashLite" width="360" height="360" data="PlayerFlashLite.swf"
    2.         allowscriptaccess=‘always’
    3.         allowFullScreen=‘true’
    4.         usefullscreen=‘true’
    5.         type=‘application/x-shockwave-flash’
    6.         loop=‘false’>
    7.       </object>

    Editaremos o arquivo basic.js para adicionar o método que mandará para o swf o video que deverá ser tocado.

    PLAIN TEXT
    JAVASCRIPT:

    1. function playVideo()
    2. {
    3.     document.getElementById("playerFlashLite").playVideo(document.getElementById("select").value);
    4. }

    No Flash, criamos um arquivo do tipo Flash Lite 3.0 ou 3.1. No painel da library, clique em na opção “new Video”. Dê o nome de instancia de “vd”. Em type deixe selecionando “Video (ActionScript-controlled) e adicione no stage. Adicionaremos o seguinte codigo para que o Flash execute o video via stream a partir do Flash Media Server:

    PLAIN TEXT
    ACTIONSCRIPT:

    1. import flash.external.*;
    2.  
    3. ExternalInterface.addCallback("playVideo",this,playVideo);
    4.  
    5. trace("init..");
    6. var nc = new NetConnection();
    7. nc.connect("rtmp://localhost/videoondemand");
    8.  
    9. nc.onStatus = function(info)
    10. {
    11.     trace("Level: " + info.level + " Code: " + info.code);
    12. };
    13.  
    14. function playVideo(video:String)
    15. {
    16.     ns = new NetStream(nc);
    17.     vd.attachVideo(ns);
    18.     ns.play(video);
    19.     ns.connect();
    20.     txt.text = video;
    21.     ns.onStatus = function(info)
    22.     {
    23.         trace("Level: " + info.level + " Code: " + info.code);
    24.     };
    25. }

    Usamos a classe estatica ExternalInterface para que nosso método dentro do Flash possa ser chamado a partir do JavaScript. Executando o emulador do Nokia Web Developer, devemos ter algo parecido com isso:

    Emulador Nokia Web Developer

    Para gerar o arquivo .wgz, bastar clicar com o botão direito no projeto e pedir “Package Web app” e seu aplicativo está pronto para rodar no celular. Testei no Nokia 5230 :D

    Para saber mais:
    http://www.forum.nokia.com/Develop/Web/Tools/
    http://wiki.forum.nokia.com/index.php/Category:Web_Runtime_%28WRT%29
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    Adobe Flash Lite




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