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Dez 13

[Android] Instalando a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Escrito por Erko Bridee em 1, 2.0, 2009, 3.5, 3g, 4, 6, action, Adobe, Adobe Air, Air, Android, api, Aplicativos, app, AR, back, bar, BI, blog, break, C#, cache, class, Curso, custom, dados, demo, Desenvolvimento, developer, Dica, Dicas, Download, err, fonte, for, game, Google, html, ide, IE, if, image, int, iphone, jandersonfc, Links, lista, lite, loop, Mac, menu, mg, NaN, O, on, oop, PHP, problema, processo, prova, pt, RIA, Ria’s Geral, RoR, S+S, site, TAT, Touch, Tutoriais, Tutorial, tv, Twitter, UI, update, window, windows, zend @ 12 13th, 2011 | via http://blog.erkobridee.com | Sem comentários
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Depois de ver o Motorola Milestone 1 do @jandersonfc e do @horochovec rodando a MIUI ROM (Android) e ver que os respectivos aparelhos estavam impressionantemente r?pido, resolvi enfim entrar na onda e atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM. Instalei (12/12/2011) a vers?o MIUI-1.12.02 a qual utilizar a vers?o Android 2.3.7 como base.

Site Oficial (vers?o em Ingl?s)

Para atualizar meu Motorola Milestone 2 para a MIUI ROM, tentei seguir o tutorial indicado pelo @plcosta, neste [link], mas confesso que depois de 3 tentativas frustradas desanimei, ent?o pedi uma ajuda para o @horochovec, para usar voltar a ROM original do Milestone 2 e recome?ar o processo de atualiza??o do zero. Finalmente tivemos a id?ia de olhar um tutorial de instala??o do CyanogenMod para o Milestone 2 [link], em resumo bastou seguir os passos indicados necesse tutorial que consegui realizar a instala??o da MIUI ROM no meu Milestone 2.

Realizei uma mescla dos 2 tutoriais para realizar a instala??o…

O que posso dizer, agora que estou usando a MIUI ROM?

Recomendo, quem instalar vai gostar muito.

Quer instalar a MIUI ROM tamb?m?

Caso queira mesmo, a seguir segue algumas instru??es conforme realizei a instala??o.

Aten??o: ? necess?rio lembrar que esse procedimento ? por sua conta e risco.

Obs.: com um pouco de aten??o, voc? tamb?m vai conseguir instalar a MIUI ROM no seu Milestone sem fazer nenhuma besteira.

Voc? tem o Motorola Milestone 1?

Mesmo n?o sendo o meu objetivo aqui, o @horochovec j? vez um [post] no blog dele que descreve os passos para a instala??o. (Sinceramente a instala??o no Milestone 1 me parece bem mais f?cil e r?pida que no Milestone 2 hehe)

N?o est? afim de apanhar como eu na instala??o no seu Milestone 2?

A seguir irei listar o passo a passo que realizei.

Obs.: no meu caso eu utilizo um Mac, ent?o tenha acess?vel um computador com Windows para te facilitar a vida. Se algo der errado n?o se desespere, ? s? voltar a ROM original do aparelho e recome?ar o procedimento para instala??o da nova ROM, para voltar esta ROM original ? que ser? necess?rio o Windows.

O que voc? vai precisar para realizar a instala??o da MIUI ROM

- Gingerbreak – para rootear o celular

- UPDATE_1.12.02_0.zip – MIUI ROM que utilizei e instalei no meu Milestone 2

- Bootmenu v0.8.6-v2.zip – arquivo do menu do boot para voc? conseguir selecionar e instalar a MIUI ROM

- Bootstrap – Droid 2 Bootstrap (Android Market) – necess?rio para acessar o bootmenu

- Rsd Lite – Aplicativo da Motorola para instalar SBF, serve para atualizar o Bootloader do aparelho e caso precise voltar a ROM original do aparelho, voc? ir? utilizar este aplicativo para realizar a tarefa. Lembrando que este aplicativo ? exclusivo e s? possui vers?o para MS. Windows.

Aten??o: sempre que voc? for executar o Rsd Lite para instalar uma SBF, tenho o m?ximo de cuidado, o procedimento deve ser executado e conclu?do 100%, este ? o ?nico procedimento que pode causar a perda irrevers?vel do aparelho.

- SBFs : Bootloader 70.13 e Vers?o original da ROM do Milestone 2 ( vers?o 2.2 Brazil, a primeira linha )

Tenha esses arquivos listados acima no seu computador, para facilitar sua vida =]

Procedimento para instalar a MIUI ROM no Motorola Milestone 2

Caso voc? queira ser cautelos@ e realizar um backup do seu celular, veja este [ link 1 - ROM original | 2 - aplicativos e dados ]. Eu particularmente n?o vi utilidade pr?tica nisto, pois ? tudo ou nada, queria a nova ROM no meu aparelho hehe.

Lembrando que os passos descritos a seguir foram os que eu utilizei na instala??o…

Sempre que for executar esse procedimento, fa?a com a bateria carregada.

Passos:

1 - Copie os arquivos: Gingerbreak.apk, UPDATE_1.12.01_0.zip, Bootmenu v0.8.6-v2.zip para o SD Card do aparelho

1.1 - Caso voc? tenha feito o download do Bootstrap.apk, copie este arquivo tamb?m para o SD Card

2 - Renomeie o arquivo UPDATE_1.12.01_0.zip para update.zip, este procedimento ? para facilitar o processo de instala??o.

3 - Verifique no aparelho, nas configura??es do Android a op??o Aplica??es(Programas) submenu, Desenvolvimento se as op??es, Fontes desconhecidas e Depura??o USB est?o ativas.

4 - Atrav?s do Gerenciador de arquivos localize o arquivo Gingerbreak.apk clique sobre ele e instale. Fa?a o mesmo para o Bootstrap, caso voc? tenha este.

4.1 – Caso tenha optado em n?o baixar este, acesse o Market do Android e instale por l? (Droid 2 Bootstrapper).

4.2 - Execute o aplicativo Gingerbreak, pois ? necess?rio rootear o aparelho para continuar a instala??o. A execu??o desse aplicativo ir? reinicar o aparelho, n?o se preocupe.

5 - Execute o Droid 2 Bootstrapper, neste aplicativo clique:

5.1 - Bootstrap Recovery

5.2 - Reboot Recovery

6 - Seu aparelho ser? reiniciado e exibir? um menu (em verde) com algumas op??es, onde o bot?o (+) do volume sobre, o (-) desce e o bot?o de tirar foto representa (ok/enter)

6.1 - Selecione: “install zip from sdcrad”

6.2 - Localize e selecione o arquivo: Bootmenu v0.8.6-v2.zip e (ok)

6.3 - Ap?s a instala??o, selecione a op??o do menu: “GO Back” (ok)

6.4 - Selecione a op??o: “Reboot System now” (ok)

7 - Seu aparelho ser? reiniciado novamente e exibir? um menu (azul), onde neste os comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

7.1 - Selecione: “Boot” (power)

7.2 - Selecione: “Set default: [boot Menu]“ (power)

7.3 - Selecione: “nomal” (power)

7.4 - Selecione: “Go Back” (power) 2x

7.5 - Selecione: “Recovery” (power)

7.6 - Selecione: “Custom Recovery” (power)

8 - Voc? ver? novas op??es no menu e uma imagem Android BootMenu, neste menu o comando para (ok/enter) ? o bot?o onde voc? liga o aparelho (power)

8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power) Nesta op??o todos as informa??es na mem?ria embarcada do aparelho ser?o limpas.

8.2 - Selecione: “advanced” (power)

8.2.1 - Selecione: “Wipe Dalvik Cache” (power)

8.2.2 - Selecione: “Wipe Baterry Stats” (power)

8.2.3 - Volte ao menu anterior

8.3 - Necess?rio repetir o passo 8.1 - Selecione: “Wipe data/Factory Reset” (power)

8.4 - Selecione: “Apply update from sdcard” (power)

8.5 - Ap?s finalizar a instala??o, selecione a op??o: “reboot system now”

9 - Seu aparelho ir? iniciar e exibir o s?mbolo da motorola em vermelho, diferente a ROM default do MotoBlur, nesta etapa ? aguardar e esperar a MIUI ROM ser carregada. (Demorou uns 3 minutos ou 5 minutos at? entrar pela primeira vez)

Estou esperando a um bom tempo e n?o entrou, o que eu fa?o?

Bom caso voc? esteja em desespero vendo seu celular em um loop infinto, dizendo que est? carregando o Android e at? agora nada. N?o se desespere, eu passei por isso 3 vezes at? conseguir instalar a MIUI ROM.

Mantenha a calma.

Nessa situa??o voc? vai precisar do Rsd Lite, um computaor MS. Windows.

Como j? havia indicado para fazer download dos arquivos .sbf, neste momento ? que se faz uso deles.

Passos:

1 - Desligue o aparelho

2 - Ligue o aparelho segurando o bot?o power e a ceta para cima do teclado do Milestone 2

3 - Quando observar que a tela ligou, por?m est? preta, solte os bot?es

Aten??o: m?ximo cuidado nesse momento, mantenha o cabo USB sempre conectado, nunca pare o procedimento, esta etapa ? cr?tica e pode danificar o seu aparelho caso n?o seja executada corretamente.

4 - Verifique e certifique-se de que a vers?o do Bootloader ? a 70.13 (caso voc? nunca instalou nenhuma ROM deve ser)

4.1 - Caso n?o for a vers?o indicada, plugue o cabo usb no celular e no computador e na aplica??o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente ao bootloader, depois desligue e ligue novamente para acessar o bootloader.

4.2 - Estando na vers?o correta e com o aparelho ligado via usb, utilizando o Rsd Lite, selecione o arquivo .sbf referente a ROM original do aparelho.

5 - Terminando a instala??o, mantenha o aparelho conectado no computador at? o Android ser carregado totalmente, somente depois disso voc? poder? desconectar o cabo usb.

6 - Voc? est? com seu aparelho de volta ao estado de quando voc? comprou e tirou ele da caixa.

7 - Provavelmente voc? ter? que logar no MotoBlur, execute o seu login at? que acesse totalmente ao Android.

8 - Voltei ao passo 1 do procedimento de instala??o da ROM.

Aeee, acessou a tela da MIUI, ufa… hora de fazer o ajuste fino

Voc? perceber? que estar? com a MIUI em Ingl?s, mas isto n?o ? um problema, basta alterar o idioma para portugu?s.

- Altera o idioma para Portugu?s (Brasileiro) [link]

- A ilumina??o do teclado n?o vem habilitada inicialmente, para arrumar isto, veja este [link]

- Calibrar a bateria do aparelho para um melhor rendimento [link]

- A MIUI n?o vem com um teclado Swype, ent?o instalei: TouchPal Keyboard e o dicion?rio para Portugu?s Brasileiro

Um grande vil?o do consumo de bateria ? o 3G no aparelho que fica ativo 100% do tempo desde que este esteja habilitado, para resolver isso instalei o aplicativo APN Brasil Pro (Android Market), que possui um recurso que melhora o gerenciamento do 3G e ajuda consideravelmente a aumentar o tempo de vida da bateria do aparelho.

Deixo registrado aqui meus agredimentos a galera que me ajudou com dicas e links e informo que esses passos que descrevi foi uma mescla dos posts:

- @ajudandroid – MIUI VERS?O 1.11.18 “ATUALIZADA PARA VERS?O 1.12.02 04/12/2011

- Clube do Android – CyanogenMod 7 Android 2.3.5 para Milestone 2


Veja também:

  • Google Nexus Two
  • [ Adobe AIR ] Package Assistant Pro
  • Adobe AIR – Empacotador para iPhone OS + demos
  • [Android Game] Angry Birds : acessando níveis travados
  • Segundo comercial DROID da Verizon : stealth ataca EUA
Out 24

Adobe MAX 2011: Design, Photoshop, UX e…

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, Adobe, Air, Android, app, AR, arte, BI, blog, C#, Catalyst, class, Curso, Cursos, demo, Design, designer, Diversos, efeito, efeitos, empresas, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Experiência do Usuário, Ferramenta, flash, Flash Catalyst, Flex, for, futuro, game, html, html5, IE, if, image, imagens, impressão, int, interface, lista, Mercado, mg, mobile, novidade, Novidades, O, on, Opinião, Outros, Palestra, Palestras, photoshop, Projetos, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, Screencast, screencasts, social, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Tema, Touch, Twitter, UI, UX, web, XP, zend @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Antes de mais nada, meu enorme agradecimento a diretoria da DClick, Rafael Martinelli, Rogério Martinelli, e Eduardo Melendez, os quais estavam comigo nesse evento da MAX de 2011.

Como alguns aqui já sabem, fui para a MAX porque ganhei a primeira Season do Agon, nossa rede social interna na DClick.

E claro, estou aqui para trazer as minhas primeiras impressões sobre o evento.
Começo dizendo que de infraestrutura não deixa nada a desejar, é um evento de grande porte, muito bacana, e com uma produção de dar inveja. A abertura do evento possui toda a pirotecnia possível, mas vamos deixar essa parte de lado (que você pode conferir facilmente no youtube) para comentar sobre o conteúdo do evento, que é o mais importante.

Sempre reforço que Design é uma matéria que pertence a UX, e não o inverso, tal como outras demais matérias fazem parte do resultado final que é a Experiência do Usuário, e reforçando o que Rafael Martinelli comentou no seu post, a tecnologia é o meio, e ? no Design não é diferente… ? você pode desenvolver uma User Interface com qualquer ferramenta, e para qualquer estrutura, ou seja, qualquer linguagem, Flex, HMTL5, Android, iOS, etc etc… e claro, a ferramenta gráfica mais poderosa do mercado continua sendo o imbatível Photoshop, na minha humilde opinião… Eu sinceramente estava bastante curioso para ver o que a MAX iria trazer nesse sentido, na área de Interfaces, portanto me escrevi nas diversas Sessions de Photoshop, também na de ROX (Return of Experience, ROI pensando no Usuário) e claro, em uma palestra de Flash Catalyst….

Vou começar falando minha impressão sobre as palestras sobre Photoshop, o que vi foi que não se falou muito, ou quase nada de User Interface, e sim foi mostrado técnicas para fotógrafos e outros designers que visam o tratamento de imagem, ou ainda, a produção de imagens detalhadas com 3D e outros efeitos. Confesso que como AppDesigner que sou, me senti meio orfão, mas não é de se admirar, não há profissionais muito empenhados nesse segmento, nem mesmo lá fora, certamente a Adobe fez uma pesquisa do que seria mais atrativo aos participantes da MAX, e acertou em cheio nas palestras voltadas a tratamento de imagens, pois acaba agradando a todos, mesmo AppDesigners como eu se interessam também pelo assunto, pois também utilizamos tais recursos.

Sobre UI não vi nada de novo, nada que eu já não conheça, mas sobre tratamento de imagens, não exatamente no Photoshop, mas por exemplo no Camera Raw e Adobe Bridge, vi recursos que podem ajudar-nos no dia a dia a sermos mais produtivos, sim, muito mais produtivos.. ? e vou abordar as técnicas que vi em posts futuros. Resta dizer ainda, meio que reforçando os comentários do Rafael, que me surpreendi um tempo e vi um pouco de descaso ao Flash, ao Flex nem se fala, praticamente só ouvi falar do mesmo na Session de Catalyst, mas sobre o Flash, depois seu logo apareceu estampado no telão da general session… ? mas o foco era outro, percebi o que não é novidade para ninguém o quanto a plataforma está voltada para games. E claro, o quanto os games estão voltados para o social.

Mas se teve algo que foi comentado em grande escala em todos os eventos, quer seja a general session ou os eventos segmentados, foi sem dúvida o tão badalado nome do momento: HTML5. Acho que você tanto quanto eu sabe as implicações dessa tecnologia, do que ela depende, etc… mas não cabe aqui discutir isso, e sim que o mercado está aceitando o nome, como uma grife, como algo que as pessoas querem estampar. Eu me lembro do termo Web2.0, baladíssimo, as pessoas citam os termos mas não sabem do que se trata realmente.

Agora chega de blá blá blá e vamos a um resumo da situação.

Photoshop:

A MAX trouxe profissionais que falaram de muitas novidades, não dentro do software, mas extensões, aquele tipo de ferramenta que te ajuda no dia a dia. Se teve algo de novo para mim no Photoshop foi sobre uma palestra de compactação de arquivo JPG, confesso que ouvi coisas que me surpreenderam, e é de uma utilidade absurda. Futuro Post

UX:

Nada de novo, mas o óbvio, que avaliar as possibilidades do estudo centrado no usuário pode trazer um retorno muito maior ao investimento feito nos projetos. Não é novo, mas a maioria das empresas não aplica essa estratégia… ? UX também é um termo que está já meio que saturado, todo mundo fala, ninguém sabe o que é, mas é bonito de se citar… ? Não é bem assim que deveria ser, mas ao que parece, a Adobe também está fazendo o seu papel em educar os seus profissionais e evangelistas sobre esse termo, o que é, e o quanto é importante nos projetos. Logo, foi positivo ver esse posicionamento da empresa sobre o assunto. ROX, Futuro post

Design:

A MAX não é o que podemos dizer de um evento propriamente voltado a esse segmento, para isso existe um evento só sobre Photoshop, onde além de se tratar do software em si, se fala sobre os diversos aspectos do Design. Mas resta dizer que estava impecável o tratamento e cuidado com a matéria, quer seja nos games que vi, aplicações, ou citações nas palestras.

Novidade:

A Adobe trouxe alguns tipos de apps para mobile (Tablet mesmo), que pasmem (até parece.. rs) são para Androids primeiramente, e em breve vão sair para iOS.
Você pode encontrá-las aqui: http://www.adobe.com/products/touchapps.html


Aos poucos estarei trazendo as novidades referente aos temas que abordei em posts ou screencasts. Acompanhem o Blog!!!

Out 6

Steve Jobs, 1955 – 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, app, apple, AR, bar, BI, blog, C#, Carreira, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Design, efeito, Experiência do Usuário, for, Google, ide, if, int, lista, Mac, map, Mercado, mg, Microsoft, News, O, on, Outros, produto, pronunciamento, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Teste, Touch, Twitter, UI, UX, Ved, web, window, windows, XP, zend @ 10 6th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Não sou um Mac, sou um PC, mas isso não muda em nada o fato de que o mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje, com a perda de Steve Jobs para um câncer de pâncreas.

Homenagem na Wired.com ?  Steve Jobs Nota na Apple.com sobre o falecimento de Jobs.

Desde quando comecei minha carreira como desenvolvedor, em 2000, eu trabalho com PCs e tecnologia primariamente da Microsoft, então acho que deve ser no mínimo estranho me ver fazendo aqui um post sobre o falecimento de Steve Jobs, mas ninguém pode negar que ele revolucionou todo o mercado de tecnologia.

Minha carreira começou como programador web, mas eu sempre me interessei bastante em fazer as coisas de forma a serem simples para o usuário (e se possível, para o desenvolvedor também). Na época esse conceito não tinha um nome nem era muito difundido, mas hoje chamamos de UX (experiência do usuário). Em toda minha carreira eu me dediquei a criar software seguindo o que considerava a melhor experiência possível. Comecei a focar mais intensamente nessa área a partir de 2007, com o surgimento do Silverlight e a crescente atenção dada pelo Microsoft ao assunto. Hoje, sou o especialista de UX e novas tecnologias na empresa onde trabalho e adoro o que faço. Devo muito ao Steve, pois se há alguém responsável por UX finalmente ter se tornado um assunto importante, ele foi esse alguém.

O único iProduto que tenho é um iPod Touch, que foi comprado 6 meses atrás quando eu estava ajudando em um projeto para portar uma aplicação de iOS para Windows Phone 7. É um bom aparelho e não me arrependo da compra, mas uso apenas para jogar e fazer testes de desenvolvimento.

Apesar de eu não ser muito fã da linguagem de design dos softwares da Apple, é impossível negar o impacto que eles têm no nosso mercado atual. Steve mudou o mundo ao mostrar que a experiência do usuário é o mais importante, não a tecnologia. As coisas devem ser fáceis de usar, simples de entender, práticas e belas ao mesmo tempo. Se não tiver esses 4 requisitos, não terá o sucesso que poderia ter.

A morte de Steve serve também para mostrar que ele era humano, como nós. Um humano extraordinário, mas humano, o que significa que todos temos esse potencial de mudar o mundo, fazer a diferença, mas apenas poucos conseguimos.

Para mostrar como Steve Jobs foi importante, basta olhar para quem já fez algum pronunciamento sobre seu falecimento e prestar atenção na mensagem que cada um tentou passar: Bill Gates, Barak Obama, Michael Bloomberg, Steve Wozniak, e muitos outros que nem dá pra citar aqui.

Por tudo isso, obrigado Steve. O mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje. Meus mais sinceros sentimentos a todos seus amigos e familiares. Descanse em paz.



Mai 6

Mesa Interactiva Multi Touch 46′

Escrito por Eduardo Kraus em 4, 6, Adobe, Adobe Air, Air, AR, arte, BI, C#, Curso, Curso de Flex, Flex, int, O, Red5, RIA, Ria’s Geral, S+S, Tecnologia, Touch, zend @ 05 6th, 2011 | via http://blog.mxml.com.br | Sem comentários
Eduardo Kraus
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Uma das coisas que me deixa extremamente feliz ? ver meus alunos criarem. Recebi agora do Filipe Duarte, ex aluno do curso de Red5 e do curso de Flex3, enviou-me para eu ver um post dele sobre o projeto que ele esta fazendo de uma Mesa Interactiva Multi Touch (46″) na tecnologia Adobe Air(2.5).

Hoje posso anunciar que depois de uma semana a …

Fev 26

Vá ao Flash Camp Brasil 2011

Escrito por Leonardo França em 1, 3d, 6, Actionscript 3.0, Adobe, Adobe Air, Adobe Max, Air, Android, api, app, app store, AR, BI, camp, class, conferência, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, designer, developer, e-learning, err, event, Evento, facebook, flash, Flash Platform, Flash Player, Flex, for, futuro, game, Google, IE, if, image, int, internet, linkedin, lista, Mac, Mercado, mg, multitouch, Negócios, networking, novidade, Novidades, O, on, pagamento, Palestra, PHP, platform, player, produtividade, Projetos, Revistas, Ria’s Geral, Rich Internet Application, social, social media, Tecnologia, Tema, Touch, tv, Twitter, UI, user experience, UX, Ved, Vídeo, Widget, Workshop, XP @ 02 26th, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Flash Camp Brasil 2011

EU VOU!!!

Em abril teremos a segunda versão do Flash Camp Brasil, com certeza é o maior evento sobre a plataforma Flash ocorrido no Brasil, reunindo os maiores profissionais e especialistas do Brasil e do mundo especialmente para mostrar ao publico brasileiro as ultimas novidades da plataforma Flash, é um evento obrigatorio tanto para designers quanto desenvolvedores além de uma otima oportunidade de aumentar seu networking.
O evento acontecerá em macéio, e contaremos com palestrantes nacionais e internacionais, e muitos workshops para que voce possa aproveitar o maximo o que o evento tem para oferecer.
Entre os temas discutidos teremos:

  • Anúncios inéditos trazidos por empregados e evangelistas da Adobe
  • Flash em dispositivos móveis (AIR/BlackBerry/Android/iOS/Flex etc)
  • Plataformas e App Stores disponíveis no mercado
  • Novos métodos de geração de negócios e pagamentos
  • Aplicações Flex no mundo corporativo, focadas em produtividade e ROI
  • Adobe MAX 2010 Recap, novidades da maior conferência Adobe no mundo
  • Fluxos de trabalho com a Flash Platform
  • Molehill, o futuro do Flash Player focando em 3D para Games e Rich Internet Applications
  • Flash na TV e em aparelhos multitouch
  • A importância do design e User Experience (UX) em projetos interativos
  • Apresentações de agências premiadas como Seagulls Fly (USA e São Paulo), Gringo (São Paulo), Adobe (USA e Brasil), Dedo US e University of California San Diego (UCSD)
  • Tecnologias e novidades que facilitam a vida de designers e developers
  • Plataformas de publicações como revistas e jornais em dispositivos móveis
  • E-learning e transmissão de vídeo
  • Estratégias de Social Media e uso de APIs públicas (Facebook, Linkedin, Twitter, Flickr, Google, PayPal, etc)

Não perca tempo e faça já sua inscrição para o Flash Camp Brasil :D
http://www.flashcampbrasil.com.br

Veja minha experiencia no primeiro Flash Camp Brasil

Jan 28

Review do Windows Phone 7

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 3g, 4, 6, Android, AR, arte, back, bar, BI, blog, botão, Botões, busca, carregar, comparação, corretor, Curso, dados, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Dica, email, err, erro, Excel, facebook, falha, for, game, gestão, git, Google, html, ide, IE, if, int, internet, iphone, jogo, Jogos, lista, live, map, mg, Microsoft, MIX, mobile, MSDN, NaN, News, novidade, Novidades, O, on, online, Outros, problema, processo, procura, pt, Reclamação, Review, RIA, Ria’s Geral, screen, SDK, site, tag, TAT, Tema, Touch, tv, UI, update, Ved, vs, window, windows, XP, zend @ 01 28th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Pouco mais de 1 mês atrás, no dia 20 de dezembro de 2010, eu peguei o meu Windows Phone 7. Venho acompanhando a história do sistema operacional desde? quando as primeiras informações foram divulgadas e confesso que fiquei empolgado e frustrado no MIX de 2010 por ver tantas informações e novidades legais e não ter ganhado nenhum aparelho, como todos estavam suspeitando na época.

Como o Windows Phone 7 não está disponível no Brasil ainda, tive que procurar uma forma de comprar um no exterior e trazer pra cá. Para complicar ainda mais as coisas, o aparelho que eu queria (LG Optimus 7) não é vendido nos Estados Unidos. Por sorte, tenho um grande amigo que estava morando na França e iria voltar ao Brasil pouco antes do Natal. Fiz algumas pesquisas e encontrei o aparelho que eu queria, desbloqueado, a venda na Amazon França. A parte mais difícil foi fazer a compra no site em francês sem entender uma palavra (3 vivas para os tradutores online).

Pronto, estava tudo certo. Em 1 mês o meu novo celular com WP7 estaria em minhas mãos. Eu só teria que fazer backup dos dados do meu MotoQ e migrar o que fosse possível para o novo aparelho. 2 dias depois de fazer a compra, fui vítma de um sequestro relâmpago e levaram meu celular (é claro que eu não tinha feito o backup ainda né….) junto com um monte de outras coisas. Fui obrigado a comprar outro aparelho para usar nesse meio tempo. Acabei pegando o seu irmão menor, LG Optimus One, com Android 2.2 (saiu super barato graças ao programa de pontos da minha operadora). Devo confessar que fiquei bastante satisfeito com a aquisição, pelo menos até a chegada do novo aparelho.

Agora vamos à parte que interessa, o review do meu LG Optimus 7 com Windows Phone 7.

LG-Optimus-7

O aparelho é muito bonito e passa uma sensação de ser bem sólido quando você o segura. Ele é extremamente bem construído, não tendo nenhuma falha de encaixe ou desajuste de nenhum tipo.

Os botões são fáceis de pressionar, sendo que o único que me desagradou foi o botão de ligar, que também serve para travar e destravar o aparelho, mas explicarei melhor mais adiante. Aliás, por falar em botões, esse é o ÚNICO aparelho com Windows Phone 7 lançado até agora em que os 3 botões frontais (voltar, home e busca) são físicos ao invés de touch. Em alguns dos outros aparelhos o botão “home” também é físico, mas o voltar e busca de todos os outros é touch, facilitando que você acidentalmente os toque enquanto usa uma aplicação ou jogo e acabe saindo da aplicação ou da tela em que estava.

Os aparelhos com Windows Phone 7 lançados até agora se diferenciam bem pouco, pois os fabricantes estão todos seguindo praticamente ao pé da letra as especificações mínimas de hardware impostas pela Microsoft para a plataforma. Os diferenciais desse aparelho são:

  • Os 3 botões físicos para voltar, home e busca, ao invés de botões touch.
  • Memória de 16 GB (a maioria dos aparelhos tem memória de “apenas” 8 GB)
  • Recurso DLNA, que permite executar mídia do aparelho em dispositivos compatíveis, como TVs, home theathers, etc.
  • Tela Gorilla Glass, praticamente impossível de riscar (descobri isso com quanse um mês de uso).

O aparelho encaixa bem na mão e é fácil de manusear com apenas 1 das mãos, mas eu acho que a LG fez algumas escolhas equivocadas no posicionamento de alguns ítens.

  • Os botões de volume ficam do lado esquerdo do aparelho, quando na maioria dos outros telefones ele é do lado direto. Isso por si só não é um problema, mas fez com que houvesse botões em todos os lados do aparelho. Seria melhor se pelo menos um lado do aparelho não tivesse botões para que pudessemos segurá-lo ou apoiá-lo sem que nada fosse pressionado.
  • O plug micro-usb que serve para sincronismo e carregar o aparelho fica do lado direto, onde normalmente ficam os botões de volume e ainda por cima é coberto por uma lingueta que deve ser removida com a unha e virada de lado para conectar o cabo (já que ela fica presa para não se perder). Para mim isso são 2 erros consecutivos: O primeiro foi colocar o plug de carregador/dados na lateral do aparelho e o segundo colocar essa tampinha safada que serve mais para irritar do que para proteger.
  • O botão de ligar o aparelho, que também serve para bloquear e desbloquear, fica na parte superior, do lado direito. Ele é propositalmente pequeno e mais firme ao toque para que não seja pressionado acidentalmente, mas como os lados superior e inferior do aparelho são ligeiramente inclinados para frente, é difícil pressioná-lo com o indicador, o que torna necessário deslisar o telefone um pouco na mão para pressionar com o polegar (correndo o risco de derrubar o aparelho no processo), ou pressionar o botão com a outra mão.

Fora os detalhes acima, todos os botões são muito bem feitos e trabalham sobre uma pressão perfeita: nem duros demais, nem leves demais. Você difícilmente pressionará um deles acidentalmente.

Ele pesa 157 gramas, ou seja, é 30g mais pesado do que o LG Optimus One que eu havia acabado de comprar e 20g mais pesado do que o iPhone 4. Mas para ser justo, devo dizer que sua tela é de 3,8 polegadas, em comparação à de 3,2 do Optimus One e à de 3,5 do iPhone 4.

Ao contrário do que aconteceu com o Android, não tive nenhum problema para digitar no teclado virtual dele, tanto pelo tamanho da tela ser bom para minha mão, quanto pela qualidade e precisão do teclado virtual do WP7. A única reclamação que tenho do teclado é que não é possível digitar alguns caracteres acentuados se o teclado estiver configurado para inglês, então é necessário mudar para espanhol. Por outro lado, o telefone suporta mais de um perfil de teclado simultâneamente, tornando possível que você escolha se quer teclado em inglês ou espanhol enquanto digita. Se você escreve bastante em português vai achar melhor desabilitar o corretor do teclado com sugestão de palavras pois esse idioma ainda não é suportado (mas está previsto para o update do segundo semestre, junto com outras línguas e novas funcionalidades).

O sistema operacional é excelente, mesmo se tratando de uma primeira versão. Nesse tempo de uso eu não sofri nenhum travamento e ele responde extremamente rápido a todos os seus comandos (principalmente nas aplicações nativas, como o email ou navegador de internet). Há algumas coisas que precisam ser melhoradas e algumas funcionalidades que ainda não estão presentes, mas acho melhor deixar isso para um outro post.

Para quem pretende usar um aparelho desses no Brasil, é necessário saber de algumas coisas:

  • Compre um aparelho que esteja sem bloqueio de operadora. A maioria dos aparelhos estão sendo vendidos bloqueados para as operadoras e vinculados à contratos de fidelidade. Os aparelhos desbloqueados são um pouco mais caros e difíceis de encontrar.
  • É necessário um Windows Live ID para acessar o Market Place e sincronizar contatos. O seu Live ID deve estar vinculado à um dos países onde o aparelho já foi lançado. Você pode vincular mais de um Live ID ao aparelho, mas apenas o primeiro será usado para acessar o Market Place ou Xbox Live, no caso dos jogos. Esse Live ID primário só pode ser trocado fazendo um soft reset no aparelho. Se você já tem um gamertag do Xbox vinculado ao seu Live ID, ele será utilizado pelo jogos do aparelho também. Se o seu gamertag for da Xbox Live Brasil, não vai funcionar, e você terá que criar um novo Live ID com endereço americano ou de outro país onde o aparelho já tenha sido lançado para poder usar no aparelho.
  • O WP7 sincroniza a lista de contatos e agenda de todos os Live IDs, contas do Google e Facebook que você cadastrar. Você pode mudar as opções de sincronismo dessas contas, exceto do Live ID principal. Todos os seus contatos terão uma cópia online, que será facilmente baixada para um outro WP7, caso você o vincule ao mesmo Live ID. Isso é ótimo para quando você decidir trocar de aparelho daqui a algum tempo.
  • Para desbloquear o aparelho para desenvolvimento, é necessário que o regional settings do computador, do telefone e da sua Live ID estejam iguais. O desbloqueio é feito usando um aplicativo que vem junto com o SDK de desenvolvimento. Para poder desbloquear, é necessário também que você tenha se cadastrado como desenvolvedor e pago a taxa de US$ 99,00 + impostos (que vale por 1 ano). Esse cadastro ficará vinculado ao seu Live ID (pode ser um live ID brasileiro), que é o que deve ser utilizado para desboquear o aparelho. Cada cadastro desses dá direito a desbloquear 3 aparelhos. Se for uma empresa e precisar desbloquear mais aparelhos, deve entrar em contato com a Microsoft.

Por enquanto é só. Em breve publicarei mais informações sobre o sitema operacional e sobre a plataforma de desenvolvimento.



Jan 24

Agradecimento ao amigo @francocarbonaro

Escrito por Ved em apple, AR, Desenvolvimento, int, iphone, labs, O, on, RIA, Ria’s Geral, Touch, UI @ 01 24th, 2011 | via http://www.vedovelli.com.br | Sem comentários
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Hoje o Franco Carbonaro (@francocarbonaro) veio até a RIA Labs para nos ensinar um pouco de Objective C e Cocoa Touch. Ele trabalha há alguns meses com desenvolvimento para iOS e conseguiu, numa única tarde, tirar grandes dúvidas que tinhamos, principalmente com relação à sintaxe da linguagem. Agora nos sentimos preparados para mergulhar nos estudos! Franco: [...]

Dez 23

Parsing de XML no IPhone

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 4, 6, Access, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, blog, busca, class, classe, classes, código, comparação, dados, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, developer, development, Download, err, Estilo, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, filtra, Flex, for, Google, how-to, html, ide, IE, if, image, int, Introdução, iphone, library, Mac, mg, O, object model, on, padrão, problema, problemas, procura, reference, referencia, relatório, Relatórios, rest, RIA, Ria’s Geral, SDK, serviço, Serviços, Software, string, TAT, Tema, Touch, tv, Twitter, UI, uint, UX, validação, Ved, vs, web, web 2.0, XML, XP @ 12 23rd, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Introdução

Fazer parsing de uma estrutura de dados como o XML é muito comum no desenvolvimento de aplicativos web, a maior parte dos sistemas desenvolvidos com o conceito de Web 2.0 implementam uma api de serviços para que o desenvolvedor possa utilizar e criar novos aplicativos, sub programas, relatórios e etc.

Estas API’s de serviços trabalham na maioria das vezes com formato de dados universais, como por ex, o JSON e XML. Portanto uma terefa comum quando estamos desenvolvendo um aplicativo “client” para estes serviços é interpretar estes dados para utilizar do modo desejado no software.

Existem diferentes modos de trabalhar com documentos XML’s e diferentes ferramentas para isso. Neste post vamos ver como isso funciona no desenvolvimento para IPhone.

Como funciona o parsing de XML?

Existem dois modos para fazer parsing de um documento XML, e muita diferença entre eles. Entender como cada modo funciona é fundamental para que esta tarefa não se torne um problema no seu projeto.

SAX ( Sequencial Access Parser )

Como o nome sugere, o parser que implementa o SAX irá fazer uma analise sequencial na estrutura do xml, o que isso quer dizer? Cada elemento do XML será analisado individualmente e em sequencia. Ele é baseado em um fluxo de eventos que são disparados para cada elemento do XML.

Exemplo

Dado o XML abaixo:

PLAIN TEXT
XML:

  1. <?xml version=“1.0″ encoding=“UTF-8″?>
  2. param=“value”>
  3. ? ? >
  4. ? ? ? ? Some Text
  5. ? ? >
  6. >

A sequência que o parser irá fazer é a seguinte:

  • Começo de um novo elemento, chamado RootElement, com o atributo param = “value”
  • Começo de um novo elemento, chamado FirstElement
  • Um nó de texto com o data igual a “Some Text”
  • Final do elemento chamado FirstElement

Quando utilizar?
Este tipo de parser é recomendado quando o tamanho do documento é muito grande ( algo em torno de 10MB ) e você pretende utilizar somente uma pequena parte do XML, pois ele não carrega o conteúdo do documento em memória ( isso acontece com os parser que implementam DOM ), porém o trabalho de desenvolvimento é maior.

DOM ( Document Object Model )
O parser que implementa o XML DOM, possibilita você acesse qualquer elemento diretamente sem a restrição de seguir uma seqüência baseado na hierarquia do XML.

Normalmente os parsers que implementam o modelo DOM também permitem que você defina a consulta no xml através de XPath. Isso torna muito mais fácil a maneira de filtrar ou agrupar os elementos do XML.

Para aqueles que estão acostumados a trabalhar com o flex, a maneira como o sdk lida com XML é através da implementação DOM, e a linguagem de busca dentro do XML é o E4X, portanto a curva de aprendizagem para aprender XPath será menor.

Para que o parser possa interpretar as consultas XPath e navegar de modo trasnversal entre os elementos para encontrar o critério de busca, o XML é carregado em memoria e transformado em uma estrutura de dados que facilita este tipo de tarefa. O ponto ruim disso é que em documentos grandes esta abordagem pode ocasionar problemas.

Exemplo

Dado o xml abaixo:

PLAIN TEXT
XML:

  1. <?xml version=“1.0″ encoding=“UTF-8″?>
  2. param=“value”>
  3. ? ? >
  4. ? ? ? ? />
  5. ? ? >
  6. >

E o seguinte trecho de código:

O exemplo de código abaixo utiliza a biblioteca GDataXML para manipulação DOM do XML, está biblioteca é distribuida pela Google.

O método [doc nodesForXPath:@"//item":nil] irá percorrer todos os elementos do XML procurando pelos nós do tipo .

Quando utilizar?
O parser que implementa o XML DOM deve ser utilizado em documentos que não irão comprometer a memória ( algo menor que 10MB ), já que o gerenciamento de memoria no desenvolvimento de IPhone é um ponto que deve ser considerado. A manipulação de XML com DOM é muito mais fácil do que com SAX, uma vez que o acesso é direto.

Quais bibliotecas utilizar?

Existem várias bibliotecas que fazem parsing de XML, as mais conhecidas são:

  • NSXMLParser É um SAX parser incluido por padrão no SDK do IPhone.
  • libxml2 Este é um projeto Open Source que também é incluido por padrão no SDK do IPhone, ele é baseado na linguagem C, portanto é um pouco mais complicado de usar se comparado com o NSXMLParser. Esta biblioteca suporta tanto o modo SAX quanto DOM. O processamento SAX desta biblioteca é muito interessante pois permite que você faça a leitura/manipulação do XML durante o download, evitando o tempo que demoraria para baixar o documento todo.
  • TBXML é um parser DOM XML muito leve desenvolvido para ser  muito rapido e consumir o minimo de memoria possível. Ele ganha tempo pois não faz validação, não da suporte ao XPath e possibilita somente acesso de leitura ao conteúdo do XML.
  • TouchXML é um parser com mesmo estilo do NSMXL porem com DOM XML. Do mesmo modo que o TBXML ele permite acesso somente de leitura, entretanto possui suporte para XPath.
  • KissXML muito similar ao TouchXML, inclusive foi feito com base no mesmo, entretanto possibilita edição do conteúdo do XML.
  • GDataXML este parser é desenvolvido pela  Google como part de sua biblioteca Objectve-c. Ele suporta leitura e escrita , e também da suporte a XPath

Conclusão

O importante é ter em mente quais são as opções e modos de fazer o parcing do XML na sua aplicação, entender quais são as métricas que o ambiente da aplicação possui e leva-las em conta na decisão de como fazer o parsing. Estas métricas irão te encaminhar a uma das opções.

O link a seguir possui um conteudo complementar ao tema, e também apresenta uma comparação entre todas as ferramentas analisando performace e utilização de memória, vale a pena dar uma olhada: link

Referencias:

http://www.raywenderlich.com/553/how-to-chose-the-best-xml-parser-for-your-iphone-project
http://stackoverflow.com/questions/406811/iphone-development-xmlparser-vs-libxml2-vs-touchxml
http://www.saxproject.org/
http://en.wikipedia.org/wiki/Simple_API_for_XML
http://www.w3schools.com/Dom/dom_parser.asp
http://www.w3schools.com/XPath/default.asp

Nov 26

Oportunidade para programador Adobe Flex

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Adobe, Adobe Flex, AR, arte, blog, busca, class, email, Flex, image, iphone, mg, Notícias, O, on, pt, RIA, Ria’s Geral, TAT, team, Touch, Twitter @ 11 26th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Você poderá trabalhar na maior empresa de RIA do Brasil. E quem sabe você não usa o seu conhecimento para ganhar um IPhone 4 ou até mesmo viagem para os EUA?

Nov 23

Definindo a Interface Orientation em aplicativos para IPad

Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Aplicativos, app, apple, AR, arte, auto, back, BI, blog, class, codec, código, código fonte, control, Controles, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Download, exemplo, flash, fonte, for, FullScreen, git, ide, IE, if, image, int, interface, iphone, Java, Mac, mg, O, Office, on, Orientação, Outros, programação, pt, RIA, Ria’s Geral, screen, Screencast, Sem categoria, swf, TAT, Touch, tv, Twitter, UI, UX, Ved, wave @ 11 23rd, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Com o lançamento do iPad pela Apple, e a necessidade de adaptar os aplicativos existentes para o iPad, os desenvolvedores encontraram alguns desafios que antes não eram percebidos quando desenvolvendo para iPhone ou iPod Touch.

Todos os devices da apple possuem o acelerômetro e através dele nossa iteração com os dispositivos e aplicativos mudou completamente, saindo de algo “estático” para aplicativos que reagem conforme você posiciona o aparelho.

Essa funcionalidade já quase não é mais percebida nos aplicativos para iPhone, pois quase todos os aplicativos estão preparados para a visualização em Landscape e Portrait. Porém, devido ao tamanho da tela desse device, não existe grande diferença nessas visualizações.

Arrisco em dizer que grande parte das vezes em que rotacionamos o iPhone para Landscape é para ter uma maior área de visualização ou melhor acesso ao teclado para digitar textos mais longos.

Porém, com o iPad essa funcionalidade foi renovada. Alguns fatores como tamanho da tela influenciaram nessa mudança, afinal, com tanto espaço as informações podem ser melhores dispostas para o usuário.

Essa mudança pode ser percebida em grande parte dos aplicativos existentes no iPad, e sua disposição pode mudar da acordo com a necessidade.

Percebam, por exemplo, que para o aplicativo Settings não existe diferenciação entre Portrait e Landscape:

Já, outros aplicativos como Mail e YouTube possuem visualizações bem diferentes de acordo com a orienteção do device:

Mas, e quando estamos desenvolvendo aplicativos mais simples, que não irão possuir tantas formas de visualização, ou mesmo quando estamos aprendendo a trabalhar com esse controle de visualização, como podemos permitir ou bloquear que o aplicativo mude sua visualização?

Quando não estamos criando controles avançados de tratamento dessas visualizações, podemos ter alguns resultados indesejáveis quando o iPad é rotacionado, e toda a UI ser afetada, impactando a UX para o usuário.

Portanto, uma forma simples de permitir, por exemplo, que a aplicação não mude a orientação para Landscape é através do controller da view.

No controller podemos encontrar o método

1
- (BOOL) shouldAutorotateToInterfaceOrientation: (UIInterfaceOrientation) interfaceOrientation

Esse método sempre retorna YES, o que significa que ele sempre rotaciona a view de acordo com a orientação.

Podemos permitir quatro tipos de orientação:

  • UIInterfaceOrientationPortrait
  • UIInterfaceOrientationPortraitUpsideDown
  • UIInterfaceOrientationLandscapeLeft
  • UIInterfaceOrientationLandscapeRight

Cada orientação segue o posicionamento do device:

Então, caso nossa view deva responder somente ao modo Portrait e LandscapeLeft, devemos definir o método como abaixo:

1
2
3
4
5
6
7
- (BOOL)shouldAutorotateToInterfaceOrientation:(UIInterfaceOrientation)interfaceOrientation {

return (interfaceOrientation==UIInterfaceOrientationPortrait ||

interfaceOrientation==UIInterfaceOrientationLandscapeLeft);

}

Qualquer combinação é válida, e caso todas sejam permitidas, devemos manter o método inalterado, conforme abaixo:

1
2
3
4
5
- (BOOL)shouldAutorotateToInterfaceOrientation:(UIInterfaceOrientation)interfaceOrientation {

return YES;

}

Mais detalhes:

O screencast abaixo demostra a criação de um aplicativo simples, com uma View, e como tratar a InterfaceOrientation com mais detalhes. Ao final do Screencast você deverá conseguir alterar os modos de rotação da forma que desejar, e assim aplicar o conceito em outras aplicações.

O código fonte gerado através do screencast pode ser baixado através do link: OrientationTest(zip)

Deixe seu comentário ou dúvidas.

Artur Fabri

@arturfabri

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