Estou criando uma nova pesquisa para direcionar a criação de conteúdo. Agradeço muito em colaborar:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDE4TEpHYURyUkR4TVVWa3RkV3A1WVE6MQ
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Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexível o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.
Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daí, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados específica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:
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/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors. * * Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”); * you may not use this file except in compliance with the License. * You may obtain a copy of the License at * * http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0 * * Unless required by applicable law or agreed to in writing, software * distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS, * WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied. * See the License for the specific language governing permissions and * limitations under the License. */ package org.springframework.web.servlet; import java.util.Map; import javax.servlet.http.HttpServletRequest; /** This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of View implementations may differ widely. An obvious implementation would be Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver. /** Note: This attribute is not required to be supported by all
/** Can be used to check the content type upfront, if not predetermined. /** The first step will be preparing the request: In the JSP case, in case of empty model) } |
Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.
Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponível na internet sobre o assunto.
A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domínio para servir de resposta do nosso controller:
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Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domínio:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 |
@Controller
public class ExemploController @RequestMapping(“/exemplo/xml”) } |
Agora temos uma servlet que responderá por “
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:
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class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>
bean=“marshallingHttpMessageConverter” /> > > > |
O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domínio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domínio criada:
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2 3 |
> |
Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:
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2 3 |
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”> > |
Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponível no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:
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Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domínio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:
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“response”:
“nome”:”json” } |
Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.
Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crítica ou comentário são sempre bem vindos.
Por @Gust4v0_H4xx0r
Em parceria com a TVD Plus desenvolvi um sistema de tabela de pre?os para exibi??o em solu??es de V?deo Wall.
V?deo Wall consiste em m?tliplos monitores, projetores ou televisores colocados um ao lado do outro servindo como uma grande ?nica tela.
A KF Carnes, a?ougue tradicional de Curitiba, atende o p?blico das classes A e B com carnes de alto padr?o de qualidade e alto valor agregado.
Em busca de melhorar o ambiente de atendimento ? clientes e modernizar a casa de carnes, a KF foi atr?s de uma solu??o de V?deo Wall para substituir a antiga tabela de pre?os.
A solu??o da TVD Plus para a KF Carnes foi a instala??o de 4 televisores de 42″ ligados a um ?nico computador onde estaria rodando v?deos institucionais da casa intercalados com a tabela de pre?os.
A exig?ncia do projeto era permitir a atualiza??o da tabela de pre?os ao mesmo tempo que as balan?as sofriam atualiza??es, evitando assim transtornos com diferen?as de pre?os entre a tabela para os clientes e o pre?o na balan?a, e com isso evitar o retrabalho de atualizar na balan?a e manualmente atualizar pre?o a pre?o na tabela para os clientes.
Com a constante varia??o do dolar, moeda base para o pre?o da arroba do boi, era de extrema import?ncia que o sotware suportasse v?rias atualiza??es de pre?o durante o dia.
O projeto todo teve dura??o de 20 dias desde a sua concep??o ? sua instala??o e homologa??o.
Hoje com os televisores instalados e com o software em produ??o, a KF Carnes oferece ? seus clientes um ambiente ainda mais agrad?vel e moderno, mantendo-se ? frente de seus concorrentes.
O seu estabelecimento continua mostrando o seu card?pio / tabela de pre?os com fotos embassadas e com pre?os fixos? Entre em contato comigo.
Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.
No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.
Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.
Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.
Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.
Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.
Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.
Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!
Olá pessoal!!
Para quem não pode participar do Adobe Max 2011 (como eu), já estão disponíveis no AdobeTV as suas gravações.
As gravações estão disponíveis em 4 seções:
Um abraço
Na palestra de Silverlight 5 que apresentei este ano com Rodrigo Kono no TechEd Brasil, mostramos a nova versão do PivotViewer que vem no SDK do Silverlight 5.
Esta nova versão tem diversas melhorias, principalmente no que diz respeito ? forma de montar e utilizar a coleção de dados. Nesta nova versão não é mais necessário pré-processar a coleção usando Excel ou DeepZoom Composer e praticamente tudo pode ser feito usando Binding.
Abaixo tem um link para fazer download do código fonte do exemplo que apresentamos. Para usar este exemplo é necessário ter instalado o Tools do Silverlight 5 RC. Em breve vou publicar novos posts com mais detalhes sobre esta e outras novidades do Silverlight 5, mas por enquanto, aproveitem este exemplo.
Hoje temos o pre release do Flex SDK 4.6, e como já era esperado, com diversas melhorias no Mobile. Como vocês sabem, o livro Dominando Flex Mobile está pela metade. Eu parei no meio e disponibilizei o conteúdo justamente pela falta de componentes e agora isso será suprido. Ou seja, vou voltar agora e terminar o Flex Mobile.
Alguns novos componentes ? (copiado na cara dura daqui) :
SplitViewNavigatorA new top-level application component specifically designed for the tablet experience. With only a few lines of code, manage the layout of multiple views and have them adapt automatically based on device orientation. |
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CallOutButtonA versatile component that pops over existing content and can contain text, components or even entire views. |
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SpinnerListThis popular tablet component is an adaption of the existing List component. It not only has a new look, but also gives options like recirculating content and a position based selection model. |
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DateSpinnerA highly flexible component that is not only locale-aware, but provides multiple out-of-the-box configurations to fit most date/time entry needs. |
Text Enhancements |
Flex 4.6 solves the problem of cross-device text input. Flex exposes the native text-editing controls on EVERY platform—this enables the developer to customize the keyboard and the user to experience the native UI of common operations like selection, copy/paste and spelling checking. |
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ToggleSwitchThis simple and much-requested control is now available in Flex 4.6. |

Olá a todos!
Esta quarta-feira, dia 21 de Setembro, marca o dia de mais uma milestone para o Flash!
Hoje é anunciado a data do go-live do Flash Player 11 e do Adobe AIR 3!
Com esta versão, a Adobe tenta puxar os limites do que é possível apresentar, na web, em termos gráficos, e tenta oferecer a capacidade de renderizar objectos extremamente complexos, de uma forma super simples!
Esta release, vai permitir, aos developers, criar jogos 3D e 2D com a qualidade dos jogos das consolas, com o benefício de o poderem distribuir para várias plataformas ao mesmo tempo (Android, iOS, Tablet BlackBerry OS, TV, Windows, Mac OS, etc).
Nestes últimos tempos temos visto várias aplicações AIR a brilharem nos vários mercados das aplicações. Tanto o Machinarium, como o Times Caltrain, são um sucesso nas plataformas em que estão implementados!
Resta dizer que tanto o Flash Player 11 como o AIR 3 vão estar disponíveis para todos, a partir de Outubro, ou seja, daqui a poucas semanas!
Ah! E não se esqueçam que a MAX está aí ? porta e com ela MUITAS novidades vão surgir
Abraço, Mauro.

Boa tarde pessoal!!!
Hoje me deparei com uma ótima notícia na internet! A Microsoft acabou de lançar o Silverlight 5 RC? .!!!
Dentre os novos recursos adicionados, temos:
Media e Rich UI
Graphics e Animation
Text
Performance
Ferramentas
Outros
Para mais detalhes, http://www.silverlight.net/learn/overview
Perfeito!
Abs,
Robson Fernandes.
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