? Android: ORMLite – 2. O gerenciamento de chaves estrangeiras em ORMLite é um pouco diferente do que normalmente é feito em outros frameworks de ORM, como? o Hibernate. Basicamente, são utilizadas as seguintes anotações para este gerenciamento: @ForeignCollectionField – Para coleções estrangeiras. Obs.: O ORMLite suporta apenas que as coleções sejam: ForeignCollection ou Collection,…
Databases em Android (ORMLite) – 4
Download: Cartilha de eCommerce como se tornar um eVarejista

A C?mara Brasileira de Com?rcia Eletr?nico, Camara-e.net, fundada em 07 de maio de 2001, ? a principal entidade multissetorial da Am?rica Latina e entidade brasileira de maior representatividade da Economia Digital. O seu papel tem sido fundamental para a promo??o da seguran?a nas transa??es eletr?nicas, a formula??o de pol?ticas p?blicas alinhadas aos anseios da sociedade moderna e, especialmente, para o aprimoramento de marcos regulat?rios setoriais que d?o suporte legal ?s medidas de incentivo necess?rias ao desenvolvimento de nosso pa?s.
O Comit? Meios de Pagamento na Internet da Camara-e.net disponibilizou uma cartilha completa para varejistas que desejam dar os primeiros passos no mercado de eCommerce e se tornar um eVarejista.
A cartilha possui o seguintes m?dulos:
-
Com?rcio Eletr?nico: Uma Grande Oportunidade de Neg?cios;
-
Estrutura e Recursos de uma Loja de Varejo On-Line;
-
Suporte ? administra??o da Loja de Varejo On-line.
Server-Side ActionScript no Flash Media Server
Poucos sabem mas o Flash Media Server(versão Interactive) possui uma linguagem de servidor chamada Server-Side ActionScript ou ActionScript Communications(extensão .asc). O que permite recurso poderosos em seus aplicativos multimÃdia muito além de um simples streaming.
Server-Side ActionScript é o nome que Adobe deu para o JavaScript 1.5, o Flash Media Server possui uma engine de JavaScript para compilar e executar os scripts.
O Server-Side ActionScript é parecido mas não idêntico ao ActionScript 1.0, mas ambos são baseado no ECMAScript(ECMA-262) edition 3 language specification. O Server-Side ActionScript roda sob a engine SpiderMonkey da Mozilla que consta no Flash Media Server enquanto que o ActionScript 1.0 roda sob o AVM1(ActionScript Virtual Machine 1) no Adobe Flash Player. O SpiderMonkey implementa o totalmente o ECMAScript enquanto que a AVM1 do Flash Player não. A grande diferença entre os dois é que o Server-Side ActionScript é case-sensitive.
Portanto para quem já tem conhecimento de JavaScript, pode reaproveita-lo para usar no Flash Media Server, é possÃvel utilizar a maioria dos recursos e ainda contar com os recursos exclusivos do Flash Media Server.
Vamos os primeiros passos para utilizar o Server-Side ActionScript no Flash Media Server. Uma maneira de testar seus scripts é usando o fms_console localizado no caminho:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5webrootswfsfms_adminConsole.swf
Se você tiver o Adobe Flash Professional, pode abrir esse arquivo diretamente apenas dando dois cliques, caso contrario, abra pelo navegador. Ao ser aberto, devemos ter uma tela como essa:
Basta entrar com o login e senha que você determinou no momento em que estava instalando o Flash Media Server que deveremos entrar para a seguinte tela:
Esse será seu melhor amigo ao desenvolver aplicativos com Flash/Flex e Flash Media Server. Por padrão, o Flash Media Server lê o seguinte diretorio:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5applications
Esse caminho pode ser configurado modificando a linha “VHOST.APPSDIR” no seguinte arquivo:
INSTALATION FOLDERAdobeFlash Media Server 4.5conffms.ini
Criaremos um diretorio chamado “teste”, e dentro dele um arquivo chamando “main.asc” com o seguinte conteúdo:
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
Agora no console, carregaremos nossa aplicação criando uma nova instância dela selecionando no combobox:

Na tela seguinte, basta dar um “enter”.

Deveremos ter o resultado do nosso trace na caixa de texto como na imagem:
Uma recomendação que faço é que você limpe a tela antes de executar novamente o script main.asc, basta clicar no botão Clear Log(1) e depois em Reload Application(2):

Alguns exemplos do que pode ser usado com o Server-Side ActionScript
Constantes
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
const PI = 3.14;
-
trace(PI);
Expressões Regulares
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
myRe = /d(b+)d/g;
-
myArray = myRe.exec(“cdbbdbsbz”);
-
trace(myArray);
Funções
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
function teste()
-
-
return “to na funcao o/”;
-
-
trace(teste());
-
-
function factorial(n)
-
-
if ((n == 0)
-
}
-
trace(factorial(5));
Objetos
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
var obj = id:“teste”,data:2,status:“ONLINE”,type:“admin”
-
trace(obj);
-
for(s in obj)
-
-
trace(s +” – “+obj[s]);
-
Array
-
// ActionScript Communications Document
-
trace(“init app…”);
-
var arr = ["leo", "carol", "pam", "perla","carlinha"];
-
trace(arr);
-
function removeValueFromArray(arr, value)
-
-
var len = arr.length;
-
-
for(var i = len; i> -1; i–)
-
-
if(arr[i] === value)
-
-
arr.splice(i, 1);
-
-
}
-
return arr;
-
}
-
trace(removeValueFromArray(arr,“pam”));
Aviso importante, use esses recursos SOMENTE em ambiente de desenvolvimento. Em ambiente de produção, você derrubará todo mundo que estiver conectado ? sua aplicação.
![]()
Referência:
Documentação do Adobe Flash Media Server
Em uma outra quest?o do site rankk.org foi apresentado a sequinte quest?o, solicitando para encontrar um respectivo valor em uma posi??o dada uma sequ?ncia:
1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89 …Qual ? o 119 termo?
Observando a sequ?ncia, temos uma sequ?ncia de fibonacci (wikipedia), ent?o sabendo isso, partindo do algoritmo de c?lculo de fibonacci, bastou alterar o algoritmo para realizar o c?lculo at? a respectiva posi??o.
Veja também:
Uma outra quest?o inicial do site rankk.org para possibilitar o cadastro no site, foi apresentada a seguinte situa??o:
Uma caixa cont?m alguns bot?es. 1/4 desses s?o pretos, 1/8 s?o vermelhos e os demais s?o brancos. Sabendo que nesta caixa temos 636 bot?es brancos a mais que os vermelhos. Quantos bot?es tem nesta caixa?
A primeira coisa a se fazer ao ver a quest?o foi identificar, do que se trata esse c?lculo, e eu com meu c?rebro enferrujado sem utilizar para c?lculos matem?ticos durante muito tempo, patinei legal, nessa mesma ?poca o @jandersonfc tamb?m estava resolvendo essa mesma situa??o, no caso ele identificou antes do que eu, que este problema se tratava de uma equa??o de primeiro grau, depois disso para resolver o problema foi tranquilo.
O que resultou na brincadeira abaixo:
Veja também:
Ontem resolvendo um dos desafios do site http://www.rankk.org/ me deparei com a seguinte quest?o:
Sabendo que para passar da primeira fase ? necess?rio resolver 9 desafios de um total de 60, quantas combina??es de resolu??o de 9 quest?es s?o poss?veis, n?o considerando a ordem na qual ser?o resolvidas?
Observei que se tratava de uma quest?o matem?tica de combina??o, com isso, inicialmente resolvi o c?lculo de maneira tradicional, depois resolvi criar o respectivo algoritmo abaixo, onde defini uma fun??o em python para realizar o c?lculo fatorial, com a possibilidade de definir um limite, o que me era necess?rio para codificar o algoritmo do c?lculo de combina??o.
Segue links sobre Fatorial e Combina??o.
Veja também:
SharedObject com Flash Media Server
SharedObject é um recurso que dar ao Flash Player a capacidade de salvar dados localmente para poder ser usado posteriormente em sua aplicação, a grosso modo é como um cookie. Com o Flash Media Server, foi introduzido a possibilidade de usar o SharedObject Remote, no qual os dados são salvos no servidor Flash Media Server e compartilhados para todas as instâncias de uma conexão entre o Flash Player e o Flash Media Server. Isso possibilita a criação de aplicativos em real time como Dashboards, chats e o que mais a imaginação permitir.
O uso do SharedObject Remote pode ser usado de duas maneiras em conjunto com o Adobe Flash Media Server.
- Somente pelo lado cliente, através do Flash Player/AIR
- Em conjunto com ActionScript Communication, linguagem de servidor do Flash Media Server
Vejamos o primeiro caso:
Através do lado cliente, através do Flash Player/AIR
Caso você não tenha conhecimento para usar a linguagem Server-side do Flash Media Server, é possÃvel utilizar o SharedObject Remote somente pelo ActionScript 3.0. Vamos a um exemplo clássico sharedBall, onde o objetivo é compartilhar as posições da bolinha a atualizar nos outros clientes conectados a mesma instância.
- Vá até o diretório de instalação do Flash Media Server e procure pela pasta “applications”, lá crie um diretório chamado “sharedBall”, dentro dele um arquivo chamado “main.asc”
- Abra o main.asc no seu editor de textos de preferencia ou pelo próprio Flash e digite: trace(“sharedBall…”);
- Vamos testar esse arquivo, abra o console do Flash Media Server, geralmente fica localizado no diretorio de instalação/webrrot/swfs. Você pode abrir pelo browser ou o swf diretamente.
- Clique no botão “View Applications” e em seguida procure o nome “sharedBall” no combobox logo no canto inferior esquerdo onde está escrito “New Instance…”
- Selecione “sharedBall” e deveremos ter na aba Live Log algo como na imagem abaixo:
- No Flash, criei uma bola com as ferramentas de desenho e converti para MovieClip dando o nome de “mc_ball”.
- Estamos prontos para começar a integração entre o Flash e o Flash Media Server. Crie um layer para o ActionScript e abra o editor apertando F9 ou “Window->Actions”
- Nosso código começa com a conexão com o servidor Flash Media Server
-
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-
function init():void
-
-
nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
-
-
-
-
trace(evt.info.code);
-
-
-
init();
Feito isso, podemos testar o swf apertando Ctrl+Enter, se tudo correr bem, deveremos ter a seguinte mensagem no output do Flash:
NetConnection.Connect.Success
Com a conexão feita, podemos instanciar o nosso SharedObject Remote para compartilhar as posições de x e y da bolinha.
-
if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
-
-
so.connect(nc);
-
O handlerSync é responsável por atualizar os dados de x e y pegaremos do SharedObject Remote:
-
-
mc_ball.x = so.data.x;
-
mc_ball.y = so.data.y;
-
Daremos a opção de ao clicar na bolinha, que ela possa ser arrastável, em seguida atualizaremos as posições de x e y no SharedObject Remote:
-
-
-
mc_ball.startDrag();
-
-
-
-
mc_ball.stopDrag();
-
-
-
-
so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
-
so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
-
Segue o código completo:
-
-
-
function init():void
-
-
nc.connect(“rtmp://localhost/sharedBall”);
-
-
-
{
-
trace(evt.info.code);
-
if(evt.info.code == “NetConnection.Connect.Success”)
-
-
so.connect(nc);
-
-
}
-
-
-
mc_ball.x = so.data.x;
-
mc_ball.y = so.data.y;
-
-
-
-
-
mc_ball.startDrag();
-
-
-
-
mc_ball.stopDrag();
-
-
-
-
so.setProperty(“x”,mc_ball.x);
-
so.setProperty(“y”,mc_ball.y);
-
-
-
init();
Veja uma demostração em funcionamento:
Flex com PHP usando ZendAMF – Zend_Db
O artigo Adobe Flex com PHP usando ZendAMF – primeiros passos teve como objetivo exemplificar a integração do Flex com PHP para quem já tinha sistemas desenvolvidos usando o AMFPHP, por isso não usei as classes para acesso a banco de dados do ZendFramework. Neste artigo mostrarei o mesmo exemplo mas usando exclusivamente ZendFramework.
Pegarei o mesmo exemplo utilizado no artigo anterior, só modificando a classe PHP para usar as classes de abstração de banco de dados do ZendFramework. Começaremos com nosso gateway.php
-
-
require_once ‘Zend/Config.php’;
-
require_once ‘Zend/Db.php’;
-
require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
-
require_once ‘Zend/Amf/Exception.php’;
-
require_once ‘Zend/Amf/Server.php’;
-
$server = new Zend_Amf_Server();
-
$server->setProduction(false);
-
$server->setClass(‘Contato’);
-
echo($server->handle());
-
?>
Executando o link no seu navegador, deve aparecer a seguinte mensagem:
Zend Amf Endpoint
Em seguida, modificaremos em nossa classe principal, que efetuará as operações de listar, inserir, apagar e atualizar os dados do nosso banco:
-
-
/*
-
* author Leonardo França
-
* site http://www.leonardofranca.com.br
-
*/
-
-
class Contatos
-
-
private $db;
-
private $config;
-
private $select;
-
private $stmt;
-
-
function __construct()
-
-
$params['host'] = ‘localhost’;
-
$params['dbname'] = ‘java’;
-
$params['username'] = ‘root’;
-
$params['password'] = ”;
-
$database['adapter'] = ‘Mysqli’;
-
$database['params'] = $params;
-
$data['database'] = $database;
-
-
$this->config = new Zend_Config($data);
-
$this->db = Zend_Db::factory($this->config->database);
-
-
-
public function getData()
-
-
try
-
-
$this->select = $this->db->select();
-
$this->stmt = $this->select->query();
-
$result = $this->stmt->fetchAll();
-
return $result;
-
-
catch (Exception $e)
-
-
throw new Exception($e->getMessage());
-
-
}
-
-
-
try
-
-
‘nome’ => $data['nome'],
-
‘email’ => $data['email']
-
);
-
$retorno = $this->db->insert(‘tabela’, $dados);
-
return $retorno;
-
-
catch (Exception $e)
-
-
throw new Exception($e->getMessage());
-
-
}
-
-
-
try
-
-
$retorno = $this->db->delete(‘tabela’, ‘id = ‘.$data['id']);
-
return $retorno;
-
-
catch (Exception $e)
-
-
throw new Exception($e->getMessage());
-
-
-
}
-
-
-
try
-
-
‘nome’ => $data['nome'],
-
‘email’ => $data['email']
-
);
-
$where['id = ?'] = $data['id '];
-
return $this->db->update(‘tabela’, $dados, $where);
-
-
catch (Exception $e)
-
-
throw new Exception($e->getMessage());
-
-
}
-
-
}
-
?>
No ActionScript só precisaremos mudar o que será passado para o PHP, ao inves de VOs, mandaremos Arrays:
-
public function insertData():void
-
-
contatosVO['nome']= input_nome.text;
-
contatosVO['email'] = input_email.text;
-
ro.insertData(contatosVO);
-
Referências:
http://framework.zend.com/manual/en/zend.db.adapter.html
Testes Unitários com JUnit – De volta ao básico
Já que ultimamente estamos falando bastante de testes unitários, principalmente aqui na DClick, vamos revisar uma das ferramentas essenciais para executar essa tarefa: JUnit. Mais especificamente, vamos fazer alguns testes com o JUnit 4.8.1, que pode ser encontrado para download no site do projeto, ou até mesmo no repositório do maven.
A proposta desse post é apresentar a ferramenta para quem ainda não conhece, e relembrar ou até mesmo mostrar algumas funcionalidades muito úteis para nosso dia a dia de desenvolvimento.
Um pouco sobre a nova versão
Nas versões anteriores do JUnit, da 3.* pra baixo para ser mais exato, era necessário criar as classes de testes seguindo uma hierarquia pré-definida do JUnit para que os testes fossem executados. Era necessário extender uma das classes de Test Case do JUnit, e seus métodos precisavam seguir um padrão de nome especÃfico definido pelo framework.
Com a versão 4.* e a introdução ao suporte a Java 5, agora todas as configurações de testes unitários em JUnit são feitas via anotações, o que na minha opinião é muito mais rápido e fácil, tornando muito mais agradável e flexÃvel escrever testes unitários. Agora é possÃvel definir umahierarquia especÃfica para os testes do projeto, podendo abstrair muitas inicializações e padrões do sistema, facilitando o reaproveitamento e aumentando a velocidade de desenvolvimento. Afinal a maior parte do tempo gasto em desenvolvimento é com os testes.
Porém, com anotações, perdemos o acesso direto aos métodos de asserção de valores que as super classes definiam. A solução adotada foi tornar todos esses métodos estáticos e públicos, em uma classe especÃfica para guardá-los: org.junit.Assert.
Pode parecer uma solução não muito elegante do ponto de vista de código, e de fato não é quando consideramos código que será distribuÃdo e deploiado, porém é uma solução que faz total sentido no escopo dos testes unitários, tornando fácil o uso e acesso a tais funcionalidades.
Asserções
Para testar nosso código, o JUnit fornece os métodos de assert. O conceito é muito simples, todo método de asserção recebe um valor que é o correto esperado pelo teste, e o outro valor que é o devolvido pelo seu código. A comparação é executada, e o teste falha caso sejam diferentes e passa caso sejam iguais. Apenas com esse conceito é possÃvel testar todo o código, basta saber quais são os valores que devem ser testados para garantir o funcionamento do código.
A chave para escrever um teste unitário que cobre muito bem o seu código, é colocar as asserções nos valores realmente relevantes ao funcionamento do sistema. Algumas vezes por exemplo, não é preciso testar um valor intermediário gerado pelo código, apenas o resultado final, outras vezes esse valor intermediário gerado é crucial para o resultado final, e portanto deve ser verificado também.
Quando eu menciono ‘valores’, entenda que um valor pode ser qualquer objeto Java, portanto é muito importante implementar o equals e hashcode de seus objetos de resposta que serão testados pelo JUnit.
Exemplo Prático
Vamos criar um exemplo de classe de testes com o JUnit 4 para vermos como funciona na prática a execução de testes unitários.
Se você utiliza o Eclipse, você já possui instalado o plugin de execução de testes do JUnit, caso você não tenha tal plugin, recomendo que instale posi facilita muito a execução e depuração dos testes.
Vamos criar uma classe de testes:
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public class JUnitTestCase
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Repare que apesar do nome parecer que segue algum padrão, não é necessário que a classe tenha nenhuma dessas palavras em seu nome. Porém esta classe ainda não é uma classe de testes do JUnit. Para torná-la um teste, crie um método da seguinte forma:
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2 3 4 |
@Test
public void metodoQualquer()
|
Repare na anotação org.junit.Test. Essa anotação diz que nosso método ‘metodoQualquer’ é um teste do JUnit. Perceba também que seu retorno é ‘void’ e ele não recebe nenhum argumento. Agora nossa classe é um teste propriamente dito. Simples assim. Vamos adicionar uma asserção agora para ver o funcionamento da mesma. Dentro do método que acabamos de criar, adicione a seguinte chamada:
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Assert.assertEquals(“2 dividido por 2 deveria ser 1.”, 1, 2 / 2);
|
Repare que o primeiro argumento do método, é a mensagem que vai aparecer caso o método falhe. Mude o valor obtido (último argumento) para ver a mensagem de erro.
Esse é o básico de execução de testes. Por mais simples que possa parecer, esse é o ponto de partida. Agora existem outras funcionalidades qua ajudam a escrever testes mais complexos, por exemplo, se precisarmos criar um objeto mais complexo para nossos testes, fazemos o seguinte, adicione o seguinte código em nossa classe de testes:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 |
private String stringLocal;
@Before @Test @Test @After |
Rode o teste e veja o que aparece no console.
Repare que a String é inicializada e setada novamente pra ‘null’ 3 vezes. Isso porque nossa classe possui 3 métodos de testes, e os métodosanotados com @Before rodam sempre antes de todos os métodos de teste. O mesmo vale para os métodos anotados com @After, só que estes rodam depois de executar os métodos de teste.
Só com essas duas anotações é possÃvel criar cenários que estão sempre ‘zerados’ e corretamente incializados para cada teste que será executado em sua classe. Perceba que com isso é possÃvel separa melhor as asserções em suas classes em mais métodos, deixando mais especÃfico e focado cada método de teste.
Porém algumas vezes queremos inicializar algum objeto para o teste todo, sem precisar de algo especÃfico para cada execução. Nesse caso existem duas outras anotações que podem ser úteis. Adicione o seguinte trecho em nossa classe de testes:
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2 3 4 5 6 7 8 9 |
Só existe um restrição com essa abordagem, e acho que está claro no código qual que é: o escopo dessas chamadas é estático. Repare que os métodos precisam ser estáticos, e portanto as incializações só servirão para propriedades que são estáticas em sua classe de testes.
Essa funcionalidade possui esse comportamento porque o JUnit instancia um novo objeto da sua classe de testes para cada método que será rodado, dessa forma ele garante um melhor isolamento dos testes, tornando-os mais unitários por assim dizer. Dessa forma somente métodos estáticos são garantia de execução antes de todos os outros métodos.
Rode o teste e veja a ordem das mensagens em seu console.
Próximos passos
Essa foi uma introdução muito simples do JUnit e testes unitários. Acho que já passou pela sua cabeça muitas formas de inicializar, integrar e rodar testes em sua aplicação usando JUnit, o que é ótimo, mas ainda existem boas práticas para criar testes assim como existem boas práticas para escrever código, afinal testes são linhas de código também.
O segredo de um bom teste unitário é o quanto ele consegue cobrir do funcionamento do código, sem que seja necessário escrever um teste extremamente detalhado que deixe o código acoplado demais, e não permita muita mudança no código original. Se você investir tempo demais testando TODOS os valores possÃveis de suas classes de maneira extremamente detalhada, quando o cliente pedir que um requisito mude, você com certeza vai ter a sensação de trabalho jogado fora, e desânimo por ter que escrever tudo novamente. A idéia é utilizar padrões de design para testes unitários, de forma que se mantenha a cobertura de código no 85%+ e ainda deixe os testes bem flexÃveis a mudança. DifÃcil mas não impossÃvel, e sim, é muito mais difÃcil e trabalhosos escrever testes realmente bons, do que escrever o código que será testado.
Por @Gust4v0_H4xx0r
Multiple Views com Spring Web MVC
Uma das vantagens de utilizar a arquitetura do Spring para implementar projetos Web, é fazer uso do Sprin-WEB-MVC. Quem já usou sabe que isso é uma vantagem a se considerar quando for feita a escolha das tecnologias e frameworks que serão utilizados no projeto.
Spring WEB-MVC é uma abstração poderosa para a camada de apresentação, tornando muito flexÃvel o uso de diferentes tipos de tecnologias no frnt-end da aplicação.
Veremos uma dessas abstrações que ajudam a modularizar e simplificar nosso trabalho do lado do servidor: Views.
Conceito de Views
Toda requisição que segue para o WEB-MVC passa pelo DispatcherServlet do spring. A partir daÃ, o container se responsabiliza por delegar a chamada para o controller correto, baseando-se nas configurações de sua aplicação.
Depois que a chamada é tratada pelo controller, o spring manda a resposta correspondente atrelada a uma View. Uma View é um descritor da forma com que os dados vão ser apresentados na interface, podendo ser JSP, JSF, JSon, XML, etc., ou até mesmo uma forma de encapsular os dados especÃfica da sua aplicação.
O poder das Views está justamente no fato de ser apenas uma descrição de como os dados serão apresentados, portanto desconecta-se completamente da aplicação, e pode ser aproveitada em outras ocasiões por outros sistemas.
Uma View no Spring nada mais é do que uma interface Java que descreve o tipo do conteúdo, e é responsável por renderizar a requisição:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 |
/*
* Copyright 2002-2008 the original author or authors. * * Licensed under the Apache License, Version 2.0 (the “License”); * you may not use this file except in compliance with the License. * You may obtain a copy of the License at * * http://www.apache.org/licenses/LICENSE-2.0 * * Unless required by applicable law or agreed to in writing, software * distributed under the License is distributed on an “AS IS” BASIS, * WITHOUT WARRANTIES OR CONDITIONS OF ANY KIND, either express or implied. * See the License for the specific language governing permissions and * limitations under the License. */ package org.springframework.web.servlet; import java.util.Map; import javax.servlet.http.HttpServletRequest; /** This class and the MVC approach associated with it is discussed in Chapter 12 of View implementations may differ widely. An obvious implementation would be Views should be beans. They are likely to be instantiated as beans by a ViewResolver. /** Note: This attribute is not required to be supported by all
/** Can be used to check the content type upfront, if not predetermined. /** The first step will be preparing the request: In the JSP case, in case of empty model) } |
Todo o código e JavaDoc está no projeto do Spring.
JSon e XML
Vamos criar um exemplo de controller com duas views diferentes: JSon e XML. JSon e Xml são os formatos mais comuns na Web, por isso vamos ver uma das maneiras de devolvê-las em nossos contrllers.
Não vou entrar no detalhe de como configurar os controllers da sua aplicação para funcionar com o Spring-WEB-MVC, pois não é o intuito deste post, e existe bastante documentação disponÃvel na internet sobre o assunto.
A maneira que escolhi para o exemplo, foi deixar a resposta padrão da servlet como XML, e criar uma alternativa de view em JSon. Você pode configurar como quiser a ordem e o padrão de view da sua aplicação, essa escolha serve apenas para ilustar como lidar com os dois casos.
Comece criando alguma classe de domÃnio para servir de resposta do nosso controller:
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2 3 4 5 6 7 8 9 10 |
Agora vamos criar um Controller para devolver nosso objeto de domÃnio:
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1
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 |
@Controller
public class ExemploController @RequestMapping(“/exemplo/xml”) } |
Agora temos uma servlet que responderá por “
Vamos configurar agora nosso ‘empacotador’ de XML para torná-lo formato padrão da aplicação. No arquivo de beans do Spring crie os seguintes beans:
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1
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 |
class=“org.springframework.web.servlet.mvc.annotation.AnnotationMethodHandlerAdapter”>
bean=“marshallingHttpMessageConverter” /> > > > |
O que fizemos foi criar um “marshaller” de XML que usa o XStream para converter ‘de’ e ‘para’ XML. Também mapeamos nossa classe de domÃnio para o alias “exemplo”. Feito isso basta criar um bean que representa os conversores de mensagens do Spring, nesse caso ‘messageConverters’, e associar o conversor de XML nele.
Pronto! Agora que temos as configurações necessárias para criar XML, e anotamos nosso método do controller com ‘@ResponseBody’, o padrão do Spring será devolver o XML que representa a entidade de domÃnio criada:
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1
2 3 |
> |
Para criar a view de JSon agora, vamos fazer de maneira diferente. Comece criando um bean em seu arquivo do Spring que representa a View de JSon:
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1
2 3 |
class=“org.springframework.web.servlet.view.json.MappingJacksonJsonView”> > |
Note que precisamos da dependência do ‘Jackson’ no classpath do nosso projeto, que está disponÃvel no site do projeto ou até mesmo no repositório do maven.
Agora em nosso controler, vamos adicionar a dependência da view que acabamos de criar, e adicionar o método que tratará a requisição em JSon:
|
1
2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 |
Repare que não precisamos da anotação ‘@ResponseBody’, e que ao invés de devolver um ‘Exemplo’ estamos devolvendo o ModelAndView do SpringWEBMVC.
Para que a resposta chegue no formato correto, basta mandar a view de JSon que criamos junto com o ModelAndView, e o objeto de domÃnio. Dessa forma temos a resposta que esperamos:
|
1
2 3 4 |
“response”:
“nome”:”json” } |
Conclusão
Para a moda REST que está tomando força nos últimos tempos, as múltiplas views do Spring é uma ótima ferramenta para fazer parte dessa onda, e ainda prover diferentes maneiras de seu servidor se comunicar com diversos tipos de dispositivos e aplicações clientes, sem comprometer código com regras de negócio.
Espero ter sido útil, e qualquer dúvida, crÃtica ou comentário são sempre bem vindos.
Por @Gust4v0_H4xx0r













