? Android: o retorno da série. Um bom tempo após o primeiro tutorial sobre android (? http://www.dclick.com.br/2011/02/24/android-configuracoes-iniciais-e-hello-world/? ), estou de volta, e desta vez com 14 screencasts sobre os mais variados temas em desenvolvimento para esta plataforma que cresce espantosamente a cada dia. O conteúdo destes screencasts, que abordam temas como: ? Activity LifeCycle, Alerts, User Interface, Intents, Lists,…
Introdução ao Android Screencasts
Criando aplicativos movéis com Dreamweaver CS 5.5 e PhoneGap
A Adobe anunciou recemente uma atualização na sua suite de softwares(Creative Suite 5.5), trazendo muitas novidades para a comunidade. Para quem usa o Dreamweaver e HTML5, agora trazendo suporte ao PhoneGap, que é um framework que permite que você aplicativos para os mais variados dispositivos rodando iOS e Android a partir de JavaScript, HTML e CSS. Com isso, você pode criar aplicativos nativos para Android e iOS a partir do Dreamweaver CS 5.5
Mais detalhes:
http://blogs.nitobi.com/andre/index.php/2011/04/12/adobe-dreamweaver-5-5-supports-phonegap/
Abobe CS 5.5!
Olá a todos!
A Adobe lançou ontem a versão 5.5 da sua suite de produtos!
Para esta versão, o lema é claramente a possibilidade de criar conteúdo, para vários dispositivos, com o mínimo de esforço!
De entre as várias funcionalidades que foram adicionadas (algumas já terão sido por vós testadas, uma vez que a Adobe foi lançando várias versões beta das mesmas), destaco as seguintes:
Dreamweaver:
- MultiScreen preview: A capacidade de, como o nome indica, pré-visualizar, em vários dispositivos, os nossos projectos (smartphones, tablets, desktop, etc.).
- Integração do jQuery Mobile directamente na framework do DW (por exemplo, code-hinting), assim como uma panóplia de templates já prontos a serem utilizados;
Flash:
- Possibilidade de fazer deploy para os mais variados dispositivos (iOS, Android, Playbook, etc);
- Novos code snipets criados exclusivamente para serem utilizados com AIR 2.6 e também dispositivos mobile;
- Editor de ActionScript ainda mais interessante com code-hinting para classes custom e outros;
Flash Builder:
- Flex SDK 4.5! A integração da framework para mobile é agora uma realidade! Isto inclui templates de aplicações em tabs, ou em vistas, viewNavigator, etc;
- Possibilidade de alterar entre diversos dispositivos, on the fly, em Design View.
- Compilador mais eficiente e rápido. Consome cerca de 20% menos do nosso computador ao compilar, e fá-lo também 20% mais rápido!
Flash Catalyst:
- Maior e melhor integração de workflow com o Flash Builder (bi-direccional);
- Maior facilidade de criação de componentes que vão funcionar como protótipos para os nossos projectos;
Device Central:
- Mais dispositivos para testarmos os nossos projectos, incluindo já a versão mais recente do webKit, o que permite testar elementos de CSS3 e HTML5 como o canvas;
Para mais informação:
- Adobe Creative Suite
- What’s new in Flash Builder 4.5
- Introducing Flex 4.5 SDK
- What’s new in DreamWeaver 5.5
- Introduction to Flash Catalyst 5.5
Conclusão:
Como podem ver, têm aqui informação suficiente para vos ocupar durante uns bons pares de dias
O software só deve ficar disponível no início de Maio, no entanto, podem já fazer a pré-compra no site da Adobe.
Um abraço a todos, Mauro.
Novos cursos na Egenial
Nossa empresa está passando por várias mudanças e nas próximas semanas teremos algumas novidades, mas ainda não é esta a razão deste post. Este post é sobre os próximos cursos na Egenial que começam na semana que vem.
No ano passado nossa parceria com a Egenial se estreitou um pouco mais já que a empresa está voltando suas atenções em massa para a comunidade de software Brasileira. Eu (Daniel) acabei sendo convidado para dar uma mão nessa empreitada.
Nos últimos dias tivemos o mega sucesso que foi o RubyMasters, com mais de 270 inscritos e com 12horas de palestra (que também teremos um post a parte). Agora a novidade é que na semana que vem teremos 3 cursos iniciando e as matrículas ainda estão abertas.
Ruby on Rails
Ruby on Rails do Básico ao Avançado comigo como instrutor. Essa é a minha 12 turma na Egenial e a minha 8 só em Ruby/Rails. Ao longo dos últimos anos fui refinando os exemplos deste curso e acho que chegamos no ponto perfeito. São 22 horas de aula onde passamos desde o básico de Ruby e vamos construindo uma aplicativo real em Rails. O aplicativo é tão próximo de um projeto real que eu mesmo uso como referência várias vezes no meu desenvolvimento diário em Rails 3.0.
Neste curso eu tento cobrir tudo que é fundamental para o cotidiano de um Railer. Veja a grade detalhada no site: http://www.egenial.com.br/cursorails
GIT
Git revolucionou o mercado de desenvolvimento opensource e comercial. Chega a ser impossível pensar como era o desenvolvimento com equipe remota ou em projetos opensource antes do GIT. É o tipo de ferramenta que é praticamente impossível contestar seu valor mesmo trabalhando sozinho e sem equipe nenhuma.
Uma das coisas que mais me motiva em continuar envolvido com a comunidade Rails é que é um local onde as coisas novas sempre acontecem muito rápido e isso foi bem marcante com GIT. Boas práticas surgem e se tornam leis na comunidade Rails e GIT é uma dessas leis.
Sem exceção, todos os projetos opensource são versionados com GIT e a grande maioria dos projetos privados também. Isso ocorre por uma única razão: GIT é fantástico.
Uma tecnologia com dezenas de benefícios como sua organização descentralizada incrível para trabalho em equipes, um modelo de armazenamento que reduz drasticamente o tamanho dos repositórios e sua simplicidade que o torna acessível para qualquer pessoa.
Por essas razão a Egenial tem tentado levantar um curso de GIT realmente prático e aprofundado tem bastante tempo. Finalmente conseguimos. Em Março, Arthur Zapparoli vai ministrar um curso de 16h ensinando desde o básico da ferramenta até os detalhes mais profundos como Cherry Pick, Rebase, Object Model, Bisect, Gitosis e muito mais.
Essa é a sua chance de dominar o GIT: http://www.egenial.com.br/git
FlashPlataform – Flex4
Outro curso que também começa na semana que vem é o FlashPlataform Flex4. Um curso totalmente reformulado para cobrir as novas ferramentas criadas pela Adobe e o mais legal que o instrutor será Fábio Vedovelli. Figurinha carimbada do mundo Flex e com uma excelente didática.
Ultimamente tenho participado muito pouco da comunidade Flex o que não indica que ainda não utilizo e utilizarei estas ferramentas se for necessário. É preciso ser pragmático e para muito objetivos Flash/Flex ainda são imbatíveis e são as melhores soluções do mercado.
Soluções como o próprio TreinaTom ainda são impossíveis de serem implementadas da forma correta sem essas tecnologias. Jogos, interatividade que envolve gráficos 2D/3D de forma compatível com todos os browsers, multimídia, compatibilidade com API de escrita e leitura de arquivos pelo browser, desenvolvimento desktop usando o mesmo código web e muitas outras vantagens que só a Plataforma Flash consegue atender hoje em dia.
Se você precisa dessas soluções então esse curso é o que faltava para complementar o seu toolkit.
Não perca tempo e conheça: http://www.egenial.com.br/flashplatformweb
Pomodoro Certfied
Começou um certo barulho na comunidade de desenvolvedores brasileiro em volta do plano de certificação Pomodoro. Isso não é novidade mas só agora crio um certo barulho.
Já há a bastante tempo venho usando a metodologia e em todos os casos que uso por completo o benefício é gigante.
O benefício real do pomodoro não está na idéia ridícula de ter um timer de 25 minutos. O intervalo na verdade pode ser qualquer tempo, contando que você consiga passar esse tempo todo sem distração.
A grande vantagem está no planejamento e revisão dos seus resultados. A medida que vai trabalhando com Pomodoro, começa a conhecer com mais precisão quantos pontos consegue fazer por semana. Outra vantagem é poder analisar seus resultados e ver porque na semana X você foi mais lento que na semana Y.
Estas análises tem me ajudado a perceber que trabalho melhor sem música, na parte da manhã e com skype/ichat fechados. Também passei a abrir o email apenas 3 vezes ao dia com base no que aprendi com os meus Pomodoros.
Na prática, eu não vejo diferença nenhuma de Pomodoro e métodos ágeis. Ou seja, releases menores, feedback, review, foco e etc. No meu ponto de vista as únicas diferenças são que o Pomodoro é aplicável em qualquer coisa, é individual e mais antigos que Agile.
De fato coisa é bem mais complicada que um timer bobo. Se você trabalha em um escritório com 10 pessoas, como deve proceder para a metodologia continuar tendo benefícios? Como você evita distrações em escritórios? Se você não usou um dia será quer perdeu suas métricas da semana toda? E se um cliente te liga para explicar uma funcionalidade, isso quebra o Pomodoro?
Essas perguntas só tem boas respostas quando respondidas por quem já usa há bastante tempo. Razão pela qual sempre achei interessante os cursos e material sobre Pomodoro do Francesco Cirillo.
Na prática eu vejo a aplicação do Pomodoro algo tão discutível como emprego de métodos como Scrum e principalmente Kanban. A diferença é que o foco é no indivíduo.
Também é importante lembrar que não adianta nenhum método ágil se o membro da equipe, sozinho, não for ágil o bastante para administrar o seu dia e cumprir suas tarefas.
Quanto a cerfiticação, é claro que sou contra. Mas sou contra por motivos diferentes do que as pessoas tem falado.
Percebi pessoas dizendo que isso é ridiculo mas no sentido da técnica ser simples de mais para caber algo como uma certificação. Se o raciocínio é este então eu descordo completamente e acho que faltou bastante pesquisa antes de formar uma opinião qualquer.
A razão pela qual sou contra a certificação é a mesma que me faz ser contra certificações Scrum, Ruby ou quem sabe, um dia, Kanban. Pelo simples motivo de não garantir nada e de que para ser produtivo uma pessoa pode usar vários métodos, Pomodoro é um deles.
E-Genial oferece curso online de Imersão Sys Deploy em parceria com a Locaweb
Desenvolver software e aplicações web é mais do que apenas escrever código. Por isso, a Locaweb e a e-Genial fecharam uma parceria para que você possa aprimorar suas qualificações profissionais.

Em mais uma edição do curso Imersão Sys Deploy, você vai aprender o que precisa para se tornar um sys admin: desde configurar um servidor web do zero até colocar uma aplicação Ruby on Rails em produção. Tudo isso através de exemplos práticos, aplicados em um Cloud Server Pro exclusivo por aluno.
O curso é 100% online. Você aprende e pratica em tempo real, sem sair de casa ou da empresa, em uma sala de aula virtual, que permite total interatividade entre o instrutor e os alunos exatamente como um treinamento presencial.
Ficou interessado e quer participar? Confira mais detalhes sobre o curso no site da e-Genial
Aproveite para seguir a @egenial e a @locaweb no Twitter – você pode ganhar uma inscrição para este curso! Fique ligado nas promoções desta semana.
Dicas para-palestras

Nesta semana que passou estive na RubyConf Brasil. Um excelente evento, sinceramente eu não tenho nada a reclamar, só tenho elogios para o Fábio Akita e a Locaweb (na verdade 2 palestras me incomodaram, mas isso não tem relação com a organização).
Apesar do evento ter sido fantástico sempre existem reclamação. E este ano a reclamação ficou em dois pontos, wifi inexistente e projetores.
Reclamando do WIFI
A primeira reclamação eu acho totalmente sem sentido, já que o único motivo para eu ir aos eventos é assistir palestras e conversar com as pessoas. Internet eu tenho no escritório e para urgências o 3G do meu iPhone atende perfeitamente.
Eu não consigo prestar atenção em duas coisas e notebook/ipad durante as palestras me distrai. Por isso já nem levo notebook mais quando não vou palestrar. Então não dou a mínima para internet e sinceramente acho que os eventos já deveriam anunciar que não vai ter internet, assim ninguém reclama.

Reclamando dos Projetores
Os palestrantes reclamarem dos projetos acho que faz um pouco de sentido, mas só um pouco.
Seria muito legal a organização deixar tudo regulado mas qualquer palestrante sabe que organizar um evento é um trabalho colossal e se você quer que sua palestra corra bem não é bom depender de pontas que a organização pode ter deixado passar (isso é totalmente aceitável e esperado).
Mais uma vez: não culpe a organização pelo projetor, culpe a si mesmo. Em um evento o mais importante é ter gente na platéia (quanto mais melhor) e o projetor é uma coisa mínima. Você se propôs a palestrar, então deve ter um plano de contingência para essas situações.
Acho que nos últimos 3 anos acumulei algumas horas de palestras e também umas 300 horas de aula. O legal (ou nem tanto) é que deu tempo para muita coisa dar errado e algumas darem certo.
Meu amigo Carlos Eduardo da e-Genial sabe como a minha primeira aula de Flex em 2007 foi ridícula, um fiasco total (obrigado por não ter me demitido de imediato
.
Então aprendi algumas coisas que tento seguir em meus cursos e palestras. Talvez isso possa ser útil para você também.
Palestras/Aulas Online
Uma palestra presencial é completamente diferente de uma palestra online.
Online você tem mais controle do seu ambiente e não depende de microfone e projetor. Assim você pode usar qualquer cor nos seus slides e tudo vai aparecer perfeito (isso se a ferramenta for boa como o Treinatom).
Por outro lado aprendi quem em eventos online você tem que falar bem mais e com muito menos pausa que eventos presenciais, do contrário as pessoas começam a ficar cansadas (nesse caso, é melhor você ficar cansado do que a platéia).
Não cometa erros online. Um erro online tem uma proporção muito maior e sua credibilidade vai pelo espaço muito mais rápido. Cinco minutos encontrando um bug ao vivo não parece nada, online é uma eternidade.
Palestras Presenciais em Eventos
Ao presencial as coisas são bem diferentes e como não é possível ter controle nenhum do ambiente sempre tomo alguns cuidados.
A primeira coisa é a resolução, raramente encontro projetores com resolução de 1024 ou superior, então sempre uso 800×600 nos slides.
A segunda coisa é a calibragem do monitor. Sempre que plugo meu Mac no projetor vou em System Preferences/Displays/Color escolho o sugerido pelo S.O. (as vezes ajusto manualmente o perfil também).
A terceira coisa é em relação ao contraste dos slides. Como você não tem controle da iluminação é bom criar seus slides com bastante contraste entre o conteúdo e o fundo. Não precisa tirar os efeitos e usar slide branco com texto preto, só cuidar do contraste. Sempre uso dezenas de transições, efeitos e as vezes desenho meu próprios ícones para os slides mas fico atento para que o conteúdo contraste bastante do fundo.
A quarta coisa que sempre tomo cuidado é com a centralização. Nunca espero que o projetor esteja alinhado (nunca está), então coloco tudo centralizado. Se vai ter código coloque-o em um box mais para o centro do slide. A mesma coisa para vídeos, deixe-os centralizados.

Use fontes grandes no seu código, com fundo branco e texto com muito contraste. Eu também uso o Copy as RTF no Textmate para colar código no Keynote.
Outra coisa é que não importa o que aconteça, em um evento grande eu não passo do tempo de forma alguma. Acho uma falta de respeito um palestrante atrasar o evento todo porque não preparou sua palestra direito (a final de contas foi você aceitou o convite ou enviou uma proposta).
Para evitar problemas com tempo eu sempre uso o “Presenter Display” do Keynote do Mac. Nele você vai ver o próximo slide e o tempo gasto (acho isso fundamental).

Caso você plug seu Mac e não apareça “Presenter Display” basta ir em System Preferences/Displays e “des-espelhar” os monitores. Se os monitores ficarem trocados bastar arrastar o menu para o que você deseja que seja o primário (como abaixo).

Live Coding
Live Coding é um caso a parte pois é uma fonte gigante de problemas. Parta do princípio que você vai errar tudo ao vivo, mesmo que seja o criador do Rails você vai errar uma demo com ele!

Nas aulas online eu sempre tenho um guia para seguir. Em aulas presenciais normalmente levo um papel e coloco em cima da mesa, não tem nada de errado em levar um cola. Mas não escreva uma bíblia na cola pois você se “ferrar” da mesma forma, a cola é para você saber a ordem do que fazer e não para aprender as coisas ao vivo.
Abaixo a minha cola para o curso de 6h do Fisl:

Se for uma palestra de 50 minutos então não faça live-coding, prefira um vídeo. Você não vai querer atrasar o resto da sua palestra se demorar de mais em algum ponto do código.
Para gravar os vídeos eu uso o ScreenFlow e gravo com voz. Depois removo a voz e refaço o vídeo algumas vezes, dessa forma vou saber exatamente a ordem das coisas no vídeo.
Caso você não tenha como gravar um vídeo então treine o que será mostrado várias vezes. Não tem nada mais frustrante do que cometer um erro para um auditório que não te conhece.
Palestras são diferentes de aulas e a por padrão a platéia é totalmente cética com você e com o seu tema. Você precisa ser convincente, se passar um bug e não conseguir resolver (rápido), vai pairar aquele pensamento de “hehehe, se F*eu” ou “iiih, isso não é lá grandes coisas”.
Outra coisa que é muito importante em live-coding é o tema do seu editor, como eu já disse anteriormente. Use sempre fundo branco mas caso você tenha feito um vídeo e mesmo com fundo branco e fonte grande não tiver dado certo tente inverter as cores com Ctrl+Option+Command+8.
Síndrome da Faculdade
Em computação não tem nada mais comum do que pessoas tendo se mostrar inteligentes. Ninguém vai assistir uma palestra querendo saber como você é inteligente e “bomzão”. Ninguém quer saber se você sabe 20 linguagens ou sabe “zilhões” de termos técnicos. Você não tem que se mostrar inteligente para um professor.
Não digite “zilhões” de coisas rápido de mais, não faça scroll do código para cima e para baixo, não grite ou fale correndo de mais. Se vai digitar algo ao vivo explique cada coisa que está digitando e com bastante calma, a final de contas você sabe o que está fazendo mas as pessoas não.
As pessoas assistem uma palestra para aprender algo e não estão nem aí para o que você é. Então foque em ensinar alguma coisa.
Nessa última RubyConf a palestra do Norman Clarke me deixou de queixo caído como ele conseguiu explicar um tema complexo como encoding como se fosse um “Hello World”. Parecia que ele tinha conseguido abrir a minha cabeça e colocar as palavras no local correto. Uma aula de como priorizar os ensinamentos.
Você não precisa falar dezenas de termos técnicos difíceis para ser convincente. Assuma que as pessoas sabem muito pouco do que você está falando, assim os que já sabem algo vão entender e o que não sabem também.
O que é mais agradável e convincente?
- Nosso MP3 Player vem com 2gb de RAM e sincroniza com seu computador via USB
- “O mais legal do iPod é que sua playlist inteira cabe em seu bolso.” – Steve Jobs 2001
Treine Antes
Não importa o quanto você domine o tema, pratique antes. Várias vezes, eu normalmente ensaio uma palestra de 50 min umas três vezes. Essa é a única forma de saber quanto tempo você gasta com esses slides e como pode enxugar as coisas para ajustar o tempo, caso seja necessário.
Não me venha com o papo de que treinar não dá certo para você. Se Steve Jobs treina seus Keynotes exaustivamente e Michael Jackson ensaiava suas próprias músicas centenas de vezes não caia no erro de achar que você não precisa ensaiar.
Conclusão
Meu checklist:
- Não confie no projetor
- Não confie na iluminação
- Não confie em mic’s (as vezes vai ter que ser no gogó mesmo)
- Leve sua própria garrafa d’água (as vezes não tem)
- Centralize o conteúdo dos slides
- Use conteúdo bem contrastado do fundo
- Ajuste o perfil do projetor
- Use código com fundo branco e fonte grande
- Prefira vídeos ao invés de live-coding
- Em cursos faça muito live-coding mas tenha um rascunho
- Ensaie antes várias vezes
- Use “Presenter Display” do Keynote
- Explique as coisas com calma e fale devagar se forem coisas técnicas
Eu não sou nenhum expert e nem um Steve Jobs mas essas coisas tem me ajudado a fazer minhas palestras e aulas não serem um completo fiasco. Talvez possam te ajudar.
E da próxima vez não reclame da organização, esteja preparado para tudo dar errado. Se estiver tudo perfeito então melhor ainda.
Criando e publicando aplicativos para dispositivos Nokia usando o Ovi App Wizard
A Ovi Store, loja virtual da Nokia para distribuição e monetização de aplicativos para seus dispositivos, vem crescendo muito nos últimos meses. Hoje são feitos mais de 2 milhões e meio de downloads por dia na Ovi Store. A Nokia criou o Ovi App Wizard, permitindo que você em minutos um aplicativo para Ovi Store, baseado no feed de seu site, testado nos mais variados dispositivos(touch, no-touch etc) e ainda tendo a opção de monetizar seu aplicativo
.
Saiba mais em:
http://www.oviappwizard.com
Veja o aplicativo feito a partir do rss do meu blog ![]()
Upgrade em seus conhecimentos
Como já comentei aqui em no post anterior, este sábado para começaremos mais uma turma do Imersão Ruby on Rails. Na verdade a última turma do ano.
E como quase sempre fazemos, a E-Genial está sorteando uma bolsa para esta turma e parceria com o Ruby Inside Brasil. Para saber como ganhar este prêmio leia este post.
Quem fizer este curso além de sair um melhor Rubista também sairá um melhor desenvolvedor.
AkitaCasts
Ambos os cursos que ministro na E-Genial são longos e possuem entre 16 e 22 horas de duração. Nestes cursos mais longos conseguimos passar os pontos mais importantes da linguagem Ruby e framework Rails. Mas existem várias outras tecnologias e boas práticas associadas a um bom desenvolvimento que não cabem, por exemplo, em um treinamento de 20 horas.
Para ajudar nestas tecnologias temos a excelente iniciativa do Fábio Akita na produção de screencasts que cobrem diversos temas variados e que com certeza vão complementar os seus estudos.
Eu sempre senti falta de uma versão brasileira de algo como Railscasts ou Peepcode, agora esta lacuna esta preenchida
Flash Lite está morto?
Uma das perguntas que se faz ultimamente é da possivel morte do Flash Lite. Temos o Flash Player 10.1 otimizado para mobile e Adobe AIR 2.5 para Android, e com isso o Flash Lite estaria com os dias contados.
Já li artigos que argumentavam que a Adobe não soube aproveitar o sucesso que a Macromedia teve com o Flash Lite no Japão e começou a dar prioridade para sistemas mobile somente agora. Isso pode ser um pouco verdade, mas como a Adobe não brinca em serviço, agora esta com força total para os mais variados dispositivos, não somente mobile.
Agora a nossa pergunta que deu titulo ao artigo, juntamente com o Flash Player 10.1, a Adobe lançou também o Flash Lite 4.0, sendo uma versão do Flash Player para dispositivos com poucos recursos de processamento e memória mas com suporte a ActionScript 3.0. Veja a lista das features disponiveis aqui.
Por um lado, a cada dia surgem mais smartphones vindo com Android 2.2(Froyo) que oficialmente suporta o Flash Player 10.1 e Adobe AIR 2.5. Além disso, estamos vendo smartphones com Android(versões anteriores) sendo atualizados com o Froyo. Ou seja, contéudo baseando em Flash tende a crescer com esses principais smartphones. Por outro lado até o momento, temos somente um smartphone anunciado oficialmente com Flash Lite 4.0, o Nokia N8 e possivelmente Nokia C7, fica a pergunta, ainda vale a pena desenvolver conteudo para Flash Lite?
E minha resposta é SIM, inclusive para Flash Lite 3.0 ou 3.1(ActionScript 2.0) especialmente para os dispositivos da Nokia e por que afirmo isso. Vejamos a alguns fatos:
- A Nokia ainda é lider mundial em aparelhos celulares e como sempre foi uma empresa inovadora(foi a primeira a colocar uma antena interna), não deixará essa liderança escapar tão fácil
- O sistema operacional Symbian ainda é o mais usado para sistemas movéis, e a Nokia continuará apostando no Symbian juntamente com o Meego(baseado em Linux)
- Temos uma lista extensa de celulares Nokia que já veem com Flash Lite 2.0 ou 3.0 , cerca de 400 milhões ao redor do mundo, muitos chegando agora no Brasil
- Sony e Samsung também tem uma boa gama de aparelhos com Flash Lite
- Esta começando a crescer o número de aplicativos em português na OVI Store, destaco o MTV Ao Vivo, o Terra TV e o VEJA São Paulo
- A Nokia criou uma biblioteca especialmente para aumentar os recursos do Flash Lite
- O Adobe Device Central CS5 oferece um ambiente bem completo para você testar seu aplicativo nos mais variados dispositivos movéis
- Nokia e Adobe foram os primeiros a contribuir para o projeto Open Screen Project – um conteúdo, vários dispositivos
Então concluindo, tem mercado para desenvolvimento e ainda vale a pena estudar (e também não esquecer) ActionScript 2.0. Creio que teremos ainda dois ou três anos de vida para o Flash Lite.








