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Jul 5

Autenticando usuarios no Flash Media Server com Flash Media Live Encoder

Escrito por Leonardo França em 1, 3.5, 4, 6, Adobe, api, AR, audio, class, encode, encoder, english, err, erro, error, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Media Server 3.5, Flash Player, gratuito, ide, if, image, int, live, mg, O, on, PHP, player, Plugin, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, RoR, server, servidor, site, Software, string, tag, TAT, UI, uint, variados, web, WebCam @ 07 5th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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O Adobe Flash Media Live Encoder é um software gratuito que a Adobe oferece para que você possa utilizar para transmitir stream diretamente para um servidor Flash Media Server e distribuir para seu site ou aplicativo.
Dentre as opções disponiveis estão:

  • High Quality Encode
  • H264 / VP6 Video
  • AAC / MP3 Audio
  • Command-line
  • Error Handling
  • VITC Timecode
  • Pre-processing
  • Live Metadata
  • Local Archive
  • DVR Support

Com suporte aos mais variados dispositivos de captura de video como Webcam, SDI, Composite, Component, Firewire.
Há casos em que você necessita restringir o acesso ao Flash Media Server atraves do Flash Media Live Encoder, para isso a Adobe criou um plugin que é instalado no seu servidor Flash Media Server, o Flash Media Server Authentication Add-in.
Para instalar esse plugin, siga os seguintes passos:
Baixe e instale o Flash Media Server Authentication Add-in
https://www.adobe.com/cfusion/entitlement/index.cfm?e=fmle3
Em seguida use o prompt de comando e vá até o diretorio conf do Flash Media Server
C:Arquivos de programasAdobeFlash Media Server 3.5conf
Para criar um novo usuário basta usar o comando:

users add -u user -p 123

Onde user é o login e 123 é a senha
Perceba que no diretorio C:Arquivos de programasAdobeFlash Media Server 3.5conf agora existem mais dois arquivos, users.exe e users.dat, os logins e senhas são salvos em users.dat
Agora basta abrir o Flash Media Live Encoder e tentar conectar, ele pedirá login e senha.
Uma das vantagens do Flash Media Live Encoder é que ele reconhece mais dispositivos de captura que o Flash Player.

Mais:
http://www.adobe.com/products/flashmediaserver/flashmediaencoder/
http://www.adobe.com/support/documentation/en/flashmedialiveencoder/

Translations:
English Version

Jun 16

Adobe Flex Exemplos

Escrito por Daniel Schmitz em 4, Adobe, Adobe Flex, AR, busca, class, exemplo, Exemplos, Flex, Flex 4, Livro, NaN, O, on, PHP, RIA, Ria’s Geral, UI, variados, XP @ 06 16th, 2010 | via http://flex.etc.br | Sem comentários
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Estamos buscando cada vez mais criar exemplos sobre Adobe Flex. Assim como fizemos no livro Dominando Adobe Flex 4 estamos chamando todos para contribuirem, solicitando exemplos dos mais variados tipos (claro, sobre flex). Então se você deseja ver um exemplo … Continue reading →

Jun 10

PHPHEDERAL

Escrito por Leonardo França em 1, 6, Adobe, Adobe Flex, AMF, api, AR, AUG, class, Curso, Cursos, event, Evento, Flex, IE, if, image, Livro, Livros, mg, NaN, O, on, Palestra, Palestras, PHP, RIA, Ria’s Geral, Sun, variados, zend, zendAMF @ 06 10th, 2010 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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Ocorera nos dias 16 e 17 de julho, o evento sobre PHP em Brasília, o PHPHEDERAL(lê-se php federal), serão dois dias de palestras e minicursos dos mais variados assuntos. O AUGDF foi convidado a dar uma palestra sobre Adobe Flex e ZendAMF. O nosso amigo Daniel Schmitz(http://www.flex.etc.br) cedeu dois livros Dominando Adobe Flex e Zend para sorteio em nossa palestra :)
Mais detalhes:
http://www.phphederal.com.br

Abr 11

Meus pensamentos sobre o 3.3.1 Apple T.O.S

Escrito por Daniel Lopes em .NET, 1, 3d, 4, 6, Adobe, Air, Android, Animações, api, app, app store, apple, AR, Arquitetura, arte, as3, Atalhos, bar, blog, class, classe, classes, código, Componente, css, css3, Curso, Cursos, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, Desktop, Dica, Documentação, DRE, Dreamweaver, Empreendimento, engine, err, Excel, exemplo, Experiência do Usuário, Experiências, falha, Ferramenta, flash, for, framework, Frameworks, frontend, fundo, game, html, html5, ide, IE, if, int, interface, internet, iphone, Java, Javascript, jogo, Jogos, kit, lista, Livro, Mac, mg, O, on, opensource, Opinião, Outros, padrão, Pessoal, PHP, problema, problemas, produtividade, produto, programação, Projetos, pt, rails, rest, RIA, Ria’s Geral, ruby, SDK, Software, string, TAT, Tecnologia, Teste, Touch, UI, variados, Ved, Vídeo, Vídeos, web, window, windows, XP, zend @ 04 11th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Não é segredo algum que eu sou fã do produtos da Apple. A grande maioria das vezes que uso algo deles a única coisa que penso é como uma empresa tão grande consegue propagar um nível de qualidade tão alto para todos os seus produtos (software e hardware) e tento aprender um pouco com isto.

Fase inicial: susto!

Porém, no lançamento do iPhone OS 4.0 (que achei fantástico) uma coisa me assustou muito. A cláusula 3.3.1 do TOS do SDK da Apple, que resumindo é: Só vamos aceitar apps em Obj-c e derivados de C++, além de apps em Javascript que usam o Webkit.

A minha primeira reação foi: “que p&@#ra é essa?” . Eles vão acabar com as plataformas PhoneGap, Rhodes, MonoTouch e outras? Não faz sentido.

Honestamente eu duvido que eles vão negar apps em Titanium e PhoneGap pois a própria cláusula defende estas tecnologias. São tecnologias que basicamente empacotam uma web app feita em HTML5+CSS3+JS no componente WebView (que utiliza o >Webkit<) de forma que possa ser compilada e vendida na App Store. Você também ganha acesso a várias api’s como GPS, câmera e etc.

As outras plataformas como o Flash CS5 com certeza estão fora e não serão mais aceitas na App Store.

Fase 2: pensamento.

Todos que acompanham o meu trabalho sabem que gosto muito dos produtos da Adobe, principalmente a plataforma Flash. Apesar de achar que ela possui diversas falhas de arquitetura (não vou detalhar isto agora) e não é de longe um produto genial como por exemplo Ruby, Smalltalk ou até Obj-c. No entanto, é fato que o Flash é muito bom para criar experiências ricas na internet.

Para web não levanto a bandeira de nada para frontend pois na minha opinião as coisas estão engatinhando. Mas para desktop a coisa é um pouco diferente.

Nos últimos 8 meses tenho dedicado boa parte do meu tempo em pesquisar plataformas para desenvolvimento desktop. Acho que testei praticamente tudo, desde Titanium e QT até Adobe AIR. E a minha opinião final é que nenhuma destas tecnologias é algo como o Rails.

Quando digo como Rails me refiro a uma plataforma onde uma equipe de 2 pessoas consiga desenvolver algo extremamente bem
feito, fácil de manter, estável, com uma experiência fantástica e em curto prazo. Todos falham em algum ponto crítico e todas
são multi-plataforma.

Fase 3: experiência de usuário e exigência.

Dependendo do grau de exigência que você tem para seus projetos, simplesmente não existe multi-plataforma. Eu poderia listar
várias coisas que não gosto em Adobe AIR ou Titanium por exemplo. Mas o mais claro é que produtos multi-plataforma para desktop destroem a experiência do usuário e entregam algo que a pessoa não espera.

Ou você acha legal uma app em Java ter a interface totalmente diferente das nativas do Mac ou do Windows? Outro exemplo é o
Kindle For Mac, sem palavras, um lixo. Ao tentar ler um livro nesta coisa a última idéia que me vem a cabeça é que eu estou
usando uma aplicação Mac. Todos os atalhos são diferentes, os ícones são diferentes, as posições das coisas são diferentes.

Eu, como usuário, não dou a mínima se é caro manter 3 versões diferentes da aplicação. Apenas espero que ela funcione como eu espero ou é melhor que ela nem exista.

Você acha que sua mãe e seu irmão querem ter que re-aprender onde ficam as coisas cada vez que abrem uma aplicação nova? Não!

E eu passei por este problema ao tentar encontrar algo para desenvolver para dispositivos móveis. Algo que fosse portável para iPhone e Android. O resultado foi que tudo que eu tentei usar criava um Frankstein e um das lados, ou seja, a app ficava com cara de iPhone e não tinha nada de Android e vice-versa.

Eu não gastaria meses em um produto onde eu não consiga entregar uma experiência excelente então a minha opção foi abandonar
o conceito multi-plataforma e focar em iPhone. Nada de Phonegap também pois você perde muito tempo tentando emular o comportamento de apps nativas e ainda fica com algo a desejar.

E quando anunciaram o Flash CS5 com suporte para apps iPhone o que logo me ocorreu (e que depois comprovei ser verdade) é que
era apenas mais uma ferramenta que vai entregar aplicações com problemas como citei acima (Frankstein’s).

Fase 4: não sei mais se a Apple está errada.

Depois de pesquisar tanto entrei de cabeça no desenvolvimento Mac em Obj-c e MacRuby. MacRuby para quem não conhece é a própria implementação da Apple da linguagem Ruby e que é totalmente compatível com Cocoa e os demais frameworks para o Mac.

A única palavra sobre os meus estudos da plataforma Mac são: um produto genial! O Interface Builder por exemplo é sem dúvida
a melhor ferramenta que conheço para criar interfaces gráficas sem gerar código bagunçado (ex.: Dreamweaver, Delphi For PHP e etc).

O XCode é bem legal e eu pessoalmente odeio IDE’s. A documentação da Apple é simplesmente excelente, com centenas de vídeos, manual bem escrito de todas as classes, forums internos, suporte e etc. E todas as ferramentas são gratuitas (já paguei pelo Mac mas o ponto aqui é outro, no Windows você pagou pelo S.O. e ainda paga pela licença da ferramenta de desenvolvimento).

Porém, mais fantástico é a linguagem e seus frameworks. O Obj-c a primeira vista assusta pois a sintaxe é bem diferente de Java, C++ ou JS (bem mais parecido com Smalltak). No Entanto logo que se acostuma percebe como é uma linguagem sólida e poderosa que bate de frente com tecnologias de alto nível como Ruby e Smalltak. Além de ser uma tecnologia que evolui a mais de 20 anos.

Ao aprender Obj-c fica óbvio o porque da qualidade do OSX. A linguagem é simplesmente fantástica, com estruturas poderosas como Key Value Coding e Metaprogramação, tudo isso sem perder performance, permitindo a criação de animações complexas com Core Animation em conjunto com ferramentas como Quartz.

E o melhor de tudo isso é que todos os recursos são condizentes. Chega a ser difícil criar uma aplicação Cocoa (framework padrão para desenvolvimento Mac e iPhone) que saia dos padrões do que estamos acostumados da experiência de usuário no Mac.

Fase 5: minha exigência começa onde termina minha preguiça.

Conversando com um amigo que defende o Flash CS5 compilar apps iPhone ele disse que tempo é dinheiro e que se já sabemos
Flash e AS3 então é bobeira ter que aprender Obj-c/Cocoa. Descordo totalmente, se algo vai ser um Frankstein e você vai ter que passar muito tempo simulando a experiência padrão em um aparelho e criando um monstro em outro então eu prefiro aprender a plataforma correta.

Se plataforma correta for sólida, fácil de manter e acessível a equipes de 3 pessoas então a minha opção como desenvolvedor e empreendedor é sem dúvida esta plataforma. E a plataforma da Apple é assim (ainda acho que falta mais foco em TDD mas isso é porque sou um cara de Ruby).

Acredito ser melhor gastar 3 ou 4 semanas de estudo intensivo para ter uma visão correta de uma plataforma nativa para criar algo realmente bom do que ser preguiçoso inicialmente e gastar meses tentando simular a experiência desejável em uma fábrica de Frankstein’s.

A única exceção ao 3.3.1

Jogos deveriam ser a única exceção. Na minha opinião a Apple deveria colocar mais um parágrafo dizendo que jogos não se aplicam ao 3.3.1.

Todos sabem a complexidade técnica para criar um jogo (eu venho da plataforma Flash antes dessas história de RIA virar moda). Até em Flash, que á pouco tempo não envolvia complexidades como 3D, é muito difícil criar uma engine de física por exemplo.

Agora imagine criar uma engine de verdade como Unreal. Imaginem o custo para isto, vai muito além da maioria dos projetos de software. Uma empresa que investe em algo assim não pode focar em apenas uma plataforma.

E para experiência do usuário eles estão mais que corretos em serem multi-plataforma. Um jogo não deve seguir nenhum padrão como um aplicação de produtividade deve. Cada interface para um game deve ser diferente, os atalhos não devem ser iguais, as janelas são diferentes e etc.

Por isso não faz nenhum sentido aplicar o 3.3.1 em jogos.

A exigência em excelência da Apple

Para quem só usa os produtos da Apple e nunca precisou estudar suas tecnologias a fundo não tem a idéia que a empresa propaga a qualidade extrema em todas ferramentas. Não é apenas criar um produto final bonitinho. Tudo é perfeito, desde a documentação ao criador de interfaces até chegar ao produto final como Mac e iPhone.

A forma como a empresa tem encarado o seu dispositivo móvel (plataforma com limitações de recursos como memória e processamento) tem sido bem interessante. Lançando todas as “features” aos poucos, enquanto a mídia e os “boateiros” bombardeiam o produto dizendo que ele falta isso e aquilo.

No entanto, quando lançam a funcionalidade que “faltava” ela vem de uma forma muito bem feia. Vejam o copiar e colar do iPhone, as pastas e o tão falado “multi-tasking”. Um sinal de preocupação em fazer tudo sempre da forma mais bem feita possível e uma preocupação muito além do que estamos acostumados.

Então, do ponto de vista da empresa, não acredito que banir os Frankstein’s seja apenas uma tentativa de criar um monopólio e vencer a concorrência no braço.

Conclusão

Não tenho certeza se o que a Apple fez é correto do ponto de vista comercial ou de marketing. Mas para o usuário como o meu pai ou minha mãe acredito que seja positivo. Eu me belisco antes de dizer isto (principalmente porque defendo tecnologias opensource como Ruby e Rail), mas também acredito ser positivo para nós como desenvolvedores de apps de produtividade, principalmente se estivermos preocupados em entregar uma experiência fantástica mas coerente.

Se existe um caminho melhor do que definir uma regra dessas eu não sei. Mas não estou nada preocupado pela Apple restringir o restante pois como pretendo desenvolver algo de qualidade para Mac/iPhone já estou focado em Obj-c/Cocoa já tem um bom tempo.

Outros posts interessantes:

  • Why Apple Changed Section 3.3.1
  • Steve Jobs’ response on Section 3.3.1

Fev 16

Seja produtivo consumindo tomates

Escrito por Daniel Lopes em 1, 2009, 4, 6, AR, Artigo, Artigos, as2, BI, blog, camp, class, dados, demo, Design, Dica, Download, email, err, escritório, exemplo, Ferramenta, for, Formação, Geral, gratuito, ide, IE, if, int, internet, lista, Livro, Mate, mg, NaN, novidade, O, on, online, pomodo, Pomodoro, problema, problemas, processo, prova, pt, relatório, Relatórios, Revisão, RIA, Ria’s Geral, Software, tag, Tech, Tema, Twitter, UI, uint, utf8, variados, VOZ, web, XP, zend @ 02 16th, 2010 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Não é a primeira vez que falamos sobre o pomodoro
aqui no blog. Também não é novidade que eu utilizo a técnica todo os dias através do PomoDo.

Ultimamente tenho recebido muitas dúvidas de pessoas interessadas em entender mais o que é e como funciona a técnica. Então
resolvi traduzir um post que explica de forma sucinta os conceitos desta forma de concentrar que mudou a minha vida.

O post original pode ser lido em: Abundance Blog

The pomodoro Technique – transformando o tempo em seu aliado

Quando Francesco Cirillo era um universitário em Roma lutando por se manter em uma tarefa, ele decidiu criar um técnica de administração de tempo que deveria ajudá-lo a melhorar sua concentração e aguçar seu foco. Estas eram as ferramentas que tinha em mãos:

  • Papel;
  • Caneta; e
  • um timer de cozinha em formato de tomate (“pomodoro” é tomate em Italiano).

A primeira vista, a técnica pomodoro, que é como Francesco chamou o sistema que inventou, parece muito com timeboxing. Com timeboxing, você decide sobre um período específico de tempo, geralmente de vinte minutos a uma hora, durante a qual você trabalha em exclusivamente uma determinada tarefa. Uma vez que o tempo está acima, você pode optar por dedicar um outro Timebox para essa tarefa, ou você pode optar por ir fazer outra coisa.

O básico da técnica pomodoro:

  • Escolha uma tarefa.
  • Ajuste seu timer para 25 minutos (estes 25 min é chamado de “o pomodoro”).
  • Trabalhe na tarefa até o timer despertar então marque um “X” em sua planilha de papel na frente da tarefa.
  • Descanse por 5 minutos. Quando os 5 minutos terminarem, continue trabalhando, pomodoro por pomodoro, até a tarefa estar completa.
  • Quando completar a tarefa, você pode riscá-la de sua lista. Então parta para a próxima tareaf.
  • Depois de quatro pomodoros, faça um intervalo longo (de 15 a 30 minutos).

Explicando a técnica com mais detalhes abaixo.

O processo – cinco estágios

Existem cinco estágio envolvido na técnica do pomodoro:

  1. Planejamento no inicio de cada dia: você vai listar as atividade que planeja completar neste dia em sua lista de to-do’s.
  2. Faça os registros ao longo do dia para que você possa ver em quais atividades você está gastando seu tempo, e quanto tempo demora para completar cada uma.
  3. Armazene seus resultado ao fim do dia para criar um arquivo de como você está gastando seu tempo
  4. Ao fim do dia processe seus registros para transformar dados puros em observações.
  5. Faça uma revisão de como você está gastando seu tempo e faça decisões sobre como você pode melhorar.

O que você vai precisar

  • Um timer de cozinha (você também pode usar um software).
  • Uma caneta.
  • Uma planilha de To-Do (veja um exemplo aqui).
  • Um inventário de tarefas (veja um exemplo aqui).
  • Uma planilha de registros (os estágios de “Registrar”, “Processar” e “Revisar” são todos nesta planilha).

As regras do pomodoro

Estas são as regras que você deve seguir para aplicar a técnica do pomodoro:

  • Um pomodoro é indivisível (sempre tem 25 minutos de duração).
  • Se você começa um pomodoro e se distrai para começar a trabalhar em uma outra tarefa, este pomodoro não conta e você não pode marcar um “X”.
  • Se você completa uma tarefa antes dos 25 minutos terminarem, continue revisando o resultado desta tarefa até o timer tocar. Se você completar a tarefa em 5 minutos ou menos e uma revisão não terá valor, apenas não conte esta como um pomodoro.
  • Quando o timer tocar, pare de trabalhar mesmo se você achar que pode completar a tarefa trabalhando por mais alguns poucos minutos.
  • Durante seus 5 minutos de intervalo tente fazer algo bom para você: beber água, alongar, fechar os olhos, e por aí vai. Estes pequenos intervalos permitem sua mente “desconectar” da tarefa que você está trabalhando e assimilar o que você aprendeu. Isso permite que você se sinta vivo e pronto para mais um pomodoro.
  • Se a tarefa toma mais de 5 ou 7 pomodoros, quebre-a. Por exemplo, se você colocou “Escrever um artigo” em sua lista de tarefas e tomou mais que 5 ou 7 pomodoros para escrever o artigo, tente quebrá-la em nas seguintes tarefas: conduzir uma pesquisa para o artigo; criar um esboço inicial; escrever o primeiro rascunho; escrever o rascunho final; editar e revisar o artigo.
  • Se uma tarefa dura menos que um pomodoro, veja outras tarefas pequenas e agrupe-as em um pomodoro.
  • Quando o pomodoro começa, você deve se concentrar nesta tarefa que está trabalhando até o timer tocar. Você está treinando a si mesmo para se manter focado na tarefa em 25 minutos por vez.
  • Durante o intervalo longo você pode ir a máquina de café, checar seu correio de voz, olhar emails, e por aí vai.
  • Também use os intervalos longos para para re-focar. Pergunte a si mesmo se você gastou suas últimas duas produtivamente. Se não, dê uma olhada em sua lista de tarefas e empenhe-se mais para concluir as coisas.

Como lidar com interrupções

Interrupções pode ser internas ou externas. Agora vamos aprender como lidar com elas:

Interrupções internas

Interrupções internas são aquelas que vem de dentro de você: você sente uma urgência imediata de olhar seu email ou Twitter, você decide olhar algo na internet que você esteve pensando, você se lembra de alguém que precisa ligar, decide limpar sua mesa, e etc.

Sempre que você sentir uma vontade de tirar sua atenção da tarefa em mãos, coloque um apostrofo (’) na planilha que você registra seus pomodoros. Então faça o seguinte:

  • Escreve a nova tarefa na planilha de To-Do em uma área para “Não planejadas & Urgentes” se for algo que você realmente precise fazer neste dia.
  • Escreve na planilha do “Inventário de Tarefas” se for algo que pode ser feito em outro dia.

Deve que você tiver feito isto, volte a tarefa que você estava trabalhando e continue nela até o timer tocar. Se você marcou algo “urgente”, você vai precisar fazer isto neste dia, e provavelmente a um custo sobre outra tarefa que você tinha planejada para o dia.

Interrupções externas

Interrupções externas ocorrem quando um telefone toca, alguém bate na porta ou um colega entra no seu escritório. Quando isto ocorrer, marque um traço (-) na planilha onde você registra seus pomodoros.

Para interrupções externas, aplique a estratégia de “Informar, Negociar e Ligar”. Que é, informar a pessoa qu você está no meio de uma tarefa e negociar uma rápida remarcação do motivo. Então aplique o mesmo procedimento para uma interrupção iterna. Por último, certifique-se de retornar a pessoa como foi combinado.

Registrar, Processar, e Revisar – Melhore como você usa o tempo

O que você registra depende depende do que você quer observar e os tipos de relatórios que deseja gerar. Uma opção é definir uma meta para ser capáz de determinar com precisão quanto tempo demora para você completar tarefas que executa com frequência.

Para continuar com nosso exemplo de escrever um artigo, você pode querer registrar quantos pomodoros levou para completar cada uma das tarefas:

  • Quantos pomodoros são gastos para pesquisar sobre o artigo?
  • Para criar um esboço inicial?
  • Escrever o primeiro rascunho?
  • E escrever o rascunho final?
  • Finalmente, quantos pomodoros são gastos para editar e revisar o artigo?

Quando você souber quanto é gasto em cada uma destas tarefas, você pode tentar melhorar seu tempo. Talvez após analisar seus registros vai perceber que gasta que toma um longo um tempo para pesquisar artigos. Você pode definir uma meta de gastar menos tempo em pesquisa e pensar formas de fazer isto.

Outra opção é definir linhas claras para seguir, como por exemplo: “Eu vou devotar 2 pomodoros para pesquisa e então eu vou escrever o artigo com a informação que eu tiver no momento.”

Quando você revisar seu registros você pode perceber que está gastando tempo de mais em atividades que não são realmente importantes, e negligenciando outras que vão manter você próximo do seus objetivos a longo prazo.

Você também pode perceber que está gastando tempo em atividades necessárias, mas que você não levou em conta quando planejou seu dia. Isto vai lhe dar uma ligação valiosa sobre para onde o seu tempo está indo.

Conclusão

É notável que no começo você vai encontrar dificuldade em se concentrar em uma tarefa por 25 minutos por vez, especialmente se você tem problemas de atenção. Francesco tranquiliza o leitor muitas vezes dizendo que em sua técnica, “o próximo pomodoro vai ser melhor”.

Você pode comprar o livro The Pomodoro Technique no Amazon, ou fazer download do PDF gratuito que detalha a técnica.


PomoDo – a minha solução

Depois de ter problemas para me manter organizado com os papeis criei o PomoDo que possui a planilha de tarefas do dia e o registro de tarefas concluidas para aquele mesmo dia. Além é claro do Timer apropriado para 25min e 5min.

Faça download do PomoDo aqui, é gratuito.

Dez 28

Usando o Cifras sem um browser

Escrito por Daniel Lopes em cifras, variados @ 12 28th, 2009 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Existem várias formas de facilitar o acesso aos aplicativos web. O Fluid é uma alternativa que permite aos mesmos possuírem seus próprios espaços no Mac OS X. Depois que instala seu aplicativo, você ganha seu próprio ícone, seu próprio espaço no Dock, além de ele rodar separadamente. Ou seja, se por algum motivo o seu navegador “travar”, seu aplicativo Fluid continuará funcionando normalmente.

Existem várias formas de facilitar o acesso aos aplicativos web. O Fluid é uma alternativa que permite aos mesmos possuírem seus próprios espaços no Mac OS X. Depois que instala seu aplicativo, você ganha seu próprio ícone, seu próprio espaço no Dock, além de ele rodar separadamente. Ou seja, se por algum motivo o seu navegador “travar”, seu aplicativo Fluid continuará funcionando normalmente.

É bem simples e gratuito de usar. Baixe já o Fluid.

Se você não usa o Mac OS, o Mozilla Prism é uma boa alternativa para Windows e Linux.

E aqui vai uma logo do Cifras em alta resolução para que você a utilize como ícone do Cifras Fluid.

Dez 14

Videos do Linguágil

Escrito por Daniel Lopes em linguágil, rails, ruby, Ruby e Rails, variados @ 12 14th, 2009 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Em Novembro tive o prazer de participar do Linguágil, e já falei como o evento foi bacana aqui no blog . Agora o vídeos do evento estão começando a ser disponibilizados. Vale a pena assistir:

<object height=”378″ width=”504″><param /><param /><param /><embed src=”http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8113159&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=8a7ebb&amp;fullscreen=1″ height=”378″ width=”504″></embed></object>

Em Novembro tive o prazer de participar do Linguágil, e já falei como o evento foi bacana aqui no blog . Agora o vídeos do evento estão começando a ser disponibilizados. Vale a pena assistir:

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Alexandre Gomes com o Manifesto 2.0

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Dairton Bassi falando de Extreme Programming na prática

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Eu (Daniel) como uma introdução ao Rails

Nov 23

PomoDo e Pomodoro Technique

Escrito por Daniel Lopes em Empreendimento, pomdoro, pomodo, variados @ 11 23rd, 2009 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | 2 comentários
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Conheça o PomoDo um novo aplicativo para otimizar sua produtividade utilizando os conceitos do Pomodoro Technique.

Encontrar formas de ser mais produtivo é algo que todos buscamos, e atrás desta produtividade perdida sempre andei de olho em várias técnicas que prometem tal resultado.

A última que testei e que funcionou razoavelmente bem foi o método do livro Get Things Done , mas como tenho problema para tratar com papeis acabei optando por usar o Things … tudo funcionou muito bem até eu perceber que nunca consegui aplicar a técnica direito pois exigia muita disciplina. Mas continuo usando o Things para montar minha lista de tarefas que me vêem a cabeça.

Esta falha parcial em aplicar o GTD me tornou mais cético ainda sobre estas metodologias, até que algumas semanas fui apresentado ao Pomodoro através do próprio site da ténica e resolvi testar.

A idéia do Pomodoro é bem simples e de forma bem resumida seria dividir suas tarefas em porções de 25min (que são chamadas de pomodoros) e a cada pomodoro terminado descansar 5min (na verdade 1 pomodoro são os 25min + 5min de descanso). Antes de começar seus pomodoros do dia você planeja o que deseja fazer em uma planilha e organiza as tarefas em ordem de prioridade e vai trabalhando sobre este inventário, marcando quantos pomodoros gastou, quantos interrupções teve e também gravando se por algum motivo você teve que reiniciar a tarefa.

Ao final do dia você também deve manter um registro de todas as tarefas que concluiu, assim você terá seu inventário de tarefas planejadas, um registro de tarefas concluídas e ainda vai saber com precisão quanto tempo demorou em cada uma. A técnica envolve mais coisa, explicando como proceder com tarefas não planejadas que entram no seu inventários, mas não vou entrar em muitos detalhes. A melhor parte da técnica é que você terá seus minutos de descanso sem nenhum sentimento de culpa, e ainda será muito produtivo.

Depois de testar estes conceitos na prática percebi que funcionavam muito bem, melhor do que todas as outras técnicas que eu tinha testado. Porém eu estava preso ao papel novamente e nunca lembro de manter os registros desta forma, então resolvi testar as aplicações de Pomodoro.

Testei várias para Mac e Iphone e no fim nenhuma me satisfez completamente, algumas faltavam o registro de tarefas terminadas, outras só aceitavam uma tarefa por vez na lista, outras só tinham o timer… então para não deixar a prática do Pomodoro de lado resolvi criar minha própria aplicação.

Durante o fim de semana e algumas noites da semana passada acabei criando o PomoDo que tem o objetivo de ser simples mas que tenha o inventário de tarefas, o registro de concluídas, os timers (pré-definidos para 25 e 5 minutos) e que também siga os conceitos do Pomodoro ( X = 1 Pomodoro, ’ = Interrupção, – = Pomodoro falhou ).

Como fiquei bem satisfeito com o resultado resolvi lançar publicamente esta aplicação que a batizei de PomoDo. Para fazer o download gratuito acesse pomodo.areacriacoes.com.br, a aplicação funciona tanto em Mac OS X, Linux ou Windows e foi desenvolvido utilizando Adobe Air (XHTML e jQuery).

A idéia é continuar evoluindo esta aplicação com pequenos ajustes, mas mantendo-a simples e multi-plataforma. Então se você já aplica o Pomodoro tenho certeza que o PomoDo irá ajudar, se ainda não aplica não perca tempo e procure mais sobre esta técnica que realmente funciona.

Out 19

Exposição Scattered Pixel

Escrito por Daniel Lopes em Design, scattered pixel, variados, visual system @ 10 19th, 2009 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
Daniel Lopes
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Formada em 2007, o Visual System é um grupo de artistas cujas obras redefinem o papel da mídia digital em um ambiente futurista urbano. A exposição Scattered Pixel, que está em Nova York, é composta por três instalações interativas que foram criadas pelos artistas: Oliver Pasquet, Djeff Regottaz, Bastien Ribeiro e Valere Terrier. Elas revalam como as obras digitais contemporâneas submergem o espectador em um conglomerado de interatividade. Música de Oliver Pasquet.

Veja o vídeo:

<object height=”225″ width=”400″><param><object height=”225″ width=”400″><param /><param /><param /><embed src=”http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7071410&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1″ height=”225″ width=”400″></embed></object>

SCATTERED PIXEL from VS Team on Vimeo.

Jul 14

Referências para cartões de visita

Escrito por Daniel Lopes em cartões de visita, Design, referencia, variados @ 07 14th, 2009 | via http://blog.areacriacoes.com.br/ | Sem comentários
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Inspirações legais para cartões de visitas.

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