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Jan 2

Exibir/Ocultar caracteres ocultos no Visual Studio 2010

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, BI, blog, C#, código, configuração, Curso, Cursos, Design, Dicas, Diversos, exemplo, fundo, git, Google, html, ide, IE, image, int, interface, map, menu, mg, NaN, News, O, on, problema, produtividade, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, Vários, Visual Studio, Visual Studio 2010, vs, XP @ 01 2nd, 2012 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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O Visual Studio 2010 tem diversos recursos que estão muito bem escondidos nos seus vários menus e telas de configuração, mas são acessíveis por teclas de atalho. Isso é vantajoso em diversas situações pois pode agilizar a utilização desses recursos mas também pode se tornar uma irritação ou mesmo um problema se você por acaso acionar uma dessas teclas de atalho por acidente e não souber como voltar atrás. Foi o que aconteceu com um colega no trabalho recentemente.

Por acidente esse colega acionou uma tecla de atalho do Visual Studio 2010 que ativa a exibição de caracteres ocultos (white space). Em outras palavras, o Visual studio passou a exibir todos os espaços e marcação de final de arquivo na tela. O resultado foi algo semelhante ? imagem abaixo:

Editor de código do Visual Studio 2010 com a opção de exibir caracteres ocultos ativada

Não parece ser algo muito irritante neste exemplo pois há pouco código, mas em arquivos com centenas de linhas de código e em arquivo com html esse modo de visualização é bastante irritante e chega a atrapalhar a produtividade pois polue visualmente a tela. Esse colega passou quase 2 meses trabalhando com essa configuração pois não conseguia encontrar um meio de desfazer e voltar ao modo normal de visualização. Ele chegou inclusive a reinstalar o Visual Studio mas não adiantou pois o instalador não removeu as configurações problematicas.

Hoje eu dei uma pesquisada um pouco mais a fundo e acabei encontrando a solução. A opção do menu para essa configuração se encontra em Edit > Advanced > View White Space e pode ser acionada pela tecla de atalho Ctrl+E, S (que foi o que aconteceu com meu colega).



Dez 6

JodaTime – Java Date que funciona!

Escrito por DClick Team em .NET, 1, 2.0, 4, 6, api, AR, bar, BI, blog, C#, camp, class, classe, classes, código, control, Curso, Cursos, Design, Design Pattern, Diversos, Documentação, efeito, err, exemplo, Exemplos, falha, for, Google, Hibernate, html, ide, IE, if, image, int, interface, internet, Java, lógica, map, mg, O, on, online, Opinião, padrão, pattern, print, problema, RIA, Ria’s Geral, S+S, Sem categoria, singleton, string, Sun, TAT, Tema, Teste, try, Twitter, UI, uint, Vários, XP, zend @ 12 6th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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JodaTime



Não existe segredo quando se fala da implementação de datas no Java: é ruim de usar. Alguns chegam a dizer que é errado usar inclusive, mas não serei tão extremo.
A API de datas do Java é ruim por vários motivos, como por exemplo, é mal documentada, não é Thread Safe, é difícil de manipular datas, e o comportamento nem sempre é o esperado.
Vamos ver como susbtituir a API de datas que vem Out of the Box no Java, por uma mais efetiva, amigável e confiável: JodaTime.


Lembrando do Calendar



Todo programador Java conhece o Calendar, e sabe que para usá-lo, basta seguir o Design Pattern singleton, ou seja, basta chamar o método de classe em Calendar que devolve a instância única do sistema para o Calendar.


Problema: não funciona.


Não funciona porque se a instância é singleton, e não utiliza threadlocking no código, então não é uma instância ThreadSafe. Logo toda vez que chamamos o getInstance() do Calendar, obtemos uma nova instância. Para ilustrar, crie um teste em JUnit 4 com o seguinte código:

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Calendar calendar = Calendar.getInstance();

System.out.println(calendar.getTime());

Calendar calendar2 = Calendar.getInstance();

Assert.assertTrue(calendar == calendar2);



Rode o teste e veja a barra do JUnit ficar vermelha. O comparador ‘==’ usado em objetos, compara pelo endereço de memória, o que deveria ser o mesmo se fosse seguido o padrão singleton de verdade.
Pra piorar, todos os métodos que alteram as intâncias do Date estão expostos (por mais que estejam depreciados) para mantêr compatibilidade com versões anteriores da VM. Portanto o Date também não é ThreadSafe, pois não existe controle de concorrência em sua implementação.
Agora vamos deixar o Date e o Calendar de lado, e vamos ao JodaTime.

DateTime



O JodaTime diferencia muito bem os conceitos de data, instante de tempo, período, etc. A classe mais básica (interface no caso) é a ReadableInstant. Não precisa dizer que todas as modelagens de data implementam essa interface, permitindo comparar todos os tipos de modelagem de tempo pontuais. Um período não descreve um único instante ou ponto no tempo, por exemplo.
DateTime é talvez o ReadableInstant mais conhecido, e funciona muito parecido com o Date do Java.
Fatores que tornam o DateTime mais amigável são: é ThreadSafe pois é imutável, é muito bem documentado, e é muto fácil realizar operações com data. Vamos escrever um pouco de código para entender o que se passa.
Comece criando um DateTime. Como no Java, este DateTime criado possui o instante atual do sistema. Em seguida para efeito de teste (o teste pode falhar dependendo de quando for executado), adicione um dia na data criada, e verifique que o novo date aponta para amanhã:

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DateTime date = new DateTime();

date = date.plusDays(1);

Assert.assertEquals(new DateTime().getDayOfYear() + 1, date.getDayOfYear());



Repare que tive que reassociar o date para que ele pudesse ser alterado, afinal DateTime é imutável, o mesmo comportamento que o BinInteger possui. Repare também que pra adicionar um dia, basta chamar plusDays. Este método já se encarrega de fazer toda a lógica de adicionar um dia na data, como por exemplo mudar o mês ou ano se for preciso, por isso se esse teste for rodado no dia 31 de dezembro, ele irá falhar pois o DateTime irá adicionar mais um dia a data, e perceberá que se trata do ano seguinte, e portanto getDayOfYear irá devolver ’1′, e não ’366′ ou ’365′ como esperado.
O JodaTime também trata anos bissestos e horário de verão se for selecionado o fuzo correto.
Existe uma API bem completa em DateTime para manipular todos os campos possíveis da data, sendo assim fica muito mais fácil iterar ao longo dos dias, sem precisar delegar pro Calendar a tarefa, e depois recuperar o resultado.
Não vou abordar muito da API do JodaTime, pois está muito bem documentada e existem muitos exemplos nas internet. O objetivo desse post é tratar do assunto do próximo tópico.

JodaTime e Hibernate



Pior que manipular datas, é persistir datas. Cada banco persiste data do seu próprio jeito, e cada implementação de ORM trata o Date do seu próprio jeito. Mas se você está utilizando o Hibernate, o JodaTime tem uma solução de padronização pra você: JodaTime Hibernate.
Com o JodaTime Hibernate é possível mapear diversos tipos de representação de data em suas classes Java, com ou sem TimeZone, como String ou bigint, como período ou duração, etc.
Para se ter uma idéia do que é possível, basta verificar a documentação online.
E para utiliza é muito fácil. Imagine que você tenha uma entidade com um campo DateTime, que se chama entryDate, portanto temos o getter:

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@Column(nullable = false)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Para tornar este DateTime uma data que é padrão do banco que será utilizado, por exemplo, basta adicionar a seguinte anotação:

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@Column(nullable = false)
@Type(type = “org.joda.time.contrib.hibernate.PersistentDateTime”)
public DateTime getEntryDate()
return entryDate;



Estamos falando para o hibernate utilzar o tipo de coluna descrito pelo PersistentDateTime, e utilizar o mesmo para converter a data novamente para DateTime quando for recuperado.
Caso você esteja fazendo engenharia reversa de algum banco, recomendo ler a descrição de todos os tipo disponíveis pra fazer a melhor escolha.
Com isso conseguimos obter todos os benefícios do JodaTime em nossas entidades, facilitando controlar as datas no domínio de nossas aplicações.


Espero ter despertado sua curiosidade com o JodaTime. Na minha opinião é uma das melhores bibliotecas Java disponíveis, mas não quero falar muito sobre suas funcionalidades, pois um dos pontos mais fortes da biblioteca é a facilidade de se acostumar com ela, e principalmente utilizar todos seus recursos. Quero que vocês tenham um pouco desse gostinho :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

Set 22

FlashMobileDay etapa Brasília

Escrito por Leonardo França em 1, 2.0, 6, Adobe, AR, AUG, BI, C#, class, event, Evento, Eventos, flash, for, IE, if, image, mg, mobile, O, on, Ria’s Geral, S+S, site, Tema, Vários @ 09 22nd, 2011 | via http://www.leonardofranca.com.br | Sem comentários
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O AUGDF está responsavel pela etapa Brasília do FlashMobileDay, evento nacional com a tematica especifica da Plataforma Flash para dispositivos moveis, participe e concorra a varios brindes :D

site do evento: http://flashmobileday.com/

site da etapa Brasília: http://www.augdf.com.br/eventos/flashmobileday/

Set 21

Flash Player 11 e AIR 3

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 2.0, 3d, 4, 6, Adobe, Adobe Air, Adobe Max, Air, Android, AR, blog, Blogs, C#, class, developer, err, flash, Flash / Flex, Flash Player, Flex, for, Gráfico, html, IE, if, image, jogo, Jogos, layout, Links e sugestões, live, Mac, map, Mercado, mg, novidade, Novidades, O, on, platform, player, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, screen, super(), tv, UI, UX, Vários, Vídeo, web, window, windows @ 09 21st, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
Mauro Martins
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Screen shot 2011 03 01 at 5.41.01 AM 450x208 Flash Player 11 e AIR 3

Olá a todos!

Esta quarta-feira, dia 21 de Setembro, marca o dia de mais uma milestone para o Flash!

Hoje é anunciado a data do go-live do Flash Player 11 e do Adobe AIR 3!

Com esta versão, a Adobe tenta puxar os limites do que é possível apresentar, na web, em termos gráficos, e tenta oferecer a capacidade de renderizar objectos extremamente complexos, de uma forma super simples!

Esta release, vai permitir, aos developers, criar jogos 3D e 2D com a qualidade dos jogos das consolas, com o benefício de o poderem distribuir para várias plataformas ao mesmo tempo (Android, iOS, Tablet BlackBerry OS, TV, Windows, Mac OS, etc).

Nestes últimos tempos temos visto várias aplicações AIR a brilharem nos vários mercados das aplicações. Tanto o Machinarium, como o Times Caltrain, são um sucesso nas plataformas em que estão implementados!

  • Para mais informações sobre jogos acedam aqui ou vejam o este vídeo.
  • Para mais informações sobre o Flash Player 11 e o AIR 3, sigam este link.

Resta dizer que tanto o Flash Player 11 como o AIR 3 vão estar disponíveis para todos, a partir de Outubro, ou seja, daqui a poucas semanas!

Ah! E não se esqueçam que a MAX está aí ? porta e com ela MUITAS novidades vão surgir icon smile Flash Player 11 e AIR 3

Abraço, Mauro.



Set 5

Workshop FNAC – Impressões

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Apresentação, AR, arte, BI, blog, C#, class, err, event, Evento, Eventos, for, fotografia, ide, IE, if, image, int, iphone, layout, map, mg, O, on, Random, Ria’s Geral, S+S, Sun, Tema, UI, UX, Vários, Vídeo, Workshop @ 09 5th, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
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fotografiaq Workshop FNAC   Impressões

Olá a todos! Fica aqui um pequeno apontamento sobre o evento que decorreu na FNAC da Rua de Santa Catarina aqui no Porto:

O workshop correu bastante bem! A sala esteve cheia e o ambiente era porreiro.

Já estava habituado a fazer algumas apresentações… No entanto, até Sábado, quando as fazia, sabia que 100% do público estava lá para ouvir vários speakers a falarem sobre um assunto que lhes interessava.

Neste caso, havia uma mistura dos dois. Havia claramente pessoas que se deslocaram ? FNAC para ouvir falar sobre o tema e que estavam interessadas, e havia outras que claramente “aterraram” lá apenas para beber um chá e comer uns bolinhos e aproveitaram e ficar a ouvir.

O rapaz do vídeo e áudio da FNAC foi cinco estrelas! Sempre preocupado com a qualidade da imagem / som da apresentação e a soltar um sorriso quando eu falei do Amiga 500 e do Spectrum 48k icon smile Workshop FNAC   Impressões

De qualquer forma, só tive duas “desistências” e eram de dois senhores mais velhos, que ainda “aguentaram uns bons quarenta minutos (a apresentação teve 50m)!

Foi engraçado ver uma família inteira interessada no tema e a acenar com um “sim” sempre que via / ouvia certos temas que eu ia falando e com os quais concordava.

Sem dúvida uma iniciativa muito interessante por parte da FLAG, em conjunto com a FNAC!

PS: Para quem quiser ver os slides da apresentação, podem seguir o link em baixo:

Desenho de soluções interactivas para diversas plataformas



Ago 26

Workshop na FNAC de Santa Catarina, Porto

Escrito por Mauro Martins em .NET, 1, 2.0, 4, 6, Adobe, Adobe User Group, app, app store, AR, AUG, BI, blog, C#, class, dados, Desenvolvimento, Design, Desktop, Diversos, event, Evento, Eventos, Experiências, for, ide, IE, if, image, int, Introdução, Links e sugestões, lógica, map, mg, mobile, O, on, Partilha, pt, Random, RIA, Ria’s Geral, S+S, UI, User Group, Vários, Workshop, XP @ 08 26th, 2011 | via http://imauro.com/blog/ | Sem comentários
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1271561916779 f Workshop na FNAC de Santa Catarina, Porto

Olá a todos!

No próximo dia 3 de Setembro, ? s 17 horas, na FNAC de Santa Catarina, vou dar um workshop com o título “Desenho de soluções interactivas para diversas plataformas”.

O workshop vai-se centrar na forma como devemos pensar / desenhar e desenvolver aplicações para vários dispositivos ao mesmo tempo.

Aqui ficam alguns dos tópicos que vão ser abordados:

  • A mudança de paradigma com a introdução do mobile (telefones e tablets);
  • Tipos de ecrãs e resoluções diferentes – ter atenção ao detalhe!;
  • Do rato de computador para o corpo do utilizador;
  • A harmonia entre as diferentes experiências e os diferentes dispositivos;
  • Tipos de utilizadores nos vários dispositivos;
  • As diferentes “App stores”;
  • Uma linguagem, várias aplicações / Uma aplicação, várias linguagens;

Este workshop insere-se em uma séries de eventos que o Adobe User Group Porto vai fazer, em conjunto com a FLAG.

A saber:

8 de Setembro, ? s 22 no NorteShopping

Rui Silva : “Importância da arquitectura em design e desenvolvimento de soluções interactivas”.

Este workshop vai falar da integração de diversos dispositivos numa única experiência de utilização e como isto é vital nos dias de hoje com os smartsphones, tablets, e desktops.

11 de Setembro, ? s 17 no Marshopping

Rui Silva: “Aura tecnológica: Interacção distribuída”

Este workshop vai falar sobre a definição e reutilização de elementos arquitecturais para o desenho e desenvolvimento de soluções interactivas.

Apareçam e vamos partilhar ideias, experiências, e tomar um café icon smile Workshop na FNAC de Santa Catarina, Porto

Um abraço, Mauro.



Jul 27

Windows Phone SDK 7.1 Beta 2 Refresh disponível para desenvolvedores

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 3.5, 4, 6, AR, back, Beta, BI, blog, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, Download, Geral, Google, if, int, map, mg, News, O, on, prova, refresh, Release Candidate, RIA, Ria’s Geral, RTM, S+S, SDK, Tema, UI, Vários, Ved, window, windows @ 07 27th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
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Quem está participando do beta do Windows Phone Mango para desenvolvedores recebeu uma agradável notícia hoje: Foi disponibilizada uma atualização para os aparelhos com um build mais recente do sistema operacional.

O novo build é o 7712, não o 7720, que é a versão RTM. Foi necessário que usássemos essa versão anterior pois é a versão que é compativel com a atualização do SDK e do Zune que estão sendo disponibilizadas neste refresh.

Está previsto que até o final de agosto O Marketplace será aberto para começarmos a publicar aplicações que funcionarão apenas em aparelhos com Windows Phone 7.5, o que nos dará uma chance de testar bem nossas aplicações em vários aparelhos de desenvolvedores antes que esta versão do SO esteja disponível para o público geral. Isso é interessante pois significa que quando a nova versão do SO estiver disponível para o público já haverá várias aplicações no Marketplace tirando proveito das novas capacidades do sistema operacional. Esta atualização de agosto provavelmente virá junto com uma versão RC (Release Candidate) do SDK.

Se você é um desenvolvedor cadastrado no Marketplace, tem um aparelho com Windows Phone e está participando do Beta do Windows Phone Mango, vá agora mesmo ao Connect e instale este refresh, mas não se esqueça de fazer backup dos backups dos seus backups antes de fazer isso, para garantir que você conseguirá voltar o seu telefone para a versão normal quando a versão RTM estiver disponível pois não será possível ir da versão beta diretamente para a versão RTM do WP7.

PS.: Quando você instalar o novo SDK ele vai aparecer como sendo RC na janela de adicionar e remover programas do Windows, mas na verdade esta ainda não é a versão RC do SDK.



Jul 5

Aumentando a performance do seu Photoshop Cs5

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2.0, 4, 6, AR, blog, C#, class, Dica, Dicas, fonte, for, ide, if, image, imagens, int, mg, O, on, Outros, Pessoal, photoshop, pt, reference, RIA, Ria’s Geral, S+S, super(), UI, uint, Vários @ 07 5th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
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Olá pessoal
Decidi escrever esse post pelo seguinte, na agência que trabalho (Alta Comunicazione) eu tenho com um “Super Computador” é um Core I5 com tudo que tem direito, infelizmente na minha casa a realidade não é a mesma e por isso comecei a ficar um pouco desanimado para trabalhar em casa visto que na agência o meu computador é muito mais rápido, como eu não sou um cara conhecido pela minha enorme paciência decidi dar um jeito nessa situação.

Conversando com um amigo da agência que “detona” Photoshop ele me deu uma dica muito valiosa que ajudou muito no meu modesto PC, a modificação consiste em alterar alguns itens de performance do Photoshop então siga os passos abaixo e divirta-se com um photoshop muito mais rápido.

Passo 1

Vá na aba Edit > Preferences > Performance

Em Memory Usage aumente a quantidade de memória que seu photoshop vai usar para trabalhar, eu deixei com 77%

Em Scratch Disk você pode configurar vários locais onde o photoshop vai guardar arquivos temporários mas para isso você dever ter um segundo HD instalado no seu PC, lembre-se não basta apenas ter uma partição no seu HD é necessário outro HD físico instalado na maquina.

Em Advanced Settings você pode configurar outros modos de processamento de imagens eu optei pelo modo Basic como mostra a imagem abaixo e confesso que essa alteração foi a que mais deu resultado.

Passo 2
Verifique a quantidade de fontes que você tem instalada no seu computador, o ideal é ter 200 fontes ou então no máximo 1500, qualquer número acima desse vai influenciar diretamente na performance do seu photoshop.

Pronto, agora você pode trabalhar com um photoshop muito mais rápido do que antes.

Jun 20

Criando um Componente de Notificação com Flex 4

Escrito por Pablo Souza em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Adobe, AR, BI, blog, browser, C#, class, classe, classes, código, código fonte, Componente, Design, Design Pattern, Diversos, Excel, exemplo, flash, flash builder, Flex, Flex 4, fonte, for, html, IE, if, int, MXML, O, on, padrão, pattern, Projetos, Ria’s Geral, S+S, singleton, spark, state, TAT, Treinamento, UI, Vários, XML, XP @ 06 20th, 2011 | via http://rectius.com.br/blog | Sem comentários
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Faz algum tempo que não escrevo aqui no blog, estou em vários projetos simultâneos e acabei ficando sem gás para escrever no mesmo ritmo que antes. Para compensar, hoje vou disponibilizar um componente de notificação bem bacana que criei para um treinamento in company de Flex. O código aborda diversos conceitos interessantes do Flex 4 como states, FXG e Spark Skinning. Além disso, o componente é um excelente exemplo de onde utilizar o design pattern Singleton.

O componente possui 3 classes:

NotificatorMode.as
Utilizado como um “Enum”, define as constantes que representam os estados do componente: Warning, Success e Failure.

NotificatorManager.as
Implementação do padrão de projeto Singleton, responsável por manipular as mensagens de notificação.

Notificator.mxml
Classe que define a aparência, comportamento e estados do componente de notificação.

A pasta /assets contêm os arquivos que foram gerados no Fireworks e exportados como FXG para o Flash Builder.

Your browser does not support iframes.

Quer o código fonte? Baixe aqui..

Espero que tenham gostado. Até a próxima!

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