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Out 30

Windows Phone Mango – Local Database

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 2.0, 4, 6, abas, AMF, Aplicativos, app, AR, Arquitetura, arte, Artigo, auto, BI, blog, Blogs, botão, C#, camp, class, classe, classes, cliente, código, collection, cultura, Curso, Cursos, dados, demo, desempenho, Desenvolvedor, Design, designer, Documentação, dotnet, DRE, err, event, Evento, exemplo, Ferramenta, for, Formação, handle, html, ide, IE, if, int, interface, layout, library, Links, linq, Linq to Sql, map, mg, Microsoft, monitor, MSDN, mudanças, O, on, Otimização, Outros, Partilha, processo, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, server, serviço, silverlight, SQL Server, state, string, TAT, Tecnologia, Tema, template, Treinamento, UI, UX, Ved, vs, window, windows, XAML @ 10 30th, 2011 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Na versão Mango do Windows Phone, você pode manipular uma base de dados localmente, chamada de local database na documentação oficial, o recurso permite que o desenvolvedor crie aplicativos com registros de dados em tabelas, além de manipular seus registros utilizando o LINQ to SQL.

Uma base de dados local no WP7 fica localizada no Isolated Storage, um local acessível somente pela aplicação corrente, a arquitetura fica conforme a figura abaixo, onde temos a aplicação que contém um DataContext e através de LINQ to SQL, fazemos o acesso a base de dados local no Isolated Storage

Arquitetura Local Database

Arquitetura Local Database

Para saber mais sobre Isolated Storage acessem os links:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ff402541(v=vs.92).aspx

http://www.windowsphonebrasil.net/windowsphonebrasil/post/2010/10/08/Salvando-e-restaurando-o-Application-State-no-Windows-Phone-7.aspx

No WP7 as aplicações ficam eram áreas isoladas uma das outras, ou seja, uma aplicação não tem acesso ao Isolated Storage de outra aplicação, portanto até o momento não é possível compartilhar uma base de dados local com diversas aplicações. Diferente de uma base de dados SQL Server, um local database não pode rodar como um serviço continuo, visto que ele é executado somente durante o processo da aplicação.

Você pode criar um local database para manipular uma quantidade de dados razoável utilizando as facilidades de consultas do LINQ to SQL juntamente com o relacionamento de tabelas, similar a uma base de dados comum, o local database é uma implementação do SQL CE para o WP7, permitindo realizar facilmente tarefas com incluir, alterar , excluir e realizar consultas com LINQ.

Até o momento não existe uma ferramenta de designer visual e oficial para criar as tabelas, relacionamentos, etc, com a base de dados local, o que poderia facilitar muito, neste artigo faremos um exemplo simples, somente com uma tabela, porém, em um projeto mais complexo, essa tarefa poderia ser um pouco trabalhosa, uma forma não oficial de criar o modelo seria utilizar o SQL Metal, para mais informação, acessem o Centro de Treinamento Oficial do Windows Phone no MSDN ou através do link : http://windowsphonegeek.com/articles/Using-SqlMetal-to-generate-Windows-Phone-Mango-Local-Database-classes .

Com o SQL Metal podemos criar o Data Context através de um comando e com poucas modificações deixá-lo compatível com o Mango e poupar a codificação manual da criação de tabelas e relacionamentos.

Exemplo de comando do SQL Metal:

%ProgramFiles(x86)%Microsoft SDKsWindowsv7.0ABin>SqlMetal.exe
/code:”C:CaminhoClienteDC.cs” “C:CaminhoClienteDB.sdf”

Outras formas:

http://claudiufarcas.blogspot.com/2011/10/windows-phone-mango-sql-ce-tips-and.html

http://blogs.ugidotnet.org/corrado/archive/2011/06/05/using-local-database-in-wp7-mango.aspx

Nesta primeira parte do artigo vou criar uma base de dados muito simples, com uma tabela somente e um único campo, dessa forma podemos focar em como criar e entender os conceitos envolvidos Vou criar uma base de dados Cliente.sdf, com uma tabela chamada Cliente e um campo chamado Nome.

A primeira classe que vamos criar é a entidade Cliente e decorar com alguns atributos utilizados para a manipulação da base de dados, a classe servirá de apoio para a criação da tabela cliente. Para que você possa inserir os atributos nas propriedades da classe, é necessário adicionar o using System.Data.Linq.Mapping, em seguida adicione o atributo [Table] logo acima da criação da classe e adicione o atributo [Column()] em cada propriedade, na primary key da tabela, personalize com :

[Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]

Dessa forma a coluna será criada na tabela como sendo Primary Key, não permitindo registros duplicados e gerando automaticamente um número a cada inclusão. Com a adição do atributo Column() nas outras propriedades, cada coluna correspondente será criado na tabela.

Com os atributos de colunas você pode definir uma série de recursos, para saber quais são os atributos de colunas que você pode utilizar no LINQ to SQL para WP7 acesse o link http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.columnattribute(VS.95).aspx

Um atributo em especial que adiciona uma coluna de versão pode auxiliar no desempenho de grandes atualizações de dados, apresentando uma significativa melhoria na aplicação, é o IsVersion=true, essa otimização é exclusiva para o LINQ to SQL do WP7 e usado internamente para identificar a versão da coluna modificada:

[Column (IsVersion = true)]
_VERSION Binary privado;

Igualmente importantes são os atributos de associações, que permitem realizar o relacionamento entre as tabelas, para mais informações acesse:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/system.data.linq.mapping.associationattribute(v=VS.95).aspx

Exemplo de Associação:

[Association(Storage = "_cliente", ThisKey = "_clienteId", OtherKey = "Id", IsForeignKey = true)]

Código da Classe Cliente:

? ? ?  [Table]
? ? ?  public class Cliente : INotifyPropertyChanged, INotifyPropertyChanging
? ? ?  
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanging Members
? 
? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangingEventHandler PropertyChanging;
? 
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanging(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanging != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanging(this, new PropertyChangingEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? 
? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column(IsPrimaryKey = true, IsDbGenerated = true, DbType = "INT NOT NULL Identity", CanBeNull = false, AutoSync = AutoSync.OnInsert)]
? ? ? ? ? ? ?  private string id;
? ? ? ? ? ? ?  public string Id
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return id;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (id != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  id = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Id");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  [Column()]
? ? ? ? ? ? ?  private string nome;
? ? ? ? ? ? ?  public string Nome
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? return nome;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (nome != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanging("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  nome = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Nome");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? 
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? 
? ? ?  }

Em aplicações Silverlight é comum implementar a interface INotifyPropertyChanged para monitorar mudanças nas propriedades da classe , e tirar um melhor proveito do recursos de databinding da tecnologia, para auxiliar o LINQ to SQL, também vamos implementar a interface INotifyPropertyChanging, com ela é possível monitorar quando uma propriedade será modificada e com isso o DataContext é informado e pode identificar as mudanças e melhorar a performance da aplicação.

O Data Context é o local onde definimos o contexto dos dados que servirão para criar a base de dados local, o LINQ to SQL depende do mapeamento entre o modelo de objetos e o esquema da base de dados. Dependendo da complexidade do modelo, esse arquivo pode ser trabalhoso de ser criado manualmente, mas existem formas de utilizar alguma ferramenta para cria-lo, o SQL Metal é uma delas conforme comentado acima no artigo.

Crie uma classe chamada ClienteDataContext , ela vai herdar de DataContext, o DataContext contém diversas propriedades e métodos que auxiliam na manipulação de base de dados, como por exemplo, verificar se uma base de dados existe, criar e excluir uma base de dados, entre outros, mais adiante vamos utilizar o método CreateDatabase() para criar fisicamente a base de dados local no Windows Phone.

A próxima etapa é criar a string de conexão com a base de dados, utilizaremos a palavra chave “isostore” para informar que o arquivo ficará no Isolated Storage, após isso informaremos o nome da base de dados como Cliente.sdf. É na string de conexão que você pode inserir um senha de acesso a base de dados, informar uma cultura específica ou até mesmo criar uma base de dados somente leitura, para mais informações sobre string de conexões para o WP7 acesse http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202861(v=vs.92).aspx

Por último vamos definir uma tabela Cliente de acesso público e única no DataContext através de public Table Cliente.

No App.xaml.cs da aplicação , localize o construtor da classe e no final adicione o código abaixo, neste momento vamos criar uma base de dados usando o DataContext criado anteriormente, o código verifica se existe uma base de dados e caso não exista ele já cria uma nova base de dados.

using (ClienteDataContext ctx = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString))

? ? ?  if (ctx.DatabaseExists() == false)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ctx.CreateDatabase();
? ? ? ? ? ? ?  
? 
}

Para finalizar o artigo vou criar uma tela simples em Silverlight, sem se preocupar com o layout, a tela tem um botão chamado “add” que vai adicionar um registro na base de dados e logo abaixo um ListBox chamado “lst”, que está ligado através de databinding a propriedade ItemSource com uma ObservableCollection chamada Items, na propriedade Text vamos mostrar o nome do cliente também ligando através de databinding.


? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? Grid.Row="1" Margin="12,0,12,0">
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 

No constructor do MainPage vamos criar uma instância do DataContext chamado clienteDB :

clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);

No evento ? Loaded da MainPage, realizamos um consulta LINQ to SQL e já adicionamos o resultado em uma ObservableCollections chamada Items, que está ligado ao ItemSource da ListBox, veja como é prático ligar as informações na tela, neste exemplo como o foco é o conceito de local database, o projeto foi criado todo no code-behind da MainPage, mas você poderia criar usando o ViewModel e ligando o ObservableCollection com a View.

var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
select r;
Items = new ObservableCollection(result);

Para mais informações sobre LINQ:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb397897.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386976.aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb386913.aspx

Vamos agora para o código do botão “add” que vai adicionar os registros na base de dados, através do InsertOnSubmit() adicionamos o objeto ao DataContext e através do SubmitChanges(), o objeto é registrado na base de dados, por último, inserimos o objeto na coleção para que seja apresentado na tela.

Cliente c = new Cliente();
c.Nome = txtNome.Text;
clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
clienteDB.SubmitChanges();
Items.Add(c);

?

Código completo da MainPage:

? ?  public partial class MainPage : PhoneApplicationPage, INotifyPropertyChanged
? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ?  ClienteDataContext clienteDB;
? ? ? ? ? ? ? ?  #region INotifyPropertyChanged Members
? ? ? ? ? ? ? ?  public event PropertyChangedEventHandler PropertyChanged;
? ? ? ? ? ? ? ?  private void NotifyPropertyChanged(string propertyName)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (PropertyChanged != null)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  PropertyChanged(this, new PropertyChangedEventArgs(propertyName));
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? ?  #endregion
? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  private ObservableCollection _items;
? ? ? ? ? ? ?  public ObservableCollection Items
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  get
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  return _items;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  set
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  if (_items != value)
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  _items = value;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  NotifyPropertyChanged("Items");
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ?  }
? ? ? ? ? ? ? 
? ? ? ? ? ? ?  // Constructor
? ? ? ? ? ? ?  public MainPage()
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  InitializeComponent();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB = new ClienteDataContext(ClienteDataContext.DBConnectionString);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  this.DataContext = this;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Loaded += new RoutedEventHandler(MainPage_Loaded);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  void MainPage_Loaded(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  var result = from Cliente r in clienteDB.Cliente
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  select r;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items = new ObservableCollection(result);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ?  private void add_Click(object sender, RoutedEventArgs e)
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Cliente c = new Cliente();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  c.Nome = txtNome.Text;
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.Cliente.InsertOnSubmit(c);
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  clienteDB.SubmitChanges();
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?  Items.Add(c);
? ? ? ? ? ? ?  
? ? ?  }

Links:

Boas Práticas:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh286406(v=vs.92).aspx

Mais informações sobre local database no Windows Phone :

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202860(v=vs.92).aspx

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh202876(v=VS.92).aspx

Alterações do esquema da base de dados:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/hh394018(v=VS.92).aspx

Out 24

GDD – Google Developer Day

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, 4, 6, Android, Aplicativos, app, AR, arte, bar, BI, blog, bons tempos, C#, chrome, class, comunidade, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, engine, err, event, Evento, Eventos, exemplo, Ferramenta, for, framework, futuro, game, Google, hospedagem, html, html 5, ide, IE, if, image, int, interface, Java, jogo, Jogos, lista, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, O, on, padrão, Palestra, Palestras, Pessoal, problema, procura, produtividade, programação, referencia, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, site, SmartPhone, Software, tag, TAT, Tecnologia, Teste, transição, Twitter, UI, usabilidade, Ved, Vídeo, web @ 10 24th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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Impressões sobre o Evento do Google para Desenvolvedores



São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

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São Paulo foi escolhida como a primeira cidade para cediar o Google Developer Day, e não foi por acaso. O Google deixou bem claro em seu KeyNote que está acreditando muito no mercado brasileiro no que diz respeito a desenvolvimento de software, e não é uma mera crença, mas sim um argumento baseado em dados que o CTO do Google faz questão de mostrar pra todo mundo em sua palestra. Dentre tais números está a marca impressionante de 500.000 (quinhentas mil) ativações de dispositivos Android no mundo por dia e crescendo, sendo que um dos maiores mercados é o Brasil.






Para participar do GDD era preciso se inscrever no site, e resolver uma provinha com um problema simples de programação. Acertando as questões da provinha, suas chances de ser convidado aumentavam consideravelmente. E foi assim que eu fui convidado.
Trata-se de um evento voltado principalmente para desenvolvedores, com brindes, comida e Wi-Fi de graça, ou seja, o paraíso para muito Nerd entusiasta Google. Com direito a tendinhas e logos do Google espalhados por todo Hall de eventos do Hotel Sheraton.
Fiquei espantado com a quantidade de pessoas, e principalmente com a quantidade de pessoas usando algum smartphone top de linha (com Android claro) no mesmo ambiente. Ambiente esse que tocava música 8 bits dos video games antigos (bons tempos… =) ). E para começar o evento e dar início a maratona de palestras, o CTO do Google pessoalmente ministrou o KeyNote.
O KeyNote deixou todo mundo bem curioso sobre o que estava por vir ao longo do dia nas palestras separadas por tracks como Android, Google AppEngine, Google Chrome e talvez o mais esperado Html 5.

Android



Nada de muito novo com as palestras sobre Android. O pessoal do Google fez questão de manter o suspense sobre qual seria a versão do novo Android (Ice Cream Sandwich), mas que agora já foi revelado que será a 4.0.
Foram feitas algumas palestrar sobre usabilidade de Apps para Android, e passado bem por cima as features novas da plataforma, dentre elas o que acredito fosse o mais esperado é a integração total entre celulares e tablets, ou seja, o mesmo apk para ambos os dispositivos.
Para tornar fácil tal integração, foi adicionado o conceito de Fragment, que nada mais é do que uma porção específica da interface do dispositivo, que varia de acordo com o tamanho da tela. Por exemplo um tablet, pode possuir 3 Fragments padrão, sendo um uma barra de tarefas, outro uma listagem e um uma área de trabalho todos mostrados ao mesmo tempo, mas a mesma aplicação em um celular iria do Fragment de listagem para o Fragment com a área de trabalho por meio de uma transição, pois não cabem os 3 fragments na tela ao mesmo tempo.
Falou-se muito de In App Billing, ou seja, compra de artefatos dentro das próprias aplicações e não diretamente no market. Foram mostrados números bem convincentes, como por exemplo: do top 10 de aplicações mais rentáveis na AppMarket, 9 usam In App Billing. Números no mínimo tentadores para arriscar com a tecnologia.
Acredito que o Google tem muito mais novidade guardada para o Android, mas não falaram nada no GDD, porque o foco do evento foi outro, como veremos.

Google AppEngine



A procura pelas palestras sobre AppEngine foi muito grande, tanto que não consegui entrar em uma delas pois a sala lotou logo depois do anúncio do começo do evento.
O Google definitivamente acredita que seu Cloud é o futuro no que diz respeito a hospedagem de serviços para as Apps Mobile. O foco principal no GDD foi mostrar como que é fácil desenvolver para a AppEngine todos os tipos de aplicativos, incluindo jogos (foi reservada uma palestra apenas para falar de jogos usando a AppEngine).
Acredito que a intenção do Google é difundir mais o uso da AppEngine aqui no Brasil. Acredito que apesar do crescimento que foi obtido, eles percebem que o crescimento pode ser muito maior. Não acompanhei muito o track sobre AppEngine, então não consigo entrar muito em detalhes sobre o que mais foi abordado.

Google Chrome



Eu não esperava que fosse ser dada tanta atenção ao Google Chrome como foi dada no GDD.
Em todas as palestras o Google Chrome era referenciado como principal porta de entrada para a Web e as novas tecnologias. Foram apresentadas ferramentas de produtividade e desenvolvimento para criar aplicativos específicos do Google Chrome.
Acredito que o Google está preparando terreno, e já quer ter em mãos muitos aplicativos compatíveis com o Google Chrome quando chegar a hora de lançar o Chrome OS. E o discurso deles é muito convincente para os desenvolvedores. Eu ouvi muita gente impressionada com as possibilidades e facilidades de desenvolver aplicativos Chrome.

Html 5

Html 5 foi a estrela do evento. Não tinha uma pessoa que os olhos não brilhavam ao ver o trailer de Era do Gelo em 3D no Youtube, ou alguns avatares dançando conforme a música que tocava no ambiente de maneira dinâmica. E todo mundo ficou impressionado quando descobriu que todos os slides de todas as palestras estavam sendo passados no Chrome, e foram feitos em Html 5.
Foram mostradas muita features de Html 5 que ainda estão em teste, e que não necessariamente irão dar certo, mas a idéia não era conseguir algum tipo de vantagem, e sim mostrar o potencial do que está por vir.
Foi apresentado um framework muito interessante em Java: PlayN!. Uma biblioteca para construir jogos que podem ser jogados em Html 5, Android ou até mesmo Java nativo.
Muitas melhorias com tratamento de áudio e vídeo foram mostradas, e do jeito com que os palestrantes demonstraram, é difícil não acreditar que Html 5 ditará o ritmo das aplicações Web em um futuro próximo.





Espero que eu tenha despertado a curiosidade de alguns sobre as tecnologias do Google e da Comunidade que estão por vir. E de uma coisa eu estou convencido, preciso conhecer mais Html 5 :) .

Por @Gust4v0_H4xx0r

Out 20

Android 4.0

Escrito por Fabio da Silva em 1, 2.0, 4, 6, Android, AR, BI, blog, Blogs, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, Google, if, mg, mobile, News, O, on, Ria’s Geral, SmartPhone, Ved @ 10 20th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
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O Google liberou o Android 4.0, codinome Ice Cream Sandwich ou ICS.


Veja mais:
Android 4.0 unifica o SO para tablets e smartphones e abre novas frentes para os desenvolvedores


Out 17

2 vagas para desenvolvedor Flex sênior

Escrito por Fabio da Silva em 1, 2.0, 4, 6, Air, AR, BI, blog, Blogs, C#, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Flex, framework, Google, IE, int, mg, mvc, O, Office, on, Ria’s Geral, Tech, Tecnologia, UI, Vagas, Ved, web @ 10 17th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
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A Integritas Tecnologia oferece 2 vagas para desenvolvedores sênior, em tempo integral para um projeto Flex, modalidade home office.


Requisitos:
1) conhecimento de algum framework MVC, de preferência, Swiz.
2) desenvolvimento de aplicações Web e AIR


Por favor, enviem currículos para rh@integritas.com.br .

Out 10

Adobe Max 2011: Open your mind

Escrito por DClick Team em 1, 2.0, 3d, Adobe, Adobe Max, Air, análise, Android, Aplicativos, app, apple, AR, arte, BI, browser, C#, cliente, código, código fonte, comunidade, conferência, css, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Desktop, developer, DRE, Dreamweaver, err, Experiência do Usuário, facebook, Ferramenta, flash, Flex, fonte, for, Formação, Formulário, Formulários, futuro, game, Google, html, html 5, IE, int, jogo, JQuery, Microsoft, novidade, Novidades, O, on, padrão, Palestra, Pessoal, problema, progress, ps3, RIA, Ria’s Geral, S+S, SDK, Sugestões, tag, TAT, Tecnologia, Teste, tv, Twitter, UI, Vários, Ved, vs, XP, zend @ 10 10th, 2011 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
DClick Team
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Twitter!

Esta foi a 7a edição da Adobe Max que pude acompanhar pessoalmente. Posso dizer com propriedade que está foi a Max que menos vi novidades, mas talvez foi a mais importante que tive a oportunidade de participar. Antigamente ficava colocando novidades técnicas. Agora pretendo fazer você pensar.

No ano passado estava muito forte a velha estória de Flash vs Html 5 e, de certa maneira, isso ainda persiste na mente de muitas pessoas. Ficou muito claro que para a Adobe isso não é um problema. Não podemos esquecer que na essência, a Adobe é uma empresa que desenvolve ferramentas para facilitar a vida de Designer, Arquitetos de Informação, Developers etc. A Adobe nunca foi contra o Html 5, inclusive ela sempre fez parte do W3C participando da definição dos padrões do Html 5. Vi progressos de ferramentas como o Adobe Edge e integrações do Dreamweaver com JQuery e PhoneGap muito interessantes. Alias a Adobe comprou a PhoneGap como vocês já sabem.

Mas e o flash? Confesso que no meio da conferência coloquei no twitter: “Acho que pela primeira vez o flash vai morrer”. Disse isso vendo as maravilhas que a Adobe estava mostrando com CSS e Html 5 e algumas sugestões que eles estavam fazendo para o W3C. Depois analisei com mais calma e acho que me precipitei. O flash tem um longo caminho pela frente, mas acho que ele vai ocupar espaços específicos. Vejo o flash usado em totens, aplicações com consumo grande dados, que abusem de processamento (flash agora usa GPU), aplicações internas específicas, games, 3D etc. Veja esta experiência: http://www.nissan-stagejuk3d.com/. Isso ainda vai ser flash por um bom tempo.

Na conferência vimos os melhores games rodando em Flash. Esse é um caminho sem volta e quem sabe no futuro você não precise mais de seu PS3 ou Xbox e faça isso na sua próxima TV com flash ou no seu próprio micro. Também vimos a Adobe muito bem posicionada para o desenvolvimento de apps para dispositivos móveis. Um código fonte para iOS e Android, só a Adobe consegue isso hoje. Até conseguimos fazer apps com html 5 e CSS, mas os apps desenvolvidos com as ferramentas da Adobe nos dão uma performance melhor. Além de tudo, desenvolvimento para desktop com AIR também é imbatível e agora com Native Extensions, o céu é o limite.

Ficou claro que aplicações tradicionais com formulários e transações serão em Html 5. Eu já fui em vários clientes e pergunta era sempre a mesma: “Funciona no iPad?”. Sabemos que o certo seria fazer um app específico e que os tablets e dispositivos móveis requerem iterações específicas. Mas nossos clientes e usuários querem acessar suas aplicação do seu browser de qualquer lugar e de qualquer dispositivo.

Então é isso? E a compatibilidade do browser? E a facilidade do SDK do Flex? E a carga de testes vai aumentar? A resposta é que esse é um caminho sem volta. E o melhor de tudo é que isso é uma grande oportunidade para todos. Vamos sim enfrentar o velho problema de compatibilidade de browsers, fabricantes e desenvolvedores de browsers querendo cada um “impor” o seu padrão. Mas quando grandes como Microsoft, Apple, Google, Facebook e Adobe dizem que este é o caminho, é melhor refletirmos sobre isso. Até grandes desenvolvedores da comunidade Flex falam sobre isso. Vi uma palestra do Grant Skinner sobre um jogo que ele fez em html 5 usando canvas.

Na DClick nós sempre falamos que a tecnologia é meio. O mais importante é a solução e a experiência do usuário. Se para o usuário não acessar sua aplicação de um tablet ou um celular é um problema, isso é um problema de experiência. Somos muito conhecidos pelo uso do Flex e Flash e temos muito orgulho disso, mas Html 5, JQuery, CSS etc, também são realidade para nós. Novamente, tecnologia é meio.

Para mim, não existe tecnologia “matadora” para tudo. Cada problema tem a melhor solução. Cada tecnologia tem seus prós e contras. Não perca o seu tempo “pixando” uma ou outra tecnologia. Veja o que cada uma pode trazer de benefício para você, seus aplicativos e seus clientes. Estude. E o mais importante, Seja feliz!

Out 6

Steve Jobs, 1955 – 2011

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 2.0, 4, 6, app, apple, AR, bar, BI, blog, C#, Carreira, demo, Desenvolvedor, Desenvolvimento, Design, efeito, Experiência do Usuário, for, Google, ide, if, int, lista, Mac, map, Mercado, mg, Microsoft, News, O, on, Outros, produto, pronunciamento, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, silverlight, Software, Sun, TAT, Tecnologia, Teste, Touch, Twitter, UI, UX, Ved, web, window, windows, XP, zend @ 10 6th, 2011 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | Sem comentários
Kelps Sousa
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Não sou um Mac, sou um PC, mas isso não muda em nada o fato de que o mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje, com a perda de Steve Jobs para um câncer de pâncreas.

Homenagem na Wired.com ?  Steve Jobs Nota na Apple.com sobre o falecimento de Jobs.

Desde quando comecei minha carreira como desenvolvedor, em 2000, eu trabalho com PCs e tecnologia primariamente da Microsoft, então acho que deve ser no mínimo estranho me ver fazendo aqui um post sobre o falecimento de Steve Jobs, mas ninguém pode negar que ele revolucionou todo o mercado de tecnologia.

Minha carreira começou como programador web, mas eu sempre me interessei bastante em fazer as coisas de forma a serem simples para o usuário (e se possível, para o desenvolvedor também). Na época esse conceito não tinha um nome nem era muito difundido, mas hoje chamamos de UX (experiência do usuário). Em toda minha carreira eu me dediquei a criar software seguindo o que considerava a melhor experiência possível. Comecei a focar mais intensamente nessa área a partir de 2007, com o surgimento do Silverlight e a crescente atenção dada pelo Microsoft ao assunto. Hoje, sou o especialista de UX e novas tecnologias na empresa onde trabalho e adoro o que faço. Devo muito ao Steve, pois se há alguém responsável por UX finalmente ter se tornado um assunto importante, ele foi esse alguém.

O único iProduto que tenho é um iPod Touch, que foi comprado 6 meses atrás quando eu estava ajudando em um projeto para portar uma aplicação de iOS para Windows Phone 7. É um bom aparelho e não me arrependo da compra, mas uso apenas para jogar e fazer testes de desenvolvimento.

Apesar de eu não ser muito fã da linguagem de design dos softwares da Apple, é impossível negar o impacto que eles têm no nosso mercado atual. Steve mudou o mundo ao mostrar que a experiência do usuário é o mais importante, não a tecnologia. As coisas devem ser fáceis de usar, simples de entender, práticas e belas ao mesmo tempo. Se não tiver esses 4 requisitos, não terá o sucesso que poderia ter.

A morte de Steve serve também para mostrar que ele era humano, como nós. Um humano extraordinário, mas humano, o que significa que todos temos esse potencial de mudar o mundo, fazer a diferença, mas apenas poucos conseguimos.

Para mostrar como Steve Jobs foi importante, basta olhar para quem já fez algum pronunciamento sobre seu falecimento e prestar atenção na mensagem que cada um tentou passar: Bill Gates, Barak Obama, Michael Bloomberg, Steve Wozniak, e muitos outros que nem dá pra citar aqui.

Por tudo isso, obrigado Steve. O mundo ficou um pouco mais feio e triste hoje. Meus mais sinceros sentimentos a todos seus amigos e familiares. Descanse em paz.



Out 5

Vaga para arquiteto/desenvolvedor Drupal

Escrito por Fabio da Silva em 1, 4, 6, AR, Arquitetura, BI, blog, Blogs, C#, cliente, Desenvolvedor, Google, IE, int, mg, O, on, Ria’s Geral, S+S, Tech, Tecnologia, Tema, UI, Ved, XP @ 10 5th, 2011 | via http://fabiophx.blogspot.com | Sem comentários
Fabio da Silva
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A Integritas Tecnologia tem 1 vaga para arquiteto/desenvolvedor Drupal. Temos um projeto em andamento, com um cliente, e precisamos de um desenvolvedor experiente em Drupal (versões 6 e/ou 7), com bons conhecimentos de arquitetura para participar de discussões sobre alternativas de implementação de módulos de integração e temas com o cliente. É necessário bom inglês para conversação.

Por favor, enviem currículos para rh@integritas.com.br .

Set 24

Gestão 3.0 – Para Líderes Ágeis – Parte 1

Escrito por Edgard Davidson em .NET, 1, 2.0, 4, Agile, AR, arte, auto, BI, bug, C#, camp, Componente, Componentes, control, cultura, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Desenvolvimento de Software, developer, dynamic, economia, err, exemplo, for, game, gestão, ide, IE, if, int, jogo, Jogos, Livro, Mestrado, mg, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, Projetos, pt, rest, RIA, Ria’s Geral, S+S, social, Software, Tema, UI, Ved, XP @ 09 24th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
Edgard Davidson
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Ol? Pessoal.

Este post ? o primeiro de uma s?rie de posts que pretendo publicar, em formato de resenha, sobre “livros que estou lendo“. Como partida, fiz a primeira de v?rias outras do livro Management 3.0 Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders. O livro pretende mostrar como ser um bom gerente ?gil. A base para isso ? o entendimento sobre pessoas e sistemas e a maneira como as pessoas pensam sobre sistemas. Antes de tudo, os gerentes devem compreender como sistemas sociais funcionam.

Introdu??o

GEST?O 1.0 = HIER?RQUICA

Representada por organiza??es hierarquizadas, onde o comando parte da alta ger?ncia funcional, de cima para baixo. Aqueles que est?o no alto da hieraquia tem altos sal?rios, grandes egos. em contrapartida, aqueles que est?o na base da hierarquia normalmente tem baixos sal?rios, poucas responsabilidades (especializado), e pouca motiva??o para fazer um bom trabalho. Fortemente baseada nos modelos fordistas e tayloristas do in?cio do s?culo. Sua gest?o ? focada no comando controle.

GEST?O 2.0 = MODISMO

S?o as organiza??es essencialmente “Gest?o 1.0”, mas que cont?m pessoas que j? perceberam que esse modelo n?o funciona bem “fora da caixa”. Ent?o s?o criados v?rios modelos adicionais de servi?os e processos como BSB, six-sigma, ITIL, Cobit, Qualidade total, entre outros.

GEST?O 3.0 = COMPLEXIDADE

? uma ger?ncia que percebeu que a organiza??o ? uma rede, formada por pessoas, seus relacionamentos e sua complexidade social e n?o por divis?es funcionais hier?rquicas. Abomina o comando-controle e advoga por uma cultura de lideran?a, hol?stica, org?nica, enxergando a organiza??o como um sistema (complexo) vivo e n?o apenas como uma m?quina.

Por que as coisas n?o s?o t?o simples?

CAUSALIDADE

O determinismos causal infere que as coisas que acontecem hoje s?o causadas por outras coisas que aconteceram antes. Podemos utilizar o determinismo causal, por exemplo, para prever com precis?o quando ser? a pr?xima vez que o cometa Halley passar? pr?ximo da atmosfera terrestre, com base na ?ltima vez que ele passou. Nesse sentido, o determinismo causal habilita que os desenvolvedores ? projetar, planejar e prever tudo o que dever? ser feito no projeto de desenvolvimento de software. Se abstra?rmos qualquer problema de bug, altera??o de requisitos ou cat?strofe interplanet?ria, a causalidade pemite prever com bastante precis?o. Pena que n?o podemos utilizar tamb?m c?lculos astron?micos para determinar a complexidade sist?mica onde projetos de software est?o inseridos. lol.

COMPLEXIDADE

Complexidade n?o tem rela??o com v?rias coisas pra fazer simultaneamente ou com em fazer coisas grandes, a complexidade ? intr?nseca. N?o obstante, v?rias teorias como por exemplo: teoria dos sistemas din?micos (Dynamical systems theory), teoria do caos (chaos theory), teoria dos jogos(game theory), tentam explicar por que alguns fen?menos s?o imprevis?veis e n?o podem ser calculados apenas com a experi?ncia e observa??es emp?ricas. O campo da ci?nica que estouda esses fen?menos ? nomeada como teoria da complexidade (complexity theory).

A teorias da complexidade, de certa forma, ? um “conforto” para gerentes, lideres de time e gestores em organiza??es que desenvolvem software. Isso significa que nem tudo est? perdido, h? um novo paradigma cient?fico, baseado na complexidade de sistemas, que ajuda a entender o problema da volatilidade e incertezas em desenvolvimento de softwares.

REDUCIONISMO

O reducionismo ? a abordagem que se baseia na desconstru??o de algo em partes menores, para analis?-las e a? sim entender o todo,. Entendimento do sistema pelo entendimento das partes. Essa t?cnica pode ser utilizada, por exemplo, para desconstruir um computador para entender como ele funciona, para dissecar um animal para entender como seus org?os internos funcionam. No entanto, em algumas ?reas, onde a imprevisibilidade ? uma constante, a utiliza??o da abordagem reducionista n?o ? capaz de determinar, por meio da desconstru??o e an?lise das partes, o entendimento do todo. Enquadra-se nisso, estudos sobre: organismos, consci?ncia humana, as economias, climas, e projetos de software

HOLISMO

O Holismo ? a ideia de que o comportamento do sistema n?o pode ser completamente determinado pelos seus componentes isolados. A vis?o hol?stica pode ser vista como o oposto ao reducionismo, onde a vis?o do sistema como um todo determina comportamentos importantes para ele.

GERENCIAMENTO ?GIL

Uma das bases do desenvolvimento ?gil de software est? na teoria da complexidade. Os valores e princ?pios ?geis corroboram para reconhecer que o determinismo causal ? insuficiente para entregar projetos de sucesso. Conceitos bem conhecidos como auto-organiza??o, multi-disciplinaridade, autonomia s?o oriundos da ci?ncia da complexidade.

O MODELO DA GEST?O 3.0

O modelo da gest?o 3.0 mostra como gerenciar equipes sabendo que os sistemas s?o complexos, n?o lineares, n?o previs?veis e carentes de adaptabilidade. Para o entendimento de sistemas complexos, ? necess?rio, a priori, uma vis?o hol?stica do todo como objetivo de estudar a complexidade social. A gest?o 3.0 ? um modelo de gest?o ?gil que aplica a teoria dos pensamentos complexos (complexity thinking) em equipes de desenvolvimento de software ?gil. Sob o olhar do pensamento dial?tico, esse modelo compreende os encalsos do reducionismo no ambiente de desenvolvimento de software (tese), aceita a oposi??o e acredita em uma vis?o hol?stica, sist?mica e social (ant?tese), para criar uma nova ideia denominada gest?o 3.0 (s?ntese). A figura abaixo ilustra o modelo de gest?o 3.0.

Set 21

RJ – ANALISTA DESENVOLVEDOR FLEX PLENO

Escrito por Eduardo Kraus em AR, C#, Desenvolvedor, economia, Flex, int, lista, Mate, O, on, RIA, Ria’s Geral, super(), TAT, UI, uint, Ved @ 09 21st, 2011 | via http://blog.mxml.com.br | Sem comentários
Eduardo Kraus
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A Empresa avantiprima (www.avantiprima.com.br) esta com a seguinte vaga aberta.
RJ – ANALISTA DESENVOLVEDOR FLEX PLENO
Escolaridade:
- Ensino Superior Completo ou Cursando em Ci?ncias da Computa??o, Engenharia, Administra??o, Economia, Estat?stica, Matem?tica ou …

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