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Mai 5

Vídeo aula sobre GitHub

Escrito por Edgard Davidson em 1, 6, AR, C#, control, err, Ferramenta, git, ide, IE, O, on, RIA, Ria’s Geral, Tema, Tutorial, Vídeo, Video Aula, Vídeos @ 05 5th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Tutorial sobre a Ferramenta de Controle de Versão GitHub.

Desenvolvido por Alan Soares, Ronaldo Gomes e Ronnie Alves.

Turma de ADS – 5º A – Centro Universitário UNA-UNATEC

Disciplina: Auditoria e Qualidade de Sistemas

Video Aula GitHub from Allan Soares on Vimeo.

Mai 5

Creative Suite 5.5 conheça as novidades!

Escrito por Lucas Marçal em 1, 6, Adobe, Air, app, AR, BI, blog, Destaque, DRE, Dreamweaver, flash, for, mobile, O, on, Pessoal, RIA, Ria’s Geral, Tutoriais, tv, UI, Vídeo, Vídeos @ 05 5th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
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Salve pessoal

Estou com muito pouco tempo para postar aqui no blog (só para variar) por esse motivo decidi postar aqui os vídeos da Adobe.tv que eu tenho visto, espero que ajude vocês!

Dreamweaver cs5.5 Native Mobile Application

What’s new in flash professional cs5.5

Flash Professional cs5.5 – publishing content to IOS devices

Developing for IOS with AIR 2.6

Mar 9

Iniciando um projeto utilizando Gaia Framework

Escrito por Lucas Marçal em 1, 2.0, 4, 6, action, Actionscript, ActionScript 3, Actionscript 3.0, Adobe, Air, Animação, Apresentação, AR, as3, auto, BI, blog, botão, camp, class, classe, classes, código, configuração, contextMenu, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Destaque, developer, Download, dynamic, exemplo, Exemplos, facebook, flash, Flash Player, for, framework, gaia, game, IE, if, image, imagens, Iniciando, int, library, Linha de Código, Links, lista, menu, mg, O, on, Outros, painel, Pessoal, PHP, player, processo, Projetos, pt, RIA, Ria’s Geral, SEO, site, Software, Sun, swf, tag, TAT, template, Tutoriais, Tutorial, Twitter, UI, uint, Ved, Vídeo, Vídeos, window, XML, XP @ 03 9th, 2011 | via http://www.lucasmarcal.com.br/blog/ | Sem comentários
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Salve pessoal
Estou voltando à ativa nesse blog, espero que agora eu encontre tempo para criar os tutoriais.

Inicialmente gostaria de deixar claro que o foco desse blog não é o público que eu chamo de “Hard ActionScript Developer” o meu foco são aqueles desenvolvedores que estão iniciando ou que são intermediários no mundo do Actionscript 3.0, então nem sempre vamos focar no “melhor código” para os exemplos, mesmo porque eu nem teria tempo para fazer isso, na verdade a minha intenção e abordar superficialmente algumas coisas que vejo no meu dia-a-dia e apresentar coisas realmente usuais para todos.

Dito isso, fica claro que não tenho a intenção de criar uma metodologia definitiva para desenvolvimento, então pegue leve nas críticas =)

Hoje vamos falar sobre a utilização do Gaia Framework para desenvolvimento de pequenos projetos (games, hotsites etc…)

O que é o Gaia Framework?

O Gaia Framework é um projeto Open-Source para Actionscript 2.0 e 3.0 que visa facilitar sua vida na hora de desenvolver projetos em Flash, ele reduz drasticamente o tempo que você leva desenvolvendo, pois cria automaticamente alguns dos processos comuns a qualquer site em Flash.
Com o Gaia Framework é possível criar sites usuais em flash em pouco tempo com características que você levaria horas para fazer tais como:

1. Navigation
2. Transitions
3. Preloading
4. Asset Management
5. Dynamic Font Loading
6. SEO
7. DeepLinks

Para maiores informações e detalhes sobre o que é o Gaia Framework acesse o site

Instalando o Gaia Framework

Acesse o site e faça download do arquivo MXP do Gaia Framework, feito isso clique duas vezes no arquivo para instalar. Abra o Adobe Flash Cs5 e vá na aba Help > Manage Extentions ,certifique-se que o Gaia Framework esteja instalado corretamente como na imagem abaixo:

Pronto, agora o seu Adobe Flash Cs5 já está pronto para trabalhar com o Gaia Framework.

Instalando Gaia Site Creator

O Gaia Site Creator é um aplicativo AIR que facilita ainda mais o desenvolvimento com Gaia Framework ele irá nos ajudar na hora de criar o arquivo “site.xml” que define as “paginas” que nosso site em Flash vai ter, sobre esse arquivo XML vamos falar nas próximas aulas, por hora apenas acesse o site e instale o Gaia Site Creator.

Criando 1º projeto com Gaia Framework

Com o Adobe Flash Cs5 aberto vá na aba Window > Other Panels > Gaia Framework
Uma janela como essa vai se abrir para você:

1. Criar um novo projeto em Actionscript 3.0
2. Criar um novo projeto em Actionscript 2.0 (sai fora, credo!)
3. Importar um projeto existente
4. Fazer uma doção para o Steven Sacks =)
5. Lista de projetos criados (ainda em branco)

Esse é o painel que você vai trabalhar durante todo o tempo de desenvolvimento com o Gaia Framework aconselho você a deixar ele em um lugar de fácil acesso durante o desenvolvimento.
Agora é a hora de começarmos realmente a desenvolver utilizando o Gaia Framework, com o painel do Gaia Framework aberto clique no botão “Create AS3″ e configure como a imagem abaixo:

1. Nome do projeto que vamos desenvolver
2. Pasta raiz do projeto
3. Versão do Flash Player que esse projeto vai ser compilado
4. Versão do Gaia Framework e do Greensock (motor de animação) utilizado
5. Tamanho do Stage, Framerate e cor
6. Estrutura de pastas criada pelo Gaia Framework aconselho a deixar dessa forma
7. Tipo de projeto utilizado, nesse exemplo vamos usar o FlashDevelop para desenvolver

Com todos esses requisitos preenchidos clique no botão “Create New Project” para criar o projeto do Gaia Framework.
Pronto, o Gaia Framework acabou de criar a estrutura básica para trabalharmos o projeto veja como ficou nossa estrutura:

1. Arquivo de configuração do Gaia Framework
2. Arquivo de projeto do FlashDevelop
3. Pastas com arquivos publicáveis (swf, imagens, XML…)
4. Pasta com os arquivos FLAs
5. Pasta com os arquivos .as
6. Pasta com os templates (não vamos usar mais não delete)

Agora é hora de configurar o arquivo “site.xml” que determina quais “paginas” serão criadas em nosso projeto, lembra do nosso amigo Gaia Site Creator? Então é hora de iniciar ele, com o Gaia Site Creator aberto importe o arquivo “site.xml” que se encontra dentro da pasta “bin>xml” o arquivo deve aparecer como na imagem abaixo:

Essa é a estrutura básica que o Gaia Framework cria para o projeto, porém, não é a estrutura que vamos usar para esse projeto inicial siga os próximos passos para configurar corretamente o arquivo “site.xml”
Clique no item “home” e no item “id:nav” e arraste eles para o campo vermelho chamado “drop here to delete” como mostra a figura abaixo:

Configurando um projeto de portfólio dentro do Gaia Site Creator

O item “id:index” funciona como uma “Main page” ele é o root do nosso aplicativo(existe ainda uma classe chamada “Main.as” mas vamos falar sobre ela depois. Nesse projeto todas as paginas serão filho da pagina “índex.fla”

Para criar um novo “filho” no arquivo “site.xml” você deve clicar na aba “assets” do Gaia Site Creator e arrastar o item “New Page” para dentro do item “id:index” e depois configurar algumas propriedades como mostra na figura abaixo:

1. Nome utilizado posteriormente para acessar essa pagina
2. Nome do arquivo swf que será criado quando o Gaia Framework for compilado
3. Titulo da “pagina” quando esse arquivo for acessado

A descrição para as outras configurações desse arquivo não serão abordadas nesse momento e podem ser encontradas nesse link

Antes que eu esqueça de dizer esse projeto vai ser um portfólio de um Flash Developer como eu e você então a estrutura de paginas vai ser como mostra a imagem abaixo:

1. Pagina de apresentação
2. Perfil do desenvolvedor
3. Portfólio
4. Fotos
5. Vídeos
6. Contato

A minha intenção com esse tutorial é que posteriormente eu mostre como trabalhar com algumas classes que utilizo então podemos explorar integrações com Twitter, Flickr, Youtube etc… Esse projeto vai servir como base para outros tutoriais.

Criada essa estrutura dentro do Gaia Site Creator clique na aba “file > Export > ExportSiteXML” e sobrescreva o arquivo “site.xml” com essa nova configuração, abra esse arquivo dentro do software Flash Develop (imagino que você já esteja utilizando ele para desenvolver seus projetos) a estrutura do arquivo “site.xml” ficou da seguinte forma:

Se você seguiu todos os passos que descrevi acima, abra novamente o Adobe Flash Cs5, com o painel do Gaia Framework aberto vá até a aba “scaffold” e clique em “scaffold project”.

Ele vai criar todos aqueles arquivos que configuramos no “site.xml” dentro da pasta de projeto, aguarde os arquivos serem criados/compilados, ao final desse processo ele vai abrir uma aplicação como na figura abaixo:

Agora no painel do Gaia Framework a aba que ficou marcada é “Publish” clique no botão “save” que fica no canto direito superior para salvar esse projeto. Agora na lista de projetos criados você tem todos os projetos que está trabalhando no Gaia Framework como mostra uma visão dos meus projetos na figura abaixo:

Clique duas vezes sobre o projeto que estamos trabalhando, vá até a aba “publish” clique na pasta “lib” e veja que todos os arquivos configurados no “site.xml” foram criados dentro do projeto como mostra a figura abaixo:

1. Esse botão deve ser usado sempre que você fizer alterações nos arquivos, não adianta apenas dar um CTRL+Enter no arquivo é preciso clicar nesse botão para compilar os arquivos marcados na lista, caso algum arquivo não esteja marcado ele NÃO vai compilar o arquivo
2. Botão abre a pasta raiz do projeto
3. Lista de arquivos do projeto
4. Esse botão sincroniza as modificações feitas no arquivo “site.xml” e vamos tratar disso nos próximos tutoriais

Clique no botão “Test Project” para ver o resultado desse tutorial, lembrando que essa tela preta que aparece é fruto de uma configuração inicial feita pelo Gaia Framework, se você abrir por exemplo a pagina “home.fla” não vai ver nenhum “asset” dentro dela ou da library, não se assuste vamos tratar desses e de outros assuntos no próximo tutorial.

Nesse tutorial não vamos abordar o desenvolvimento do menu do site, então para navegar no projeto feito até aqui utilize o botão direto do mouse e clique no ContextMenu para navegar entre as paginas.

Conclusão

Nesse tutorial eu abordei os aspectos básicos para desenvolver usando o Gaia Framework, veja que não fizemos nenhuma linha de código, mas não se engane existem muitas coisas para aprender ainda.

No próximo tutorial vou falar sobre a estrutura de pastas criadas pelo Gaia Framework e como iniciar nosso projeto com as modificações em Actionscript 3.0 ou seja, prepare-se para programar no próximo tutorial.

Arquivos utilizados no tutorial

Baixar

Resultado desse tutorial

Link

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Uma abraço a todos, divulguem esse tutorial!

Fev 13

Introdução a Teste Unitário – Junit

Escrito por Edgard Davidson em 1, 4, 6, AR, auto, blog, class, classe, código, código fonte, desempenho, fonte, int, Introdução, O, on, Pessoal, Ria’s Geral, Teste, Vídeo, Vídeos @ 02 13th, 2011 | via http://edgarddavidson.com | Sem comentários
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Olá Pessoal!

Neste vídeo (cinema mudo),  mostro uma introdução a teste unitário com Junit.  No vídeo é implementada uma calculadora e é realizado o teste unitário para todos os métodos da classe. Para tanto, existe um caso de teste simples que é utilizado como roteiro para os testes.

Introdução a Teste Unitário – Junit from Edgard Davidson on Vimeo.

Veja também os vídeos relacionados no blog:

  • Teste unitário com JUnit.
  • Automatização de Testes de Desempenho com JUnitPerf

Baixe o código fonte deste projeto neste link.

Baixe o caso de teste neste link

Jan 19

O Adobe Flex

Escrito por SamuelFacchinello em .NET, 1, 4, 6, Adobe, Adobe Flex, Air, Animações, app, AR, BI, blog, Blogs, C#, chrome, comunicação, Dica, Dicas, Download, efeito, efeitos, empresas, err, exemplo, Exemplos, explorer, Ferramenta, firefox, flash, flash builder, Flex, for, free, gc, Google, grátis, html, ide, IE, int, interface, internet, Java, labs, mg, Microsoft, O, on, online, Pessoal, PHP, player, Plugin, produto, programação, RIA, Ria’s Geral, S+S, serviço, Serviços, TAT, Tech, Tema, Teste, Treinamento, Tutoriais, UI, Vídeo, Vídeos, web, Webservice, window, windows, XML, XP @ 01 19th, 2011 | via http://desenvolvendoemflex.blogspot.com/ | Sem comentários
SamuelFacchinello
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Olá!!

Bom, vamos começar do começo!!! Aqui vou explicar um pouco sobre o Adobe Flex e suas maravilhas.
Començando…

  • O que é o Adobe FLEX??
É uma linguagem de programação baseada na plataforma Flash da Adobe (mas não se engane, o Flex não é para fazer animações com “linha de tempo”, Adobe Flex é para fazer Sistemas Web).
Hoje, o flex não é uma ferramenta muito conhecida entre as empresas que utilizam sistemas na web, mas isso já está mudando, graças a empresas e/ou pessoas que estudam mais e mais para sempre inovar com seus produtos e serviços.

  • O que o Flex tem de bom?

O Flex é famoso pela sua rica interface gráfica, pela sua facilidade de aprendizado, também pela facilidade de comunicação com outras linguagens (JAVA, PHP, etc) seja por Xml, WebService, RemoteObject, etc. Ele tem efeitos e transições que deixam o usuário final maravilhado com a interface das aplicações desenvolvidas com essa ferramenta.

  • Como começo??

É muito fácil de aprender a desenvolver em Flex, para começar você deve fazer o download do Flash Builder (versão teste por 60 dias) aqui (você também pode solicitar uma licença estudante para não comerciais aqui).
É só instalar e começar a se divertir. :D
*Para rodar as aplicações desenvolvidas em Flex, precisa de um navegador (firefox, chrome, ie, opera, etc) e o plugin do FlashPlayer instalado.
A própria Adobe disponibiliza um treinamento grátis (em inglês) das funções básicas do Flex, esses vídeos podem ser visto aqui.

  • Exemplos de aplicações

A muitos exemplos espalhados pela internet, mas existe o Tour de Flex que pode ser instalado logo abaixo (versão em AIR) ou então clicar aqui e ver a versão online.

<p>&amp;amp;amp;lt;p&amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;p&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;Con&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/p&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;lt;/p&amp;amp;amp;gt;</p>

  • Conclusão

A principio é isso pessoal, em breve novos posts com dicas e tutoriais.
Qualquer dúvida é só entrar em contato.

Abraço, Obrigado.

Dez 15

Silverlight 5

Escrito por Alexandre Tadashi em .NET, 1, 4, 6, Air, Aplicativos, AR, arte, BI, blog, Blogs, browser, busca, class, classe, comunidade, control, Curso, Cursos, dados, Desenvolvimento, Desktop, Destaque, Download, event, Evento, events, exemplo, for, Google, IE, if, int, lista, mg, Microsoft, Microsoft Silverlight, NaN, News, Notícias, novidade, Novidades, O, Office, on, Outros, rest, RIA, Ria’s Geral, Segurança, silverlight, site, Tecnologia, Twitter, Vídeo, Vídeos, XAML, XP @ 12 15th, 2010 | via http://alexandretadashi.net/ | Sem comentários
Alexandre Tadashi
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Durante o evento Silverlight Firestarter que ocorreu no dia 02 de Dezembro, foram apresentados novos recursos referente a próxima versão do Silverlight. A versão 5 da tecnologia ainda está em desenvolvimento, mas assim como aconteceu com as versões anteriores, ela promete chegar com uma série de melhorias e novos recursos, buscando sempre atender os pedidos da comunidade.
Assim como foi na versão atual do Silverlight, as evoluções nos recursos relacionados a áudio e vídeos são um destaque a parte, como por exemplo, o controle na velocidade dos vídeos e melhorias para a preservação do tom de áudio. No desenvolvimento de aplicações houve melhorias no Databinding, tornando a aplicação mais fácil de ser codificada via XAML, outra novidade interessante é que a nova versão traz uma nova classe de segurança que permite as aplicações executarem tarefas complexas sem sair do Browser, como por exemplo, acessar o Microsoft Office ou outros aplicativos desktop.
O fantástico recurso Pivot Viewer também está previsto para a nova versão do SKD do Silverlight, o Pivot Viewer é uma das grandes novidades do momento, ele permite criar coleções de dados que podem ser manipuladas visualmente.
No site do Tim Heuer você encontra uma lista com mais detalhes técnicos sobre os novos recursos previstos no Silverlight 5, a nova versão do Silverlight está previsto para 2011, enquanto não sai uma versão para download você poderá votar nas solicitações da comunidade ou sugerir novas funcionalidades no site http://silverlight.mswish.net/ .
Mais informações em?The Future of Microsoft Silverlight

Twitter: @atsh2

Nov 29

Segurança não e paranóia

Escrito por Kelps Sousa em .NET, 1, 4, 6, Android, AR, arte, auto, back, BI, blog, carregar, case, código, dados, Dicas, Download, e-book, entrevista, exemplo, Exemplos, for, futuro, Google, html, IE, int, Livro, Mac, map, Mate, mg, Microsoft, mobile, NaN, News, O, on, opensource, problema, Projetos, prova, pt, Revistas, RIA, Ria’s Geral, Segurança, SEO, server, serviço, Sugestões, tag, TAT, tv, Twitter, UI, uint, Ved, Vídeo, Vídeos, window, windows, windows 7, Windows Mobile, XAML @ 11 29th, 2010 | via http://kelps-sousa.blogspot.com/ | 2 comentários
Kelps Sousa
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Quem me segue no Twitter já deve estar sabendo que na última quarta-feira (24/11/2010) eu fui vítma de um sequestro relâmpago. Fui abordado à 3 quadras da esquina da Av. Jorge João Saad com a Av. Francisco Morato (muito cuidado se você mora ou trabalha na região). Fiquei como refém dos bandidos por quase 3h enquanto tentavam sacar e fazer compras com meus cartões de crédito e débito. Fora os gastos que fizeram nos meus cartões, levaram também o som do meu carro, meu celular e minha mochila que além do laptop tinha todos os meus carregadores, e-book reader, cabos de dados, headset, pen-drives e HDs externos. É sobre essa última perda que quero falar.

Graças a Deus não me machucaram. Os cartões têm seguro, vou recuperar o dinheiro perdido. O carro foi encontrado inteiro pela polícia na manhã seguinte (só levaram o som). Deixaram no carro todos meus documentos que estavam na carteira. Mas meu computador e, mais importante, os dados que estavam “espalhados” pela mochila (HDs, laptop e pen-drives e celular) eu não vou recuperar.

Os equipamentos em si serão repostos com o tempo (começei pelo celular). Mas os dados não. Como muitos de vocês, eu também não tinha o hábito de realizar backups com frequência e também não deixava meus dados criptografados pois achava que isso era exagero. Pois querem saber de uma coisa? Não é exagero!

Depois de todos os transtornos (BO, cancelamento de cartões, trocas de senhas…) o que mais me afetou nesse caso todo foi que:

  • Não recuperarei MUITOS dos dados que estavam naquela mochila, pois não tinham backup. Perdi fotos, músicas, vídeos, entrevistas gravadas para o xamlcast, projetos, documentos, exemplos de código, capítulos do livro que estou escrevendo…
  • Me sinto vulnerável pois os bandidos estão com acesso fácil à esses dados. Sei que provavelmente nada disso tem valor para eles e é pouco provável que façam algo, mas a sensação de vulnerabilidade não diminue por causa disso.
  • Aprendi a lição da forma mais cruel (e mais eficaz) possível. Estou escrevendo esse post para que vocês não precisem passar por isso para tomar providências e se previnir.

    O que aprendi com tudo isso?

    Backup

    Normalmente não fazemos backups ou não fazemos com frequencia pois “dá trabalho”. Pois bem, chega de ser preguiçoso. Estou sem dados agora por causa dessa preguiça e chegou a hora de levar isso a sério e resolver esse problema. Há muitas soluções de backup parcial ou totalmente automatizadas que invalidam essa desculpa então, mãos à obra.

    Após estudar algumas opções de backup, eu decidi que vou usar um Windows Home Server para a tarefa. Escolhi essa opção pois não terei que me preocupar com nada além de espaço de armazenamento depois que estiver configurado. Todos os computadores que eu comprar de agora em diante terão um plano de backup no Home Server e a vantagem é que para que o backup ocorra, basta que as 2 máquinas estejam na mesma rede. Além disso, tenho uma vantagem extra já que o Home Server também pode ser utilizado como central de mídia da casa, permitindo que eu assista a vídeos, ouça música ou veja minhas fotos de qualquer computador da rede ou até mesmo na minha TV, por meio do Xbox.

    Scott Hanselman fez alguns posts sobre o Windows Home Server que podem servir como um bom ponto de partida:

    • The Case of the Failing Disk Drive or Windows Home Server Saved My Marriage
    • Windows Home Server Unsupported Feature – Backup Duplication
    • Posts de Scott Hanselman marcados com a tag Home Server

    Criptografia

    Sim, a partir de agora vou criptografar todos os meus computadores, pen-drives e HDs externos. Se acontecer algo no futuro (espero nunca mais passar por algo assim novamente, mas nunca se sabe), ficarei tranquilo pois ninguém além de mim será capaz de acessar meus dados e eu poderei recuperar tudo dos meus backups (feitos no Home Server). Esse tipo de tranquilidade não tem preço.

    Após pesquisar um pouco, vi que há 2 opções interessantes de criptografia: o Bitlocker do Windows e o aplicativo opensource TrueCrypt. Decidi que vou usar o True Crypt pois tem uma criptografia mais alta, é extremamente seguro, open source, além do fato de o Bitlocker estar disponível apenas com a versão ultimate do Windows 7.

    O TrueCrypt é tão seguro que mesmo após 18 meses de tentativas, nem o FBI nem a CIA conseguiram burlar sua segurança para ajudar nossa Polícia Federal a ter acesso aos dados do banqueiro Daniel Dantas, acusado de crimes financeiros.

    Outra coisa interessante do TrueCrypt é que ele suporta emcriptação em hardware, se a sua CPU tiver suporte (processadores i5 e i7 têm), o que ajuda a diminuir qualquer possível perda de performance que possa ocorrer.

    Ande leve

    Perdi tudo pois estava tudo na minha mochila. É aquela velha mania de “talvez eu precise”. Pois acontece que quase nunca precisava de tudo aquilo. Minha mochila devia estar pesando uns 4Kg e eu posso dizer com segurança que 90% das vezes que precisei de algo dela no trabalho ou em qualquer outro lugar, foi para fazer algo que poderia esperar até eu chegar em casa ou que poderia ser feito de outra forma.

    Não vou mais carregar meu laptop para todo lugar (depois que comprar comprar um novo). Não vou mais deixar meus backups e originais juntos. Não vou mais carregar todos os meus gadgets se não for precisar deles.

    Próximos passos

    Agora quero ver esquemas de segurança para o celular. Eu tinha um MotoQ 11 com Windows Mobile 6.1. Estava com o serviço MyPhone da Microsoft que faz backups diários dos dados e memória do telefone, mas não fazia backup dos dados do cartão de memória (onde estavam alguns ítens que eu realmente não queria ter perdido). Como não levaram o meu chip, o esquema de localização, bloqueio e formatação remota do MyPhone não me foram úteis, mas o serviço me ajudou bastante mesmo assim.

    Como substituto provisório, estou com um LG Optimus One rodando Android 2.2. Ficarei utilizando esse aparelho até o meu Windows Phone 7 chegar, pouco antes do Natal (se tudo correr bem). Estou pesquisando quais são minhas opções tanto de criptografia quanto de backup para ambos os aparelhos. Aceitos sugestões.

    Outra coisa que me interessa é algum tipo de serviço que faça backup de dados remotamente ou na nuvem, de forma segura. Quero ter a maior cobertura possível do ponto de vista de segurança, daqui pra frente.

    Resumo

    Não brinquem com segurança. Não deixem pra depois. Façam seus backups hoje e, se possível, criptografem os dados, pelo menos os mais sensíveis também. Tomem cuidado. Fico triste e as vezes até desconsolado quando lembro de algumas coisas que perdi (principalmente dados) que não recuperarei. Não passem pelo que estou passando.

    Quero também aproveitar para agradecer a todos que me apoiaram e me enviaram palavras de consolo nesses últimos dias. Vocês não fazem idéia de como isso ajuda.



    Nov 29

    Introdução ao Flash Catalyst CS5

    Escrito por DClick Team em 1, 4, Adobe, AR, blog, Catalyst, class, Curso, Design, designer, flash, Flash Catalyst, for, git, IE, image, int, mg, O, on, portfolio, procura, Ria’s Geral, screen, Screencast, screencasts, site, Sun, TAT, Tecnologia, Twitter, UX, Vídeo, Vídeos, XP @ 11 29th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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    Bom galera, essa será uma série de Screencasts que visa explicar e mostrar as funcionalidades do FlashCatalyst CS5.

    Como comento no screencast ele é a última versão estável da Adobe, mas o Rafael Martinelli trouxe diretamente da AdobeMAX a versão do FlashCalyst Panini, que tem funcionalidades a mais porém ainda não foi lançado oficialmente, posteriormente estaremos tratando dele também.

    Espero que vocês gostem da sequência de screencasts sobre o assunto, estarei procurando começar com as funções mais básicas do Catalyst e vou aprofundando com o tempo. No final desse mini curso vocês serão capazes de gerar seu próprio site portfolio, com inserção de vídeos e tudo o mais.

    _________________________________________

    Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
    Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

    @eduardohorvath

    Nov 12

    MOLE HILL – FLASH

    Escrito por DClick Team em 1, 3d, 4, 6, Access, Adobe, Adobe Flex, Adobe Max, Android, api, Aplicativos, app, apple, AR, arte, Artigo, audio, Beta, BI, blog, Carreira, class, código, comunidade, conversor, Curso, Cursos, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Desenvolvimento, Design, designer, Diversos, Download, engine, err, erro, Experience Design, Experiências, flash, flash media, Flash Media Server, Flash Player, Flex, for, Formação, framework, Frameworks, free, FullScreen, futuro, game, git, Gráfico, html, html5, ide, IE, if, image, int, Introdução, iphone, jogo, kit, labs, loop, Mac, Mercado, mg, mobile, NaN, novidade, Novidades, O, on, online, oop, Opinião, Outros, PHP, platform, player, procura, pt, RIA, Ria’s Geral, runtime, screen, SDK, server, site, Sun, swf, tag, TAT, team, Tech, Tecnologia, Tema, Teste, tv, Twitter, UI, UX, Ved, Vídeo, Vídeos, vs, wave, web, XML, XP, zend @ 11 12th, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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    Essa notícia é bem interessante, e no sentido real da palavra, de que nos interessa e muito, o Rafael Martinelli trouxe diretamente da MAX essa informação. Fiquei bastante impressionado com o MoleHill, motivo que me fez escrever esse post dando uma introdução sobre o assunto.

    Estarei acompanhando com muito interesse o que estiver acontecendo nesse segmento e sempre que possível vou procurar trazer novidades sobre essa engine.

    Mas afinal, o que é MoleHill?

    “Molehill” é o nome de código para um novo conjunto de baixo nível, com APIs de aceleração GPU  3D  que permitirá avançadas experiências em 3D nas telas através do Adobe ® Flash ® Platform runtimes.

    Existem diversas comunidades, frameworks para desenvolvedores poderem ampliar seus horizontes na criação de aplicações 3D, como Alternativa3D, Away3D, Flare3D, Sophie3D ou Yogurt3D.

    Durante a AdobeMAX um vídeo muito interessante foi apresentado para os participantes, ele mostra um jogo em 3D com gráficos mais apurados, algo que não deixa nada a desejar a consoles físicos para games, e que, talvez não fosse nada fantástico o vídeo abaixo se o game não estivesse rodando em um FlashPlayer.

    Impressionante ver o que a Adobe fez, e contrariando muitos que dizem que o flashplayer requer processamento da máquina, a Adobe fez um game com uma estrutura potente e que requer ZERO, isso mesmo, ZERO de processamento da CPU, utilizando somente a placa aceleradora.

    Confira o vídeo antes de continuar o artigo.

    .

    De acordo com o anúncio feito pela Adobe, no primeiro semestre de 2011, (quando em versão pública beta) a versão do Flash Player irá suportar essas novas APIs, bem como também acontecerá uma atualização do Adobe Flex SDK. Para obter mais informações leia atentamente o Molehill faq:

    http://labs.adobe.com/technologies/flash/molehill/#faq

    Para a maior parte das suas dúvidas você com certeza encontrará as respostas aí nesse link, portanto vou me fixar a falar das possibilidades de algo assim.

    Não será novidade pensar que milhares de desenvolvedores começarão a criar seus games, mas não é só de game que vive o homem, apesar de ser muito bom é claro. Essa engine nos dará possibilidades de experimentar de fato uma nova era da web em 3D. Lembramos que o shockwave não deu certo, não emplacou, mas pelo visto a Adobe aprendeu com o erro e fez uma engine de qualidade, a cada dia mais e mais computadores saem de fábrica com placa aceleradora 3D, ao ponto que isso está se tornando comum, se essa engine é a primeira fase, podemos esperar muito pelo que esta por vir.

    Pense nas aplicações 3Ds que poderão ser desenvolvidas, pensem em um showroom virtual, hotsites etc, tudo aquilo que era feito antigamente com as piores gambiarras possíveis, hoje poderá ser realizado com qualidade.

    Sou suspeito para tecer elogios a Adobe visto que sou um entusiasta, fiz minha carreira em cima de todos os seus sofwares, e claro, da Macromedia, que hoje é Adobe… portanto fico feliz em saber que ela nunca abandonou o Flash, e mais que isso, se empenhou em criar inclusive um conversor de SWF para HTML5, fazendo com que os desenvolvedores Flash (vulgo flasheiros) não percam seu mercado, afinal, se Flash fará HTML5, certo é dizer que HTML5 nunca fará um SWF e nem chegará perto da qualidade, visto que essa tecnologia com todo respeito ainda está engatinhando.

    Mas o assunto é MoleHill, vamos  continuar falando de quem vai se dar bem nessa história toda na minha opinião.

    .

    .

    Evidente, ela já se deu bem, e depois e todo o alvoroço e discussão sobre o Flash rodar ou não no Iphone fica aí um susto que a Adobe está dando a Apple, ou não, pois talvez a mesma já previa tal situação e portanto procurou evitar os games em Flash para poder alavancar a AppStore, sem entrar muito no tema, nem são os games 3Ds os mais vendidos na mesma (portanto nem sei porque da preocupação do Steve, talvez parcerias , enfim) mas…  certamente essa é uma tecnologia fantástica que faz a Adobe novamente ficar a frente dos demais, como sempre esteve. Afinal, uma plataforma para desenvolvimento de games mais sérios, com suporte a joysticks, volantes etc, (nada pronunciado a respeito mas isso vemos nos vídeos, o volante do XBox sendo utilizado), combinado com um Flash Media Server, um ambiente de multiusuário, online,  pode ser realmente devastador (no bom sentido) para o mercado como um todo.

    Então não poderíamos deixar de falar quem é que mais ganha com isso.

    .

    Android

    .

    O Android tem sido um parceiro do Flash simplesmente porque a Apple não quis ser no seu iOS, e a Adobe já se pronunciou a respeito dizendo que haverá acesso as APis 3D também para as plataformas móveis…  fantástico, não só para games, mas como falei, para outros recursos de aplicativos.

    A web sempre procurou introduzir o 3D, é uma tendência natural, também sou suspeito para falar do assunto pois sempre apostei no 3D e sou um 3Ddesigner também e obviamente amo o assunto e sempre acreditei que a experiência 3D é muito poderosa, pois ela trata quase todas as sensações visuais que o cérebro pode comportar, dando é claro maior realismo ainda que não haja muitos detalhes gráficos.

    Posso dizer que consigo passar horas desenvolvendo algo em 3D sem me cansar, pois me sinto imerso no ambiente, mas não é a mesma coisa para desenvolver algo em 2D.

    Enfim, o Android de fato vai se dar bem nessa história, vai abocanhar todo um mercado de 3D para mobile, com milhares de desenvolvedores famintos para migrar diversas aplicações e games prontos para essa engine, para rodar em Flash.

    .

    Portanto quem também ganha com isso?

    Os diversos frameworks que já citei.

    .

    Dentre eles eu aposto mais no AlternativaPlatform, me pareceu mais robusto, mais acabado inclusive, a maioria dos vídeos que trago aqui são desse framework, no mais, outras como Frare3D e Away3D também me parecem boas, mas como ainda não botei a mão em nenhuma delas fica suspeito comentar, em um futuro próximo farei alguns testes (como designer) e darei a minha visão. Mesmo assim, tanto designer como desenvolvedor terá uma gama de possibilidades bastando ver as suas necessidades, e ter várias opções nesse caso é muito bom.

    Vou dar um foco maior a AlternativaPlatform, portanto veja o anúncio feito no blog da própria empresa sobre a Adobe Max.

    http://blog.alternativaplatform.com/en/2010/10/16/alternativa-3d-is-free-see-you-at-adobe-max

    Confira a qualidade do site:
    http://alternativaplatform.com/en/

    Uma breve introdução visual:

    .

    Vamos agora a imersão, vamos aos vídeos:

    .

    Confira outro vídeo, agora de uma visão externa mostrando o “jogador” do MaxRacer :

    .

    .

    Outro vídeo da Alternativa3D:

    .

    .

    Agora da Frima Studio (http://www.frimastudio.com/), que utilizou a engine usada para PSP do jogo Zombie Tycoon (http://www.zombietycoon.com/EN/index.htm) migrando para Molehill (sim fantático, não o jogo mas a possibilidade) :

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    .

    Away3D :

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    .

    Vamos a uns vídeos mais instrutivos:

    O primeiro é a sessão de Sebastian (engenheiro-chefe na Molehill):

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    O segundo vídeo é da equipe Flare3D, apresentando o Molehill e suas vantagens:

    .

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    Away3D e Alternativa3D teams (equipes), ainda sobre seus respectivos frameworks e vantagens:

    .

    .

    E então a Pixel Bender 3D:

    .

    .

    Bom galera, espero que esse post tenha sido uma boa introdução para conhecer o assunto, fiz uma pesquisa vasta para trazer as melhores informações sobre o tema e espero que tenham gostado.
    Assim que tiver novas informações interessantes estarei postando, até lá se você também tiver algo a acrescentar não deixe de comentar aqui nesse post.

    E que venha o mundo 3D na web.

    _________________________________________

    Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
    Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.

    @eduardohorvath


    Nov 2

    10 piores mitos a respeito de UX

    Escrito por DClick Team em 1, 4, 6, Air, Aplicativos, AR, Arquitetura, arte, auto, back, bar, camp, class, cliente, código, Curso, dados, demo, Desenvolvedor, desenvolvedores, Design, designer, e-commerce, err, erro, Estilo, etica, exemplo, Experiência do Usuário, Ferramenta, for, Formação, game, Geral, git, ide, IE, if, image, imagens, int, interface, layout, NaN, O, on, Outros, Pessoal, problema, processo, procura, produto, publicidade, rest, RIA, Ria’s Geral, Sem categoria, servidor, site, TAT, Tecnologia, Tema, Twitter, UI, user experience, UX, Ved, Vídeo, Vídeos, XP, zend @ 11 2nd, 2010 | via http://blog.dclick.com.br/pt/ | Sem comentários
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    Abaixo seguem os piores mitos sobre User Experience mais populares que separamos para comentá-los.

    Você talvez se pergunte a respeito de alguns deles questionando o fato de serem mitos, acontece que os mesmos são frases ditas pelas pessoas dos 3 segmentos abaixo e que representam um grau de importância significativo para a User Experience, por isso consideramos como mitos de UX.

    - Mitos entre os Desenvolvedores


    #1  O cliente não repara se o campo está  1px para a direita ou se está muito amarelo, o cliente quer saber se o aplicativo funciona.


    Comentário:
    Iniciamos com um dos mais clássicos mitos, o desalinhamento, o campo, box, imagem, ou outro objeto que está desalinhado ou mesmo em cor diferente dos demais objetos da “cena”.
    É fato, como comentado no texto sobre UX (What the Hell is UX?) o ser humano gosta do belo, e gosta do simétrico.
    Você certamente nunca se perguntou porque uma pessoa é bonita, e porque há gostos diferentes. Mas algo é importante comentar, uma pessoa bonita é algo inquestionável, ela pode não ser atrativa para você, ela pode não ter nenhuma característica que você ache interessante, mas você não pode negar que aquela pessoa é ou não é bonita. Mas afinal, o que torna uma pessoa bonita? São as proporções e a simetria, existem gordos bonitos, magros, altos, baixos, das diversas cores, então não se trata puramente de gosto, e sim de algo a mais que existe ali, e isso é exatamente o simétrico e o proporcional.
    Simetria, é tudo aquilo que é igual de ambos os lados, um rosto simétrico bem conhecido, Tom Cruise, ele vai ficar velho, e cada vez mais velho, mas vai continuar (acredita-se se nada lhe acontecer) simétrico, e continuará a ser o galã dos cinemas. A culpa é só da simetria? Não, ele também é proporcional, de nada adiantaria ele ter simetria se fosse barrigudo e tivesse as pernas finas, ele é esteticamente proporcional, isso lhe daria o status de beleza mesmo se ele não fosse famoso, afinal fama é outra história.
    O que estamos dizendo com isso é que a simetria e a proporção são importantes, você não se interessaria (talvez não) por alguém cujo nariz estivesse uns pixels a direita, e que tivesse um olho com a cor diferente do outro…  certamente não, e se lhe interessar alguém assim com certeza serão outros fatores que não somente os já citados.
    As primeiras coisas que são observadas por nós seres humanos é a simetria e proporção, as demais qualidades são observadas depois.

    Mas e quando falamos em aplicativos? A princípio só lhe resta simetria,  proporção,constraste e cores, o aplicativo pode ser bonito, pode ser funcional, pode ser fantástico, mas se tiver campos desalinhados certamente  não irá agradar, e não pense que o usuário irá saber o que lhe incomoda, ou mesmo seu cliente, ele não vai saber, ele só vai olhar e dizer… “Hummmm, não sei… algo não está legal.”

    E logo mais começam as alterações, e tudo isso porque você desenvolvedor muitas vezes não se preocupou com o pixel de diferença ou mesmo com uma cor, tudo porque pensou que poderia acertar depois.

    #2 Não faz diferença se o canto é arredondado ou se não é, ninguém vai reparar nisto.


    Comentário:
    Será mesmo? Mas é claro que não, cantos arrendados tem os seus motivos, e os cantos duros também.
    Se a aplicação possui uma identidade visual arredondada, certamente os campos, boxes ou imagens que tiverem cantos duros vão se sobressair de todo o resto, as vezes será bom e as vezes não. E isso deve ser feito de forma consciente e não desproposital.

    #3 A aplicação está lenta mas está funcionando, é isso que importa.


    Comentário:
    Realmente, importa que esteja funcionando, mas e a experiência será boa? Quem de nós gosta de esperar? Quem de nós está disposto a aguardar um carregamento?
    Muitas vezes a demora de uma aplicação não está associada ao tipo de linguagem usada, servidor, vídeos etc, muitas vezes é o próprio código que tem um algorítimo não muito inteligente, fazendo que haja demora na resposta de uma determinada requisição.
    Certamente não importando de onde vem a demora, ela oferece uma péssima experiência a qualquer usuário, e muitos de nós (como usuários) por vezes fechamos uma aplicação e desistimos por conta da impaciência.

    .


    - Mitos entre os Designers


    #4 O Cliente deve ser ouvido


    Comentário:
    Ele deve, sim deve, mas não é ao pé da letra. O cliente não é responsável por saber do seu próprio problema, e na maioria das vezes ele não sabe. Acredite, o cliente vem até nós para procurar uma solução de um problema, mas se você estudar o seu cliente por vezes vai encontrar que o problema demonstrado por ele não é exatamente um problema, e que o que realmente está causando transtorno é outra coisa, portanto ouça o cliente, mas tente entender toda a mecânica do processo do projeto para que descubra o real problema e possa oferecer uma boa solução.

    #5 O Cliente é quem define as cores

    Comentário:

    O cliente não pode definir por exemplo como cores devem ser aplicadas, ele pode sim oferecer uma paleta de cores que corresponde a uma identidade visual da empresa, mas definir onde essas cores serão aplicadas é algo para um profissional que estudou semiótica, teoria das cores e afins…  que sabe como e porque aplicar determinada cor e que resultado isso irá trazer.
    Portanto é obrigação do designer conversar com o cliente e demonstrar o que é melhor e mais viável para determinado tipo de aplicação e interação com o usuário.

    #6 O usuário deve ser ouvido

    Comentário:
    Não, esse é o último que deve ser ouvido, se ele for ouvido você realmente irá criar um monstro. Existem técnicas para se ouvir um usuário e é através de feedback de algo já realizado, mas nunca antes do layout estar feito, você deve sondar gostos, estilos e tudo o mais para o público que irá utilizar a aplicação mas nunca chegar em um usuário e perguntar “qual cor acha que deveria ser a aplicação?” ele lhe dirá uma, e certamente outro usuário lhe dirá outra, e gosto pessoal de cor não é sequer a cor que ele de fato gostaria de ver na aplicação.
    Estou dando o exemplo de cor pois é o mais fácil de ser entendido mas você pode imaginar um usuário pedindo que seja inserido milhares de ferramentas, no qual talvez um dia, quem sabe, sejam utilizadas…

    #7 O layout é que faz vender o produto

    Comentário:
    Mito, é claro que é mito, o layout é que faz vender o projeto muitas vezes mas não o produto, ninguém compra um aplicativo unicamente porque seu layout é bonito, ele ajuda e muito a fazer a publicidade de um produto, ele faz parte do conjunto. Mas não se deixe enganar por designers que se auto valorizam ao extremo dizendo que tal e tal aplicação só vendeu por conta do design. Isso não acontece, o design ajuda, ele faz parte da Experiência do Usuário, mas não é por si só toda a experiência, não sendo portanto unicamente o responsável pela venda de um produto, é sim, o carro chefe, o cartão de visitas, mas não pode se atribuir toda a glória a ele.
    .

    - Mitos entre os Arquitetos de Informação


    #8 Site acessível tem que ser “feio”

    Comentário:

    É comum, mais do que deveria, vermos arquitetos de informação dizer que site acessível e funcional geralmente é feio, porque é difícil adequar funcionalidade com beleza, que ter um site funcional é mais importante que ter um site bonitinho, é verdade, mas é mito achar que beleza e funcionalidade não possam andarem juntas.

    #9 Todas as páginas devem ser acessíveis em 3 Cliques

    Comentário:
    Esse é sem dúvida o maior mito entre os arquitetos, há discussões, brigas absurdas entre arquitetos e designers por conta desse tema. 3 cliques é bom, mas não pode ser a regra, 3 cliques para se chegar a qualquer lugar em uma aplicação é importante, mas nem sempre deve ser assim, a Amazon que o diga, com uma interface wizard para as compras, bem como outros e-commerces, porque deve então haver imposição em todas as demais aplicações com sistema em Hub?
    Todas as páginas no sistema em Hub deve ser acessada em 3 cliques? Infelizmente isso as vezes causa é uma experiência ruim, uma determinada informação que poderia estar separada em uma outra página está jogada nas mesma página juntamente com outra que não lhe tem qualquer parentesco somente porque o arquiteto queria ter 3 cliques.
    É importante organizar a informação o máximo possível, sem se prender a esse tipo de mito, a informação deve estar associada a seus parentes, a sua hierarquia, entre outras técnicas da arquitetura de informação, mas se você se limitar as regras sem pensar no benefício do usuário, sem pensar na experiência que ele vai ter, certamente você não estará fazendo da arquitetura uma parte do processo de UX.

    #10 Seu usuário é como você

    Comentário:
    E deixamos o melhor mito para o final, seu usuário é como você.
    Esse mito é mais comum entre os arquitetos, mas é também bastante difundido entre os designers.. Todos querem impor seus gostos na hora de fazer uma aplicação, achando que se é bom para mim então será bom para o usuário… Esse é o pior erro que alguém que está em um projeto de uma aplicação pode cometer, você deve pensar no usuário de forma diferente, você deve se imaginar como ele, mas não pensar que ele deve ser como você.
    Criar uma aplicação para o segmento infantil é um bom exemplo, você não é criança, mas consegue imaginar o que agrada uma criança, consegue através de pesquisas e pela sua própria experiência que teve pois um dia já foi uma, enfim, há sem dúvida inúmeras formas para você se colocar na posição do usuário, mas nunca, nunca mesmo coloque o usuário na sua posição, acreditando que ele gosta das mesmas coisas que você.

    Por fim, como conclusão desses mitos, não se iluda, se um número X de pessoas viu a sua aplicação e não tiveram uma boa experiência, não pense que elas estão erradas e você é que está certo, se aquelas pessoas são do mesmo segmento que seu público, então algo está errado na sua aplicação, não insista no erro, se preciso, jogue tudo fora e volte a “ponta do lápis”, não se satisfaça com o bom se você pode ter o ótimo.

    Eduardo Horvath é UX Specialist e Designer na DClick.
    Formado pela Faculdade Impacta de Tecnologia no curso Design de Mídia Digital ele atua na área de Design a mais de 15 anos.
    @eduardohorvath

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